março 31, 2007

AS SETE ÚLTIMAS PALAVRAS - HAYDN/GUBAIDULINA - ORCHESTRAUTOPICA/DIVINO SOSPIRO - CCB- GRANDE AUDITÓRIO 3 de ABRIL - 21 H

AS SETE ULTIMAS PALAVRAS.jpg

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CIRCUITS PROJECT ARTS CENTRE- DUBLIN - 21 de ABRIL - THE SMITH QUARTET

21 April 2007
THE SMITH QUARTET
Circuits Project Arts Centre - Dublin

Programme:

Joao Pedro Oliveira - Labrinto
Miguel Azguime - Paraitre Parmi
Emmanuel Nunes - Chessed III
Pedro Rebelo - new work
Steve Reich - Different Trains

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março 30, 2007

FESTIVAL DE BELFAST - "THE SMITH QUARTET" E A MÚSICA PORTUGUESA

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março 29, 2007

NESTE PRÉDIO, O Nº 15 de QUEEN ANNE'S GATE, EM LONDRES, VIVEU GUILHERMINA SUGGIA

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(Esta é uma fotografia recente que nos foi cedida por Anita Mercier)

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março 28, 2007

FORGOTTEN CONCERTO - MADAME SUGGIA- GLASGOW

When Madame Guilhermina Suggia, the cellist, plays with the BBC Scottish Orchestra in the Usher Hall on Saturday she will remind listeners of a little-remembered composer born in Glasgow 85 years ago – Eugene d’Albert.
She is playing his forgotten concerto.

At 61, Madame Suggia is a slender, graceful woman, with crisply curling dark hair, just turning grey. How does she look so young?

Her explanation: for the first time she has no responsibilities, no worries.
I am alone” she says. “without a tie or a single relative.”

For years, in Portugal, she and her scientist husband lived on a farm. Last spring, when he died, she went to live in Oporto, where she was born.

The Festival programme reproduces the Augustus John portrait of Madame Suggia. There is a story behind that.
She gave about 80 sittings to the artist. First he painted her in a golden gown. Then he painted it over, made it white chiffon. Finally he borrowed an entirely dress for her.

EVENING CITIZEN – GLASGOW- 24/8/1949

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março 27, 2007

DIA MUNDIAL DO TEATRO - "A TRAGÉDIA DE JÚLIO CÉSAR" de Shakespeare - TEATRO DA CORNUCÓPIA NO TEATRO SÃO LUIZ

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EXTRACTO DE CARTA ESCRITA A UM AMIGO POR JULIUS KLENGEL, PROFESSOR EM LEIPZIG, DE GUILHERMINA SUGGIA

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“thank you for the account of Guilhermina colossal success at Paris. It does not surprise me in the least, for I myself am a most ardent admirer of her wonderful talent, and I am firmly persuaded that before long Mlle. Suggia will be the favourite artist of the musical world, for such masterly execution united to such an essentially musical soul exists only in the most richly endowed artists, and they are rare.”

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março 26, 2007

ALEXANDER CHAUSHIAN- LONDON GUILHERMINA SUGGIA AWARD

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Alexander Chaushian started to play the cello at the age of seven, studying with his grandfather and Zare Sarkisian. From 1992 to 1995, he studied at the Yehudi Menuhin School with Melissa Phelps and from 1995 to 1999 at the Guildhall School of Music and Drama in London as a student of Oleg Kogan. From 1999 to 2001, Chaushian performed extensively as part of the Kempf Trio, holding a fellowship at the Royal Academy of Music in London. Since 2003 he had been pursuing advanced studies at the Hochschule für Musik Hanns Eisler in Berlin with the late Boris Pergamenschikow and later David Geringas, graduating with distinction in 2005.
Alexander Chaushian won First Prize in the 1990 Premio Mozart Competition in Verona, Italy and in 1992, First Prize in the International Music Competition in Holland. He received the Guilhermina Suggia Gift in London, a grant awarded to outstanding string players, on three occasions. In 1997, he was awarded the Orchestra of New England Soloist Prize, as well as the first Summis Auspiciis Prize of Young Concert Artists in New York. In 1999, he was the recipient of the Anna Instone Memorial Award sponsored by Capital Radio. In 2001, he was the joint recipient of the Pierre Fournier Award and in 2002 was awarded third prize in the 12th International Tchaikovsky Competition in Moscow. Alex Chaushian has won the 3rd prize and the special prize given by the Munich Chamber Orchestra at the Internationaler Musikwettbewerb der ARD in Germany in September 2005.

As a soloist with orchestra, Alexander Chaushian has performed in many countries worldwide, including appearances with the Vienna Chamber Orchestra at Vienna’s Konzerthaus and at the Bruchnerhaus in Linz, as well as with the London Mozart Players and the Philharmonia Orchestra in London, the Orchestre de la Suisse Romande, the Royal National Orchestra of Belgium, Les Solistes Européens de Luxembourg in a gala concert conducted by Yehudi Menuhin, the Boston Pops Orchestra at Boston Symphony Hall, and the Armenian Philharmonic Orchestra at Carnegie Hall.
Chaushian has performed recitals at the Harrogate Festival in England, the Kuhmo International Festival in Finland, La Jolla Festival in the USA, the Théâtre du Châtelet in Paris, and in Montpellier as recipient of the Beracasa Foundation Prize of the Radio-France and in Montpellier Festival. From 2002 until the present he has acted as the artistic director of the Orpheus & Bacchus Festival in Bordeaux, France and the Pharos Trust Music Festival in Cyprus.

