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28 abril, 2005

raios partam esta merda!!!

Começo a amaldiçoar a hora em que mudei de browser e descobri as asneiras aqui do tasco. Estou há horas de volta disto e não há maneira de sair daqui uma coisa decente!!! Até já me pús a ler manuais de html na net e apesar de parecer estar tudo como devia, isto está loooooonge de estar perfeito!

Mas hoje fica por aqui mesmo, antes que resolva atirar com o computador janela fora! Amanhã há mais.


catarinia @ 23:14 | Comentários (7)

19 abril, 2005

AAAAAAAAAAAHHHHHH!!!!!!!! (outra vez!)

Ainda não tinha aberto as caixas dos comentários! Aiiiiii.... Isto é quase doloroso!


catarinia @ 17:25 | Comentários (2)

AAAAAAAAAAAHHHHHH!!!!!!!!

QUE SUSTO!!! Isto está horroroso!

Ontem instalei o Mozilla Firefox. Diz que é mais seguro, mais fiável e não tem uma série de problemas de navegação que tem o IE. E até que estava contente, até chegar aqui!

O Universo está TO-DO DES-CON-FI-GU-RA-DO!!! As linhas não aparecem, e vai para aqui uma revolução nos posts anteriores, cada um com a letra de seu tamanho. Como é que sairá este?

E o calendário?! Que miséria!!! O meu código html deve estar absolutamente assustador. É claro que eu já sabia disso, mas pelo menos o resultado tinha bom aspecto... Agora vou ter de fazer tudo de novo! AAAAAAAAHHHH!!!!!

Bem, se calhar nem é assim tão má ideia, é possível que fique uma coisa mais decente. E até posso aproveitar para migrar aqui o tasco para o MT 3.0. Ou melhor ainda, para o MT 3.15 que deve estar mesmo aí a rebentar. Boa, boa!

Pronto, afinal já não estou assim tão triste.


catarinia @ 17:21 | Comentários (1)

14 abril, 2005

quando for grande quero ser dentista e ganhar muito dinheiro

Cheguei agora do dentista, a pensar se não terei sido assaltada.

Fui lá para tratar uma cárie, mas era tão pequenina que não precisava de anestesia. Então aproveitei para tratar logo de outra, que também era tão pequenina, que não precisava de anestesia. De maneira que foi um instantinho enquanto as minhas minúsculas cáries foram exterminadas: um nadinha de broca aqui, mais um nadinha de broca ali, agora tapa este buraquito, e depois tapa o outro buraquito, e já está! Como novos, não doeu nada e não demorou nem 15 minutos. Doeu foi na hora de pagar a consulta!

A menina (com um ar muito angélico e sorriso enorme, a mostar um brilhante cor de rosa espetado no dente): - São 68 euros, fáxavor
Eu (com cara de parva): - Quanto???
A menina: - 68 euros, já com o desconto da Universidade (sorriso enorme, brilhante)
Eu (com ar incrédulo): - Então mas a consulta foi tão rápida, nem levei anestesia nem nada... Esse disparate de dinheiro paga o quê?
A menina: - Pois, não foi preciso... Mas tratou DUAS cáries! (mais sorriso enorme, mais brilhante)
Eu (quase a ficar danada): - Pois... A electricidade está cara, está.
A menina: - A medicina dentária é muito cara, já se sabe (agora com um sorrisinho amarelo, a mostrar só um bocadinho do cor de rosa do brilhante)

Vá, toma lá a porcaria do cheque. Passa para cá o recibo, e raios partam os dentistas. 68 euros em 15 minutos... Até me esqueci de marcar a próxima consulta. Tenho aqui mais uma cárie tão pequenina, que se calhar também nem precisa de anestesia, que vai ficar à espera que me passe a neura.


catarinia @ 20:39 | Comentários (4)

9 abril, 2005

olha um recorde!

Bem... aposto que este aqui a seguir foi o post mais longo que já escrevi! É uma pena que assim ninguém o vai ler. Paciência.

