julho 31, 2007

AS IDAS DE GUILHERMINA A ESPINHO PARA RECEBER AULAS DE PABLO CASALS

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A Espinho iria dar Pablo Casals, catalão e violoncelista, que firmara contrato para aparecer como membro de um septeto, a solo uma vez apenas por semana, no casino local. «Era o Casino de Espinho», lembrará meio século depois, «em realidade, uma casa de jogo.» Contava por então vinte e um anos, em seu dom confiado e em sua sorte, ao braço do instrumento adossando as miúdas feições de pernóstico preceptor. E, por conselho do pai, viria Guilhermina diariamente, de comboio, escutar-lhe a lição. No conceito desse mestre, tão jovem, afinal, mas tão maduro que a variedade dos temperamentos se diria reprovar, evidentemente se tratava, o que bastante temia, de uma futura notável. Essas expedições de solavancos, que do Porto a conduziam à praia apinhada de ociosos, bem didácticas se revelavam da autonomia da genialidade e do dever de a acalentar, da sumária indiferença que é necessário contrapor aos machos mentores, da eternidade do abraço em que ao peito se estreita o luminoso instrumento. Na convicção de estar, de certo modo, dilapidando dotes, assim é que Pablo exemplificaria.

Que poderia esperar de seus recursos a rapariguita esgalgada, sem piedade o olhando numa atonia pascácia? Havia cordas e dedos, já o explicara, uma expectação que tu¬do absorvia. Que poderia, pois, ensinar-lhe? Era como quando vem lastimar-se um amigo, não atinamos com que coisa fazer da ternura, da repulsa que nos resta. Mas era um fio, também, na tessitura geral, que o diálogo distraía. O homem tinha ela, em seu núcleo de brasas, aí onde verdade e engano se entrecruzam, decadência e grandeza. Que poderia fazer, encadeada a um texto que ninguém em definitivo traduzia? A cada instante lhe sussurravam a desistência, inquiriam porquê, da teimosia se riam. Seria isso, a música, um soluço de outra pátria, com sua capital de perfeitas artérias, seus frisos de oiro rebrilhando ao sol? Que tarde que se tornara, que frio, agora que haviam as ondas deixado de bramir. Acamava o violoncelo em seu estojo, avançava aos sacões, apitando, a longa composição.

Do livro “ GUILHERMINA”, de Mário Cláudio, agora reeditado

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julho 30, 2007

ORCHESTRUTOPICA - NO CENTRO CULTURAL DE CASCAIS - 2 de AGOSTO - 21,30 HORAS

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julho 29, 2007

CASA DA MÚSICA - SALA SUGGIA - 29 de JULHO 12 horas -ORQUESTRA NACIONAL DO PORTO - CONCERTO COMENTADO POR FÁTIMA POMBO

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julho 28, 2007

CCB fora de SI: "LUTO CLANDESTINO" de Jacinto LUCAS PIRES, pelo TEATRO O BANDO

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Ao início, ouve-se uma acção que não se vê. Olha-se em volta. De onde virão estas vozes? «Toda a gente tem uma história, e esta é a minha», solta Lurdes, enquanto à sua volta o cenário muda: pessoas passam, começa a noite de Jazz, o cubo multicolor do CCB pisca.

Lurdes é na verdade a actriz Paula Só, que contracena com o jovem Dinis Machado na peça ao ar livre «Luto Clandestino», em cena até Domingo no Centro Cultural de Belém. Ao longo do ensaio, percebemos a experiência que é descrita aos espectadores como um «teatro radiofónico e voyeurista»: apetrechadas com auscultadores e leitores de mp3 , cinquenta pessoas ( e apenas cinquenta) vão ouvir o diálogo íntimo, perturbador e clandestino, entre um homem e uma mulher. Dois desconhecidos que partilham a dor de uma morte: a de Marta, filha de Lurdes e namorada de António.
O espectador pode optar por ouvir apenas o espectáculo, assistir à distância, ao estilo de radionovela (onde não falta a sonorização musical que acompanha o texto). Mas pode também seguir os actores, espreitá-los, acompanhá-los até ao automóvel verde onde se passa grande parte da acção.
O escritor Jacinto Lucas juntou-se ao Teatro O Bando e escreveu «Luto Clandestino», que foi apresentado pela primeira vez o ano passado, nas ruas de Palmela, onde o Bando tem a sua sede. João Brites é o encenador, e trabalha aqui num terreno que lhe é familiar: a rua, os cenários vivos e reais, em interacção com o espectador.
A peça «Luto Clandestino» foi o primeiro passo para uma colaboração mais extensa. A semana passada, O Bando e Jacinto Lucas Pires apresentaram o espectáculo «Os Vivos» no Festival CITEMOR, em Montemor-o-Novo, num texto que é uma espécie de 2º acto de «Luto Clandestino», centrando-se de novo no tema da morte. Há ainda um terceiro espectáculo que completa o projecto a que O Bando chama «Clandestinos»: «Rumor Clandestino», cujo texto é da autoria do jornalista Fernando Dacosta, estreou em Março deste ano e levou o público novamente numa viagem pelo diálogo entre um homem e de uma mulher que se escuta e sente através de uma onda de rádio.

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julho 27, 2007

"HISTÓRIA DE UM SEGREDO" na BIBLIOTECA NACIONAL ALMEIDA GARRETT, no PORTO, ATÉ DIA 29 de JULHO - TEATRO PÉ DE VENTO

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História de Um Segredo, de Álvaro Magalhães , com encenação de João Luiz e interpretação de Anabela Nóbrega, está em cena na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, no Porto, até ao próximo domingo, 29 de Julho.

O espectáculo, classificado para maiores de 4 anos, tem sessões para o público organizado sábado e domingo, às 16h00.

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GUILHERMINA SUGGIA TOCA PARA A FAMÍLIA REAL NO PALÁCIO DAS NECESSIDADES

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"Pelos portões ingressar do Real Palácio das Necessidades, notificada por um punhado de Braganças que declinam os restos de seu poder, a Guilhermina pareceria um presente de fadas. Ainda lhe determinaria o pai a toilette, pela mãe beneficiada, a de Virgínia também, já por então a seu gosto hiperbólico sobrepondo a razão protocolar, nem sequer de extrema rigidez.

