fevereiro 28, 2006

CCB, 4/3/2006 - 21 h

Centro Cultural de Belém

Grande Auditório

Sábado 4. Março 2006 21:00h

António Pinho Vargas
Graffiti [just forms]
Obra encomendada pelo TNSC
Gustav Mahler
Lieder eines fahrenden Gesellen
Béla Bartók
O Mandarim Maravilhoso, op. 19

Orquestra Sinfónica Portuguesa
Soprano Nadja Michael
direcção musical Lothar Koenigs


Publicado por vm em 12:44 AM | Comentários (0)

fevereiro 26, 2006

ENTRE AMIGOS

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Sentado está, penso, o Engº Carlos Beires e GUILHERMINA SUGGIA e, de costas, a pianista Ernestina Silva Monteiro
(fotografia cedida por Isabel Millet)

Publicado por vm em 06:11 PM | Comentários (0)

fevereiro 21, 2006

NA QUINTA DOS GIRASSOIS. Em BARREIROS DA MAIA

BOBOS_1.jpg
(cedida por Isabel MIllet)

Publicado por vm em 10:07 AM | Comentários (0)

fevereiro 20, 2006

ADESÃO À ASSOCIAÇÃO GUILHERMINA SUGGIA

Para aderir à Associação Guilhermina Suggia terá apenas que concordar com os objectivos e estututos da Associação e manifestar esse interesse através de email (suggia.weblog@sapo.pt), ou comentário no blogue. Oportunamente ser-lhe-á enviada uma ficha de inscrição. A quotização de um associado Fundador/Efectivo será de €24,00 anualmente -€2,00 por mês

Publicado por vm em 11:26 AM | Comentários (0)

fevereiro 17, 2006

EMANUEL MOÓR- Suite para 2 Violoncelos

suite 2 vlc.jpg
DEDICATÓRIA A "PABLO E GUILHERMINA CASALS"

Publicado por vm em 01:32 PM | Comentários (0)

fevereiro 16, 2006

Suite para 2 violoncelos de EMANUEL MOÓR

suite p 2 violoncelles.jpg
Obra escrirta por Emanuel Moór, dedicada a Pablo e Guilhermina Casals pelo compositor, e que poderá ser escutada na 2ª-feira, dia 20, num recital tocado, no CCB - Pequeno Auditório - às 19 horas, por Irene Lima e Paulo Gaio Lima, em ~homenagem a Guilhermina Suggia , numa acção conjunta da Antena 2/ Associação Guilhermina Suggia e CCB

Publicado por vm em 05:06 PM | Comentários (0)

fevereiro 12, 2006

MAIS ALGUNS COMPOSITORES DE QUEM SUGGIA INTERPRETOU OBRAS

Sammartini, Veracini, Senaillé, Valentini, Henschel, E.F. Dall Abaco, Sinigaglia, Glazunoff, D'Andrieu, Ravel, Eccles, Desplanes, Cupis de Camargo, Gluck, Kreisler, Francesco Guerini, Ernest Bloch, Pianelli, Frescobaldi, Cassadó, Dohnanye, Piattigorsky, Dittersdorf, Marcello e Joquin Nin, Marie Therese von Paradise, José Maria FRanco, Dupuis, Dandrieu, Rubinstein, Granados, Ernest Halffter, Franck Schmitt, Rimsky-Korsakov, Locatelli, Vianna da Motta, Artur Napoleão, Richard Strauss, Ian White

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fevereiro 09, 2006

A MORTE DE GUILHERMINA SUGGIA NA REVISTA "THE STRAD" de SETEMBRO DE 1950

(NOTÍCIA GENTILMENTE ENVIADA PELA DIRECÇÃO DA REVISTA "THE STRAD")

É com profunda tristeza que noticiamos a morte de GUILHERMINA SUGGIA, uma das primeiras mulheres violoncelistas a ganhar fama internacional, tendo chegado a ser considerada, no mundo dos violoncelistas de concerto, como a segunda maior intérprete logo a seguir a Pablo Casals. Estivera muito recentemente – início de Junho – em Londres, para se submeter a exames médicos e a uma operação que se esperava pudesse curá-la ou deter a evolução da doença. Regressara a Portugal para repouso.
A notícia do seu falecimento é certamente motivo de consternação para os muitos amigos e admiradores que deixou.
Possuidora de um talento excepcional para o violoncelo, estudara na juventude com Julius Klengel (Leipzig), que se encontrava então no apogeu da sua fama.