Agora está ali a começar o Notting Hill, e parece-me que o vou ver pela enésima vez. Tem uma banda sonora fantástica!


catarinia @ 01:35 | Comentários (0)

título original: finalmente lá enterraram o senhor (mas acabou por ser uma grande misturada que meteu umas conversas ao jantar)

Tinha decidido não escrever nada sobre o Papa. E mantenho. Não vou tecer qualquer tipo de considerações acerca do Papa, até porque já se escreveu tanto sobre o senhor, e tão melhor do que eu o poderia fazer, que não vale a pena dar-me ao trabalho. A mim, o que verdadeiramente me impressionou, foi a reacção que a morte do Papa gerou.

Era uma pessoa idosa, doente, com uma doença degenerativa grave e que ultimamente teve complicações de saúde. Logo, com uma morte mais que anunciada. Assim que sentiram o mais ténue cheiro a morte, tudo quanto é meio de informação correu para lá, as televisões com directos a toda a hora para dizer absolutamente nada, apenas à espera de, por sorte, apanhar a morte em directo. E depois de vários alarmes falsos, o senhor lá morreu.

Explicaram-se tim-tim por tim-tim todos os pormenores do protocolo, contou-se a história da vida e do pontificado até não se poder mais, traçaram-se todos os cenários possíveis e imaginários para o futuro, especulou-se até à exaustão, e quando se tornou demasiado óbvio que não havia mais nada a dizer, começou-se à procura de todo e qualquer pormenor insignificante que se pudesse tornar em qualquer coisa semelhante a uma notícia. E assim se passou uma semana de vira-o-disco-e-toca-o-mesmo.

Ontem jantei com um grupo de amigos, entre os quais alguns jornalistas e uma polaca, que cá está em Erasmus. O assunto calhou em conversa, e tive oportunidade de ouvir a perspectiva de uns e de outra sobre os acontecimentos. Polacos: OK, com algum esforço até que consigo compreender a peregrinação. Órgãos de comunicação: é pá, desculpem lá, mas nem com todo o esforço do mundo sou capaz de compreender nem de aceitar o exagero deste festival mediático. Nem em torno da morte de um homem - mesmo que esse homem seja o Papa – nem em torno de acontecimento nenhum.

E o que se assiste cada vez mais é que qualquer acontecimento mais inesperado ou mais notável, se torna quase instantâneamente num circo, especialmente na televisão. A informação séria, sóbria e essencial, é dada em pouco mais de dois ou três minutos; a partir daí, temos pelo menos mais uma boa meia hora de conversa vazia, especulações sem fundamento, apelo à lamechice e tentativa de o fazer por mais uns segundos que a concorrência. Dizem-me que é normal, que agora é assim, e que se houver uma estação a trabalhar desta forma, não pode haver outras que não o façam, porque perderiam a “guerra das audiências”. Mas que se lixe a guerra das audiências! Alguém pensa no suplício do pobre do espectador, apanhado no meio destas batalhas? Parem mas é com esta merda e sejam sérios, ó faxavor! (Olha, que até me exaltei...)

Quanto aos milhões de pessoas em romaria para Roma, um milhão dos quais parece vir da Polónia, é outra coisa que me faz alguma impressão. A Alexandra tentou explicar-me o que poderá levar um polaco a sair de casa a caminho do Vaticano para ver o Papa, morto, durante dois segundos. Parece que o homem, Karol Wojtyla, é encarado pelos polacos como um herói nacional, não só por ter ascendido a uma posição de grande relevância na igreja católica e no mundo – e por o ter conseguido sendo polaco - mas também por ter pregado a esperança no fim do comunismo, e depois ter tido alguma influência na mudança de regime do país. E segundo ela, qualquer outro herói nacional teria o mesmo tratamento por parte do povo polaco que, por questões hitóricas e culturais – séculos de ocupação, subjugação da cultura, independência há menos de 100 anos, mais ocupação, mais subjugação da cultura, e depois o comunismo até há 16 anos atrás – se une em torno de qualquer coisa ou qualquer pessoa que traga notoriedade à nacionalidade polaca. E sendo o Papa um herói nacional, é como se fosse da família de qualquer polaco que, quando lhe morre um membro da família, tem de estar presente. Pronto, está explicada a questão dos polacos, é uma questão cultural, um sentimento nacional. Eu lá faço um esforço, tento esquecer as moças na televisão num pranto consternadíssimo porque não foram a tempo de se por na fila, e compreendo.

