novembro 30, 2007

AFINAL ESTAMOS VIVOS - FÁBRICA DO BRAÇO DE PRATA - HOJE

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CONCERTO PARA THOMAS BERNHARD - HOJE NO CCB, ÀS 21 H

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novembro 29, 2007

ESTA É a FACHADA! IMAGINEMOS O QUE SERÁ O INTERIOR

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Nós portugueses que, de um modo geral, nos preocupamos sempre mais com o aspecto exterior das coisas do que o seu interior, imaginemos o estado em que estará o CONSERVATÓRIO NACIONAL DE LISBOA - na Rua dos Caetanos (ao Bairro Alto). Não é possível imaginar. Só vendo se pode avaliar.
O SALÃO NOBRE que é uma sala excepcional é dum valor patrimonial enorme está a cair. É preciso recuperá-la. É nossa. Temos que ser nós a exigi-lo. Ser patriota é muito mais do que defender os símbolos da pátria. Passa essencialmente por defendê-la. E defendê-la tem muito a ver com a defesa de uma das suas maiores riquezas, que é o seu - nosso - património. Defendamos o que deve ser defendido. É URGENTE REALIZAREM-SE OBRAS DE RECUPERAÇÃO NO SALÂO NOBRE DO CONSERVATÓRIO NACIONAL.
EXIJA-O: É UMA OBRIGAÇÃO . ASSINE AQUI

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novembro 28, 2007

"JOSÉ DA COSTA CARNEIRO" - CARICATURA DE JOSÉ MALHOA

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uma das 5 caricaturas de José Malhoa offerecidas aos amadores que tomaram parte no 1º concerto de musica de camara em 30 de Janeiro de 1899
"A ARTE MUSICAL" ANNO I, numero 3 de 15 de Fevereiro de 1899

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novembro 27, 2007

CONCERTO DE HOMENAGEM a BERNARDO VALENTIM MOREIRA DE SÁ

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N'esta nossa resenha tem figurado a cada passo e tem de figurar constantemente o nome de Moreira de Sá, pois é com effeito este notável artista que mais trabalha entre nós para tornar conhecidas por meio de concertos e audições de toda a espécie, as obras musicaes que mais importa conhecer.
Na Musica de Camara principalmente, tem sido Moreira de Sá um verdadeiro apostolo e tem sido quasi incalculável o numero de obras d'este género que, mercê da sua grande actividade e bom gosto, se tem exhibido no Porto durante os últimos vinte annos.

Assim a festa que alguns amigos e admiradores lhe dedicaram ha pouco, festa cheia de flores e de musica, foi um tributo bem digno d'este intellectual tão entranhadamente dedicado á sua Arte, e uma gloria imperecível para o Porto que, se não liquidou por completo a divida que contrahiu com o infatigável trabalhador, soube ao menos demonstrar-lhe quanto o respeita e quanto o ama.

Moreira de Sá, que ainda ha pouco organisou um notável cyclo de concertos beethovenianos, imaginou já uma nova série de não menor interesse, destinada á audição de obras primas dos modernos compositores, ainda não executadas em Portugal.
O primeiro concerto d'esta série teve logar em 28 do mez passado e constou do Trio em dó op. 87 de Brahms e de outro Trio em mi menor op. 92 de Saint-Saëns, ambos executados na integra.
O desempenho d'estas obras foi confiado ás Sr.as D. Amélia Paiva e D. Virgínia Suggia (piano), Moreira de Sá (violino) e D. Guilhermina Suggia (violoncello).

O segundo effectuou-se em 10 do corrente e as novidades apresentadas foram um Trio op. 5 de Volkmann e outro de Dvorak, que é o numero 90 nas obras do famoso compositor tchéque.
Ao piano estiveram n'este 2.° concerto os srs. Luiz Costa e Ravmundo Macedo.
Em ambas as interessantes audições fez o sr. Moreira de Sá a analyse da estructura, thematica de cada trecho, referindo se com profunda erudição á forma tradicional da Sonata e ás evoluções por que ella tem passado n'estes últimos 50 annos. Foi calorosamente applaudido.

“A ARTE MUSICAL” ANNO II, Numero 33 de 15 de Maio de 1900

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novembro 26, 2007

"MICHEL'ANGELO LAMBERTINI" - CARICATURA DE JOSÉ MALHOA

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Colecção das 5 caricaturas de José Malhoa offerecidas aos amadores que tomaram parte no 1º concerto de musica de camara realizado em 30 de Janeiro de 1899
"A ARTE MUSICAL", ANNO I, volume 9, de 15 de Maio de 1899

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novembro 25, 2007

LONDON - CREAÇÃO DE UM THEATRO PERMANENTE DE OPERA NACIONAL

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A camara de Londres nomeou uma commissão para dar parecer sobre a creação de um theatro permanente de opera nacional, e essa commissão concluiu que tal creação é necessária ao desenvolvimento da arte nacional e á educação musical do povo, e que o theatro de Convent-Garden, accessivel só aos millionarios e onde se canta em francez, allemão e italiano, linguas que a maioria dos espectadores não entende, é unicamente um objecto de luxo.