Em Carlos, o rei, tão amiúde incitado ao dichote faceto, nem o tique do galanteio nem a verve do contador de caçadas a moçoila espevitaria. Amélia, sim, a rainha, aí se levantava, cumpridora de um mecenato de pouco fôlego, sobre ambas as manas, sem destrinça, projectando a agigantada figura, que a não poucos faria diagnosticar um descontrolo da hipófise. A inglória comitiva de duquesas de princípios implacáveis, ajudantes-de-campo que a custo se desprendiam do cio das debutantes, um bocejo haveria de causar em quem à celebração da Terra se votara. Distribuía a soberana seus óbulos de circunstância, rolando muito os rr, subsídios prometendo de aperfeiçoamento, sorrindo sempre, muito. Por detrás, contabilizaria Augusto o zelo de todos esses anos, as barbas cofiando como um Cronos tutelar, amigo do sucesso de suas filhas, do de Guilhermina ainda mais, tal como de trajecto próprio que se fosse esboçando. Da decisão da ajuda à sua fruição, um portulano compulsava ele, de nações a conquistar, ingentes aclamações, foyers encharcados de essências. Logo os portões se fechavam do real Palácio das Necessidades, escarvavam os cavalos, impacientes da demora, uma lufada atlântica penetrava pelo vidro, nas quelhas por onde descia a carruagem. Remetida a seu ângulo, com o delgado suor a empapar-lhe a testa, guardaria os mementos recebidos. Que faremos nós, entretanto, da existência que fica e prossegue, se congemina e se liquidou?"

do livro "GUILHERMINA" de Mário Cláudio, reeditado recentemente

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julho 26, 2007

DAVID SILVA - VENCEDOR DO 1º PRÉMIO NO INTERNATIONAL CLARINET SOLO COMPETITION "CLARINETFEST", EM VANCOUVER -CANADÁ

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O seu primeiro contacto com a música foi aos 10 anos no Externato das Neves e na Banda dos Escuteiros de Barroselas.

Aos 12 anos ingressa na Escola Profissional de Musica de Viana do Castelo (EPMVC) como clarinetista, completando na mesma instituição o curso básico de instrumento em 2002 e o curso de instrumento em 2005, com os Professores: Francisco Perez, António Soutelo e Iva Barbosa. Acabou o seu curso profissional com a nota máxima a clarinete e foi considerado um dos melhores alunos do seu ano, a completar o curso de instrumento na mesma instituição.

Desde então tem participado nas orquestras tais como: Orquestra Júnior da EPMVC, Orquestra de Sopros da EPMVC, Orquestra Sinfónica da EPMVC, 2.º Festival de Música Internacional de Viana do Castelo, Orquestra de Sopros da ESMAE, Orquestra Sinfónica do Alto Minho, 5.º e 6.º Estágio da Orquestra Aproarte, Orquestra de Sopros de Santa Maria da Feira e Orquestra Sinfonieta da ESMAE.

Esteve sob direcção de vários Maestros, tais como Jaroslav Mikus, Henrique Piloto, Javier Viceiro, Rex Martin, José Vincente Simeó, Kenvin Wauldron, Miguel del Castilho, Vasco Pearce de Azevedo, Cesário Costa, Josep Vicent, Ernst Schelle, Osvaldo Ferreira, António Saiote e Jan Cober.

Em Música de Câmara trabalhou em várias formações com os Professores: Evandra Gonçalves, José Rosado, Iva Barbosa, Raquel Lima, Olga Prats e actualmente trabalha com Nuno Pinto e Hugues Kesteman.

Frequentou Masters Class e Cursos com Nuno Pinto, António Saiote, José Ricardo Freitas, António Rosa, Étienne Lamaison, Philippe Couper, José Luís Estellés, Iva Barbosa, Philippe Berrod, Robert Walzel e Larry Combs.

Foi premiado em 2003 com o 2.º Prémio num concurso no âmbito da disciplina de Formação Musical; 1.º Prémio no concurso de cultura geral de música; 2.º Prémio do Concurso Jovens Músicos 2005 na categoria de música de câmara nível médio; Finalista das provas para a Orquestra da União Europeia em 2005; Menção Honrosa do Concurso Jovens Músicos 2006 na categoria de clarinete nível superior e 1.º Premio do Concurso “Young Artist Competition” 2007 em Vancouver no Canadá.

Realizou e realiza recitais tanto a solo como em música de câmara em diversas formações por todo o País.

Actualmente frequenta o 2.º ano da Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo do Instituto Politécnico do Porto na classe de clarinete do Professor António Saiote.


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julho 25, 2007

O JOVEM CLARINETISTA DAVID SILVA VENCE o INTERNATIONAL CLARINET SOLO COMPETITION CLARINETFEST, EM VANCOUVER -CANADÁ

O jovem clarinetista português David Silva, de Viana do Castelo, venceu o International Clarinet Solo Competition do festival ClarinetFest, que se realizou este ano em Vancouver, Canadá

Natural de Barroselas, Viana do Castelo, David Silva, de 20 anos, venceu a competição para clarinete solo destinada a instrumentistas, entre os 18 e os 24 anos, daquele que é um dos mais importantes concursos internacionais deste instrumento.

David Silva começou a estudar clarinete aos 12 anos nos escuteiros da sua terra natal, concluiu o ensino secundário na Escola Profissional de Música de Viana do Castelo e está presentemente a preparar-se para entrar para o 3/o ano da Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo (ESMAE), do Porto.

«A minha prioridade é terminar a minha formação superior na ESMAE, para o que faltam dois anos, e depois tudo farei para entrar para os quadros de uma grande orquestra», disse David Silva, em declarações à Lusa.

O jovem clarinetista está para isso disposto a ir viver para o estrangeiro, onde quer que seja possível conseguir um lugar, caso não o consiga numa orquestra portuguesa.

«Este prémio foi uma grande alegria para nós, para o David e para mim, como seu professor», disse António Saiote, um dos mais conceituados clarinetistas a nível mundial, que, como docente, é também uma referência internacional.

António Saiote sublinhou que este prémio mostra que os clarinetistas portugueses estão «cada vez mais cotados a nível internacional».

«Nos últimos seis anos conseguimos três primeiros prémios e três segundos, o que é para mim uma grande satisfação», disse.

António Saiote que há 30 anos tocou pela primeira vez e há 25 começou a ensinar, regressou há duas décadas a Portugal com a firme intenção de criar uma escola de clarinete em Portugal, o que tem sido conseguido com muito trabalho e ultrapassando muitas dificuldades.

O concurso, organizado pela International Clarinet Association (ICA), decorre todos os anos, sendo realizado de dois em dois anos nos Estados Unidos e, no ano alternado, numa cidade fora daquele país.

A competição é dividida em duas categorias, uma para clarinetistas até aos 18 anos e outra até aos 24 anos.

Outro clarinetista português, Horácio Ferreira, de Santa Comba Dão, obteve este ano o terceiro lugar na categoria até aos 18 anos.

O júri foi constituído por John Scott, Michael Rowelett, Madeline Johnson e Michele Gingras.

O concurso internacional de clarinete divide-se em duas partes, uma pré-eliminatória e uma final.

A pré-eliminatória é feita por gravação de CD enviada para o júri de pré-selecção (formado por Lee Livengood e Robert Walzel) que escolhe os seis finalistas que participarão na final, a realizar na cidade anfitriã no ClarinetFest.

Este concurso irá realizar-se em Portugal, em Agosto de 2009, na Casa da Música, no Porto.

«O facto de termos conseguido trazer este concurso para Portugal é uma prova do nível que os clarinetistas portugueses têm vindo a atingir a nível mundial», disse António Saiote.

A edição de 2008 terá lugar na Universidade do Missouri, em Kansas City, nos Estados Unidos.

Lusa/SOL

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O ESTADO DAS NOSSAS COISAS " PLACA NA CASA ONDE MORREU o PINTOR SILVA PORTO, na RUA LUISA TODI, nº 6"

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Que dizer? ou é a acção do tempo ou a mão do homem. ou...sei lá!

