maio 30, 2006

A GALIZA RECLAMA UMA RUA COM O NOME DE JOSÉ AFONSO

Rúa para o Zeca Afonso:
( Asina o formulario de adhesións )


D. Xosé A. Sánchez Bugallo
Alcalde de Santiago de Compostela

Sr. Alcalde:

O pasado día 23 de febreiro cumpríronse 19 anos da morte en Setubal (Portugal) do artista portugués José Afonso. Músico, poeta e cantor, José Afonso acadou en tódalas súas actividades artísticas un nivel de calidade que o levou a ser considerado como unha das máis importantes figuras da música popular mundial.

José Afonso foi ademais un home solidario, un loitador incansable pola liberdade e un exemplo de compromiso cos máis desfavorecidos, mantendo ó longo da súa vida unha traxectoria éticamente exemplar.

José Afonso foi ademais un gran amigo de Galicia. Viaxou ó noso país en numerosas ocasións cantando en diversas cidades, entre elas Santiago, mantendo contactos con intelectuais e artistas e exercendo unha importante influencia na música galega.

A súa presencia xenerosa en intres de enorme dificultade para o noso país foi unha lección de solidariedade que non podemos nin debemos esquecer.

Estes motivos abondarían para que José Afonso fora merecedor de respecto e admiración por parte de tódolos galegos. Pero José Afonso escolleu ademais a cidade de Santiago para interpretar por vez primeira en público con carácter de estrea mundial a súa canción “Grândola, vila morena”, no recital celebrado no Burgo das Nacións na tarde do 10 de maio de 1972. Esa canción converteríase, sen el sabelo nin pretendelo, dous anos máis tarde no sinal e símbolo da Revolución do 25 de abril, que derrubou á dictadura e devolveu a liberdade ó pobo portugués nun dos acontecementos máis fermosos da historia contemporánea.

A canción “Grândola, vila morena” e a figura de José Afonso representan pois os mellores anceios de liberdade, igualdade e fraternidade que aniñan nos corazóns de tódolos demócratas, sentimentos que temos a obriga de promover e defender.

Por estes motivos, considerando que a nosa cidade ten unha débeda de gratitude con José Afonso, dirixímonos a Vde. para solicitar que promova as accións necesarias a fin de que o Concello de Santiago adopte o acordo de dar o nome de José Afonso a unha rúa ou praza da cidade.

Os promotores e asinantes desta proposta queremos expresar ó Sr. Alcalde e ó Concello de Santiago a nosa vontade de colaborar nesta iniciativa na medida das nosas posibilidades, poñéndonos á total disposición das autoridades municipais.

Santiago, a 5 de maio de 2006.

Para calquera pregunta ou suxerencia,
poñédevos en contacto con calquera dos “promotores”:

Xoán Guitián: 981.563100-Ext.14275 xguitian@hotmail.com

Benedicto García: 981. 548112 benegv@yahoo.es

Arturo Reguera López: arturoreguera@gmail.com

Ou no blog: http://www.blogoteca.com/chiscandounollo/



Publicado por vm em 01:55 PM | Comentários (0)

maio 29, 2006

SUGGIA COM DOIS DOS SEUS CÃES, NA QUINTA DOS GIRASSÓIS, EM BARREIROS DA MAIA

A2.jpg
(CEdido por Isabel Millet)

Publicado por vm em 10:20 AM | Comentários (0)

maio 27, 2006

A CASA DE ANTÓNIO NOBRE, NO PORTO - CLASSIFICADA, MAS EM RUÍNAS

Mário Cláudio (entrevista ao Público de 24.5.2006):

"...gritante é o estado de total abandono em que se encontra a casa onde morreu António Nobre, na Avenida do Brasil, que está a ameaçar ruína. Bem sei que o imóvel está classificado, mas isso não terá nenhuma eficácia no caso de o edifício ruir e é apenas disso que o proprietário está à espera, para depois
vender a casa. Era mais útil se a Câmara desse protecção a este imóvel e
criasse algo semelhante à Casa Fernando Pessoa. O espólio do Nobre está a
degradar-se em gavetões na biblioteca e podia servir para constituir ali um
núcleo museológico e um espaço onde se discutisse literatura".