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março 25, 2007

PAU CASALS

"Deploro haver viscut en un temps on la llei dels homes és matar. "

Pau Casals

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março 24, 2007

"LACHRIMAE #1"Novo CD de nova etiqueta "ARTE DAS MUSAS"

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A etiqueta da Arte das Musas, MU ( murecords.com) lança a 24 de Março de 2007, no concerto de encerramento do 3.º Festival Terras sem Sombra (em Santiago do Cacém), o primeiro CD do seu catálogo com o consort Sete Lágrimas.

Sob o título Lachrimae #1 o programa do CD percorre um período que se estende dos finais do século XVI ao século XVIII. Nele se cruzam várias tradições e estilos musicais (francês, italiano e germânico) e a expressão ritual de vários credos religiosos (Catolicismo e Protestantismo) unidos por fios condutores evidentes ou subtis. O tema das lágrimas como expressão da dor, do sofrimento íntimo ou colectivo, da melancolia, da fé ou da intolerância religiosa está implícito em quase todas as épocas no contexto de criação de várias obras musicais ou no seu próprio conteúdo. Por outro lado, a voz que canta (mas também chora) é um elemento primordial intrínseco à própria natureza da música, que é aqui entendida de forma abrangente estendendo-se à aspiração que conduziu compositores e intérpretes a tentar igualar a eloquência da voz humana na música instrumental.

Poucas imagens tiveram um impacto tão profundo na composição musical como a da lágrima que espelha a alma humana. As vozes e as lágrimas humanas vertidas em música ilustram a história da dor, da verdade e da mentira, do passado e do presente, da tristeza e da alegria.

A etiqueta MU Records, da Arte das Musas, apresenta-se com um projecto editorial independente vocacionado para a música antiga, para a música contemporânea e para a música de fronteira procurando potenciar a distribuição nacional e internacional de projectos inovadores com linguagens próprias que tendem a ser esquecidos pela indústria mainstream discográfica. Com uma forte aposta na direcção artística, na comunicação gráfica e nas novas tecnologias a etiqueta MU planeia editar, em 2007, mais três referências. O nome MU tem origem num conjunto alargado de significados associados a esta expressão em diversas culturas e regiões. Por exemplo na Antiguidade Clássica era utilizada na expressão "Alpha, Mu e Omega" que significava o princípio, o meio e o fim de todas as coisas.

O CD estará à venda nas principais discotecas do país e em murecords.com. Neste site podem ser ouvidos excertos das 18 faixas e lidos os conteúdos (em português, inglês, françês e espanhol) do booklet do CD.

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março 23, 2007

A RAINHA ISABEL DE INGLATERRA ENVIOU UM RAMO DE FLORES A GUILHERMINA SUGGIA E O PRESIDENTE DO CONSELHO TELEGRAFOU PARA LONDRES E INTERESSOU-SE PELA SUA SAÚDE

Londres, 5 – A rainha Isabel enviou um ramo de flores e uma carta, manifestando a sua simpatia, à célebre violoncelista portuguesa Guilhermina Suggia, que foi operada, na semana passada, na clínica de Londres, do célebre cirurgião britânico Rodney Maingot.
Ao fazer hoje esta revelação à “Reuters”, Suggia disse:

“Fiquei tão profundamente impressionada com o amável gesto da rainha que mal pude dormir na noite passada.”

Suggia manifestou, também, o seu profundo reconhecimento ao Presidente do Conselho Português, dr. António de Oliveira Salazar, que telegrafou a perguntar do seu estado, e ao dr. Rui Ulrich, embaixador de Portugal em Londres, que a visitou na Casa de Saúde de Londres.

Suggia disse esperar regressar a Portugal em meados deste mês.
REUTERS - Junho de 1950

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março 22, 2007

AS VOZES E AS LÁGRIMAS HUMANAS - IGREJA MATRIZ de SANTIAGO DO CACÉM, 24 de Março às 21, 30 h

As Vozes e as Lágrimas Humanas
Música de Marais, Schütz, Corelli, Martini e Couperin
Sete Lágrimas
Filipe Faria, tenor e direcção artística
Sérgio Peixoto, tenor e direcção artística
Inês Moz Caldas, flautas de bisel
Marco Magalhães, flautas de bisel
Kenneth Frazer, viola da gamba
André Barroso, tiorba

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COMO SE FAZ COR-DE-LARANJA, de ANTÓNIO TORRADO e PEDRO FARIA GOMES

para narrador e 17 instrumentistas

Texto: António Torrado (n.1939)
Como se faz cor-de-laranja, originalmente publicado em 1979. Em 1980 recebeu o Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura para Crianças, por ter sido considerado o melhor texto publicado no biénio 1978/79.

