outubro 21, 2003

Robbie Williams live at Lisbon: A História

Hoje, já posso escrever sobre a magnífica experiência que foi o concerto desse grande senhor do Entertaiment Business, Mr. Robbie Williams no Pavilhão Atlântico!
(Domingo, 19 de outubro de 2003)

Porquê?

Porque não queria estragar a surpresa aos “inúmeros” leitores que este Blog tem, descrevendo o concerto!
Curioso é que não o vou fazer!

Descrever, digo!

O concerto inicia-se “comme d’habitude” com uma banda de apoio, que neste caso era uma chamada Raymond (espero estar correcto)!

Esta banda tocava uma mistura de Rock, Pop, baladas, etc...
Os intérpretes também eram uma mistura: desta feita de hard rockers com meninos betos (exagero)!

Não apreciei muito as baladinhas, mas as verdadeiras "músicas rock" eram do melhor que tenho ouvido!

All in all, já vi melhor e muito pior!

Acaba a Banda de apoio e começa o “suspense”!

A cortina que estava por detrás da Banda de apoio esconde algo!
O público vibra de antecipação, de impaciência!
Começo ao ouvir os primeiros assobios pela espera a que somos sujeitos
Então começa-se a notar alguma comoção no palco (cuja cortina se manteve fechada).
Começam projecções de símbolos e signos relacionados com o Mr. RW.
A música começa!
Começa a elevar-se!
O público também... o Pavilhão treme!
É a antecipação!
Ouvem-se acordes conhecidos e...
As cortinas abrem, o palco desnuda-se...
Surge uma escadaria...
No seu topo está...Robbie Williams!
E canta ...“Let me Entertain You”!

O cenário é espectacular, conjugado com a moldura humana dos músicos, das bailarinas.
O néon predomina em certas ocasiões! Noutras os focos fazem o trabalho.
É um espectáculo Visual e Musical...

As músicas sucedem-se.
Entre elas, Robbie Williams interage com o público criando o ambiente para a seguinte!

O alinhamento engloba as mais famosas e algumas menos conhecidas:
Aqui ficam algumas:

"Let Me Entertain you"
A primeira!

"Feel"

"Strong"
Nesta pede ao público para o acompanhar num Karaoke gigantesco, que resulta em mais devoção do público, se não ao músico pelo menos à música.

"She’s the One"
No prólogo a esta, encaminha o seu discurso para um jovem casal de namorados, junto do palco, que por um simples motivo lhe chamou a atenção: Pareciam apaixonados!
A conversa com eles continua, invertendo-se a posição normal dos eventos, uma vez que RW quase que os entrevista!
Surge a pergunta “Is he the one?”
Ao que os namorados respondem, simultaneamente:
- She is the one!
- He is the one!

Não poderia ter corrido melhor.
Assim surge “She’s the One!”.
RW desce o palco, abraça os namorados e deseja-lhes felicidades!
Um momento irrepetível e do qual não devemos perder a memória!

"Come Undone"

"Rock DJ"

"Angels" ( todos cantam em uníssono com RW)

Após esta última o concerto termina...
Ou melhor deveria terminar...
O público pede.
Pede mais!
Exige!

E RW responde!
Responde com um “encore” de "Angels"!
Algo que afirma nunca ter feito!
A música começa!
O Pavilhão vibra!
Sente e vibra, canta com e sem RW!

O concerto termina em Glória e com a promessa de regresso!


Este RW é fabuloso!
O concerto foi sem dúvida o melhor que já tive o prazer de assistir!
O público que ia dos 8 aos 60, adorou!

Tenho de o ver outra vez!

Numa escala de 0 a 20, o concerto tem 17.000!

17.000 espectadores!
17.000 fãs!
17.000 Anjos a cantar!
E esta foi a história (curta, diga-se) do primeiro concerto de Robibie Williams em Portugal, no dia 19 de Outubro de 2003!

P.S. : Já agora convem referir que o RW, de algum modo arranjou a nossa bandeira e andou com ela o espetáculo inteiro!


Publicado por emigas em outubro 21, 2003 11:59 PM
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