junho 30, 2008

ANTÓNIO PINHO VARGAS - CCB - 05 de JULHO - 21 horas - PEQUENO AUDITÓRIO

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Depois de cerca de sete anos afastado dos palcos enquanto performer, António Pinho Vargas, grande referência da composição erudita contemporânea em Portugal, regressa às gravações e aos concertos. A propósito do lançamento do primeiro de dois CD duplos a solo - Imperfeições 1 & 2 - o CCB recebe o aguardado reencontro de Pinho Vargas com o público. O compositor propôs que este concerto de lançamento tivesse lugar no mesmo local onde foi gravado em Dezembro de 2007: o Pequeno Auditório. Neste recital, António Pinho Vargas revisita, em novas versões para piano solo e com uma nova atitude face ao acto de improvisar, as composições para os seus grupos de jazz (de 1976 a 2000) e quatro outras peças suas nunca gravadas.
www.antoniopinhovargas.com

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junho 27, 2008

GUILHERMINA SUGGIA NASCEU FAZ HOJE 123 ANOS

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junho 26, 2008

FÁBRICA BRAÇO DE PRATA - AMANHÃ 27 DE JUNHO - 22 HORAS- RECITAL DE HOMENAGEM A GUILHERMINA SUGGIA

Programa:

MAX REGER – Prelúdio – Gavotte da Suite Nº 2 op. 131C nº 2 para violoncelo solo
Violoncelo – RAMON BASSAL

J.S.BACH – Preludio – da Suite Em Ré Maior BWV 1012 para violoncelo solo
Violoncelo – MIGUEL FERNANDES

S. PROKOFIEV – Sonata para violoncelo e piano em Dó Maior op 119
Violoncelo – MIGUEL FERNANDES
Piano – TERESA DOUTOR


INTERVALO

R. GLIÈRE – Folha de Álbum, op 51, nº 1
Violoncelo – CATARINA BRAGA
Piano – ALEXEI EREMINE

J.S.BACH – Sarabande – da Suite em dó menor, BWV 1011 para violoncelo solo
Violoncelo – CAROLINA MATOS

J. BRAHMS – Sonata para violoncelo e piano em mi menor, op 38
Violoncelo – CAROLINA MATOS
Piano –ALEXEI EREMINE

ASSOCIAÇÃO GUILHERMINA SUGGIA

FÁBRICA BRAÇO DE PRATA

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junho 24, 2008

O ESTADO DE ABANDONO DO JAZIGO DE GUILHERMINA SUGGIA, NO CEMITÉRIO DE AGRAMONTE

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Secção 36ª - Jazigo 2132. Aqui estão sepultados: ELISA AUGUSTA XAVIER DE MEDIM SUGGIA e AUGUSTO JORGE DE MEDIM SUGGIA, pais de GUILHERMINA SUGGIA e JOSÉ CARTEADO MENA E GUILHERMINA SUGGIA.
O estado de abandono é total. A Associação Guilhermina Suggia vai ter que encontrar uma maneira que garanta a preservação do jazigo. É preciso honrar a memória de quem tanto nos honrou.

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junho 23, 2008

NESTE CEMITÉRIO ESTÁ SEPULTADA GUILHERMINA SUGGIA

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A Câmara Municipal do Porto quando mandou colocar esta placa à entrada do cemitério de Agramonte (foi certamente há alguns anos), de Guilhermina Suggia apenas sabia, decerto, que tinha sido uma excêntrica "inglesada" que deixou uma rabeca, ou coisa assim, que valia muito dinheiro e que era preciso guardar a 7 chaves. Moreira de Sá também não devia saber certamente que foi um homem importantíssimo.
E sei lá eu quem são os outros que estão no "etc"!
"DITOSA PÁTRIA QUE TAIS FILHOS TEVE"

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junho 21, 2008

"CONTEMPO STRING QUARTET" - MUSEU DA MÚSICA - 2ª-FEIRA- 23 de JUNHO - 19,30 H

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O Museu da Música abre as portas excepcionalmente na próxima segunda-feira para acolher a estreia em Portugal do ConTempo String Quartet. A entrada é livre.