Música: Pedro Faria Gomes (n.1979)


FAM Ensemble
Cesário Costa, maestro
José Lourenço, narrador
José Lourenço, direcção cénica


23 MARÇO - 6ª FEIRA - 15h45
PONTE DE LIMA - Teatro Diogo Bernardes

26 MARÇO - 2ª FEIRA
VIANA DO CASTELO - Teatro Sá de Miranda
15h00 - Ensaio Aberto
17h00 - Encontro com o Escritor e o Compositor (António Torrado e Pedro Faria Gomes)
18h30 - Concerto

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março 21, 2007

EXÍLIO, de SOPHIA DE MELLO BREYNER

Quando a pátria que temos não a temos
Perdida por silêncio e por renúncia
Até a voz do mar se torna exílio
E a luz que nos rodeia é como grades


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TRULS MORK na SALA SUGGIA DA CASA DA MÚSICA 24 de Março - 18 h

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STABAT MATER, pelos ARTISTAS UNIDOS no CONVENTO DAS MÓNICAS

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ENSEMBLE AVONDANO- MUSEU DA MÚSICA - 24 de MARÇO / 21,00H

O Ensemble Avondano apresenta um segundo concerto igualmente assente nas composições do português João Baptista André Avondano, mas desta feita para o público em geral. Será uma oportunidade única para ouvir música “nova” tocada com instrumentos de época do Museu, designadamente o violoncelo Stradivarius que pertenceu ao Rei D. Luís e o cravo setecentista de Joaquim José Antunes.

O Ensemble Avondano é um agrupamento instrumental composto por Catherine Strynckx (violoncelo), João Paulo Janeiro (cravo), Miguel Rocha (violoncelo) e Adriano Aguiar (contrabaixo), músicos com um objectivo central comum: executar e divulgar a música instrumental dos Pós-Barrocos Europeus, em particular a que era cultivada nos diversos contextos sociais portugueses de finais do século dezoito e inícios do século XIX. No seu breve percurso, o Ensemble Avondano realizou concertos em diversos locais, designadamente, no Centro Cultural de Belém, nos Encontros de Música Antiga de Tomar, em Castelo Branco e em Cascais. Ainda no ano de 2007 está prevista a apresentação em concerto na Casa da Música.

» Encontra informação sobre o Museu da Música, as suas colecções e actividades no nosso site em www.museudamusica-ipmuseus.pt.

João Baptista André Avondano foi um violoncelista e compositor nascido no seio de uma das mais importantes famílias de instrumentistas profissionais activas em Portugal durante o século XVIII. Foi violoncelista na Orquestra da Real Câmara, participando e dirigindo também outros eventos musicais patrocinados por privados. Da sua autoria conhecem-se quatro sonatas e dois duetos, obras dedicadas ao Rei D. José I (na imagem). Nessas obras, Avondano (falecido em 1800) apresenta-se como um instrumentista de grande agilidade que, com um conhecimento profundo da estética musical da sua altura, explora as capacidades expressivas do violoncelo.

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março 20, 2007

ENSEMBLE AVONDANO - CONCERTO PEDAGÓGICO - MUSEU DA MÚSICA - 21 de Março 10,30 H e 11,30 H

O Ensemble Avondano apresenta no Museu da Música dois ateliers pedagógicos em torno do compositor português do século XVIII, João Baptista André Avondano, que só muito recentemente se tornou do conhecimento público.
Os ateliers possibilitarão uma introdução aos instrumentos, obras e compositores. As execuções das peças serão intercaladas por descrições e explicações, especialmente dirigidas a um público de jovens e crianças que queira compreender a música e os instrumentos que a protagonizam.
Os comentários serão acerca dos instrumentos musicais (entre eles dois das colecções do Museu: o cravo Antunes e o violoncelo Stradivarius), apresentando-se também o compositor João Baptista André Avondano.

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AUGUSTO SUGGIA DEAD - FATHER OF FAMOUS CELLIST AND HER FIRST TEACHER

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The death has occurred of Mr Augusto Suggia, the father of the famous cellist, Mme Guilhermina Suggia, who is well known in London.
Mr Suggia, was himself an excellent violoncellist and gave his daughter her first lessons – Reuters
(The Evening Standard, Saturday, April 2, 1932)

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março 19, 2007

AO D. MARIA II junta-se o SÃO CARLOS. Para onde vamos nós?

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A direcção dos Amigos do São Carlos qualificou de "abrupta e desrespeitosa" a forma como se processou o afastamento de Paolo Pinamonti da direcção daquele Teatro e apelou a uma "intervenção pessoal do primeiro-ministro".
Num comunicado à imprensa, assinado pelo musicólogo Rui Vieira Nery, manifesta-se preocupação pelo "vazio de poder agora criado no São Carlos, com o anúncio da contratação de um director ausente, que pouco mais poderá assegurar do que uma função de programador itinerante". A esta situação soma-se o facto de o vazio acontecer "num momento crucial da fusão do teatro com a Companhia Nacional de Bailado no quadro do novo figurino orgânico da Opart (Organismo de Produção Artística), cujas linhas gerais ainda se desconhecem".
No mesmo documento, os Amigos do São Carlos confessam-se "apreensivos" no que toca às linhas gerais esboçadas pelo Ministério da Cultura para o futuro do único teatro lírico do país: "Os objectivos de um teatro nacional português integrado na rede europeia de produção operática não podem confundir-se com a missão específica de um espaço de formação avançada e profissionalização para jovens intérpretes".
Recorde-se que o secretário de Estado da Cultura, Mário Vieira de Carvalho, referiu, numa conferência de imprensa realizada ontem em Lisboa, pretender "a captação de novos públicos" e "oportunidades para jovens artistas", apostando "nos portugueses que ainda não chegaram à ópera".
Por fim, critica-se a vontade expressa da tutela de multiplicar o número de récitas, o que "só seria possível com meios orçamentais que consabidamente o Ministério não está em condições de garantir, a não ser à custa da degradação acentuada do nível qualitativo das produções".
EXPRESSO

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FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA E VÍDEO DE FAMALICÃO

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março 18, 2007

ALL...GARVE - PORTUG...ALL

All...garve
Ministro da Economia muda o nome ao Algarve

O Governo português vai investir, só este ano, nove milhões de euros na promoção e realização de eventos no Algarve. E, para vender melhor a região, o Governo aprova e paga uma mudança do nome de português para "um género" de inglês.
...............................
O PAÍS RELATIVO

País por conhecer, por escrever, por ler...

