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31 maio, 2005

primeiro banho de mar! Yupiiii!!!

Escapadinha até à praia, devidamente equipada para o primeiro mergulho. Sol um bocado tímido, mas calorzinho agradável e mar calmo, a parecer um caldo. Ui, ca bom! Ficámos um bocado de molho, pusémos a conversa em dia, e ala trabalhar.

Agora chove a potes. E até troveja... Tempinho mesmo bom para organizar a pesquisa bibliográfica e inserir dados no computador. Haja vontadinha...


catarinia @ 19:20 | Comentários (0)

23 maio, 2005

as papoilas saltitantes!

11 anos! Poça, 11 anos é tanto tempo que já nem me lembrava como é que era o Benfica ganhar o campeonato. A liga, a liga! É verdade, agora é a liga. E não é que até sofri um bocadinho?

Muito bem, muitos parabéns às papoilas saltitantes, à águia que voltou a voar, e aos benfiquistas que sofreram todo o campeonato. (a liga, certo, a liga...) Eu não mereço, que só sofri um bocadinho. Mas estou contente na mesma!

Agora o que eu não entendo é a selvajaria que seguiu, o facto de as pessoas se descontrolarem completamente por causa de uma porcaria de uma competição. Absolutamente lamentáveis, as cenas nos Aliados, perante a incapacidade e a incompetência da polícia. Mas qual é a necessidade??? Que mau perder, haja pachorra! É a falta de hábito, não é? Há sempre alguém que dá um jeitinho...

Bem, mas de qualquer maneira, muitos parabéns ao Glorioso! E viva o Benfica!!!


catarinia @ 00:17 | Comentários (6)

22 maio, 2005

vitóóóória!

Demorou uma eternidade... Exigiu muita paciência, muito esforço, muito espírito de sacrifício. Mas finalmente consegui! Acabei de derrotar uma pilha de roupa que tinha ali para passar a ferro!

Acerca do Benfica, já cá volto para manifestar o meu contentamento. Primeiro vou à procura do emblema do Glorioso.


catarinia @ 23:45 | Comentários (0)

17 maio, 2005

no rescaldo da semana

Primeiro foi Coimbra, a cidade de onde não apetece voltar nunca... Depois de uma longa viagem, de um jantar supersónico e de termos pedido emprestado um lugarinho no parque privativo dos Bombeiros, lá fomos entaladas, esmagadas e sufocadas Quebra-Costas acima. Finalmente A Serenata! Não há palavras que descrevam a emoção que paira no ar, é absolutamente arrepiante. Desde o silêncio, ao traçar das capas, às lágrimas do adeus. A mim escaparam-me uma ou duas, e não é à vida de Coimbra que digo adeus...

Depois foi reencontrar os amigos e sentir-me em casa. A visita da praxe ao García e ala para um dos milhentos convívios. O espírito que se vive é absolutamente fenomenal, sente-se como se fosse um embate, em Coimbra é impossível ficar-lhe indiferente. Há alturas em que tenho pena que em Faro não se viva assim, mas parece-me que estas desvantagens da ausência de séculos de tradição, não superam as vantagens da ausência de um sistema sobrecarregado com séculos de vícios... Mas adiante.

No dia seguinte, toca a explorar a cidade, de um e do outro lado do Mondego. Chega a noite e cada perna pesa uma tonelada, mas há um jantar com os amigos à espera, e depois a primeira noite no Parque. A primeira sensação é de claustrofobia: enfiados no meio de uma massa compacta de pessoas a perder de vista, e ainda só vamos a caminho. Depois de entrar, o recinto é absolutamente gigantesco, e para onde quer que se olhe, uma mancha negra em movimento.

Depois do primeiro embate, na verdade a Queima não me impressionou por aí além, para além da dimensão absolutamente gigantesca. Por mais estúpido que possa parecer, dei comigo a pensar que o recinto estava mal organizado, e que com tantos cantos e recantos, a segurança daquele espaço deve ser uma enorme dor de cabeça... E no fim de contas, trata-se ali de uma imensa máquina comercial em andamento, há muito pouco de festa de estudantes. É apenas para estudantes, e espera-se que gastem muito dinheiro! Falta-lhe o intimismo das barraquinhas de curso, o empenhamento das pessoas em organizar uma coisa que não é só para elas, mas também delas, e que ainda vai sobrevivendo por aqui.

Mais um dia e mais passeio, desta vez até Conimbriga. Depois uma churrascada que se prolongou até às tantas, e mais uma noite no Parque. Dispensámos a multidão em frente ao Milton Nascimento e escolhemos o aconchego do palco da RUC, onde o espírito prata da casa se mantém. E foi muito bom! No segundo dia o recinto já não parece assim tão grande, e afinal até é possível encontrar pessoas conhecidas... Foi até de manhã, para a despedida!

Ainda não foi desta que consegui arranjar uma desculpa para ficar de vez, por isso de volta a Faro, ainda a tempo de ver um bom concerto de Toranja, num ambiente bem mais familiar. Fora a inovação do piso alcatifado com o que ainda sobrevive de um relvado sintético, a Semana Académica do Algarve esteve igual a si mesma. O plano era curtir até cair, uma vez que era o primeiro desde há três anos em que não tinha qualquer tipo de responsabilidade para com o evento em si: um ano de barraquinha, e depois dois na COSA, Semana Académica tem sido sinónimo de muito trabalho. Mas o espírito já não é o mesmo, a coluna também não, e a coisa foi bastante moderada. Algumas noites foram mesmo caseiras...

Os concertos em si não me impressionaram, por um lado porque a maioria se repete ano após ano, e por outro por não corresponderem às minhas preferências musicais. Mas desde quando é que se vai à Semana Académica pelos concertos??? É mas é pelo cumbíbio, que vai ficando cada vez mais difícil à medida que os amigos vão partindo...

Mas uáréver! Há sempre que salientar os Blasted Mechanism! Venham as vezes que vierem, nunca me farto!!! Acho que a palavra chave é energia. Os senhores transpiram energia, transmitem energia e deixam toda a gente cheia de energia! Sim senhor, grande noite de encerramento!


catarinia @ 01:30 | Comentários (4)