Constituído por Bogdan Sofei (1.º violino), Ingrid Nicola (2.º violino), Andreea Banciu (violeta) e Adrian Mantu (violoncelo), este quarteto Romeno escolheu para a sua primeira apresentação em Portugal composições de Joseph Haydn, Heitor Villa-Lobos, Radu Paladi, Sabin Pautza e Antonin Dvorak.

MUSEU DA MÚSICA

Além da sua actuação no Museu da Música, o ConTempo String Quartet apresentar-se-á ainda no dia 24, pelas 20:30 h, no Auditório do Instituto Franco-Português (Av. Luís Bívar, 91), dois concertos organizados pelo Instituto Cultural Romeno, este último a ser gravado para posterior transmissão no programa Concerto Aberto da RDP Antena 2.

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junho 19, 2008

FÁBRICA BRAÇO DE PRATA - 27 de JUNHO - 22 horas - RECITAL DE HOMENAGEM A GUILHERMINA SUGGIA NO DIA DO 123º ANIVERSÁRIO DO SEU NASCIMENTO

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SALA NIETZSCHE
com:

PIANO:

ALEXEI EREMINE
TERESA DOUTOR

VIOLONCELO:

CAROLINA MATOS
MIGUEL FERNANDES
RAMON BASSAL

Interpretarão obras de J. Brahms, S.Prokofiev, R. Glière,

FÁBRICA BRAÇO DE PRATA

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junho 17, 2008

STEVEN ISSERLIS - CASA DA MÚSICA- SALA SUGGIA - 22 DE JUNHO 12,00 H - HOMENAGEM A GUILHERMINA SUGGIA

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Guilhermina Suggia foi uma das intérpretes predilectas do Concerto para violoncelo de Elgar. A 22 de Junho de 2008 celebram-se 75 anos da primeira vez que o tocou em público e 60 anos sobre o último concerto da violoncelista na cidade do Porto.
Após a sua morte, Suggia doou em testamento os seus violoncelos para constituir um fundo que premiasse jovens instrumentistas de grande talento. Em 1970, Steven Isserlis foi galardoado com o Prémio Suggia em Londres. Hoje em dia, Isserlis conta com uma vasta discografia e uma preenchida carreira concertista, sendo considerado uma referência no Concerto de Elgar que gravou para a Virgin Classics.
Steven Isserlis homenageia a intérprete que deu nome ao grande auditório da Casa da Música.

"O Embaixador do Brasil em Portugal regressando de Inglaterra trouxe a notícia do êxito estrondoso de Suggia no concerto de Elgar no dia 10 de Dezembro de 1938 no Queen's Hall de Londres, com a orquestra sinfónica da BBC sob a direcção de Sir Henry Wood." Diário de Lisboa, 14 de Dezembro de 1938 (sobre Suggia e o Concerto de Elgar)

Joseph Swensen direcção musical
Steven Isserlis violoncelo

Programa:
Edward Elgar Concerto para violoncelo e orquestra
Concerto comentado por Fátima Pombo

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junho 15, 2008

NELLA MAISSA - CASA DA MÚSICA - SALA SUGGIA - 17 de JUNHO - 19,30 H

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Programa:
Armando José Fernandes
Sonatina
Allegretto grazioso
Tempo di follia Allegro moderato (fughetta)

João Domingos Bomtempo
Sonata Op. 9 nº 1
Allegro maestoso cantabile
Larghetto con molta espressione
Finale allegro vivace

Fernando Lopes Graça
Sonatina recuperada nº 1
Com spirito
Andantino
Fughetta

Chopin
Fantasia Op. 49

Nascida em Turim em 1914, é portuguesa pelo casamento. Estudou piano com Bufaletti, Alfredo Casella e Vianna da Motta e composição com Ferrari Trecate. É diplomada em piano pelos Conservatórios de Milão e Pesaro e licenciada em Direito pela Universidade de Parma. Em 1933, foi premiada no 1º Concurso para Jovens Concertistas, em Roma, e obteve, em 1944, por unanimidade, o primeiro Prémio Vianna da Motta, da Emissora Nacional de Lisboa.