VM- Pois claro! Que raio de país é este? Deviam entrar também nos "livros de Recordes" o estado de abandono, destruição em que se encontram os nossos bens. EStamos, certamente, no topo.

TODOS TEMOS CULPA. Somos nós que elegemos as autarquias, os governos. Ou nos abstemos, o que aumenta as culpas. Somos nós que passamos todos os dias por bens que chegam a ruir ou são destruídos - como aconteceu recentemente com a CASA ONDE VIVEU E MORREU GARRETT, em Lisboa, sem que façamos o que quer que seja para que esses bens sejam preservados. São bens que nos pertencem e que nós deixamos destruir. A nossa obrigação não é só votar. É também, e sobretudo, exigir que os nossos bens sejam preservados. Lutar contra a corrupção.

Esperemos que a CASA DE GUILHERMINA SUGGIA não chegue à destruição. Haverá responsáveis!

Publicado por vm em 10:22 AM | Comentários (2)

maio 25, 2006

Coro Ricercare e Sinfonietta de Lisboa

Jovens compositores portugueses - primeiras audições absolutas
Sábado, 27 de Maio de 2006 - 21h30
Sociedade de Geografia de Lisboa
Entrada livre
Direcção: Pedro Teixeira e Vasco Pearce de Azevedo

Programa

1ª parte
Coro Ricercare

Ó, ó, menino ó (Nozedo de cima, Trás-os-Montes) Fernando Lobo
José embala o menino (Monsanto) *** Fernando Lobo
Verdes são os campos * Fernando Lobo
Ave Maria Vasco Mendonça
Amor a Mib M que tudo * José Luís Ferreira
Cantiga da Roda (Dornelas do Zêzere, Pampilhosa da Serra) Eugénio Rodrigues
Ave Maria Gonçalo Lourenço
Os passos da romaria * Gonçalo Lourenço
Nossa Senhora do Souto (Donas – Beira Alta)
O Senhor da Serra é Meu (Ribatejo)
Senhora Santa Luzia (Beira Alta)
Senhora da Póvoa (Atalaia do Campo – Beira Alta)

2ª parte

Coro Ricercare e Sinfonietta de Lisboa

Ó meu menino * Gonçalo Lourenço
Mar português * Tiago Derriça
Nothing(less) to say… * José Luís Ferreira
O crux ave ** Antero Ávila
Correm turvas as águas deste rio * Fernando Lobo
À memória de Anarda * Pedro Faria Gomes

Coro Ricercare
Direcção: Pedro Teixeira

Sinfonietta de Lisboa
Direcção: Vasco Pearce de Azevedo
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* Primeira audição absoluta
** Primeira audição em Portugal continental
*** Obra estreada pelo Coro Ricercare (2004)


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Publicado por vm em 12:53 PM | Comentários (0)

"O REMORSO DE BALTAZAR SERAPIÃO" de VALTER HUGO MÃE

caros amigos, atentem nas apresentações do meu romance, «o remorso de baltazar serapião», a acontecerem nas feiras do livro de lisboa (sábado, dia 3, 15 h, pequeno auditório da feira do livro, com o pedro sena-lino)
e porto(sábado, dia 10, 16.30h, café literário da feira do livro, com o jorge pinho). apareçam, não me deixem lá sozinho.

valter

Publicado por vm em 09:52 AM | Comentários (0)

maio 24, 2006

A PÉROLA DO BOLHÃO

Perola do Bolhao.jpg
Mercearia inaugurada no séc XIX, ainda hoje existe, no mesmo local - Rua Formosa - bem perto da Confeitaria do Bolhão.
Locais frequentados por Guilhermina Suggia