*
País purista a prosear bonito,
a versejar tão chique e tão pudico,
enquanto a língua portuguesa se vai rindo,
galhofeira, comigo.
*
País que me pede livros andejantes
com o dedo, hirto, a correr as estantes.

*
País engravatado todo o ano
e a assoar-se na gravata por engano.

*
País onde qualquer palerma diz,
a afastar do busílis o nariz:
-Não, não é para mim este país!
mas quem é que bàquestica sem lavar
o sovaco que lhe dá o ar?
*
Entrecheiram-se, hostis, os mil narizes
que há neste país.
*
País do cibinho mastigado
devagarinho.
*
País amador do rapapé,
do meter butes e do parlapié,
que se espaneja, cobertas as miúdas,
e as desleixa quando já ventrudas.
*
O incrível país da minha tia,
trémulo de bondade e de aletria.
*
Moroso país da surda cólera,
de repente que se quer feliz.
*
Já sabemos, país, que és um homenzinho...
*
País tunante que diz que passa a vida
a meter entre parêntesis a cedilha.
*
A damisela passeia
no país da alcateia,
tão exterior a si mesma
que não é senão a fome
com que este país a come.
*
País do eufemismo, à morte dia a dia
pergunta mesureiro: - Como vai a vida?
*
País dos gigantones que passeiam
a importância e o papelão,
inaugurando esguichos no engonço
do gesto e do chavão.

E ainda há quem os ouça, quem os leia,
lhes agradeça a fontanária ideia!
*
Corre boleada, pelo azul,
a frota de nuvens do país.
*
País desconfiado a reolhar para cima
dum ombro que, com razão duvida.
*
Este país que viaja a meu lado,
vai transido mas transistorizado.
*
Nhurro país que nunca se desdiz.
*
Cedilhado o cê, país, não te revejas
na cedilha, que a palavra urge.
*
Este país, enquanto se alivia,
manda-nos à mãe, à irmã, à tia,
a nós e à tirania,
sem perder tempo nem caligrafia.
*
Nesta mosquitomaquia
que é a vida,
ó país,
que parece comprida!
*
A Santa Paciência, país, a tua padroeira,
já perde a paciência à nossa cabeceira.
*
País pobrete e nada alegrete,
baú fechado com um aloquete,
que entre dois sudários não contém senão
a triste maçã do coração.
*
Que Santa Sulipanta nos conforte
na má vida, país, na boa morte!
*
País das troncas e delongas ao telefone
com mil cavilhas para cada nome.
*
De ramona, país, que de viagens
tens, tão contrafeito...
*
Embezerra, país, que bem mereces,
prepara, no mutismo, teus efes e teus erres.
*
Desaninhada a perdiz,
não a discutas, país!
Espirra-lhe a morte pra cima
com os dois canos do nariz!
*
Um país maluco de andorinhas
tesourando as nossas cabecinhas
de enfermiços meninos, roda-viva
em que entrássemos de corpo e alegria!
*
Estrela trepa trepa pelo vento fagueiro
e ao país que te espreita, vê lá se o vês inteiro.

Hexágono de papel que o meu pai pôs no ar,
já o passo a meu filho, cansado de o olhar...
*
No sumapau seboso da terceira,
contigo viajei, ó país por lavar,
aturei-te o arroto, o pivete, a coceira,
a conversa pancrácia e o jeito alvar.

Senhor do meu nariz, franzi-te a sobrancelha;
entornado de sono, resvalaste para mim.
Mas também me ofereceste a cordial botelha,
empinada que foi, tal e qual clarim!

(Feira Cabisbaixa – 1965)
Alexandre O’neill

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março 16, 2007

STEVEN ISSERLIS - LONDON GUILHERMINA SUGGIA AWARD 1970

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“As far as I remember, I received the Suggia award for a few years from 1970 onwards. It was exciting, because it was the first time I had received any sort of high-level award (and I was very conscious that one of the previous recipients had been Jacqueline du Pré); and it was also very helpful, because it enabled me to continue lessons with my wonderful teacher Jane Cowan." (Steven Isserlis- 13 de Março de 2007)

This was one of the great concerts of the season – of any season during my 10 years in Washington…and it was cellist Isserlis who was the guiding spirit behind the evening. Everything was right:…the fervency, delight and wildness with which the music was played…one had that rare and thrilling sense that the music, although obviously meticulously rehearsed, was being discovered, explored, caressed and exalted as though it were all brand-new.”The Washington Post, 18 December 2006

Steven Isserlis is a remarkable cellist whose commitment to and obvious pleasure in music making is an inspiration to audiences and fellow-musicians. His artistic profile is characterised by a uniquely beautiful sound, a diverse choice of repertoire, a passion for finding neglected works, and above all, empathy with the music he plays.