Além de concertos sinfónicos e recitais em Portugal e outros países da Europa, realizou várias digressões no Brasil e África do Sul. Deu importantes primeiras audições, entre as quais, do Ludus Tonalis de Hindemith, dos Prelúdios de Frank Martin, de várias obras de Messiaen e dos concertos de Prokofieff, Béla Bartók, Hindemith, Dallapiccola, Shostakovitch, Tansmann, Gershwin, Ruy Coelho, Armando José Fernandes e Fernando Lopes Graça. Fez recitais e palestras sobre Scarlatti e Clementi. Gravou vários discos de música portuguesa e fez a gravação integral da obra pianística de Bontempo, incluindo os quatro concertos para piano deste mesmo autor, com a colaboração da Orquestra Sinfónica de Nuremberg.

Em 1974, recebeu da imprensa um prémio especial pela divulgação da música portuguesa. No dia 1 de Outubro de 1986, foi-lhe atribuída, pela Secretaria de Estado da Cultura, a Medalha de Mérito Cultural e, em 10 de Junho de 1989, a Comenda da Ordem de Santiago da Espada, pelo Presidente da República.

Em Janeiro de 2004, foi condecorada pelo Presidente da República da Itália com o grau de grande Oficial de Ordem da Solidariedade Italiana.

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junho 14, 2008

BRUNO BORRALHINHO COM O VIOLONCELO MONTAGNANA DE GUILHERMINA SUGGIA

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NOS DIAS 16 e 17 de JUNHO - ÀS 21,00 H - NO CCB - PEQUENO AUDITÓRIO

INTEGRAL DAS SUITES PARA VIOLONCELO SOLO de J. S. BACH

BRUNO BORRALHINHO - violoncelista

(esta é a entrada nº 1200 do blogue)

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junho 11, 2008

CCB - 16 e 17 de JUNHO - 21 H - BRUNO BORRALHINHO - INTEGRAL DAS SUITES PARA VIOLONCELO SOLO DE J. S. BACH

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junho 10, 2008

AIRBUS A319 DA FROTA DA TAP BAPTIZADO COM O NOME DE GUILHERMINA SUGGIA

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(Foto tirada daqui)

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junho 09, 2008

EL REI D. CARLOS ERA FREQUENTADOR ASSÍDUO DOS CONCERTOS DO SALÃO NOBRE DO CONSERVATÓRIO NACIONAL

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É mais um salão de concertos do que theatro. Há pouco mais de um anno, uma commissão de senhoras, de que faziam parte a Condessa do Sabugosa e a ministra d’Austria, deram ali uma brilhante festa de caridade, com quadros vivos e outras partes de espectáculo, mandaram fazer proscénio e ligeiro scenario pelo pintor Eduardo Machado. O panno de bocca, emprestado por D. Alice Munró Anjos, era de velludo. O inspector do Conservatório adquiriu tudo, menos o panno, que substituiu por outro que mandou fazer, e é desde então que ali se representa quando é necessário.
Este salão foi construído por iniciativa e grandes esforços de Luiz Augusto Palmeirim, pois que nada existia quando elle foi nomeado director. O terreno em que foi edificado pertencia á antiga cerca do convento dos Caetanos. As obras do Salão-Theatro duraram muito tempo; só no fim de 17 annos Palmeirim, sustentando grande lucta, conseguiu a sua conclusão. Depois de terminadas as obras, foi também difficil obter o mobiliário. Todos os trabalhos de planta e construccão foram executados pelo fallecído architecto das Obras Publicas, Valentiniano José Correia. A pintura e decoração foram dadas em concurso a Eugenio Cotrim. As pinturas do quadro "central do tecto e dos quatro medalhões, feitas no tecto e não em applicacões, foram dos primeiros trabaalhos do illustre pintor Malhoa. Representa o quadro entral A Fama coroando Euterpe.