Publicado por vm em 11:25 AM | Comentários (0)

maio 21, 2006

POSTAL DE PAI AUGUSTO PARA FILHA GUILHERMINA

A-postal1.jpg

"Porto. 22-10-1926 Cása da Alegria

Querida Guilhermina

Não tenho escripto por não haver, absolutamente, coisa de novidáde. Está tudo bem e todos de saúde, mais ou menos perfeita; graças a Deus, e ao que se cóme e bébe. Todos os géneros tem subido de preço.
Aqui vae uma amóstra do dinheiro, que já tem sahido:

1ª semana (com as contas) 772500
2ª semana 216800
3ª " 357550
4ª " 351300
e esta com os ordenádos 362350
____________

total 2,060,500 rs

E ainda não veio a lenha, por motivo de força maior, vem na próxima semana. Arrecebi o teu postal e fiquei muito contente de saber o resultádo dos 1ºs concertos. Deus, continue a protegerte é o que este pae desêja

Augusto Suggia"
(Cedido por Isabel Millet)

Publicado por vm em 08:13 PM | Comentários (1)

maio 19, 2006

POSTAL DE AUGUSTO SUGGIA A SUA FILHA GUILHERMINA

A- POstal.jpg
"Muitos cumprimentos a mister Hudson, e um amistôso aperto de mão.
Dás-me, sempre grande prazer em me dizeres do resultádo dos concertos e que tens saúde. Amen."

(Cedido por Isabel Millet)

Publicado por vm em 04:59 PM | Comentários (0)

maio 18, 2006

"ORPHEU E EURÍDICE- CNC- SALA SOPHIA DE MELO BREYNER/FRANCISCO DE SOUSA TAVARES

No AMBITO DO TERMO DAS COMEMORAÇÕES DOS 60 ANOS DO CENTRO NACIONAL DE CULTURA, na Rua António Maria Cardoso, 68:

ORPHEU E EURÍDICE dia 24 de Maio às 18,30h

PINTURAS DE GRAÇA MORAIS Ilustradas com poemas de SOPHIA DE MELO BREYNER com momento musical de PEDRO CALDEIRA CABRAL

Publicado por vm em 12:00 AM | Comentários (0)

maio 17, 2006

"DIÁLOGOS COM A TERRA" PINTURAS DE GRAÇA MORAIS

GALERIA RATTON
Rua Academia das Ciências, 2-C

PINTURAS DE GRAÇA MORAIS "DIÁLOGOS COM A TERRA"

Inauguração 3ª-feira, dia 23 de Maio às 22 horas

Publicado por vm em 12:00 AM | Comentários (1)

maio 16, 2006

COMENTÁRIOS

O Blog vai deixar de ter o espaço para comentários, aberto. Quem quiser fazer algum pode enviá.lo através do email. Será, com certeza, afixado no blog.

Todos os oportunistas canalhas podem aproveitar durante algum tempo os postais que lhos permitam fazê-los. ODEIO - ODEIO - ODEIO oportunismos de qualquer espécie e há sempre uma altura em que ficamos cheios. Eu não tenho tempo para dar a bandidos.

Publicado por vm em 12:19 AM | Comentários (0)

maio 15, 2006

FERNANDO LOPES GRAÇA – PERSPECTIVAS DE UMA OBRA -VII SEMANA ABERTA DA ESCOLA DE MÚSICA DO CONSERVATÓRIO NACIONAL - VII SEMANA ABERTA DA ESCOLA DE MÚSICA DO CONSERVATÓRIO NACIONAL

SALÃO NOBRE do CONSERVATÓRIO NACIONAL, 4ª FEIRA, DIA 17 DE MAIO, ÀS 21 HORAS

FERNANDO LOPES GRAÇA PERSPECTIVAS DE UMA OBRA

Variações sobre um tema popular português para piano

Cinco Canções Populares para voz e piano
1. Márcia bela
2. Eu fui à terra do bravo
3. Ó meu bem se tu te fores
4. Rua abaixo, rua acima
5. Leva arriba, nossa gente