Steeped in music from birth  his grandfather was the Russian pianist and composer Julius Isserlis, while older branches of his family tree have a direct line to Felix Mendelssohn  Steven Isserlis has communicated through music from an early age. In his 11th year as Artistic Director of IMS Prussia Cove in Cornwall - a role he inherited from founder Sándor Végh - this energy and passion for communicating and educating is evident in the annual master classes and chamber music sessions that he leads each April and September. In 2000 Steven commissioned Unbeaten Tracks, a collection of eight contemporary miniatures for the cello aimed at children and amateur cellists, and in the following year wrote Why Beethoven Threw the Stew, biographical stories of six composers aimed at a young audience. The book has since been translated into Chinese, Japanese, Korean, Serbian, Russian, German and underwent 4th printing in English earlier in 2005. A second instalment, entitled Why Handel Waggled His Wig, was published in May 2006, coinciding with his latest record release, Children’s Cello, an album of music for young cellists.

Steven’s consuming interest in music extends through performance and teaching to a fascination with musicological research. Performances of rarely heard works pepper his schedule and he frequently brings his knowledge of the repertoire to bear in devising festivals and concert series for which he gathers around him musical friends such as Joshua Bell, Stephen Hough, Olli Mustonen, Tabea Zimmermann, as well as actors Barry Humphries and Simon Callow. His festivals surrounding the music of Schumann, Mendelssohn, Brahms, Frühling, Taneyev, and Saint-Saëns in Europe, North America, and the Far East have earned him a unique following and respect amongst colleagues. As an unofficial leader figure for British instrumentalists, Steven’s appearances on BBC Newsnight, BBC Radio 4 and letters in the Times and the Evening Standard in September 2006 played a pivotal role in reversing British Airport Authority’s stance towards forbidding musicians to bring instruments onboard.

As a soloist, Steven has travelled the world and performed with leading orchestras including the Berlin Philharmonic, Chicago Symphony, Cleveland Orchestra, Czech Philharmonic, Deutsche Symphonie Orchester Berlin, London Philharmonic Orchestra, London Symphony Orchestra, Los Angeles Philharmonic, Mahler Chamber Orchestra, Minnesota Orchestra, Philharmonic Orchestra, and the San Francisco Symphony Orchestra. His interest in period ensembles is reflected in appearances with the Orchestre Revolutionnaire et Romantique, La Stagione Frankfurt, the Orchestra of the Age of Enlightenment and the Academy of Ancient Music. Steven collaborates with a wide range of conductors including Vladimir Ashkenazy, Sir Colin Davis, Charles Dutoit, Mikko Franck, John Eliot Gardiner, Christopher Eschenbach, Daniel Harding, Paavo Järvi, Lorin Maazel, Roger Norrington, Mstislav Rostropovich, Leonard Slatkin, and Sakari Oramo, with whom he made his debut with the New York Philharmonic Orchestra in 2002.

Isserlis brings his musicological enthusiasm into the recording studio with CD’s such as Forgotten Romance, Cello World, a disc of trios by Brahms, Schumann and Frühling and a recording of Saint-Saëns' Cello Concerto No. 2. Steven’s recordings of Tavener's The Protecting Veil (which won a Gramophone Award) and Svyati were separately nominated for the Mercury Music Prize; his recording of the Haydn Concerti won a Classic CD Award and, in common with Cello World and Forgotten Romance, was nominated for Gramophone Award. The Schumann Cello Concerto with Christopher Eschenbach and Steven’s CD of works by Janacek, Prokofiev and Shostakovich with Olli Mustonen were awarded the Deutsche Schallplattenpreis. His performance of the Elegie from the complete cello and piano works of Gabriel Fauré was featured in the 2004 remake of the classic Hollywood thriller, Manchurian Candidate. In October 2005, Steven re-recorded the Brahms Cello Sonatas as well as works for cello and piano by Dvořák and Suk for Hyperion Records. The disc rapidly garnered acclaim and was voted the Listeners’ Disc of Year on the popular BBC Radio 3 “CD Review” programme. In May 2007, Steven will release the complete Solo Cello Suites of Bach on Hyperion.

In 1998 Steven’s passion for all things musical was recognised by a CBE in the Birthday Honours list. He is an honorary member of the Royal Academy of Music, and in 1993 received both the Piatigorsky Award in the US and the Royal Philharmonic Society Award. Steven was awarded the Schumann Prize of the City of Zwickau (Schumann's birthplace) in 2000, a Classic FM Red f Award (2001) for his contribution to making classical music more popular, and the 2002 Time Out Classical Music Award. His performance of Carl Vine’s new cello concerto at the Sydney Opera House in 2004 was awarded the ‘Best Performance of an Australian Composition’ in the 2005 ABC (Australian Broadcasting Corp.) Awards.

Extra-musical enthusiasms include the novels of Wilkie Collins and R C Hutchinson, the films of the Marx Brothers and Indian food!

The Nippon Music Foundation of Japan has kindly loaned the Feuermann Stradivarius of 1730 to Steven Isserlis.


For more information: www.stevenisserlis.com


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março 15, 2007

CCB - PEQUENO AUDITÓRIO-18 de MARÇO - 21 horas

CCB
18 de Março de 2007, Domingo
21h00 | Pequeno Auditório

Salvatore Sciarrino Ommagio a Burri
Giacinto Scelsi Quarteto de cordas nº 4
----------------------
Franco Donatoni Alamari
António Pinho Vargas Monodia Quasi un requiem

ORCHESTRUTOPICA
Co-apresentação: CCB / Orchestrutópica

Publicado por vm em 07:27 PM | Comentários (0)

LER DEVAGAR - 16/03 - 21,30 h "DO INDÍGENA AO IMIGRANTE"

O Le Monde Diplomatique - edição portuguesa organiza um debate sobre o tema do dossiê da edição de Março de 2007: "Do indígena ao imigrante".O debate, com a presença dos autores Alfredo Margarido, Bruno P. Dias, Cláudia Castelo, Hugo Maia, Miguel B. Jerónimo e Nuno Domingos, decorrerá na sexta-feira, 16 de Março de 2007, na livraria Ler Devagar, começando pelas 21h30.