Mais observou a commissão que a musica merece tanto ser animada como a pintura e a esculptura, e que se o Estado paga largas subvenções aos museus e compra por preços fabulosos quadros dos grandes mestres para que o publico possa aprecial-os e receber por este meio uma educação artística, a mesma razão deve determinar que se estabeleça um theatro permanente de musica, accessivel ao povo, onde se cante em inglez e onde os artistas inglezes tenham um meio de se produzirem e aperfeiçoarem.

A questão pratica também não pareceu difficil á commissão; não será preciso um grande auxilio dos cofres públicos, nem talvez elle seja necessário. Segundo calculos muito positivos e rigorosos, uma subscripcão de accionistas poderá reunir o capital suficiente, e esse capital bem administrado produzirá juro remunerador ; apenas bastará que a camara ceda gratuitamente o terreno necessário e em sitio conveniente.

“A ARTE MUSICAL” ANNO I, Numero 11 de 15 de Junho de 1899

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novembro 24, 2007

"AU GRAND MAITRE TEIXEIRA LOPES AVEC RECONNAISSANCE..."

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(Cedido por CASA-MUSEU TEIXEIRA LOPES- VILA NOVA DE GAIA)

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novembro 23, 2007

"PEDRO E O LOBO" HOJE NO CASINO DO ESTORIL, ORQUESTRA METROPOLITANA DE LISBOA

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novembro 22, 2007

"D. LUIZ DA CUNHA E MENEZES" - CARICATURA DE JOSÉ MALHOA

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Colecção de 5 caricaturas de José Malhoa, oferecidas aos Amadores que tomaram parte no 1º concerto de Música de Câmara em 30 de Janeiro de 1899
"A ARTE MUSICAL" ANNO I, numero 7 de 15 de Abril de 1899

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novembro 21, 2007

ÚLTIMO RECITAL DA ÉPOCA, DO ORPHEON PORTUENSE

Em 25, deu o Orpheon Portuense a sua ultima festa na presente época.
Com êxito não inferior ao das precedentes, realisou-se a 3.ª audição de musica de camara moderna, constando o programma de :
I — Trio-Noveletten, op. 59, de Th. Kirchner.
II — Quartetto, op, 21, de Rabl.
III — Trio, op. 92, de Saint-Saëns.

Os executantes foram as sr.as D. Helena Dagge, D. Leonilda Moreira de Sá e D. Virginia Suggia (piano), Moreira de Sá (violino), D. Guilhermina Suggia (violoncello) e Jacintho Secco (clarinete), sendo este ultimo instrumento empregado unicamente no Quartetto de Rabl.

Ao fechar o cyclo das festas do Orpheon fez o publico portuense uma imponente e commovedora ovação a Moreira de Sá, de todo o ponto merecida e justa pelo assombroso trabalho civilisador a que o illustre artista se tem dedicado na capital do norte. D'aqui enviamos também uma sentida saudação ao laborioso professor.

“A ARTE MUSICAL” ANNO II, numero 34 de 31 de Maio de 1900

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UM PAIZ MUSICAL É UM PAIZ CONVENIENTEMENTE PREPARADO PARA ACEITAR TODAS AS LICÕES DO PROGRESSO...

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Depois da extinção das ordens religiosas, coube um importante papel ao edificio onde tinham estado os Caetanos, ou Theatinos, clérigos regulares da Divina Providencia, de que já falámos quando percorremos o Bairro Alto. Vinculou-o á restauração a nossa arte dramática o Visconde de Almeida Garrett, quando ali colocou, cheio do seu enthusiasmo de iniciador, o Conservatório Real de Lisboa e a Inspecção Geral dos Theatros, creados por decreto de 15 de Novembro de 1836.

Fundado por El-Rei D. João V em 1713, existira já o Seminário de Musica da Patriarchal de Lisboa, exclusivamente destinado ao ensino da musica própria dos officios divinos, e estabelecido no sitio da Ajuda. Mas depois se reconheceu que não preenchia os fins da sua instituição, apezar de ter um numeroso pessoal artístico, nacional e estrangeiro, e em 1822 foi mandado fechar. No reinado da Senhora D. Maria II foi então creado, por decreto de 5 de Maio de 1835, o Conservatório de Musica, que tinha seis aulas: de preparatórios e rudimentos, de instrumentos de latão, de instrumentos de palheta, de instrumentos de arco, de orchestra, e de canto. Em 1836, sendo Almeida Garrett, depois Visconde, encarregado pelo Ministro do Reino, Manuel da Silva Passos, de elaborar e propor um plano para a fundação e organisação do Theatro Nacional, d'esse plano resultou o decreto que creou a Inspecção Geral dos Theatros e simultaneamente estabelecia o Conservatório Geral da Arte Dramática, ficando incorporado neste estabelecimento o Conservatório de Musica.