Aqui dá a ideia de puro vandalismo. A não ser isso porque haviam de cair todos os "P"?.
E ser Silva Porto ou Silva Orto é igual neste país. Pois claro. Viva o Orto!!!

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julho 24, 2007

ESPOSENDE - RECITAIS E CONCERTOS - CURSO DE DIRECÇÃO CORAL E CANTO

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julho 23, 2007

GUILHERMINA SUGGIA NA ESTAÇÃO DA CP de PAMPILHOSA

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Com, da esquerda para a direita, Filipe Loriente, Elisa Suggia, Augusto Suggia, Flaviano Rodrigues, Carlos Quilez, Regina Cascais e Filipe Silva
cedido por Isabel Millet

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julho 22, 2007

NIKIAS SKAPINAKIS: O TEATRO DOS OUROS - filme de JORGE SILVA MELO

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Nikias Skapinakis, de ascendência grega, nasceu em Lisboa em 1931. Frequentou o curso de arquitectura, que abandonou para se dedicar à pintura, actividade que manteve regularmente até ao presente.

Começou por expor em 1948, nas Exposições Gerais de Artes Plásticas, e, desde então, realizou diversas exposições individuais e participou em numerosas colectivas em Portugal e no estrangeiro. Além da pintura a óleo, como actividade dominante, dedicou-se à litografia, à serigrafia e à ilustração de livros. Entre outras obras, ilustrou Quando os Lobos Uivam, de Aquilino Ribeiro (Livraria Bertrand, 1958) e Andamento Holandês, de Vitorino Nemésio (Imprensa Nacional, 1983). Executou litografias para o Congresso de Psicanálise de Línguas Românicas (1968) e para o Cinquentenário do Banco Português do Atlântico (1969). Executou serigrafias para Kompass (1973).

É autor de um dos painéis do Café "A Brasileira do Chiado" (1971) e participou na execução do painel comemorativo do 10 de Junho de 1974.

Em 1963 obteve a Bolsa Malhoa da Sociedade Nacional de Belas-Artes. Em 1976-1977 foi-lhe concedido um subsídio para investigação pela Fundação Calouste Gulbenkian.

Em 1985, o Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian mostrou uma exposição antológica da sua pintura, completada com uma retrospectiva da obra gráfica e guaches na Sociedade Nacional de Belas-Artes.

Em 1990 foi-lhe atribuído o prémio da crítica A.I.C.A.-S.E.C..

Em 1993 apresentou no Palácio Galveias (C.M.L.) uma antologia de desenhos realizados a partir de 1985.

Em 1996, o Museu de Arte Contemporânea do Chiado realizou uma retrospectiva de retratos (1955-74).

Em 2000, o Museu de Arte Moderna da Fundação de Serralves apresentou a exposição antológica "Prospectiva", que reuniu pintura e desenho entre 1966 e 2000.

No ano de 2005 recebeu o Grande Prémio Amadeo de Souza Cardoso e realizou um painel em cerâmica para o Metropolitano de Lisboa. No ano seguinte, a Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva apresentou a série de pinturas “Quartos Imaginários” relativa a quartos de dormir e a ateliês de diversos pintores e poetas.

Em 2006, foi-lhe atribuído o primeiro prémio do Casino da Póvoa de Varzim.
Tem publicado textos de intervenção crítica em diversos jornais e revistas.

Vive e trabalha em Lisboa.

Com os Artistas Unidos
2007

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CURSO DIRECÇÃO CORAL E CANTO - ESPOSENDE - 24 de JULHO a 4 de AGOSTO

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julho 21, 2007

ANUP KUMAR BISWAS - LONDON GUILHERMINA SUGGIA GIFT (3 SUCCESSIVE YEARS)

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Solo Cellist, Composer, Conductor & Lecturer,
was born in West Bengal, India. He has chosen to make his home in the musical capital, London since 1974. He has given concerts throughout Great Britain, including The Royal Albert Hall, St James' Palace, Lambeth Palace, Queen Elizabeth Hall, Purcell Room, Wigmore Hall, St John's Smith Square, Westminster Abbey, St Paul's Cathedral, House of Commons, the Foreign & Commonwealth Office, Riverside Studios and Grays Inn (where, in addition to a Vivaldi concerto, he played an Indian raga at the personal request of HRH the Prince of Wales).
He has appeared as a soloist playing the Dvorak Cello Concerto with the Royal Philharmonic Orchestra to a capacity audience.

In celebration of the 300th Anniversary of J. S. Bach in 1985, Anup Biswas undertook a tour of cathedrals, churches, and the Purcell Room, London playing the complete cycle of Bach solo cello suites. The tour also included India and Sri Lanka, sponsored, by the, Goethe Institute. He has successfully repeated a similar tour entitled 'BACH 2000' in the Autumn and Spring 2000/1 season.

In 1994 Biswas established a unique music school for poor and deprived children in Calcutta. The Mathieson Music School is named after Biswas' guru, the late Rev. Theodore Mathieson who ran an orphanage in Calcutta for fifty years. Biswas arranged, as part of a cultural exchange programme, a major tour for the Mathieson Music School in the UK and India in 1996 and 2000.

The Guadagnini Piano Trio, which Biswas formed, toured Asia under the aus-pices of the Goethe Institute. The Hinckley Music Club and Anup Kumar Biswas commissioned a piano trio from Naresh Sohal in celebration of his 50th birthday, with funds provided by the Arts Council of Great Britain and East Midlands which toured the UK in March/April 1990. The trio performed in Asia under the auspices of the Goethe Institute, New Delhi.

The Theatre Taliesin Wales commissioned Biswas to compose music for their production of Tristan and Essylt in March 1986. The two and a half hour work was his first composition and was highly praised by critics in both the local and national press. It was recorded for Kaleidoscope by BBC Radio 4 the World Ser-vice, Harlech Television and BBC Television, and has already been broadcast twice by BBC Radio Wales. He also arranged the music for Hedda in India, a production of Hedda Gabler featuring Jenny Seagrove.

He was commissioned on two occasions to write music for the Royal Gala Performance of the Commonwealth Institute in 1987 and during the Centenary year in May 1993 in which he also performed in the presence of HM Queen Elizabeth II and the HRH Duke of Edinburgh. In February 1999 he performed again for Her Majesty the Queen and HRH Duke of Edinburgh at the Commonwealth Institute, London. He has performed his own compositions in Germany, Finland, Norway, India and the UK . In 1992 Biswas appeared at the Royal Albert Hall performing his own composition 'The Celebration' from the ballet "Ten Guineas Under the Banyan Tree." He was commissioned to compose, perform and direct for a music theatre production of 'At the Auction of the Ruby Slippers' by Salman Rushdie, which was on tour in the UK in the Autumn of 1999. Recently he had a further commission to compose and perform music for a documentary 'The Twins,' both these compositions have been praised highly by the critics.

At the age of six he went to a mission school in Calcutta where his musical talent was recognised and encouraged by the Rev. Theodore Mathieson. He started playing the cello at the age of ten, and at sixteen made his concerto debut and recorded for All-India Radio and Television.

It was Canon Eric James, with the help of many Trusts in the UK which enabled Anup Biswas to come to London in 1974 to study with Thomas Igloi at the, Royal Academy of Music and Amaryllis Fleming at the Royal College of Music; he also studied with Pierre Fournier in Geneva and with Jacqueline du Pre in London. Anup Biswas has won many awards, including the Suggia Gift for Cello in three successive years, and a Countess of Munster Scholarship.