Publicado por vm em 07:11 PM | Comentários (0)

março 13, 2007

DISCOURS de PAU CASALS A L'ONU 24/10/1971

Casals na ONU 2.jpg

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março 12, 2007

MovART -MOVIMENTO DE DEFESA DO ENSINO ARTÍSTICO

Pela Universalidade do Ensino Artístico;
Pelo direito dos estudantes ao acesso a um ensino artístico profissional e amador de qualidade;
Pela defesa do Ensino Supletivo;
Pela defesa da Escola de Música do Conservatório Nacional;
Apelamos à mobilização de todos e todas na luta que se irá desenrolar nos próximos meses.


MOVARTE, Movimento de Defesa do Ensino Artístico
mvarte@gmail.com
http://movarte.wordpress.com

Na sequência de movimentações públicas do Ministério da Educação (ME) que põem em causa a igualdade e a universalidade do acesso ao ensino de música e à sua profissionalização, a MovArte constitui-se como Movimento de Defesa do Ensino Artístico.
As ameaças públicas do ministério ao ensino supletivo e à própria existência dos Conservatórios obrigaram já a uma tomada de posição de defesa e luta por parte da direcção da Escola de Música do Conservatório Nacional (EMCN) em Lisboa.
O ensino supletivo (ensino musical em regime extra-escolar que engloba 75% dos alunos) permite o acesso ao ensino artístico de qualidade por parte de todos os jovens, seja como complemento legítimo à sua educação e formação pessoal, seja como investimento sério e responsável numa perspectiva de futuro profissional, tendo contribuído para a formação de inúmeras gerações de músicos de que são exemplo: Maria João Pires, Mário Laginha, Jorge Palma e muitos outros.
A formação de qualidade está directamente ligada à existência de massa crítica de alunos e professores que permitem uma grande diversidade de experiências, e qualquer reestruturação contrária tem óbvios resultados negativos para o ensino musical (por exemplo, a EMCN tem um universo de 800 estudantes, se 600 deles forem impedidos de continuar os seus estudos o ambiente criativo é prejudicado). A também expressa vontade do ministério de impôr propinas aos alunos do ensino supletivo (numa confusa reestruturação fora dos conservatórios) só vem restringir o carácter de universalidade rendendo-se a uma óptica estritamente economicista sem qualquer resultado benéfico para o ensino artístico nem para a população.
No caso da EMCN esta situação é agravada pela óbvia pressão do ME para a deslocalização da escola para fora do centro da cidade, acentuando o despovoamento que já se iniciou com a saída das escolas de cinema, teatro, arquitectura, a anunciada saída da Escola Superior de Música, e a sempre adiada saída da Escola de Belas Artes, numa estratégia de planeamento que vai contra todas as políticas de revitalização da Baixa - Chiado e contra o direito dos estudantes de todos os pontos do país, de Lisboa e subúrbios, a usufruírem do centro cultural da cidade, deixando o edifício expressamente construído para escola de artes, hoje EMCN, à mercê de uma apetecível especulação imobiliária.


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março 10, 2007

CONFERÊNCIA - TEATRO DE SÃO CARLOS- 12 de MARÇO - 18,30 H

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Com:

ANITA MERCIER - professora da Juilliard School de Nova Iorque ( estudiosa e biógrafa de Guilhermina Suggia. Irá ser publicada no próximo ano, em Londres por Ashgate Publishing "GUILHERMINA SUGGIA: THE LIFE OF A CELLIST", de sua autoria

ISABEL MILLET - escritora - filha da aluna testamentária de Guilhermina Suggia, Isabel Cerqueira Millet, escreve uma trilogia sobre a vida da grande violoncelista

PAULO GAIO LIMA - violoncelista - aluno de Madalena Sá Costa (aluna de G.Suggia) e vencedor do Prémio Suggia-Porto 1979 - participação musical ao vivo


Apoio da FLAD- Fundação Luso-Ameriana para o Desenvolvimento e do TNSC

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março 09, 2007

GRANDE COLAR DA ORDEM MILITAR DE SANTIAGO DE ESPADA DO MÉRITO LITERÁRIO, CIENTÍFICO E ARTÍSTICO E DUAS CONDECORAÇÕES EM FAIXA E ALFINETE

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Prata, prata dourada e esmalte vermelho e verde
Condecoração concedida a GUILHERMINA SUGGIA em 1937. que a legou ao Conservatório de Música do Porto.
do catálogo da exposição "SUGGIA, O VIOLONCELO" que decorre na Casa-Museu Guerra Junqueiro até final de Março

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março 08, 2007

GUY JOHNSTON - LONDON GUILHERMINA SUGGIA GIFT

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Named BBC Young Musician of the Year in 2000, cellist Guy Johnston “has already forged a place as one of the country's most promising and distinctive cellists” (The Strad 2004). During Guy’s early musical development, he won a number of awards, including the Shell/LSO Gerald Macdonald Prize, the Musicians Benevolent Fund Award and the Suggia Gift. In 2001 (at the age of 20), he became the youngest artist ever to open the Proms season at the Royal Albert Hall, performing Elgar's Cello Concerto with the BBC Symphony Orchestra/Leonard Slatkin. In 2002, he was voted winner of the BRIT Award for Best British Newcomer (for his recording of Karl Jenkins’ Armed Man - Mass of Peace on Virgin Classics).

