agosto 04, 2007

PRÉMIO AMADEO SOUZA-CARDOSO DISTINGUE ÂNGELO DE SOUSA

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O escultor venceu a sexta edição do Prémio Amadeo de Souza-Cardoso (categoria Consagração)atribuído Câmara Municipal de Amarante e pelo Museu Amadeo de Souza-Cardoso

Depois de Fernando Lanhas (em 1997, ano em que a autarquia reinstituiu o galardão), Fernando Azevedo, Costa Pinheiro, Júlio Pomar e Nikias Skapinakis, este prémio bienal será entregue ao escultor, numa cerimónia a realizar no próximo dia 27 de Outubro.

Ângelo de Sousa é considerado um dos artistas mais inovadores na cena nacional.

A sua obra abrange o desenho, a escultura, a pintura, a fotografia e o vídeo, tendo a sua obra sido objecto de uma exposição antológica na Fundação de Serralves em 1993.

A Fundação Gulbenkian e a Cordoaria Nacional acolheram uma grande mostra da sua escultura em 2006.

A decisão foi tomada por unanimidade do júri, este ano presidido por Rui Mário Gonçalves e constituído por Miguel Von Hafe, António Cardoso, Fátima Lambert, Laura Castro, Lúcia Matos e Eduardo Paz Barroso.

Cada edição do Prémio Amadeo de Souza-Cardoso encerra em si dois prémios, um destinado a assinalar o percurso de vida e obra de um artista plástico (Prémio de Consagração), e o outro, o Grande Prémio Amadeo Souza-Cardoso (Prémio de Criação), que distingue uma obra concreta, apresentada a concurso, que será anunciado em Outubro.

A sexta edição do Grande Prémio Amadeo de Souza-Cardoso (vertente Criação) vai decorrer entre os dias 27 de Outubro e 09 de Dezembro, anunciou hoje fonte da Câmara Municipal de Amarante, que patrocina o evento.

Este prémio, de periodicidade bienal, está aberto a todas as expressões artísticas, tendo sido reinstituído pela Câmara de Amarante em 1997, no âmbito das comemorações do cinquentenário da fundação do Museu Amadeo de Souza-Cardoso, depois de ter sido atribuído pela última vez em 1987 pela Casa de Serralves.

Na vertente de criação, os vencedores deste prémio foram Albuquerque Mendes (1997), Inez Winjnhorst Assis e Santos, Rita Carreiro (2001), Ana Vidigal (2003) e Ana Maria (2005).

Lusa/SOL

Publicado por vm em agosto 4, 2007 12:00 AM
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