Aos pés da figura principal está um papel de musica com as primeiras notas d'uma composição de Marcos Portugal. Os quatro medalhões teem os seguintes retratos: Passos Manuel, fundador do Conservatório; Almeida Garrett, reformador do theatro portuguez; Marcos Portugal (1), Xavier Migone, ínsignes músicos portuguezes.
Estes quatro .nomes foram escolhidos por Palmeirim com voto do conselho do Conservatório.

A obra de talha da tribuna real e misulas que sustentam a galeria foi executada por artistas portuguezes. Por baixo do palco ha uma caixa symphonica, que muito favorece a acustica. Conseguiu-se a edificação do Salão-theatro do Conservatório durante um ministerio presidido por Fontes Pereira de Melo, sendo ministro do reino António Rodrigues Sampaio. Na primeira abertura de aulas, na direcção de Palmeirim, esteve presente o ministro do reino. A solemnidade realisou-se n'um extenso e largo corredor
abobadado, para onde deitam quasi todas as aulas, d'um dos lados ; do outro ha só janellas. O Sampaio, ao terminar a festa, disse para o Palmeirim : «Não é necessário salão para as festas; ha para ellas uma sala característica. A festa a que acabo de assistir, realisou-se dentro de uma flauta!»

Effectivamente o corredor tinha esse aspecto. Foram em seguida ver o terreno e ficou assente que as obras começassem. E começaram, tendo terminado em 1881. A mobília foi adquirida e collocada no seu logar em 1886. Lustres e candieiros não os havia, nem houve até que o actual inspector do Conservatório, Eduardo Schwalbach, com auctorisação superior, cedeu gratuitamente o salão, para concertos e ensaios, á Real Açademia de Amadores de Musica, por espaço de cinco annos, sob condição de essa associação comprar todo o material de illuminação, que, findos os cinco annos, ficará pertencendo ao Conservatório. Assim se fez e d'esta fórma o salão-theatro adquiriu os lustres e candieiros indispensáveis.

O salão foi inaugurado em 25 de agosto de 1892 com um exercício escolar, tendo se antes feito ali a abertura solemne das aulas e um concurso para provimento de professores. O programma dos exercícios foi assim constituído:

1ª parte (pelos alumnos do curso geral):
Ouverture des Marionnettes, de Gurlitt, para piano a 8 mãos, pelas alumnas: A. Gomes, L Martins Costa, J Roque e M. Silva Brito.
Sonatina em Dó maior, de Kuhlan, pela alumna Isolina Roque.
Rondo em Dá maior, de Hurnmel, por Silva Brito, Sonatina em Sol maior, de Beethoven. por E. Duarte de Oliveira. Variações sobre um thema de Paisiello, de Beethoven, por M. Antonja Sampaio. Sonata em Si-bemol, de Clementi, para dois pianos, por Augusta Sampaio e Innocencia Grillo.
Impromptu em Sol maior
, de Schubert, por Augusta Sampaio,
Thema e variações, de Schubert, por Christina Mouchet.
Marcha turca, de Mozart, com três pianos, a doze mãos, por Izabel Palmeirim, Julia Reis, Philomena Leone, M. Sant'Anna Pacheco e Estrella Carneiro.

2ª parte—(pelos alumnos do Curso Complementar):
Improvisata sobre uma Gavota Gluk, de Reineeke, por Rosa Rego e Marcos Garin.
Fantasia, de Mendelsohn, por M. Lobo Pimentel.
Solo de Kullak por A. Ayque d'Almeida.
Andante, de Grieg e Mazurka, de Chopin, pela mesma alumna;
Solo, de Henset. e
Melodia hungara, de Listz, por Rosa Rego.
Estudo de Rubinstein e
Rapsodia hungara, de Listz, por Marcos Garin.
Polonaise em lá maior, de Chopin, para dois pianos a oito mãos, por Elisa Torrie, Innocencia Rebello, Lobo Pimentel e Rosa Rego.