O Conservatório ficou então dividido em três escolas: a de declamacão, a de musica, a de dança e mímica. Creou-se também uma bibliotheca, para a qual sairam da Bibliotheca Nacional todos os livros que tratavam de musica provenientes das livrarias dos extinctos conventos. Os estatutos decretados em 1841 diziam: O Conservatório Real de Lisboa tem por objecto restaurar, conservar e aperfeiçoar a literatura dramática e a língua portugueza, a musica, a declamacão e as artes mímicas. E promoverá outro-sim o estudo da archeologia, da historia e de todos os ramos da sciencia, da literatura, e de arte, que podem auxiliar a dramática.»

Assim se levantava uma bella instituição artística, que devia guiar o gosto nacional, educa-lo, formar óptimos professores, afiançar a boa educação dos seus discípulos.

Um paiz musical é um paiz convenientemente preparado para aceitar todas as lições do progresso, para saber sentir e saber vibrar. Um paiz cujo theatro represente a sua verdadeira missão, e seja o livro dos que não teem livros, como o exigia um bello espirito, recebe por este intermédio parte da sua educação moral e cívica. Dos conservatorios, organisados sob um alto pensamento artístico, deviam naturalmente sair os elementos que produzissem a resultante desejada.

Onde o meio é essencialmente artístico, facilmente o artista se educa; onde o não é, mais difficil e cuidada tem de ser a educação, porque se no primeiro caso o publico faz o artista, no segundo é a este que compete educar o publico. A arte é, como a terra, pródiga para quem a cultiva, mas, como a terra também, merece cuidados especiaes para que os seus fructos sejam óptimos. Era necessário que a educação musical do Conservatório correspondesse a uma educação de espirito.

Sem regras não pôde fazer-se o artista, nem este nome lhe cabe; mas cingido apenas ás regras não ha artista na verdadeira acepção da palavra. «A arte musical não pode ser uma profissão; tocar bem um instrumento ou escrever correctamente uma cantata ou uma fuga, não é bastante para ser musico, para ser artista...» diz Vincent d'Indy.

Passando do ensino da musica para a arte dramática propriamente dita, e para a arte dramatico-lyrica, que observávamos? Tínhamos theatro?, tínhamos dramaturgos, tínhamos compositores musicaes, tínhamos publico, tínhamos tudo, só nos faltava a matéria prima — uma escola de actores. Se alguns d'estes se erguiam a grande altura, deviam-no uns a diligencia própria, outros a simples intuição artística.

Do Theatro de D. Maria II afastavam-se alguns auctores dramáticos de mérito reconhecido e alguns dos melhores actores. Attrair áquelle centro artístico e literário uns e outros, reunir ali os primeiros dramaturgos e os primeiros artistas para que uns e outros, fomentada a emulação e destruída a rivalidade, podessem contribuir com o seu talento, e até com o seu patriotismo para o levantamento da arte dramática, era um dever a cumprir. Tínhamos elementos, mas dispersos; bastava anima-los no amor da arte, e reuni-los junto da mesma bandeira para que a victoria fosse certa e o theatro portuguez reaquirisse o brilho que outr'ora teve.

Tínhamos um theatro lyrico, que era dever artístico conservar e quanto possível engrandecer, mas não tínhamos um theatro lyrico nacional, frequentado pela classe média e pela classe popular, que educasse musicalmente o povo, que o ensinasse pouco a pouco a sentir e perceber os segredos da nossa musica, e que animasse também os nossos compositores a estuda-la, a cultiva-la, a arrancar-lhe todas as bellezas que encerra, e que sempre tem encantado o publico nas ligeiras e apertadas tentativas de alguns dos nossos maestros.

Ponto de partida para o resurgimento da arte musical e da arte dramática, teve o Conservatório de soffrer funda remodelação de serviços. Instituiram-se então um Conselho de arte dramática, e um Conselho de arte musical, que ha muito eram exigidos tanto para intervir directamente no ensino d'aquelle instituto, á similhança do que se pratica no Estrangeiro, como para habilitar o Governo com opinião auctorizada, sempre que este tivesse de resolver assumptos dramáticos ou lyricos.

