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junho 26, 2009

Europa cerra fileiras contra o cibercrime

Foi também detectada a necessidade de um sistema unificado que permita aos países da UE reportar ciberataques, investigações e outras informações relacionadas com delitos. Estes dados, como referiu Radomir Jansky, serão de grande ajuda para dar a todos os países uma visão mais clara do actual panorama do ciber-crime, sendo essencial que se crie um formato unificado para reportar esta informação.
No passado mês de Março, a Comissão Europeia publicou o documento preparatório de uma segunda alteração directiva, desta feita sobre o combate à exploração sexual de crianças e pornografia infantil, que procura abordar novas preocupações relativas ao abuso infantil na Internet. Esta segunda revisão deverá contemplar as acções recomendadas contra ofensas como o grooming, a visualização de pornografia infantil mesmo sem download de imagens, entre outras.

A Comissão Europeia pretende reforçar a cooperação a nível mundial entre as autoridades públicas e a indústria privada, assim como agravar as penas contra os ciber-criminosos, na próxima revisão das suas directivas comunitárias. Países como a Estónia e a Lituânia têm sido vítimas de ciberataques de grande dimensão, mas as autoridades desses estados queixam-se de não ter contado com o apoio imediato de outros países, como refere Radomir Jansky, um dos principais responsáveis pela luta contra a ciberdelinquência dentro da Direcção Geral da Justiça, Liberdade e Segurança da Comissão Europeia, numa reunião que o Messaging Anti-Abuse Working Group realizou em Amesterdão na passada semana. “Os ataques a grande escala estão a aumentar e é preciso que os consigamos enfrentar”, sublinhou.
A conferência juntou ISP e profissionais da indústria com o objectivo de discutir assuntos como o spam, as acções de marketing por e-mail e as botnets.
Em Abril e Maio de 2007, os sites de bancos, escolas e agências governamentais da Estónia sofreram um ataque de negação de serviço, depois de ter sido retirado um monumento aos soldados russos da II Guerra Mundial de uma praça pública. A Geórgia, por seu lado, foi vítima de ciberataques em Agosto de 2008, logo após a invasão da Rússia nas regiões georgianas de Abkhazia e da Ossétia do Sul.
A Comissão Europeia está actualmente a actualizar a Directiva Comunitária relativa a ataques contra os Sistemas de Informação, em vigor desde 2005.
Hoje em dia, os países da União Europeia não estão obrigados por lei a cumprir esta directiva comunitária, embora seja fortemente recomendado o seu cumprimento. A actualização que está agora a ser feita, e que ainda não foi publicada, provavelmente recomendará aos países europeus que aumentem as penas aos responsáveis por ciber-crimes, dado que as que existem actualmente não parecem ter tido qualquer efeito dissuasório, na opinião de Jansky. As penas actualmente praticadas vão de um a três anos de prisão, embora existam países cuja lei pena prevê a aplicação de penas superiores, como a própria Estónia, a França, a Alemanha e o Reino Unido.
A directiva agora actualizada também deverá recomendar que os países respondam de uma forma mais rápida aos pedidos de ajuda na investigação de ciber-delitos noutros países. Actualmente não existe nenhum limite de tempo para responder a um pedido de ajuda e, como tal, a nova directiva deverá apontar um prazo máximo de oito horas.
Foi também detectada a necessidade de um sistema unificado que permita aos países da UE reportar ciberataques, investigações e outras informações relacionadas com delitos. Estes dados, como referiu Radomir Jansky, serão de grande ajuda para dar a todos os países uma visão mais clara do actual panorama do cibercrime, sendo essencial que se crie um formato unificado para reportar esta informação.
No passado mês de Março, a Comissão Europeia publicou o documento preparatório de uma segunda alteração directiva, desta feita sobre o combate à exploração sexual de crianças e pornografia infantil, que procura abordar novas preocupações relativas ao abuso infantil na Internet. Esta segunda revisão deverá contemplar as acções recomendadas contra ofensas como o grooming, a visualização de pornografia infantil mesmo sem download de imagens, entre outras.
Esta directiva deverá ser publicada no final deste ano, uma vez que o Conselho da União Europeia ainda está a ultimar os detalhes finais do documento.
ataques de grande dimensão, mas as autoridades desses estados queixam-se de não ter contado com o apoio imediato de outros países, como refere Radomir Jansky, um dos principais responsáveis pela luta contra a ciber-delinquência dentro da Direcção Geral da Justiça, Liberdade e Segurança da Comissão Europeia, numa reunião que o Messaging Anti-Abuse Working Group realizou em Amesterdão na passada semana. “Os ataques a grande escala estão a aumentar e é preciso que os consigamos enfrentar”, sublinhou.
A conferência juntou ISP e profissionais da indústria com o objectivo de discutir assuntos como o spam, as acções de marketing por e-mail e as botnets.
Em Abril e Maio de 2007, os sites de bancos, escolas e agências governamentais da Estónia sofreram um ataque de negação de serviço, depois de ter sido retirado um monumento aos soldados russos da II Guerra Mundial de uma praça pública. A Geórgia, por seu lado, foi vítima de ciber-ataques em Agosto de 2008, logo após a invasão da Rússia nas regiões georgianas de Abkhazia e da Ossétia do Sul.
A Comissão Europeia está actualmente a actualizar a Directiva Comunitária relativa a ataques contra os Sistemas de Informação, em vigor desde 2005.
Hoje em dia, os países da União Europeia não estão obrigados por lei a cumprir esta directiva comunitária, embora seja fortemente recomendado o seu cumprimento. A actualização que está agora a ser feita, e que ainda não foi publicada, provavelmente recomendará aos países europeus que aumentem as penas aos responsáveis por ciber-crimes, dado que as que existem actualmente não parecem ter tido qualquer efeito dissuasório, na opinião de Jansky. As penas actualmente praticadas vão de um a três anos de prisão, embora existam países cuja lei pena prevê a aplicação de penas superiores, como a própria Estónia, a França, a Alemanha e o Reino Unido.
A directiva agora actualizada também deverá recomendar que os países respondam de uma forma mais rápida aos pedidos de ajuda na investigação de ciber-delitos noutros países. Actualmente não existe nenhum limite de tempo para responder a um pedido de ajuda e, como tal, a nova directiva deverá apontar um prazo máximo de oito horas.
Foi também detectada a necessidade de um sistema unificado que permita aos países da UE reportar ciberataques, investigações e outras informações relacionadas com delitos. Estes dados, como referiu Radomir Jansky, serão de grande ajuda para dar a todos os países uma visão mais clara do actual panorama do ciber-crime, sendo essencial que se crie um formato unificado para reportar esta informação.
No passado mês de Março, a Comissão Europeia publicou o documento preparatório de uma segunda alteração directiva, desta feita sobre o combate à exploração sexual de crianças e pornografia infantil, que procura abordar novas preocupações relativas ao abuso infantil na Internet. Esta segunda revisão deverá contemplar as acções recomendadas contra ofensas como o grooming, a visualização de pornografia infantil mesmo sem download de imagens, entre outras.
Esta directiva deverá ser publicada no final deste ano, uma vez que o Conselho da União Europeia ainda está a ultimar os detalhes finais do documento.

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Publicado por wedoit às junho 26, 2009 12:02 PM

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