A 28 de abril de 1894, estando na direcção interina do conservatório Augusto Machado, realisou-se ali um concerto, a que assistiram o Rei e a Rainha. O programma foi o seguinte:

1ª parte —
Abertura Melusine, de Mendelssohn, pela orchestra.
Polonaise, de Chopin, piano, pelo alumno Marcos Garin.
Quartetto. de Goltremann, violoncellos, pelos alumnos : Maria Lopes Monteiro, Izaura Teixeira de Mello, José Joaquim Correia e José Henrique dos Santos. Ave Maria, de Marchetti, côro pelas alumnas.
Psyché. de Ambroise Thomas, côro pelas alumnas.

— 2.a parte —
Galante aventure, de Guiraud,
intermezzo pela orchestra.
Septuor. de Hummel, por José Vieira, Alagarim, Arroyo, Innocencio Pereira, Del-Negro, Cunha e Silva e Freitas Gazul.
Alleluia da opera Cid. de Massenet, pela alumna Mary Wahnon.
Ave-Maria, da opera Olhello, de Verdi, peia mesma alumna.
Homenagem a Camões, de Cossoul,
marcha pela orchestra.

Esta orchestra que foi formada por alumnos e ex-alumnos do conservatorio, reforçada por um nucleo de artistas distinctos e dirigida por Freitas Gazul, constituiu a parte mais interessante do programma.

Em maio de 1904 entrou Eduardo Schwalbach para o conservatório como director, sendo na reforma nomeado inspector. Desde essa epocha começou a abertura solemne das aulas a ser sempre companhada de uma audição de alumnos.

O rendimento do Salão varia conforme os preços estabelecidos. Tem 380 logares de platéa e 120 de galeria. Tem tribuna para a família real. que ali tem ido muitas vezes.

El-Rei D. Carlos era frequentador assíduo dos concertos.

O Salão é alugado por réis 20$000, por cada concerto, além de luz e porteiros.

O producto total é para subsidio, em partes eguaes, aos alumnos da arte musical e da arte dramática. Os subsídios são distribuídos na abertura das aulas, No anno de 1907 o rendimento do aluguer do salão foi de 700$000 réis. Vae brevemente ser ali collocado um órgão, feito pelo disctinctissimo constructor Augusto Joaquim Claro, de Braga, o que já está auctorisado pelo actual governo, a que preside o sr Ferreira do Amaral.

De “Diccionário do Theatro Portuguez” por Sousa Bastos
Imprensa Libanio da Silva
29, Rua das Gáveas, 31
Lisboa
1908


(1) - Na verdade o retrato pintado por Malhoa é de João Domingos Bomtempo e não Marcos Portugal (outro dos esquecidos deste país).

Publicado por vm em 10:55 AM | Comentários (0)

junho 07, 2008

RECITAL DE CRAVO - 7 de JUNHO - 16 HORAS "250 ANOS da FACTURA DO CRAVO ANTUNES" MUSEU DA MÚSICA - LISBOA

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A cravista Ana Mafalda Castro, acompanhada por Patrícia Vintém e José Luís Henriques, alunos da Escola Superior de Música de Lisboa (ESML), estarão no Museu da Música para um recital que dará início às comemorações dos 250 anos da factura do “cravo Antunes” (1758-2008), um dos ex-libris da colecção do Museu. A entrada é livre.

Será uma óptima oportunidade para apreciar um instrumento de época interpretar clássicos de Domenico Scarlatti e Carlos Seixas, e ainda, muito oportunamente, escutar a primeira audição absoluta da obra «AnTUNEs FOR HARPSICHORD» de Sérgio Azevedo.

Construído por Joaquim José Antunes em 1758, este cravo é uma peça valiosíssima, única no conjunto patrimonial do País, não só pela sua antiguidade e raridade, mas ainda por ser testemunho único da extremada técnica de construção portuguesa de setecentos, onde se reconhece uma forte e bem estabelecida tradição de artesanato musical com orientações próprias.