Crearam-se a aula de órgão e a aula de harpa. Só o nosso Conservatório as não tinha, e se a aula de harpa era indispensável elemento imperdoavel se tornava a de não existir a de órgão. O ensino dramático foi restabelecido com o desenvolvimento tendente a produzir o resultado que se procura. Outros serviços foram melhorados, e para se conseguirem elementos de orchestra, para que esta classe e a de musica de camara tomassem o logar que lhes pertence e desempenhassem o papel que lhes cabe, e para que do Conservatório não saissem quasi unicamente pianistas, instituíram-se para os alumnos d'estas classes, e para os de ensino dramático, que também precisavam do máximo auxilio e estimulo, subsídios e vantagens.

Feita a reforma no Conservatório, estava naturalmente indicada pela orientação seguida e pela exposição feita, a creacão de um theatro lyrico portuguez, onde os artistas musicaes, que saiam do Conservatório tenham collocacão e encontrem futuro, se não na totalidade, em grande parte.

Quanto ao Theatro de D. Maria II teve o Governo o mais sincero e vivo empenho de ali reunir os nossos primeiros auctores e artistas dramáticos, pois que, por melhores que sejam as obras da literatura theatral, não podem ter o relevo preciso sem que haja bons artistas que as representem, nem estes podem manifestar todo o seu talento sem que a elle correspondam os papeis que tenham de interpretar e não deve ser principalmente nas peças estrangeiras que se realise este desideratum. Para tal propósito devia servir de valioso subsidio o Conselho de arte dramática que se instituiu na ultima reforma do Conservatório Real de Lisboa.

No relatório que precedeu a publicação d'esta reforma, com a data de 10 de Setembro de 1901, dizia-se: «Fossem outros os recursos do Estado, e a construção do Theatro Lyrico Portuguez por sua conta única havia de correr, mas nas circumstancias actuaes vae-se até ao máximo a que se pôde ir. Por isso á sociedade que no praso de um anno se organisar para a edificação do Theatro Lyrico Portuguez será concedido terreno, serão fornecidas madeiras e outros materiaes que o Estado possua, isentando de direitos todos que haja de importar. Como obrigação principal impõe-se a esta sociedade edificadora a cedência do Theatro á sociedade artística que se constituir nas condições que oportunamente serão decretadas. Para resolver eventualidades, varias restrições se fazem, acautelando-se rigorosamente os interesses do Estado.»
Mas decorreu o praso, e passou, sem que ninguém se aventurasse a secundar os bons desejos o Governo.

“LISBOA ILLUSTRADA” de Alfredo Mesquita- EMPREZA DA HISTORIA DE PORTUGAL-SOCIEDADE EDITORA-1903

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novembro 20, 2007

XV FESTIVAL DE MÚSICA DE COIMBRA - TEATRO DA CERCA DE S BERNARDO - 22NOV- 21,30h e 23 NOV no TEATRO MUNICIPAL DE BRAGANÇA

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Filipe Pinto-Ribeiro vai apresentar-se como solista com a Orquestra de Câmara da Fundación Caja Duero de Salamanca dirigida por Gérard Caussé. Serão interpretadas obras de Carlos Seixas, Wolfgang Amadeus Mozart e Felix Mendelssohn. Os concertos terão lugar no dia 22 de Novembro, no Festival Internacional de Música de Coimbra, e no dia 23 de Novembro, no Teatro Municipal de Bragança.

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novembro 19, 2007

VAGA NO CONSERVATÓRIO

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Vaga um logar no Conservatório.
Chovem pretendentes, movem-se empenhos (que são a maior força para o caso), sobe-se e desce-se escadas de repartições, faz-se tagatés ás pessoas influentes, deita-se quanta poeira seja possível em olhos que já de si não vejam com muita clareza, alega-se direitos, precedências, competencias, corre-se con afan seca e meca para obter padrinhos, captar benevolencias e até mover corações. Emfim ; fervet opus.
Se o fervor empregado em obter o logar não arrefecesse no desempenho d'elle...

“A ARTE MUSICAL” ANNO II, numero 40 de 30 de Agosto de 1900

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novembro 18, 2007

"MEMORIAL DO CONVENTO" - HOMENAGEM A JOSÉ SARAMAGO- HOJE 17,00H no CINEMA S. JORGE

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Música, dança e leitura em homenagem a Saramago no Cinema S.Jorge
Música de cravo de Domenico Scarlatti, canto, dança e leitura de excertos do romance Memorial do Convento preenchem hoje, a partir das 17h00, no cinema São Jorge, um recital de homenagem a José Saramago, que estará presente

O pretexto é a conjunção de quatro aniversários: os 85 anos de Saramago, os 25 do Memorial do Convento, os 290 do lançamento da primeira pedra da construção do Convento de Mafra e os 250 da morte de Scarlatti (que Saramago fez entrar no seu talvez mais conhecido romance).