Neste período sofreu a influência de Casals, com quem veio depois a colaborar em Paris ao longo de vários anos. De Casals adoptou um sentido de estilo que, até então, estava exclusivamente associado ao nome deste violoncelista, adicionando-lhe um temperamento inteiramente pessoal. Era fisicamente muito parecida com a tenista Suzanne Lenglen e, nos movimentos do arco e na precisão da técnica da mão esquerda, havia algo que evocava a visão e o domínio daquela desportista. Foi talvez em obras como o Concerto de Lalo, com o seu espírito meridional, que Suggia atingiu o ponto cimeiro da sua carreira interpretativa, mas a profunda compreensão do classicismo permitia-lhe satisfazer plenamente os entusiastas de Bach ao tocar as grandes suites para violoncelo solo.
Em Inglaterra, onde viveu muitos anos, beneficiou sempre da fidelidade de um vasto público. Quando voltou a tocar neste país, após um período de quase isolamento em Portugal durante a II Guerra Mundial, foi numeroso o público que se precipitou para assistir aos seus concertos. O número de actuações ainda previstas para a próxima temporada demonstra a sua popularidade e a magia associada ao seu nome.
O célebre retrato pintado por Augustus John tornou Suggia conhecida muito para além dos frequentadores de concertos. Mas esta publicidade adicional não teve relevância para a influência que ela exerceu no meio dos violoncelistas; seria extremamente injusto considerar aquele facto determinante para o seu êxito.
Teve a coragem de se afirmar pela sua arte numa época em que poucas jovens no seu país de origem pensavam em iniciar uma carreira em qualquer domínio, e muito menos como solista de um instrumento supostamente masculino como era o violoncelo. Teve a visão necessária para construir um estilo e uma técnica a partir dos melhores ensinamentos a que teve acesso.
Corajosamente, permaneceu uma idealista e ousou regressar à cena num mundo que evoluíra muito desde a grande novidade das suas primeiras actuações. A fama adicional ganha com o retrato de John não lhe teria servido de nada sem a ilimitada admiração que suscitava entre violoncelistas e músicos em geral.
Este aspecto deve ser salientado por todos os que recordam os anos 1920, os anos cimeiros de Suggia; como é natural, em anos subsequentes nem sempre lhe foi possível dar o seu melhor, o que poderia levar os mais jovens a pensar que as gerações mais velhas estavam a transformar Suggia num mito.
Por esta razão, gostaria de resumir em poucas palavras o que as suas admiradoras violoncelistas lhe devem.
Em primeiro lugar, há que agradecer-lhe a inspiração num momento em que dela mais carecíamos: o período da I Guerra Mundial.
Casals tornara-se um ideal para muitos de nós, ainda crianças. Mas com o início das hostilidades ficámos privados do estímulo da sua arte. Muitas de nós encontravam-se numa idade sensível: ainda não éramos estudantes aplicadas, mas tínhamos elevadas aspirações. De algum modo, escutar Suggia fortalecia-nos nos nossos esforços para realizar tais aspirações e na esperança de virmos um dia a pertencer ao mundo das violoncelistas profissionais. As suas interpretações das sonatas de Beethoven e de Brahms pareciam seguir a mesma linha e a mesma forma da leitura de Casals: o seu fraseado possuía muita da clareza que sempre se associava ao de Casals, com um maravilhoso sentido de lógica. Pouco a pouco, à medida que ela se foi integrando na vida musical de Londres, a sua influência irradiou para além do círculo reduzido dos jovens admiradores entusiastas. Suggia contribuiu para estabelecer e manter um padrão.
O modo como se sentava ao tocar era tão simples e natural que todas as escolas de interpretação passaram a preferir a sua postura direita à inclinação sobre o violoncelo. Demonstrou, pelo próprio exemplo, que o violoncelo poderia ser tão elegante para as mulheres como para os homens e produzir um som igualmente forte e viril.
Os seus alunos têm referido as suas maravilhosas lições, marcadas por um extremo rigor em matéria de técnica, a base essencial de qualquer disciplina artística. Contava-se que nunca olhava para o relógio durante as lições, mas concedia a cada estudante o tempo exacto de que este necessitava. Dizia-se que era paciente e escrupulosa em tudo o que se referia ao estilo e conhecimentos. E estes aspectos acabaram por impregnar – consciente ou inconscientemente – o meio violoncelístico do nosso país.

Ao prestar tributo a uma grande personalidade musical há que pensar maduramente em tudo isto. De caminho, pensemos também nas mudanças verificadas no estatuto das violoncelistas desde que GUILHERMINA SUGGIA começou a planear a sua carreira. Recordando esta evolução, importa que aproveitemos os ensinamentos da sua arte, mesmo que ela viva a partir de agora apenas na nossa memória e nos seus discos. O que ela ofereceu à nossa geração poderá, assim, ser transmitido à que se segue.
M.B.S.

Alguém ligado a Madame Suggia por 30 anos de amizade escreve:
A morte de Guilhermina Suggia, causou tristeza em todo o país; ela era não só uma grande intérprete como uma pessoa muito amada.
A sua personalidade cativante será recordada por longos anos, como o serão a generosa simpatia e o encorajamento que sempre dedicou aos músicos jovens e a outros artistas. Estava sempre disponível para os ajudar e aconselhar e jamais limitou o tempo que lhes dedicava.
Madame Suggia amava profundamente a Inglaterra, que considerava um segundo lar. Costumava dizer: “Tenho duas pátrias, Portugal e a Inglaterra. Mas creio que a Inglaterra é a primeira”.
Este amor por Inglaterra ficou demonstrado pela generosa decisão de legar o seu amado Stradivarius a este país. O magnífico instrumento será posto à venda, revertendo o produto apurado para a criação de uma bolsa de estudo a atribuir pela Royal Academy of Music a jovens violoncelistas.