He attended master classes with Lynn Harrell in London, with Ebarhart Finke in Berlin and with Pierre Fournier in Geneva and with Einor Holms in Calcutta.
Biswas, regularly broadcasts on BBC TV, ITV, Channel 4 and various BBC Radio stations, performs in London at the South Bank Centre, tours, all over the UK and in Europe. Every year he returns to India to give Master classes for the children at the Mathieson Music School. He has performed in all the major cities in India, Bangladesh, Sri Lanka and Pakistan under the auspices of many organisations including the British Council and the Max Mueller Bhavan and the Indian Council for Cultural Relations.

Biswas's various festival appearances have included concerts at the Cleveland, Teesdale, Belfast, Greenwich and Hereford Three Choirs Festivals, and he, has taken Masterclasses at Dartington International Summer School.
In 1989 he formed the Dante Alighieri Orchestra, of which he is the Artistic Director and Principal Conductor.
In 1993 Anup Biswas toured Ireland performing Bach cello suites and also toured Poland where he recorded for Polish Radio and TV. M Biswas was invited to perform at a Gala concert at the House of Commons, London in December 1993.

He regularly tours the USA including performances at the Weill Recital Hall at Carnegie Hall, New York and Smithsonian Art Gallery, Washington DC. He is booked to perform there again in the Autumn 2003. Biswas has recently returned from an extensive tour of the USA, South Africa, Romania, Germany and Spain, performing with well known orchestras as soloist and as a recitalist.

In 1997 Biswas formed a duo partnership with Romania's Premeiere violinist Cristina Anghelescu performing a specially devised programme for violin and cello in recitals and appearing with major orchestras playing the magnificeient Double Concerto by Brahms around various parts of the world.
Anup Biswas is the only solo cellist in the world who is equally at home performing both European and Indian classical music. He studied Indian Classical both Hindusthani system (North Indian classical) and the Carnatic system (South Indian classical) music from Samir Dutta, Ustad Imrat Khan and various other teachers in India. He has collaborated with many reputed classical Indian musicians and dancers.

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julho 20, 2007

CARL PHILIPP EMANUEL BACH - INTEGRAL DOS CONCERTOS PARA VIOLONCELO

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julho 19, 2007

CURSOS DE VERÃO 2007 - CÍRCULO DE CULTURA MUSICAL DA BAIRRADA

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www.ccmbairrada.com
ccmb@sapo.pt
Tel 234 185661
Tlm 96 2742119
93 3984063

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GUILHERMINA SUGGIA COM O SEU CÃO "SANDY" NUMA RUA DO PORTO

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do livro "GUILHERMINA" de Mário Cláudio, agora reeditado

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julho 18, 2007

CARL PHILIPP EMANUEL BACH -MOSTEIRO DE CELAS, 21 de JULHO- 21,30 H - BRUNO BORRALHINHO

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Mosteiro de Celas (Coimbra)
21 de Julho (Sábado), às 21:30h


BRUNO BORRALHINHO, violoncelo
(solista e direcçao)

ORQUESTRA CLÁSSICA DO CENTRO

Integral dos Concertos para Violoncelo e Orquestra
de Carl Philipp Emanuel Bach

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FOI NESTE HOTEL QUE GUILHERMINA SUGGIA E O Dr. JOSÉ CARTEADO MENA SE VIRAM PELA PRIMEIRA VEZ

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Realiza-se o casamento na maior intimidade, com o pequeno cortejo de impecáveis o coro configurando. Olhando atrás, vê Guilhermina as saletas do Hotel do Porto, em seu desconchavo de couros e cetins mal combinados, para onde, com a mãe enferma, temporariamente se transplantara. Quando o doutor lhe aparecera, avançando a fechar uma janela além da qual a parada dos pedintes não cessava, alguém os apresentara, numa breve efusão que o murmúrio interromperia dos que se encostavam ao bar. Logo o médico lhe pareceu viva expressão da boa pessoa, tratando-a por «minha senhora», lembrando as obras que mais lhe diziam com um «divino» em surdina, já caído, por então, em completo desuso. Estão finalmente, contudo, preparados para o fotógrafo, seguros do acto e resignados, ao lado de Teixeira Lopes, escultor e frustrado patriarca, que a bênção benévola lhes veio outorgar.
Do livro “GUILHERMINA” de Mário Cláudio, agora reeditado

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julho 17, 2007

O ESTADO DAS NOSSAS COISAS - "O SALÃO NOBRE DO CONSERVATÓRIO NACIONAL de LISBOA" SALVEMO-LO!!!

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ATÉ PARECE NOVO. MAS ESTÁ A CAIR. É PRECISO SALVÁ-LO ENQUANTO É TEMPO! DEPRESSA SENHOR PRIMEIRO MINISTRO, SENHORES MINISTROS DA EDUCAÇÃO E CULTURA, SENHOR PRESIDENTE DA CÂMARA! VÃO LÁ E VEJAM
Fazendo parte integrante do edifício do antigo Convento dos Caetanos, localizado na antiga capela deste edifício, o Salão Nobre do Conservatório Nacional tem desempenhado ao longo dos anos um papel dinamizador das artes não só na cidade de Lisboa mas também a nível nacional pelo carácter dos eventos que nele têm ocorrido.

Inaugurado em 1881 segundo projecto do arquitecto Eugénio Cotrim e dispondo de um tecto pintado por José Malhoa, o Salão Nobre do Conservatório Nacional foi palco de importantes efemérides como a célebre polémica entre
Luis de Freitas Branco e Ruy Coelho, verdadeiro julgamento público sobre a atribuição de um prémio de composição à 1ª sonata para violino e piano de Luís de Freitas Branco, à primeira audição em Portugal da integral das sonatas para piano de Beethoven a cargo do eminente pianista Vianna da Motta, à primeira audição em Portugal de obras como o Pierrot Lunaire de Schöenberg, Canção da Terra de Mahler (versão de câmara) , Il Mondo Della Luna de Avondano ( 1ª audição moderna), etc.

Sujeito nos anos 40 do século passado a amplas obras de remodelação (datando dessa altura a inclusão de um órgão de concerto), esta sala dispõe de uma acústica ímpar gabada por artistas como Karl Leister (clarinetista solista da Orquestra Filarmónica de Berlim), Anthony Pey (solista inglês de grande nomeada), e os cantores Peter Schreier , Sarah Walker e Mara Zampieri, entre outros. Vários músicos portugueses têm seleccionado o Salão Nobre para efectuarem gravações de discos devido à sua excelente acústica e dentre eles salientamos António Rosado, Artur Pizarro, Nuno Vieira de Almeida, José Bom de Sousa, Elsa Saque, Emídio Coutinho, João Pereira Coutinho, etc.