A música do compositor italiano será interpretada por Elina Mustonen, Sirkka Lampimaki é a cantora, Lili Dahlberg a bailarina e o leitor de Memorial do Convento o barítono Jorge Vaz de Carvalho. Para o final, às 18h15, está prevista uma intervenção do Nobel da Literatura português.

Lusa/SOL

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CONCERTO NO SALÃO NOBRE DO CONSERVATÓRIO, PROMOVIDO PELA IRMANDADE DAS SENHORAS VIÚVAS

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No dia 25, um concerto de caridade promovido pela Irmandade das Senhoras Viuvas teve logar no elegante salão do Conservatório.
A execução do programma foi confiada a artistas nossos, dos mais notáveis e a alguns cantores do theatro lyrico. Eis os números de que elle se compoz :

Mendelssolm — Primeira parte do Trío em ré menor para piano, violino e violoncello, pelos srs. Rey Colaço, Hussla e Cunha e Silva.
a) Rotoli — La Gondola nera.
b) Denza — Se... para canto pelo sr. Giraud.
a) Denza —Dolce peccato.
b) Dubois — Baiser para canto pela sr.a D. Livia Berlendi.
a) Liszt — Nocturno.
b) Heller —La Chasse para piano pelo sr.
Marcos Garin.
Tosti — Non t'amo piu para canto pelo
sr. Polese.
Schumann-Reinecke — Manfred para dois pianos pelos srs. Rey Colaço e Francisco
Bahia.
a) Schubert — Serenata.
b) Toffani — Io T’ameró para canto pela srª
D. Maria Martelli
Hussla — Fantasiestück para violino pelo auctor.
Wagner—Duas arias do Tannhaüser pelo
sr. Polese.


O acompanhamento ao piano pelos srs Rey Colaço e Barone.
Com tão notáveis elementos, não podia deixar de fazer este concerto uma funda impressão no auditório, que teve o requintado prazer de ouvir boa musica e praticar ao mesmo tempo um acto de piedade.
Os artistas foram gentilmente brindados tela commissão organisadora; entre os brindes especialísaremos umas lindíssimas corôas de louro, que foram offerecidas aos artistas portuguezes, como merecida homeagem ao seu grande talento e reconhecida philantropia.

“A ARTE MUSICAL” ANNO I, numero 6 de 31 de Março de 1899

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novembro 17, 2007

"JOSÉ RELVAS" - CARICATURA DE JOSÉ MALHOA

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Colecção de 5 caricaturas de José Malhoa, oferecidas aos amadores que tomaram parte no 1º concerto de música de câmara em 30 de Janeiro de 1899

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novembro 16, 2007

CASA DOS DIAS DA ÁGUA de 15 de NOV a 2 de DEZ - "TEATRO NACIONAL"

terça a domingo das 19h00 às 22h00
A Sensurround Companhia de Teatro repõe, no novo espaço da Casa d’Os
Dias da Água, o projecto Teatro Nacional, estreado em Junho último no
espaço do antigo Armazém do Ferro da A. Da Costa Cabral, onde a companhia
se fundou e trabalhou cinco anos.
Teatro Nacional pretende ser um contributo crítico e uma reflexão sobre a
forma como se faz Teatro em Portugal.

Fazemos este trabalho, conscientes de que o Efémero convoca fortemente
a Memória, por isso é preciso avivar essa memória, reagregá-la, dar-lhe sentidos
novos.
Esta peça é um memorial que é também um manifesto.
Há um mapa de Lisboa com os lugares onde trabalhámos e ensaiámos os
nossos espectáculos. Alguns desses lugares já não existem, outros nunca existiram,
não existiam já quando nós lá estávamos.
Nos Teatros temos estado: pouco e em muito poucos.
A questão é saber se nós existimos, agora, ou noutro tempo, nestes ou
noutros lugares quaisquer.
Teatro Nacional foi a forma que encontrámos de nos recentrar, de nos lembrarmos
de quem somos, de nos posicionarmos no Teatro, de dizer: Eu estou
aqui, é isto que tenho para dizer e vou dizer em voz alta.
Não morremos, nem estamos a dormir: apenas muito cansados.
Este trabalho é uma resposta.
A entrada é livre.
Um espectáculo de: Lúcia Sigalho ( concepção, direcção, textos, espaço
cénico e figurinos ) Música original e sonoplastia: João Lucas Intérpretes:
Edgar Lopes, Félix Lozano, Helena Anacleto, Horácio Andrade, Zeferino
Lopes, Ricardo Xavier e Lúcia Sigalho Com o apoio de: Associação VITAE, da
AMI e Comunidade Vida e Paz Colaboração especial de: Mafalda Ivo Cruz e
Alberto Lopes Imagem Gráfica: Regina Diva Fotografia: Abílio Leitão Registo
vídeo: Cláudia Tomaz Operação de som: Vítor Gonçalves Agradecimentos: A
da Costa Cabral, Força Aérea, Paula Sá Nogueira, Clara Brito, Jorge
Bragada.
Casa d’Os Dias da Água
Rua Luz Soriano, nº 67
Informações e reservas sobre o espectáculo
info@osdiasdaagua.com
21 314 03 52 | 10H00 às 18h00
21 342 91 01| 18h00 até ao inicio do espectáculo
TEATRO NACIONAL
de LÚCIA SIGALHO
SENSURROUND COMPANHIA DE TEATRO

