maio 10, 2004

"Van Helsing" O Caçador

Num mundo onde as Criaturas da Noite vagueiam, uma ordem secreta protege-nos.
Mas o maior soldado da humanidade, é também um dos mais procurados assassinos!

" Há quem diga que é um assassino! Há quem diga que você é um homem santo! Quem é você?"
É este paradoxo que persegue vampiros, monstros da nossa imaginação, outros ainda por inventar. O Monstro de Frankenstein, Mr. Hyde, O Conde Dracula, Lobisomens, etc...

Os terrores que fazem estremecer as crianças. E um nome que os faz estremecer!

Vale a pena ver uma produção cinematográfica em que, adaptam um velho cientista a um apela mais dinâmico, a um papel de um trintão caçador de vampiros! Vale a pena ver os limites do fantástico, levados ao extremo. Vale a pena ver que pelo menos na película ainda há fé!

O que já não vale a pena é a juventude sem imaginação, incapaz de se aperceber que o filme é pela sua própria natureza fantasia.

Se este é mais fantasia do que realidade? Esperavam o quê?
Vampiros no parlamento?
Lobisomens nos parques naturais. Este filme retrata os nossos medos. O medo do sobrenatural!
Se conseguirem aceita-lo como tal, verão um bom filme de entretenimento. Se pensarem limitadamente, é um filme fantasioso pouco realista.

Eu gostei! E você?

Publicado por emigas em 12:33 AM | Comentários (0)

O Regresso

Hoje regresso á escrita. Regresso a um estado libertadordo qual estive afastado. Esperemos que seja a última vez!

M. Lima

Publicado por emigas em 12:20 AM | Comentários (0)

O Efeito Borboleta

A Teoria Matemática do Caos, defende que, qualquer caos, contêm em si uma ordem, que o leva a tendencialmente organizar-se.

Um dos exemplos mais conhecidos desta teoria (ou explicação teórica) é o de que se uma borboleta bater as asas em Pequim, irá provocar um Tornado em Washington, pela simples razão de ter dado início a uma sequência de acontecimentos, que nem têm de estar ligados entre si.

Hoje, fui ver um filme que explorava este principio de não linearidade de acontecimentos, e misturava uma dose da capacidade de intervir em determinados momentos do Continuum Temporal, deslocando apenas a nossa consciência.

Quatro miúdos, Evan, Lenny, Tommy e Kaythlin, amigos de infância, partilham experiências que os afectam adversamente. Pelo menos os que delas se lembram. Evan herdou do seu pai uma condição estranha que provoca perdas de consciência.

A partir daí surgem histórias possíveis e paralelas que permitem que cada um de nós, tenha a possibilidade de tomar uma decisão ou outra decisão e possa viver com ela.

O filme é genial na forma como explora as relações entre os personagens e uma série de universos alternativos que surgem e se desenrolam, aos olhos do espectador e dos intervenientes da história.

Uma das conclusões do filme é a de que não existe um final feliz, se nos mantivermos sempre egoistamente em primeiro lugar. Mas se existir um momento em que podemos escolher uma solução que não nos beneficia, e fazermos o sacrifício maior, talvez consigamos mudar positivamente o nosso universo, o nosso passado e o nosso presente.

Quanto a mim, reduzi a minha existência a um momento em que toda ela poderia que toda ela poderia ter mudado. No meu caso seria um beijo!
E no seu?
Melhor ainda, e se não for tarde de mais?

Publicado por emigas em 12:19 AM | Comentários (10)