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julho 16, 2007

SIPO - XII SEMANA INTERNACIONAL DE PIANO DE ÓBIDOS de 28 de JULHO a 8 de AGOSTO de 2007

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A SIPO - XII SEMANA INTERNACIONAL DE PIANO 2007, promovida pela Associação de Cursos Internacionais de Música de Óbidos (ACIM) com o apoio da Câmara Municipal de Óbidos e do Ministério da Cultura – Instituto das Artes, realizar-se-á de 28 de Julho a 8 de Agosto de 2007, na magnífica vila medieval de Óbidos (Portugal), sendo orientada por professores de renome internacional: Vitaly Margulis (Rússia/EUA) piano; Luíz de Moura Castro (Brasil/EUA) piano; Manuela Gouveia (Portugal/Espanha) piano; Paul Badura Skoda (Áustria) piano; Boris Berman (Rússia/EUA) piano.

Os cursos constituem o núcleo principal da Semana Internacional de Piano de Óbidos, e no seu décimo primeiro ano de existência são, hoje em dia, o evento mais importante no seu género em Portugal. O elenco dos professores é composto por artistas de renome internacional, ao mesmo tempo excelentes pedagogos. Os cursos destinam-se a estudantes de nível profissional, músicos no início da carreira, professores e jovens pianistas/violoncelistas especialmente motivados. Além das aulas individuais os duos violoncelo/piano aproveitarão da possibilidade de trabalhar sonatas com professores de ambos instrumentos. O número de lugares é limitado a 40, sem audição preliminar, sendo as inscrições aceites por ordem de entrada. Se necessário, os professores poderão fazer audições preliminares. Os alunos são distribuídos pelos professores de acordo com a ordem de preferência indicada no boletim de inscrição e as obras apresentadas, dentro do limite das possibilidades. Os cursos internacionais de piano d’Óbidos oferecem a todos os participantes activos a possibilidade de trabalharem com vários professores permitindo um enriquecimento musical muito diversificado. Cada participante deverá apresentar pelo menos três obras.Os participantes activos terão à disposição pianos para estudo - mínimo de 2h de estudo diário para cada participante. A todos os alunos é dada a oportunidade de actuar em concertos públicos. Será atribuído o prémio “Maria de Lurdes Avellar” aos estudantes que mais se destacarem nestes concertos. Este prémio será atribuído pelo público e pelos professores das master classes.No final dos cursos, todos os participantes recebem um diploma. A inscrição nas masterclasses engloba 3 aulas (duração de 60 minutos) com um ou mais professores, a assistência a todos os cursos, um mínimo de 2h de estudo diário, entrada em todos os concertos, alojamento com meia pensão do dia 28 Julho ao dia 8 de Agosto, transporte do aeroporto de Lisboa para Óbidos e regresso e uma visita turística de meio dia à região de Óbidos.
Curso acreditado pelo Conselho Científico/Pedagógico da Formação Continua
(toda a informação retirada daqui)

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julho 15, 2007

V.ème EDITION DU FESTIVAL CIMA - MONTE ARGENTARIO (TOSCANE) - DU 23 JUILLET AU 5 AOÛT

Sons Croisés vous informe que du 23 juillet au 5 août il y aura lieu
à Monte Argentario (Toscane)
la Vème édition du Festival CIMA dirigé par Jorge Chaminé
Nombreux artistes invités sont des habitués de nos Ateliers

http://www.concertiinmonteargentario.it/programmi_2007.htm
informations : 00 39 340 075 04 36
e-mail : info@concertiinmonteargentario.it
CIMA 2007
ITALIA/SPAGNA STORIE DI (A)MARE

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julho 14, 2007

MÚSICA - OCTÁVIO PAZ

Música: oiço dentro o que vejo fora
Vejo dentro o que oiço fora,
Sou uma arquitectura de sons instantâneos
Sobre um espaço que se desintegra.
A música inventa o silêncio,
A arquitectura inventa o espaço
Fábricas de ar.
O silêncio é o espaço da música:
Um espaço sem dimensão:
Não há silêncio salvo na mente.
O silêncio é uma ideia,
A ideia fixa da música.
A música não é uma ideia:
É movimento, sons caminhando sobre o silêncio
Silêncio é música
Música não é silêncio.

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julho 13, 2007

FESTIVAL DE MÚSICA DE CALDAS DA RAINHA- IGREJA DE Nª SRª DO PÓPULO - 6ª-FEIRA- 13 de JULHO - 21 horas

6ª feira, 13, 21h00, Igreja Nossa Senhora do Pópulo
Recital de Violoncelo
estreia de uma obra encomendada pelo Mus&Caldas ao compositor Sérgio Azevedo

Raquel Reis, violoncelo

Programa: Kodally, Bach, Sérgio Azevedo

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BRUNO BORRALHINHO - MOSTEIRO DE CELAS (COIMBRA) - INTEGRAL DOS CONCERTOS PARA VIOLONCELO E ORQ. DE CARL PHILIPP EMANUEL BACH - 21 de JULHO - 21,30 H

bruno borralhinho.jpg
MOSTEIRO DE CELAS (Coimbra)
21 de Julho (Sábado), às 21:30h


BRUNO BORRALHINHO, violoncelo
(solista e direcçao)

ORQUESTRA CLÁSSICA DO CENTRO

Integral dos Concertos para Violoncelo e Orquestra
de Carl Philipp Emanuel Bach

O violoncelista português BRUNO BORRALHINHO é membro da prestigiada orquestra alemã "Dresdner Philharmonie", sob direcção do maestro Raphael Frühbeck de Burgos. Nasceu na Covilhã em 1982 e inicia os seus estudos musicais aos 12 anos na Escola Profissional de Artes da Beira Interior onde estudou com o professor Luis Sá Pessoa durante 5 anos. Estudou entre 2000 e 2006 na classe do professor Markus Nyikos na “Universität der Künste”, em Berlim, onde concluíu a Licenciatura (2004) e a Pós-Graduação/Solista (2006) com a máxima classificação.
Bruno Borralhinho prossegue actualmente a sua formação com o prestigiado violoncelista norueguês Truls Mork. Frequentou também Masterclasses com Natalia Gutman, Pieter Wispelwey, Anner Bylsma, Martin Löhr, Lluis Claret, Márcio Carneiro, Jens-Peter Maintz, Martin Ostertag, Jian Wang e Thomas Demenga, e foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian entre 2001 e 2005.

Obteve o 1º Prémio no Concurso de Instrumentos de Arco Júlio Cardona em 1999 e o 1º lugar no “Prémio Jovens Músicos” organizado pela RDP - Radio Difusão Portuguesa em 2001. Enquanto solista, apresentou-se acompanhado pela Orquestra Gulbenkian e pela Orquestra Clássica do Centro na interpretação de obras de Haydn, Tchaikowsky e Lalo.
Bruno Borralhinho integrou a “Gustav Mahler Jugendorchester” e a “Jeunesses Musicales World Orchestra”, tendo ocupado o lugar de 1. Violoncelo-Solista nesta última. Foi ainda membro da Academia da "Staatskapelle Berlin“ entre 2004 e 2006, orquestra residente da Ópera Estatal de Berlim e estagiário na "DSO - Deutsches Symphonie Orchester Berlin“ em 2003, orquestras com as quais continua a colaborar regularmente, assim como com a "RSB – Rundfunk Symphonieorchester Berlin".
Ao longo destes anos, tocou em algumas das mais famosas salas de concerto por toda a Europa, Estados Unidos, Canadá e América do Sul. Trabalhou igualmente com maestros importantes - Daniel Barenboim, Claudio Abbado, Franz Welser-Möst, Kurt Masur, Kent Nagano, Yakov Kreisberg, Herbert Blomstedt, Christoph Eschenbach, Paarvo Jarvi - e solistas famosos - Anne Sophie Mutter, Martha Argerich, Maxim Vengerov, Daniel Müller-Schott, Alban Gerhardt, Pierre-Laurent Aimard, Rolando Villazón, Thomas Quasthoff - entre outros.