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"OS CANTOS DO ZECA" - TRIBUTO A JOSÉ AFONSO . FÓRUM DA MAIA - 18 de NOVEMBRO - 16 HORAS

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novembro 15, 2007

PROCHAIN ATELIER SONS CROISES - JORGE CHAMINÉ ET MARIE-FRANÇOISE BUCQUET

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Les 3, 4 et 5 décembre au
Collège d'Espagne de la Cité Universitaire
Jorge Chaminé et Marie-Françoise Bucquet

dirigeront un nouvel Atelier pour chanteurs, pianistes et groupes de musique de chambre


Informations et inscriptions :
Sons Croisés
16, rue Larrey
75005 Paris
tel. 01 43 36 55 06
e-mail : sonscroises@noos.fr ou sonscroises@hotmail.com

http://sonscroisesasso.blogspot.com/
Il n'y aura pas d'atelier ce mois de novembre car Jorge Chaminé se trouve au Canada pour concerts et Masterclass

(Glenn Gould School of Music-Royal Conservatory of Music de Toronto et Opéra Studio de Montréal)


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novembro 14, 2007

O PIANO DUPLO

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Entre os instrumentos de musica postos recentemente em circulação ha um que merece honrosa menção n'esta revista, e que é também devido, como a Harpa chromatica ao engenhoso espirito inventivo de Gustavo Lyon, o actual director da importante casa Pleyel.
É o Piano duplo, uma intelligente simplificação, que permitte a dois pianistas assentarem-se em frente um do outro, a uma distancia de 2m,4o, dispondo cada um do seu teclado, das suas cordas e dos seus martellos, e partilhando só o tampo de harmonia que é o mesmo para os dois machinismos. Na sua simplicidade, é justamente este tampo de harmonia commum, que se affigurou impossível de realisar a muitos outros fabricantes, e alguns d'elles notáveis, que tentaram abordar a ideia, mas que na supposicão de que fosse impraticável, a abandonaram logo.

Na disposição das cordas, que são cruzadas para cada um dos machinismos, lembra a dos pequeníssimos pianos de cauda que Carlos Gounod, n'um dia de bom humor, baptisou de sapos (crapauds).
Uma particularidade que permitte produzir effeitos novos e assaz felizes. Ferindo-se uma nota ou accorde n'um dos teclados, as vibrações repercutem-se por sympathia, nas cordas do segundo, se houver a precaução de levantar, n'este ultimo, os abafadores.

Quanto á forma exterior do instrumento, terão os leitores de “A ARTE MUSICAL” uma ideia nítida, pela gravura que lhe offerecemos n'este numero.

Com o Piano duplo, o engenheiro Lyon attingiu duas vantagens essenciaes : a facilidade de accomodacão de dois Pianos de cauda n'uma sala, que não seja muito vasta e sobretudo uma admirável fusão de sons perfeitamente homogéneos, entrelaçando-se artisticamente, sem sombra de discordância cousa rarissima de obter-se em dois pianos differentes.

Estreiaram o Piano duplo em Paris, improvisando com rara felicidade, deante d'um selecto auditório, os srs. Raul Pugno, abalisado professor francez, cujas notas biographicas honram hoje este jornal, e Theodoro Dubois, o illustre director do Conservatório de Paris.

Depois d'esse primeiro successo, tem figurado o Piano duplo em innumeros concertos, em Paris, Londres e outras cidades, constatando-se sempre as qualidades que o tornam merecedor de um logar de honra na moderna industria pianistica.