Houve também as pessoas que foram numa demonstração de fé. Ora, eu não sou uma pessoa religiosa. E também não me vejo com muita fé. Mas tenho cá para mim que a fé é uma coisa muito particular de cada um, muito íntima da pessoa para o ente inspirador da sua fé, uma relação espiritual que cada um estabelece com esse algo superior. E que se demonstra simplesmente por acreditar. Apesar de esta esfera espiritual não fazer parte de mim, da pessoa que eu sou, tenho um grande respeito pelas religiosidade das pessoas e pela sua fé, porque é algo que não se explica, que faz parte das suas convições. No fundo, que faz parte delas. Mas confesso que tenho alguma dificuldade em conceber que atravessar a Europa e passar um dia inteiro entalado no meio de uma coluna de milhares de pessoas apenas para passar dois segundos em frente de um corpo sem vida, seja uma demonstração de fé. A mim, parece-me mais um fanatismo religioso.

Depois, houve aqueles que fizeram o percurso a gritar o nome do Papa como se fossem a claque de um clube de futebol, que aproveitaram para ver as vistas e levaram a máquina fotográfica para trazer umas fotografias para mais tarde recordar – quem sabe uma com aquele senhor bem vestido que está alí à frente deitadinho, aposto que fazia um sucesso lá na terra! – e ainda disseram um adeus lá para casa através de uma ou duas câmaras de televisão. Esses, quero acreditar que eram turistas apanhados desprevenidos no meio da multidão. Provavelmente foram lá visitar o sítio e nem sabiam do que se estava a passar.


catarinia @ 01:30 | Comentários (0)

7 abril, 2005

já vens tarde, não?

Ontem começou a arranhar-me a garganta e a doer-me a cabeça. Hoje tenho os gânglios linfáticos do tamanho de bolas de ténis e o corpinho todo dorido. E continua a arranhar-me a garganta e a doer-me a cabeça.

Meretriz da gripe! Andei o Inverno todo a escapar-me dela, para agora vir atacar-me à má fila. Está a ficar bonito. Ai está, está.


catarinia @ 02:19 | Comentários (6)

jacky*... olha ela!

Esta é uma das posições preferidas da minha bichana. Sempre que estou ao computador, lá vem ela colar-se à parte de trás do monitor, sempre perto, à distância de uma festinha.

Às vezes passa para o lado de cá e vem aninhar-se-me no colo, toda dengosa. Ganha o seu espacinho entre mim e o computador, finge que afia as unhas na minha manga e poisa a cabecita no meu braço. Torna-se mais complicado escrever com ela em cima de mim, mas é tão bom ficarmos aqui as duas abraçadas em frente ao computador, que é um jeitinho que se dá e pronto, resolve-se o incómodo.

Mas hoje está impossível! Não pára quieta um bocadinho, passa em frente ao monitor, põe as patas em cima do teclado, transformou a cauda num espanador que me limpa o pó da cara toda, e chegou ao ponto de me caçar os dedos. Pronto, quando me caça os dedos está o caldo entornado! Quer-me fora daqui e não há nada a fazer, por muitas vezes que a ponha no chão, ela volta a saltar para cima da mesa e torna a atacar. Até que eu saia daqui e não tenha olhos senão para ela. A ciumenta!

Dharma! Põe-te mansinha que eu já vou. Ainda tenho aqui uns blogues para ler.

*é favor chegar até à jacky por aqui. Tentei linkar a partir do título, mas a coisa ficava assim a dar para o desconfigurado.


catarinia @ 00:12 | Comentários (9)

4 abril, 2005

olarilólela!

Fiquei com um sorriso tão grande quando recebi esta fotografia, que achei que mereceu o seu lugar aqui no Universo. Impressionante. Sim senhora, impressionante! Ai que saudadinhas. Ai ai.

E pronto, era só isto.


catarinia @ 18:45 | Comentários (0)