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julho 12, 2007

O ESTADO DAS NOSSAS COISAS: "O SALÃO NOBRE DO CONSERVATÓRIO DE LISBOA"

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Transcrevo abaixo o email que mandei aos vários candidatos à Câmara Municipal de Lisboa (Apenas 3, que eu desse por isso, se manifestaram. Uma das candidaturas enviou um email dirigido à Exma.Sra D. Guilhermina Suggia agradecendo o ter dado a conhecer o estado do Salão Nobre, outro candidato respondeu-me pessoalmente lamentando o estado lamentável do Salão e manifestando vontade de o visitar pessoalmente - foi o Candidato Quartin Graça. O COSTA DO CASTELO publica no blogue o email. QUE SEJA UM SINAL DE COMPROMISSO PARA QUE, EM CASO DE VIR A SER PRESIDENTE DA CÂMARA DE LISBOA, NÃO DEIXE CAIR O SALÃO NOBRE DO CONSERVATÓRIO. TOMAMOS NOTA SENHOR CANDIDATO.
POR MIM, ENQUANTO PUDER, NÃO O LARGAREI.

"Publico hoje um Texto recebido por e-mail. Assim, como diriam alguns, num ímpeto de participação cívica de que é necessário acolher com carinho.
Balelas. Não foi com certeza hoje que descobri que há activismo cívico na cidade de Lisboa. Nem à conta disso vou fazer campanha. É um texto bem escrito, que denuncia uma situação que interessa e que decidi que merecia partilha.
Simples.
JRS
Aqui fica:

Exmo Senhor,

Lisboa é uma cidade que se vê decair dia a dia. Em vez de se restaurar constrói-se, a maior das partes, com um péssimo gosto especulativo, onde apenas impera a lei do cimento: não interessam espaços verdes, lugares para estacionamentos, passeios devidamente equilibrados e apetecíveis. O Centro Histórico, que é duma importância e riqueza ilimitadas, vai sendo adulterado, destruído, abandonado. Não se tem notado vontade de alterar esta tendência.

Dar qualidade de vida aos cidadãos de Lisboa passa muito pela recuperação daquilo que de importante Lisboa tem. Evitar que se percam muitos bens deve ser uma constante de quem governa e vive Lisboa.
Está neste caso o Salão Nobre do Conservatório Nacional de Lisboa, situado na Rua dos Caetanos, no Bairro Alto, e que é uma jóia arquitectónica feita nos finais do século XIX (1881), no lugar onde existiu a capela do Convento dos Caetanos, pelo Arquitecto Eugénio Cotrim e com tectos pintados por José Malhoa. Entre muitas coisas é conhecido a nível mundial pela sua excelente e rara acústica, tendo sido inúmeras vezes lugar de escolha de muitos artistas para gravações de obras suas.
Desde a década de 40 do século passado que este Salão não tem tido a mais pequena obra de manutenção ou recuperação. O Balcão há muitos anos que, devido ao seu péssimo e perigoso estado não pode ser utilizado, encontrando-se escorado com vigas de ferro a fim de evitar a sua queda.
Cada vez são mais as cadeiras onde é necessário pôr aviso de “NÃO SENTAR”, os tectos, onde estão as pinturas de José Malhoa, caem. Existem mesmo buracos e inúmeras rachas sendo iminente a sua derrocada. Os bastidores e camarins estão em estado de quase inacessibilidade.
Têm sido feitos vários apelos aos organismos que tutelam o Conservatório, mas infelizmente caem em saco roto.

Evidentemente que o nosso património é um bem nacional, mas a sua recuperação passa também muito pelo poder autárquico, que pode e deve exercer toda a sua força de modo a garantir o seu bom estado.
É nesse sentido que apelamos à sua intervenção, como candidato à CM de Lisboa, para que se empenhe na denúncia deste verdadeiro escândalo de lesa-património de modo a que sejam cada vez mais os cidadãos a empenharem-se nesta causa, levando a uma urgente recuperação do Salão Nobre do Conservatório de Lisboa. O RISCO DE PERDA TOTAL É IMINENTE. É preciso actuarmos a tempo.
Podem ser consultadas fotos que mostram o estado em que se encontra o salão em http://suggia.weblog.com.pt , indo, na secção “Categorias” ao “ESTADO DAS NOSSAS COISAS: O SALÃO NOBRE DO CONSERVATÓRIO NACIONAL DE LISBOA”.

Com cumprimentos e desejos de êxitos

Virgílio Marques

Publicado por vm em 12:03 AM | Comentários (1)

julho 11, 2007

SALA DO TEATRO AVEIRENSE - UMA FOTOGRAFIA ACTUAL

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Foi nesta sala que em 31 de Maio de 1950, Guilhermina Suggia daria o seu último recital. Tocou acompanhada ao piano por Maria Adelaide de Freitas Gonçalves. Interpretou obras de Locatelli, Saint-Saëns, Boccherini, Bach, Fauré, Weber, Chopin. Schubert e Falla. Voltou para a sua casa da Rua da Alegria no Porto com o carro, conduzido pelo seu empregado António Igregias da Silva, cheio de flores. Apesar de tudo ia triste. Muito triste. A 28 de Junho - menos de 1 mês aopós o recital - estava a ser operada numa clínica em Londres.
Regressa ao Porto a 17 de Julho. Morreria no dia 30 às 11 e tal da noite, na sua casa da Rua da Alegria. Pede à sua empregada Clarinda que, depois de morrer, ponha o seu violoncelo Montagnana ao seu lado na cama.

Publicado por vm em 12:04 AM | Comentários (0)

julho 10, 2007

NOVA EDIÇÃO de "GUILHERMINA" de Mário Cláudio

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«Insólito, mas inegável, é que a frequência das tertúlias se entremostre com esse ambíguo aspecto, de festejo e de rito funerário, que a muitos, desde sempre, haverá de aterrar. Isso mesmo saberia Guilhermina, em certo subsolo seu, intocado ainda pela usura social. Ao ascender, num princípio de Abril, a escadaria flanqueada por duas ninfas candelárias, a uma outra impressão agudíssima se ajuntaria esta, das tais que um norte decidem, matrimónio de razão, escalada fatal aos cimos do Matterhorn. A toda a volta, por entre a criadagem, andavam grupos de negro, num torvelinho que da profunda distância a alcançava. Tinha Pablo à beira, tentando persuadi-la a que acedesse a tocar, com essa altanaria de quem o patrocínio vai conceder à divulgação de uma habilidade[...]»