“A ARTE MUSICAL” ANNO I, Numero 7 de 15 de Abril de 1899

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novembro 13, 2007

"6º CONCERTO BEETHOVENIANO", PELO ORPHEON PORTUENSE

O 6ºconcerto beethoveniano do Orpheon portuense effectuou-se a 12 e constou dos três primeiros quartettos da op. 18, para instrumentos de cordas.
Oito dias depois a 20 do corrente mez, completava-se a execução d'aquella bellissima obra com os três restantes quartettos.
Esta phase interessante do cyclo beethoveniano que os arrojados e talentosos artistas portuenses se propuzeram a tornar conhecida, foi confiada aos Srs. Moreira de Sá (1º violino), Carlos Dubini (2ºviolino),
D. Laura Barbosa (violeta), D. Guilhermina Suggia (violoncello).
Em todos os seis quartettos se houveram brilhantemente, ao que nos consta, não Ihe sendo regateados os mais enthusiasticos applausos.

“A ARTE MUSICAL”, Anno II, numero 30 de 31 de Março de 1900

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novembro 12, 2007

BRUNO BORRALHINHO - 16 de NOVEMBRO NO ISEP-PORTO e 17 de NOVEMBRO TEATRO-CINE DA COVILHÃ

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Sexta-feira, 16 de Novembro, às 21h30
Auditório Magno do IPP (ISEP) Porto

Sábado, 17 de Novembro, às 21h30
Teatro-Cine da Covilhã

Carl Maria von Weber
- Der Freischütz, abertura
- Concerto para clarinete e orquestra em Fá menor, Op.73

Robert Schumann
- Concerto para violoncelo e orquestra em Lá menor, Op.129

Bruno Borralhinho, violoncelo
António Saiote, clarinete e direcção
Orquestra do Norte

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novembro 11, 2007

PABLO CAZALS NO SALÃO NOBRE DO CONSERVATÓRIO NACIONAL

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No dia 28 apresentação publica do eminente violoncellista hespanhol, Pablo Cazals.
Teve lugar no Salão do Conservatório e o programma foi o seguinte :

1ª PARTE
Beethoven — Sonata em lá, para piano e violoncello pelos srs. Colaço e Cazals.
Mozart — Serenata de D. Juan para canto pelo sr. Pinto da Cunha.
a) Haendel — Variações.
b) Mendelasolln — Piéce caracteristique para piano pela sr.a sr.a D. Laura Wake.
Lalo — Primeiro tempo do Concerto em ré menor para violoncello,
2ª PARTE
Goltermann — Cantilène e Final do Concerto em lá menor, para violoncello.
Denza — Occhi di fata para canto pelo sr. Pinto da Cunha. (Bisado com o Ideale de Tosti).
a) Dunkler — Berceuse.
b) Casella—Napolitaine.
c) Popper — Tarantelle para violoncello. (Bisado com o Nocturno de Chopin).
Ao piano de acompanhamento esteve o illustre maestro Alberto Sarti.
Já nos occupámos de Gazals em outro numero da Arte Musical. E' um artista de grande coração, conhecendo a fundo o ponto do seu instrumento e sabendo-lhe, um a um, todos os segredos. A par d'isso, correcto, serio, sem desmandos de gesticula¬ção, em que peccam por vezes os melhores artistas.
Nas cousas admiráveis que faz, ha a imperturbabilidade de um grande technico, e a vibração apaixonada de uma grande alma.
O publico victoriou-o calorosamente.

“A ARTE MUSICAL” ANNO I, numero 6 de 31 de Março de 1899

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novembro 10, 2007

O PRIMEIRO VIOLONCELO DE PABLO CASALS

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novembro 09, 2007

"HOMENAGEM A GRIEG" no CCB - 11 de NOVEMBRO ÀS 17,00 h

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novembro 08, 2007

"GROSSE CELLISTEN" de HARALD EGEBRECHT

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Livro editado recentemente por "Piper München Zürich" com várias referências a GUILHERMINA SUGGIA

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novembro 07, 2007

VINHO DO PORTO

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Anúncio ao vinho do Porto (com uma violoncelista) publicado no ARQUIVO MUSICAL PORTUGUÊS de 1943, de César Leiria

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novembro 06, 2007

3º CONCERTO BEETHOVENIANO NO PORTO

O 3º concerto bethoveniano que a 12 do corrente mez se effectuou no Porto teve, como dissemos no numero anterior, um grande êxito.
A primeira peça executada, a Serenata, op. 8 para trio de cordas, que é uma concepção melódica, foi acolhida com bastos applausos.
O Trio em sol, o primeiro da op. 9 produziu, ao que dizem os jornaes do Porto, uma viva e profunda impressão no auditório.
Tanto este trecho como o anterior foram executados pelos srs. Moreira de Sá (violino), Henrique Carneiro (violeta) e D. Guilhermina Suggia (violoncello).
Fechou o concerto com o Trio op. 11, para piano, violino e violoncello, pela srª D. Armanda Dubini, Moreira de Sá e D. Guilhermina Suggia.
Os programmas tanto d’este como dos outros concertos beethovenianos são ilustrados com umas interesantissimas notas devidas á penna do erudito professor Moreira de Sá.