Este concerto surge no âmbito do Projecto MUSEUS E OUTRAS ARTES – uma parceria entre o Instituto dos Museus e da Conservação (IMC) e a Escola Superior de Música (ESML).

MUSEU DA MÚSICA
Estação do Metropolitano Alto dos Moinhos
Rua João de Freitas Branco
1500-359 LISBOA

Publicado por vm em 09:03 AM | Comentários (0)

junho 06, 2008

"GALERIA DOS NOSSOS" - VIRGÍNIA SUGGIA -(ARTE MUSICAL de MICHEL'ANGELO LAMBERTINI - 1901)

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junho 05, 2008

BRUNO BORRALHINHO INTERPRETA, COM O VIOLONCELO MONTAGNANA DE GUILHERMINA SUGGIA, A INTEGRAL DAS SUITES DE BACH, NO CCB a 16 e 17 de JUNHO ÀS 21H

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PEQUENO AUDITÓRIO DO CCB 21h

INTEGRAL DAS SUITES PARA VIOLONCELO SOLO DE JOHANN SEBASTIAN BACH (1685-1750)

Bruno Borralhinho | violoncelo

Dia 16 de Junho
Suite nº 1 em Sol maior, BWV 1007
Suite nº 4 em Mi Bemol maior, BWV 1010
Suite nº 5 em Dó menor, BWV 1011


Dia 17 de Junho
Suite nº 2 em Ré menor, BWV 1008
Suite nº 3 em Dó maior, BWV 1009
Suite nº 6 em Ré maior, BWV 1012


O jovem e virtuoso violoncelista português Bruno Borralhinho, membro da prestigiada orquestra alemã Dresdner Philharmonie, interpreta a Integral das Suites para violoncelo solo de Bach em dois recitais, apresentando-se com o violoncelo Montagnana de Guilhermina Suggia.

"As Suites para Violoncelo Solo de Bach representam sem margem para dúvidas um auge no repertório do instrumento e uma herança absolutamente fascinante da inspiração e génio do compositor alemão. Dos vários manuscritos que chegaram até aos nossos dias, nenhum foi escrito pela mão do próprio criador e as constantes contradições e perguntas que vão surgindo sobre qual a versão mais autêntica, tornam as Suites para Violoncelo Solo ainda mais especiais. Verdades absolutas para essas perguntas teimam em não aparecer. E a imaginação e inspiração do intérprete e do ouvinte são certamente as melhores respostas para decifrar estas maravilhosas obras de arte que, pela sua beleza e requinte natural, conquistaram um lugar eterno na História da Música."
Bruno Borralhinho

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junho 02, 2008

TEATRO-CINE DE TORRES VEDRAS - SEXTA-FEIRA, 6 de JUNHO - 21,30H

Concerto com projecção vídeo original de
RUI GATO E MARGARIDA MOURA GUEDES

Programa

N. Côrte-Real
Quarteto para o Infinito op.41
para clarinete, violino, violoncelo e piano

intervalo

O. Messiaen
Quarteto para o Fim dos Tempos
para clarinete, violino, violoncelo e piano

Ensemble Darcos
Violino – Reyes Gallardo
Clarinete – Fausto Corneo
Violoncelo – Filipe Quaresma
Piano – Helder Marques
Participação especial de Jorge Sequerra
Direcção Artística – Nuno Côrte-Real

* A Temporada DARCOS 2008 é uma série de concertos que se realizam no Teatro-Cine de Torres Vedras, e cuja direcção artística está a cargo do compositor Nuno Côrte-Real. Maioritariamente constituída por música de câmara, a Temporada DARCOS 2008 conta com a presença de comentadores de renome nacional, músicos convidados nacionais e internacionais, encomendas a compositores portugueses, ensaios abertos ao público, e criação vídeo original. Da música interpretada destaca-se o romantismo alemão com compositores como Schubert ou Brahms, o modernismo francês com Debussy ou Ravel, e uma especial e regular presença de obras de Nuno Côrte-Real, revisitadas ou escritas a propósito. E claro, a presença estrutural do mestre Beethoven.

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