In memoriam Bela Bartók - Suite V para piano
1. Prelúdio
2. Vesperal
3. Contradança
4. Barcarola
5. Loa
6. Tocatina

- intervalo -

Catorze anotações para quarteto de arcosCanto de amor e de morte para quarteto de arcos e piano


FICHA ARTÍSTICA

RUI PINHEIRO (piano), RUTE DUTRA (soprano),
QUARTETO DO CONSERVATÓRIO NACIONAL


notas ao programa

A pertinência desta escolha justifica-se em primeiro lugar por estarmos no corrente ano de 2006 a comemorar o centenário do nascimento do compositor, com a proposta de apresentar, neste recital, vários géneros da sua produção: música para piano solo, canto e piano e música de câmara.
Nesta selecção ficam, igualmente, patentes vários ângulos e matizes estéticos da sua obra: o recurso a material de origem folclórica, a vertente pedagógica e uma outra, mais erudita.

É com as Variações sobre um tema popular português, de 1927, que Fernando Lopes-Graça se assume pela primeira vez como compositor. Esta obra foi dada em primeira audição um ano mais tarde num concerto escolar no Salão Nobre do Conservatório Nacional. Constitui o primeiro contacto do compositor com a canção popular portuguesa, deixando antever todo o trabalho de etnomusicologia que iria efectuar e que iria usar de forma exaustiva na sua produção, como disso são um particular exemplo as Cinco canções populares para voz e piano que se seguem neste recital.

Segue-se a Suite V das Oito Suites Progressivas “In memoriam Bela Bártok” que, a par do Álbum do Jovem Pianista e da Música de piano para crianças constitui um interessante legado de obras que reflectem uma consciência da necessidade de obras pedagógicas que remetam para uma linguagem mais contemporânea.

Numa segunda parte do programa apresentamos duas obras magistrais dos anos 60, que reflectem um período de busca de uma linguagem mais apurada e estilizada, baseada na exploração exaustiva de pequenas células melódico-rítmicas, que certamente o coloca a par das correntes vanguardistas: as Catorze anotações(1966) e o Canto de amor e de morte (1961).


Parece-nos relevante a inclusão de alguns comentários sobre estas obras elaborados pelo musicólogo Mário Vieira de Carvalho:

Certo é que, com a superação dessa crise em 1961, se dá uma viragem ou, se quisermos, um reajustamento da sua trajectória artística. Em obras instrumentais volta¬das para a introspecção, para a reflexão existencial, afirma-se então um novo estilo ou um novo tipo de dis¬curso tendente ao atonalismo e baseado numa escrita dita intervalar (isto é, explorando o poder estruturador de cé¬lulas de intervalos, suas inversões, transposições e retro¬gradações). Esta reaproximação a «um expressionismo dramático de linguagem mais ou menos atonal» - nas palavras do próprio compositor - coloca-o de novo mais perto da Escola de Viena, em convergência, aliás, com os compositores portugueses da geração de Jorge Peixi¬nho (n. 1940). É sintomático que este tenha saudado no Canto de Amor e de Morte (1961), «a obra mais conse¬quente e coerente na relação entre os diversos níveis de organização que a música portuguesa, com toda a vero¬similhança, alguma vez terá logrado» (in CARVALHO 1966). Em Para uma criança que vai nascer (1961), Poema de Dezembro, Concertino para violeta e orques¬tra (1962), Quarteto de cortas n.0 1 (1964), Quatro Bos¬quejos (1965), Concerto da camera col violoncello obli¬gato (1965) e Catorze Anotações (1966) consolida-se essa renovação. Quanto ao carácter aforístico desta última obra - uma novidade em Lopes-Graça - é mais produ¬tivo analisá-lo sob o ponto de vista da apropriação de um estilo com precedentes na fase mais radical (atona¬lismo livre) do expressionismo vienense (rondando 1909 a 1912) do que do ponto de vista da composição com doze sons teorizada por Schoenberg a partir de 1923: o que nela pode sobressair então, ao considerar-se, por exemplo, a construção em espelho da 1.ª e 14.ª Anota¬ções, será menos o parentesco com processos estritamente dodecafónicos do que o esboçar de uma tendência à in¬tegração serial (latente na referida fase do expressionismo radical, aprofundada depois sistematicamente por Webern, retornada com novo grau de consciência pela vanguarda europeia dos anos 50).