Guy made his London debut in February 2001 at the Barbican Hall, performing the Schumann Concerto with the English Chamber Orchestra and has since appeared with the London Philharmonic Orchestra/Foster, BBC Philharmonic, City of Birmingham Symphony Orchestra, the BBC Scottish Symphony Orchestra and the Royal Philharmonic Orchestra/Gatti. Guy has also steadily been building his international reputation, recently performing with the Orchester der Hessischer Rundfunk/Ticciati, Lithuanian National Philharmonic and the Musikkollegium Winterthur/Burbayev, as well as touring to Japan and the Far East. Upcoming invitations include a UK tour with the St. Petersburg Academic Symphony Orchestra and engagements with the Royal Scottish National Orchestra, the BBC Philharmonic, the Gavle Symphony Orchestra and the Deutsches Sinfonie Orchester, Berlin/Deutschland Radio.

A committed recitalist and chamber musician, Guy is a member of the Aronowitz Ensemble, which has recently been invited onto the prestigious BBC New Generation Artists Scheme. Alongside collaborations with the Endellion and Szymanowski Quartets, Guy performs at many festivals throughout the UK and abroad, including the Moritzburg, Delft, and Cheltenham Festivals and the City of London Festival, and he can regularly be heard on BBC Radio 3 and Classic FM. As a recitalist, upcoming and recent engagements include performances at Wigmore Hall, Bridgewater Hall and the Louvre in Paris. Guy will also give a recital at the 2007 Manchester Cello Festival.

Born in 1981, Guy began cello lessons at the age of five. He trained with Steven Doane at the Eastman College of Music in Rochester, New York, where he won the concerto prize (performing with the Rochester Philharmonic Orchestra) and also gained the performance certificate He subesquently continued his studies with Ralph Kirshbaum.

Guy plays on a rare cello made by Pellizon dated 1820.

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março 07, 2007

CÍRCULO DE CULTURA MUSICAL DO PORTO- TEATRO RIVOLI - 27 de JANEIRO DE 1943

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GUILHERMINA SUGGIA, violoncelista.MALCOLM SARGENT, chefe de orquestra. ORQUESTRA SINFÓNICA NACIONAL. O programa deste concerto incluia o concerto para violoncelo e orquestra de Dvorak e parte do concerto para violoncelo e orquestra de Saint-Saëns.
(do catálogo da exposição "SUGGIA, O Violoncelo" que decorre na Casa-Museu Guerra Junqueiro até final de Março)

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março 06, 2007

SUITES IN MEMORIAM BÉLA BARTÓK, de FERNANDO LOPES-GRAÇA, por ANTÓNIO ROSADO

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António Rosado e Sérgio Azevedo apresentam dias 7, 10, 11 e 13 de Março, o novo CD duplo com a integral das 8 Suites in Memoriam Béla Bartók, de Fernando Lopes-Graça, nas FNAC's.
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A apresentação consistirá em alguns comentários de Sérgio Azevedo, e um pequeno recital com excertos das obras, por António Rosado. Cerca de 35'.
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Dia 7 (quarta-feira)
FNAC Chiado às 18:30
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Dia 10 (Sábado)
FNAC Porto Santa Catarina às 18:00
FNAC Gaia Shopping às 22:00
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Dia 11 (Domingo)
FNAC Norte Shopping às 18:00
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Dia 13 (terça-feira)
FNAC Colombo às 19:00
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março 05, 2007

GUILHERMINA SUGGIA - Conferência - TEATRO SÃO CARLOS - 12 de Março às 18,30h

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A ANTENA 2 e a ASSOCIAÇÃO GUILHERMINA SUGGIA promovem no Teatro Nacional de São Carlos (foyer) uma conferência acerca da vida e obra de GUILHERMINA SUGGIA (1885-1950).

CONFERENCISTAS:

- ANITA MERCIER (professora da prestigiada JUILLIARD SCHOOL de Nova Iorque), que escreve uma biografia sobre Guilhermina Suggia (Guilhermina Suggia:The Life of a Cellist), a editar em Londres por Ashgate Publishing, no próximo ano;


- ISABEL MILLET (escritora e filha da aluna e testamentária de Guilhermina Suggia ISABEL CERQUEIRA) que escreve uma trilogia sobre Guilhermina Suggia.


PARTICIPAÇÃO MUSICAL (ao vivo):

- PAULO GAIO LIMA, violoncelista (aluno de Madalena Sá Costa, uma das alunas de Suggia, e vencedor do PRÉMIO SUGGIA no PORTO em 1979)

A viagem da Prof Anita Mercier é patrocinada pela FLAD - Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento.