THE STRAD – September 1950 ( tradução de Luís Lopes)

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fevereiro 08, 2006

FUNDAÇÃO ARISTIDES DE SOUSA MENDES

Informamos que na quarta-feira dia 8 de fevereiro pelas 15.30 no escritório do Director Geral da Unesco Senhor Koichiro Matsuura e em presença do mesmo serão entregues os cheques dos 2 concertos realizados na Unesco pelo barítono português Jorge Chaminé em prol da Fundação Aristides de Sousa Mendes e da organização Music in ME (Music in Middle East).

Assistirão à cerimónia a Dra Maria Barroso Soares, presidente da Fundação Sousa Mendes, o Senhor Frans Wolfkamp, director geral de Music in Me, o Senhor Jean Daniel, director do Nouvel Observateur, o Dr. Fernando Nogueira, presidente do BCP, a Senhora Jacqueline Galvez, directora geral do Nouvel Observateur, o Embaixador Duarte Ramalho Ortigão e Jorge Chaminé, barítono, Embaixador da organização Music in ME e impulsionador desta homenagem a Aristides de Sousa Mendes. Recordamos que os dois concertos foram um imenso êxito e que o programa original e cosmopolita foi aclamado pelo crítico e escritor Jean Lacouture :" j'ai été particulièrement heureux que la soirée d'hommage de l'UNESCO soit animée et dominée par un grand artiste portugais, citoyen du monde, Jorge Chaminé, qui, pour mieux saluer son glorieux compatriote, ait réalisé ce soir-là une des plus extraordinaires "performances" dont le vieil amateur de musique que je suis ait été témoin en beaucoup plus d'un demi-siècle… Ainsi celui qui sut braver le nazisme en 1940 était-il honoré par ceux qui tentent, par le moyen de l'art, de revivre aujourd'hui, les conditions de la Paix – et par un grand chanteur de notre temps, qui nous est venu des bords du Douro…"


Com os nossos agradecimentos
Teresa Ferreira
(serviço de comunicação de Sons Croisés)

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fevereiro 07, 2006

NOME de GUILHERMINA SUGGIA DADO À SALA 1 DA CASA DA MUSICA

Em altura de passagem de testemunho, Jorge Vaz de Carvalho sente que a sua "missão" foi cumprida e considera este momento de integração como "um dia histórico".

Também Dias da Fonseca previu "uma nova era para a Casa da Música", ao salientar que "só agora haverá um sonoridade própria". Já para a ministra da Cultura, deu-se a "consolidação de um grande projecto".

Na cerimónia foi anunciada a atribuição do nome da violoncelista Guilhermina Suggia à sala 1 da Casa da Música.

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fevereiro 06, 2006

JOVENS COMPOSITORES/JOVENS INTÉRPRETES

Auditório da Reitoria da Universidade Nova de Lisboa
Em colaboração com a Universidade Nova de Lisboa

Sempre às 19:30h _ Entrada Livre----------------------------------------------------------

_ 11. Fevereiro 2006, 19:30 (Sábado)

Sérgio Azevedo
La Vera Storia d'Ulisse in Mare para orquestra (estreia absoluta)
Obra encomendada pelo TNSC

Felix Mendelssohn
Concerto para piano, violino e orquestra em Ré Menor

Franz Schubert
Sinfonia n.º 6 em Dó Maior, D. 589

violino Bruno Monteiro
piano Miguel Henriques
direcção musical Cesário Costa

Orquestra Sinfónica Portuguesa


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fevereiro 05, 2006

ALGUNS COMPOSITORES INTERPRETADOS POR GUILHERMINA SUGGIA

Offenbach, David Popper, Lee, Haydn, Beethoven, Dvorak, Max Bruch, Tchaikowsky, Tartini, Brahms, Chopin, Joachim Raff, Dunkler, Óscar da Silva, Saint-Saëns, Luis Costa, Reinecke, Volkmann, Kirchner, Davidoff, Rubinstein, Godard, Klengel, Rossini,Hans Bitt, Liszt, Goldmark, Richard Strauss, Wagner, Svendsen, César Frank, A. Piatti, Fritz Volback, E. Chabrier, Victor Herbert, Schubert, Schumann, Grieg, Hugo Wolf, Eugen D'Albert, C.M.Von Weber, Fauré, Boccherini, Bach, Lalo, Boelmann, Debussy, Sarasate, Ernest Halffter, Manuel de Falla. F. Bridge, Smetana, Floranr Schmitt, Elgar, Rachmaninoff, Méhul, Albeniz, Granados...

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