Dom Quixote

Publicado por vm em 05:41 PM | Comentários (1)

FOI NESTE TEATRO QUE GUILHERMINA SUGGIA DEU O SEU ÚLTIMO RECITAL, EM 31 de MAIO de 1950

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julho 09, 2007

2º FESTIVAL INTERNACIONAL DE SAXOFONE DE PALMELA - 9 A 14 de JULHO DE 2007

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Publicado por vm em 12:29 AM | Comentários (0)

julho 08, 2007

PAULO GAIO LIMA NO "III CURSO PARA JÓVENES MÚSICOS - SANTA MARÍA DEL PAULAR - de 2 a 14 de JULHO de 2007

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Publicado por vm em 02:30 PM | Comentários (0)

JOÃO DOMINGOS BOMTEMPO PEDE AJUDA PARA QUE NÃO CAIA. Quem se INTERESSA POR ELE?

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Quando postei aqui, no blogue, algumas fotografias que mostravam, embora com benefício, o estado em que se encontra o Salão Nobre do Conservatório Nacional, foi sugerido que se fizesse uma petição “online” reclamando obras urgentes a fim de evitar a sua iminente perda total. Eu sou uma pessoa muito limitada e não sei o suficiente de informática para pôr em acção a petição. Comprometi-me no entanto a arranjar um texto. O texto está pronto para ser trabalhado – provavelmente cortado – mas parece que neste momento já ninguém quer pôr a petição online. Provavelmente outras coisas mais importantes vieram.
Eu gosto de, quando entro nas coisas, ir até ao fim, doa a quem doer. Será que há alguém que queira trabalhar na petição? Aceitam-se propostas. Mas por favor, apenas de quem estiver mesmo interessado.
Se não houver ninguém tenho pena mas… outras coisas virão, certamente.

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julho 07, 2007

SALVEMOS O SALÃO NOBRE DO CONSERVATÓRIO NACIONAL

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É preciso exigirmos a sua urgente recuperação. Calarmo-nos é pactuarmos. É obrigação de todos aqueles que nos governam zelarem o nosso património. O Salão está a cair dia a dia. Culpem-se os responsáveis pelo crime. Não nos podemos calar até que esta preciosidade sem preço seja restaurada como deve ser. Eu não me calarei nem ficarei quieto. Cumpre-nos zelar pelo que nos pertence. O qe está a acontecer é o mesmo que pegar nos quadros de Malhoa e destruí-los na praça pública.

E os jornais e as televisões para que servem?

País de imbecis! Abram os olhos. Poupem no que devem. Triste país o nosso.

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julho 06, 2007

MUSICATLANTICO - FESTIVAL AÇORES 2007 - "CÂNTICOS TRADICIONAIS DA CÓRSEGA"

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O ESTADO DAS NOSSAS COISAS - "A CASA ONDE NASCEU MANUEL DE ARRIAGA - 1º PRESIDENTE DA REPÚBLICA PORTUGUESA"

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AQUI NASCEU O 1º PRESIDENTE DA REPÚBLICA PORTUGUESA: MANUEL DE ARRIAGAveja mais aqui
São estas coisas que nos fazem pobres. Não é por sermos pobres que estas coisas estão assim.

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Sintra: Exposição de quadros de ALFREDO KEIL, há cem anos no sótão de um bisneto - "ALFREDO KEIL EM SINTRA - 100 ANOS DEPOIS"

Sintra, 06 Jul (Lusa) - Uma exposição de pintura de Alfredo Keil, também autor da música do hino Nacional, foi hoje inaugurada em Sintra, tendo um bisneto revelado que algumas das obras expostas "estavam há cem anos no sótão" da sua casa.

Fernando Seara, presidente da Câmara de Sintra, inaugurou a mostra em Colares que assinala o centenário da morte de Alfredo Keil.

A exposição de pintura "Alfredo Keil em Sintra - 100 anos depois" tem como principal objectivo "assinalar o centenário da morte daquele que, segundo Ana Xavier, responsável pela exposição, "é um protótipo do Homem do século XIX".

Alfredo Keil (1850 - 1907), alem de compositor, é também reconhecido por uma multifacetada actividade artística, desde a escrita até à fotografia, passando pela pintura e o coleccionismo.

Esta iniciativa procura associar a sua memória à região, que ele fixou, nas suas telas, desde a Volta do Duche em Sintra, ao Cabo da Roca, passando pelas arribas da Praia Grande e Praia das Maçãs, ou pelas Azenhas do Mar.

"Alfredo Keil está ligado a Sintra, tinha casa na Vila Guida, na Praia das Maçãs, zona que ele gostava muito, e que está retratada nos seus quadros", disse Ana Xavier.

Fernando Seara, presidente da Câmara Municipal de Sintra, disse à agência Lusa que se "conseguiu juntar nesta cerimónia as duas famílias da Portuguesa", referindo-se à presença dos bisnetos dos dois autores do Hino Nacional, Alfredo Keil e Henrique Lopes de Mendonça, autor da letra.

Para Francisco Keil Amaral "é uma honra ver esta exposição".

"Algumas das coisas que aqui estão expostas estavam há cem anos no sótão da minha casa. Depois da exposição, irão para o Museu que a Cidade de Torres Novas está a criar", acrescentou o bisneto do compositor.

Já Pedro Lopes Mendonça, bisneto do autor da letra do Hino Nacional, referiu que é "com orgulho" que assiste a esta exposição, onde se enquadra a Portuguesa, que "dada a insatisfação da população com o regime monárquico, marcou o seu fim".

Várias entidades cederam temporariamente alguns quadros à exposição, desde "o Museu da Presidência, o Ministério das Finanças, a Câmara Municipal de Santarém, a própria família Keil, e vários particulares", enumerou Ana Xavier.

A Adega Visconde Salreu, em Colares, acolhe a iniciativa até 7 de Outubro.

JR.

Lusa/Fim

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julho 05, 2007

recital no teatro miguel franco - leiria - 06 DE jULHO - 21,30 HORAS

Recital de Sílvia Cancela (flauta) e Ana Marques (piano)

Obras de:
Jindrich Feld, Otar Taktakishivili, Aaron Copland e Pedro Faria Gomes («Fantasy on a theme by Copland»)

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MUSICATLANTICO - FESTIVAL AÇORES 2007 - "KING'S SINGERS"

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O ESTADO DAS NOSSAS COISAS : " PALÁCIO LUMIARES" BEM NO CENTRO DE LISBOA

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Também conhecido como Palácio Cunha e Meneses. Construído no séc. XVII, pertenceu aos condes de Lumiares. Notável pelas suas proporções e pela sobriedade das linhas arquitectónicas, apresenta uma planta em U, preenchida naturalmente no séc XVIII por uma escadaria monumental, que no 1º piso se desdobra em dois, dando acesso ao andar nobre. No séc. XIX, a planta é fechada por uma construção do rés-do-chão e 1º andar.
Rua de São Pedro de Alcântara, 25-37

Note-se que aquela planta que sai da janela do andar superior é uma figueira.
Esta é uma fotografia dum imóvel que existe.