Agradecemos o apoio dado pela Direcção do TNSC

CONVIDAMO-LO A DIVULGAR E A ESTAR PRESENTE NO DIA 12 de Março às 18,30h no TEATRO NACIONAL DE SÃO CARLOS

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março 02, 2007

ATELIER DE LEITURA PARA JOVENS COMPOSITORES - ORQUESTRA DO ALGARVE

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A Orquestra do Algarve tem a honra de promover, na área das novas músicas, a primeira edição do Atelier de Leitura para Jovens Compositores. Com a coordenação do compositor Luís Tinoco, a OA irá organizar sessões de leitura de novas obras orquestrais com o objectivo de dar a conhecer o trabalho de jovens compositores em início de carreira.
http://www.orquestradoalgarve.com

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março 01, 2007

AMARYLLIS FLEMING - ALUNA DE GUILHERMINA SUGGIA

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Amaryllis Fleming was born on December 10, 1925, and died in 1999 on July 27. She has been represented by some in the media as a "flame-haired femmefatale who happened to play the cello," but she was actually an excellent cellist, both as a performer and as a teacher.

Her youth was emotionally difficult. Amaryllis' mother was Eve Fleming, a Chelsea hostess and the widow of a war hero, and the god-daughter of a princess. Eve had studied the violin with the sisters Adila Fachiri and Jelly d'Aranyi. She had three children: Amaryllis, Peter and Ian. Peter became a well-known travel writer and Ian created James Bond (007).

Amaryllis had an unhappy relationship with her mother, who even told her falsely that she was not her real mother. But at the age of 23 she was informed by the painter Augustus John that she was his daughter, and that Eve was indeed her mother.
She started playing the piano at three and at nine asked if she could learn the violin, but Amaryllis' mother directed her to study the cello. In 1987 she was sent to Downe House school in Berkshire as a boarder, but travelled to London for occasional lessons with John Snowden at the Royal College of Music (RCM), where she made speedy progress. At 15 she made her first radio broadcast on the BBC's Children's Hour.
By the time she left school in 1941, her mother had moved to Sutton Courtenay, Berkshire. Amaryllis played in the Oxford Amateur Orchestra whose conductor, Thomas Armstrong, suggested she go back to Downe House to complete her education. She acquiesced but later looked back on her time at school as 'six ghastly years, the unhappi- est days in my life. I was always playing the cello at the wrong time and always getting ticked off because I was always late for everything. You see, while I was playing I never heard the bells.'
At 17 she won a scholarship to study full-time at the RCM with Ivor James. In in 1944 she played the Elgar Concerto with the augmented Newbury String Players.
She also studied with Pierre Fournier in Paris, who offered her free tuition, and became a close personal friend. 'He opened my eyes to the immense possibilities of colour, nuance and phrasing,' Fleming told the writer Margaret Campbell, 'particularly in regard to bowing technique which enabled me to acquire a palette of far greater variety.' She also studied with Guilhermina Suggia, Gaspar Cassado and Enrico Mainardi. In Prades she studied the Schumann Concerto with Casals.

In 1953 she made her Proms debut playing the Elgar with the Halle' Orchestra. By this time she rated alongside Anthony Pini as one of the top British cellists.
In the late 1950's Fleming purchased first a Guarneri and then a 1717 Stradivari. She became the major advocate after Piatigorsky of the new Walton Concerto and premiered a number of works, including the Tre Pezzi by Matyas Seiber, which she played at the Cheltenham Festival with Barbirolli conducting, and the sonatas by Arnold Cooke and Peter Racine Fricker.
By the early 1960s she at last felt ready for the Bach Suites. Acquiring a facsimile of the Anna Magdalena Bach manuscript, she had a small 1610 Amati cello refitted with five strings - as it had originally been made - so that she could play the Sixth Suite as written. 'She was very much ahead of her time in Bach,' says her pupil Jane Salmon of the Schubert Ensemble of London. 'She was interested in making it really dance, before the period instrument movement.' Moncrieff describes Fleming's Bach as 'life enhancing'.
As she grew older, and less interested in concertizing, she also fell under the shadow of the fame of Jacqueline du Pre, the rising young cello star. Fleming concentrated on chamber music, but still made a few solo appearances. In 1968 she played Dvorak's First Concerto at the Wigmore Hall, where her lovely tone could be heard to full effect. That same year she formed the Fleming String Trio with the violist Kenneth Essex and the violinist Granville Jones (replaced, after his death in a car crash, by Emanuel Hurwitz).
A stroke in 1993 left her weakened. She fought her way back to health and concentrated on her teaching. 'She was an extraordinary teacher, with a prodigious memory for how a student had played one or two years earlier,' says Michal Kaznowski of the Maggini Quartet. 'A lesson with her was fundamental in changing my bowing arm.'
Salmon found her 'very supportive and broad-minded' and Nicholas Roberts, son of Bernard, said 'She was incredibly positive and you could get nothing past her because she had the most amazing ear. You would get an absolute roasting but it would be done with gales of laughter. She had a sparkling sense of humour and would always keep you buoyant. She had the utmost integrity - there was a musical reason for everything she did.'
Indeed Fleming once told an interviewer: 'Playing the cello is part emotion, part intellectual and part move- ment. Its all-consuming.'
After a trip to Bhutan in the early 90s Fleming became interested in Buddhism. In 1997 she had an audience withthe Dalai Lama, and weeks before her death she dragged herself from a clinic near Reading - where she was recuperating from major surgery - to have another meeting with him in London. 'She was still the same flamboyant, extrovert person, the same engaging personality, but her focus changed,' says Salmon. 'She had always had this tremendous seriousness - and of course she had her fighting spirit to the end.
Fleming was all but ignored by the record companies, but it is possible that BBC tapes of her piano trio exist. The BBC made studio recordings of her playing all six Bach Suites. 'She was such a perfectionist that she made very few records,' says Salmon.

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