“A ARTE MUSICAL” ANNO II, numero 28 de 28 de Fevereiro de 1900

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novembro 05, 2007

GUILHERMINA SUGGIA NA PRAIA DE SAN SALVADOR

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Ao fundo está Pablo Casals com sua mãe.
Fotografia de c. de 1912 tirada do livro "PAU CASALS" de Joan Descals, "MARCH EDITOR"
2006

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novembro 04, 2007

PABLO CAZALS no "FIVE O'CLOCK" DOS SRS VISCONDES DE CARNAXIDE

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Não foi menos interessante o five o’clock dos srs. viscondes de Carnaxide, na passada sexta-feira, 10 de marco.
O principal intuito d'essa festa intima, foi a apresentação de um violoncellista hespanhol, de raro valor, o sr. Pablo Cazals.
Poucas vezes temos tido occasião de apreciar, no violoncello, um artista tão consciencioso e ao mesmo tempo tão cheio de verve e de brio, com todas as qualidades que se requerem n'um concertista de cunho.

Cazals tem o condão e o talento de attacar o passo, por mais escabroso que seja, com uma tal firmeza e com tão segura afinação, que nos deixa por vezes maravilhados; quem mais ou menos conheça as enormes difficuldades do violoncello é que póde fazer uma idéa da ousadia feliz com que certos passos são executados e da maestria que n'elles se patenteia.
Ouvimos já o illustre concertista em casa do nosso amigo Rey Colaço, notando com magua que o instrumento em que tocara não parecia corresponder ás aspirações do artista. Hoje, Pablo Cazals, dispõe de um precioso Gallianus, presente régio, em que se alliam uma potente sonoridade e um delicioso timbre, o programma da matinèe :

Lalo—1ª parte do concerto, para violoncello, pelo professor P. Cazals.
Massenet — Les enfants
Rossíni — Una voce poco fá, para canto, pela ex.ma sr." coadessa de Proenca a Velha.
Pergolesi — Nina. Scarlatti—Le violette.
Lacome — Bal d'oiseaux, para canto, por M.me Sarti.
Beethoven — 5.a sonata (em fá), para rebeca e piano, pelas ex.mas srª D. Alice Silva e D. Elisa Baptista de Sousa.
Massenet — Le Crepuscule para canto, pela ex.ma srª condessa de Proença.
Chopin-Popper — Nocturno.
Popper — Tarantella para violoncello pelo professor P. Cazals.
O nosso amigo Alberto Sarti acompanhou ao piano, com a sua habitual mestria; diante das gentilissimas senhoras que tomaram parte tão brilhante n'este concerto, curvamo-nos reverentes com o mais sincero dos applausos.

“A ARTE MUSICAL”ANO I, Nº 5 de 15 de Março de 1899

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novembro 03, 2007

CONCERTO DE GUITARRA - ANDRÉ MADEIRA - COIMBRA, 9 de NOVEMBRO ÀS 21,30H

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novembro 02, 2007

TEATRO NACIONAL D.MARIA II - AQUI TOCOU GUILHERMINA SUGGIA

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Em 23 de Maio de 1904 - entre outras datas - no Concerto do Congresso Marítimo Internacional de Lisboa, tocando obras de Svendsen, Popper, Liszt, Klengel e Chopin. Acompanhada ao piano pela sua irmã Virgínia
(do livro: "Guilhermina Suggia - A Sonata de Sempre" de Fátima Pombo)

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novembro 01, 2007

FALA DA CRIADA DOS NOAILLES QUE NO FIM DE CONTAS VAMOS DESCOBRIR CHAMAR-SE TAMBÉM SÉVERINE NUMA NOITE DO INVERNO DE 1975, EM HYÈRES

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Uma paródia inconsequente de Jorge Silva Melo
Com desenhos de Pedro Proença

Livros Cotovia

Teatro

Uma eterna criada evoca as ricas horas dos mecenas, os bailes loucos, a arte livre, o amor livre, o financiamento de L`Age D´Or de Luis Buñuel, tudo na altura em que se anuncia a vinda do realizador espanhol ao palacete de Hyères onde ainda vive o Conde de Noailles, mecenas que foi dos surrealistas: estamos a meio dos anos 70 e os anos loucos já se foram, com as jóias da família. Muito livremente inspirado em O Meu Último Suspiro de Buñuel – e nas botinas de Diário de Uma Criada de Quarto de Buñuel, é claro. E Séverine era a Belle de Jour do romance de Joseph Kessel de que Buñuel e Oliveira se apropriaram, maliciosos.

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