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julho 04, 2007

HISTÓRIA DE AMOR (ÚLTIMOS CAPÍTULOS)- ARTISTAS UNIDOS - A PARTIR de 5 de JULHO NO INSTITUTO FRANCO-PORTUGUÊS

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Tradução Alexandra Moreira da Silva
Com Paulo Pinto, Pedro Lacerda e Sylvie Rocha
Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves
Som André Pires
Encenação José Maria Vieira Mendes

Uma produção Artistas Unidos com o apoio do Instituto Franco-Português

Um homem escreveu uma peça.
Um outro homem e uma mulher aparecem e vão ler o texto. Talvez venham a representar o texto, são actores. Ou apenas a descobrem como se descobre o texto de um amigo.
Aquilo que conta a peça escrita pelo primeiro homem é a recordação, pedaços da vida que foi a deles, quando eram mais novos.
Aquilo que conta a peça que eles descobrem é a versão do primeiro homdem do que foi a história de amor que viveram e de como ela se desfez. É a ficção que ele construiu.
O segundo homem e a mulher trazem os seus comentários – ou as suas recordações.
História de amor é o ensaio, a recordação e a construção de uma história.
Jean-Luc Lagarce

Estreia no Instituto Franco-Português em 5 de Julho de 2007

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JOHN MYERSCOUGH- 2002 LONDON SUGGIA AWARD

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JOHN MYERSCOUGH was born in 1982 and began the cello at the age of 6 with Wendy Max and subsequently studied with Margaret Moncrieff, Steven Doane and David Waterman. He has also studied with the late William Pleeth, Tsuyoshi Tsutsumi, Valentin Erben and is now a postgraduate student of Louise Hopkins at the Guildhall School of Music and Drama in London.

As a soloist John has performed concertos at the RCM Junior Department (where he won all the soloist prizes) and with the London Soloists Chamber Orchestra in the Purcell Room and St John's, Smith Square. He has also given many concerts in Cambridge including a Beethoven Sonata cycle at Kettle's Yard. His postgraduate studies have been supported by the MBF who have awarded him a prestigious Ian Fleming Charitable Trust award and a Myra Hess Trust award. John graduated from Selwyn College, Cambridge in 2003 where he read music.

John is the cellist of the Doric String Quartet which regularly gives concerts across Britain and Europe. They have appeared to wide critical acclaim in most of the major British chamber music venues including five times at the Wigmore Hall and four times at the Purcell Room. They are the quartet in residence at the Wiltshire Music Centre in Bradford upon Avon and this season will perform in, among others, Bristol, Oxford, Paris and twice at the Wigmore Hall. They have studied with members of the Alban Berg, Artemis, Amadeus, Belcea, Hagen and LaSalle quartets.

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julho 03, 2007

A EUROPA E OS NOVOS DESAFIOS GEOPOLÍTICOS CONTEMPORÂNEOS - Instituto FRANCO-PORTUGUÊS - 4 de Julho - 18,30h

"A Europa e os Novos Desafios Geopolíticos Contemporâneos" é o tema da conferência que Ignacio Ramonet, director do Le Monde diplomatique, vai dar, a convite da edição portuguesa, na próxima quarta-feira, dia 4.

O encontro terá lugar no Instituto Franco-Português (Av. Luís Bivar, nº 91 - Lisboa) a partir das 18h30.


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MUSICATLANTICO - FESTIVAL AÇORES 2007 - "ORQUESTRA METROPOLITANA DE LISBOA - ELISABETE MATOS"

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julho 02, 2007

RUA GUILHERMINA SUGGIA EM LISBOA

Freguesia(s) - Alvalade
Início do Arruamento em: Avenida Frei Miguel Contreiras
Fim do Arruamento em: Avenida dos Estados Unidos da América
Data de Edital: 20/10/1955
Designações Anteriores: Era a Rua 59 do sítio de Alvalade.
Historial: Por sugestão do Vice-Presidente da Câmara foi inscrita na toponímia de Lisboa Guilhermina Suggia (Porto/1888 - 1950/Lisboa), uma brilhante violoncelista, que se iniciou na área pela mão de seu pai e aos 7 anos se estreou, para seis anos mais tarde integrar o quarteto de música de câmara do Orfeão Portuense. Granjeou fama mundial e foi distinguida com a Medalha de ouro da Cidade do Porto (1938), a comenda da Ordem de Santiago e o oficialiato da Ordem de Cristo (1944).

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julho 01, 2007

MUSICATLANTICO - FESTIVAL AÇORES 2007 - "L'ARPEGGIATA"

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Arquitectura: FRANCISCO ADÃO DA FONSECA -Português em segundo lugar em concurso na Holanda

Haia, 30 Jun (Lusa) - O arquitecto português Francisco Adão da Fonseca conquistou esta semana o segundo lugar no Archiprix, um dos mais importantes concursos de arquitectura da Holanda.

Francisco Adão da Fonseca, 28 anos, mestrando na Universidade Técnica de Delft, alcançou o segundo lugar entre 500 participantes com um projecto de intervenção na Zona Oeste de Amesterdão.

Intitulado "Osdorp Rings", trata-se de um edifício multifuncional direccionado para centro de luta desportiva da comunidade turca de Amesterdão.

Segundo o autor, "Osdorp Rings é um edifício erguido em terra armada e vigas pré-esforçadas em bambu que desafia a construção moderna, propondo paredes arborizadas feitas em terra e cabos de aço".

"Tem paredes sólidas que lembram encostas verdes de montanhas, é um edifício que propõe soluções para a standardização do bambu, utiliza o bambu dum modo verdadeiramente inovador", explicou Francisco Adão da Fonseca à Lusa.

"Sendo a Holanda o país com maior projecção mundial a nível de arquitectura, o prémio Archiprix torna-se duplamente prestigiante", sustenta Adão da Fonseca.

O Archiprix destina-se a destacar os novos talentos do país, podendo a ele candidatar-se todos os estudantes finalistas das faculdades e academias holandesas.

Segundo o jovem arquitecto português, que se mudou para a Holanda há sete anos, existem muitos outros estudantes portugueses de Arquitectura a despontar na Holanda.

"Se há alguma coisa que os distingue dos outros arquitectos é a grande capacidade de trabalho e uma gosto único pelo improviso", justifica Adão da Fonseca.

O prémio Archiprix é atribuído anualmente desde 1979 aos melhores projectos de formatura dentro das áreas de arquitectura, urbanismo, desenvolvimento imobiliário e arquitectura paisagista.
Uma exposição itinerante com os projectos finalistas viajará agora por toda a Europa durante um ano.
JLM.

Lusa/Fim.

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VIANNA DA MOTTA - BEETHOVEN - SALÂO NOBRE DO CONSERVATÓRIO NACIONAL DE LISBOA

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Em 1921, Mestre Vianna da Motta representa Portugal no Congresso Internacional de Música de Paris e em 1927 faz o mesmo oficio nas comemorações centenárias de Beethoven, em Viena.
Em Lisboa celebra o artista pessoalmente o histórico acontecimento executando, numa memorável série de recitais realizados no Conservatório, as trinta e duas sonatas para piano do mestre de Bona, convertendo o produto dos recitais no Prémio Beethoven, a atribuir alternadamente, por concurso, a alunos do Conservatório que houvessem concluído os seus cursos de Piano e de Composição com a máxima classificação — generosa iniciativa que, arbitrariamente, foi sustada após a sua aposentação, em 1938, o que muito lhe amargurou os últimos anos da sua existência

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