Publicado por vm em 11:23 AM | Comentários (0)

maio 11, 2006

LANCAMENTOS DE EDIÇÕES DE OBJECTO CARDÍACO

ESTA SEXTA, DIA 12, A PARTIR DAS 21.30H,
NO PALACETE BALSEMÃO (PRAÇA CARLOS ABERTO, PORTO)
LANÇAMENTO DO LIVRO «OS ANIMAIS ANTIGOS»
DE JOÃO HABITUALMENTE
COM PROJECÇÃO DE VIDEO DA AUTORIA DE NUNO BEIRA SOBRE O AUTOR E A REVISTA PÉ DE CABRA


ESTE SÁBADO, DIA 13, A PARTIR DAS 23H,
NOS MAUS HÁBITOS (RUA PASSOS DE MANUEL, PORTO)
APRESENTAÇÃO DO LIVRO «AS LETRAS COMO POESIA»
DE VITORINO ALMEIDA VENTURA
COM A PARTICIPAÇÃO DE ANADEUS


AS ENTRADAS SÃO LIVRES PARA AMBOS OS EVENTOS
__________________________
objecto cardíaco
Apartado 520, 4480-998 Vila do Conde
telefax. 252 688 359
www.objectocardiaco.pt
www.objectocardiaco.blogspot.com

Publicado por vm em 10:03 PM | Comentários (1)

maio 10, 2006

GUILHERMINA SUGGIA COM ALGUÉM QUE DESCONHEÇO

A.jpg
Se alguém souber quem acompanha Suggia nesta fotografia, seria interessante que no-lo dissesse. Ficamos à espera.
(Cedido por Isabel Millet)

Publicado por vm em 09:48 AM | Comentários (1)

maio 09, 2006

COMENTÁRIOS

Todos os comentários ANÓNIMOS serão apagados do blogue. De igual modo serão apagados os que se servem deste espaço para fazer publicidade. Teremos todo o gosto em postar notícias relacionadas com música (concertos, edições de livros e CD) desde que sejam enviadas através do email do blogue, cabendo-nos a possibidade de escolha para publicação

Publicado por vm em 08:15 PM | Comentários (0)

maio 07, 2006

Ciclo Bolseiros da Fundação Calouste Gulbenkian- BRUNO BORRALHINHO

Bruno Borralhinho – violoncelo

Eriko Makimura – piano

Obras de Ludwig Van Beethoven, Richard Strauss e Alfred Schnittke.

7 de Maio - 12h

Publicado por vm em 12:29 AM | Comentários (0)

maio 04, 2006

NA QUINTA DOS GIRASSÓIS EM BARREIROS DA MAIA

A1.jpg
Guilhermina Suggia , o marido Dr Carteado Mena e uma empregada, na Quinta dos Girassóis, em Barreiros da Maia
(Cedido por Isabel Millet)

Publicado por vm em 11:12 PM | Comentários (0)

maio 02, 2006

GUILHERMINA SUGGIA- COMENDADOR DA ORDEM de S.TIAGO DE ESPADA EM 1937

SANTIAGODEESPADAa.jpg

Publicado por vm em 10:47 AM | Comentários (0)

SANTIAGODESPADA.jpg
No ano de 1937 GUILHERMINA SUGGIA é promovida a Comendador da Ordem de S.Tiago de Espada, de que era oficial desde 1923.
(Cedido por Isabel Millet)

Publicado por vm em 10:41 AM | Comentários (0)