janeiro 31, 2005

AQUI (COBURG) FOI UM ENTHUSIASMO INDESCRITIVEL

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De Coburg para Karlsbad, 31-1-1905
Escrevo-lhe do comboio. Estamos na viagem para Karslsbad. Pode escrever sempre para Strssburg pois de lá me enviam todas as cartas. Aqui (Coburg) foi um enthusiasmo indescritivel. Estou convidada para tocar no palacio do principe em Hof para o proximo inverno.
Desculpe a letra mas a meza não é firme.
(Cedido por Prof Elisa Lamas)

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janeiro 30, 2005

NÃO É CERTO IRMOS À POLÓNIA POR CAUSA DA GUERRA

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Coburg, 30-1-1905
Em Beyreuth e aqui Coburg fui felessissima. Não é certo irmos à Polonia por causa da guerra. Tudo fica enthusiasmado com o lindo som do meu instrumento. Saudades a Sua Exma família.
Sua mana muito grata
G.Suggia
Parsifal wird sehr schön sein, leider habe ich nicht gehört.
(Cedido por Prof Elisa Lamas)

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janeiro 27, 2005

ENVIEI-LHE OS PROGRAMAS DE TODOS OS CONCERTOS

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Amsterdam 26/1/1905
Recebi a sua linda carta que muito lhe agradeço.
Enviei-lhe os programas de todos os concertos mas penso que não os recebeu. Sua mana
G. Suggia
De Beyreuth escrevo-lhe carta.
(cedido por Prof Elisa Lamas)

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janeiro 26, 2005

ANÚNCIO DE MISSA DE 8º DIA

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Mandado Publicar no "O SÉCULO" de 5 de Agosto de 1950, pelo Círculo de Cultura Musical

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janeiro 25, 2005

GUILHERMINA SUGGIA - O FALECIMENTO DA INSIGNE ARTISTA - "O COMÉRCIO DO PORTO" 31/7/1950

Na sua residência, Rua da Alegria, 665, nesta cidade, faleceu, às 23 horas de ontem, a grande violoncelista D. Guilhermina Suggia, insigne artista, cujo nome alcançou larga projecção, não só no nosso País, como no estrangeiro, onde, sobretudo em Inglaterra, disfrutava do mais alto prestígio.

Guilhermina Suggia, que contava 65 anos de idade, adoecera há tempos gravemente, pelo que, em Londres, se submeteu a uma intervenção cirúrgica da qual nenhumas melhoras lhe advieram. Nessa ocasião, a nossa ilustre compatriota viu quanto era querida e admirada pelas mais altas personalidades da corte inglesa, tendo recebido da própria família real os mais eloquentes testemunhos de estima e consideração, que muito a sensibilizaram. Como os seus padecimentos se agravassem de dia para dia, resolveu, a convite dos seus médicos assistentes, regressar a Portugal e recolher à sua casa do Porto, onde a morte a veio surpreender.

O desaparecimento da insigne artista constitui perda irreparável que não enluta somente os portugueses mas, também, todo o mundo musicófilo e artístico.

Guilhermina Suggia era viúva do falecido médico radiologista portuense dr. Carteado Mena, não tendo agora pessoa alguma de família.

O seu funeral realiza-se amanhã, terça-feira, às 12 horas, na igreja da Lapa, saindo o féretro da residência às 11 e 30.
Está a cargo da Casa Alberto Pereira, Filhos.

Guilhermina Suggia, filha de Augusto de Medim Suggia, que foi professor do Conservatório de Músico de Lisboa e de Elisa Xavier Suggia, nasceu no Porto, numa casa da Rua Ferreira Borges, demolida há anos, em 27 de Junho de 1885.

Discípula de Klengel, no Conservatório de Leipzig, fez a sua apresentação em público aos sete anos de idade, e – nota curiosa – no Salão do Antigo Clube de Matosinhos, vila em que os seus pais residiram durante muito tempo. Dotada de um precoce talento musical, foi considerada desde logo, como “menina prodígio”. Aos treze anos de idade entrou como violoncelista para o famoso quarteto de música de câmara do Orfeão Portuense, tendo como violinistas Moreira de Sá e Henrique Carneiro e como violeta José Gouveia. Por essa ocasião apresentou-se em Lisboa, na Academia dos Amadores de Música, sendo entusiasticamente aclamada. Foi, então, convidada a participar numa festa elegante realizada no Palácio das Necessidades, sob a protecção da família real, assistindo ao concerto o rei D. Carlos e a rainha D. Amélia, o príncipe D. Luís Filipe, os infantes D. Afonso e D. Manuel e a rainha D. Maria Pia.

Depois deste memorável concerto seguiu para a Alemanha, matriculando-se no Conservatório de Música de Leipzig, então sob a direcção de Julius Klengel que não a admitiu por a considerar superior a todos os alunos que frequentavam aquele estabelecimento de ensino. Aos 17 anos incompletos foi autorizada, excepcionalmente, a tocar na “Gewandhaus”, de Leipzig, a mais ampla e consagrada sala de concertos da Alemanha, num concerto regido pelo grande Artur Nikish, executando o concerto de Volkmann, alcançando tão retumbante êxito que teve de bisar, sob verdadeira tempestade de aplausos. Este acontecimento marca, seguramente, o início da sua triunfal carreira artística através da Europa, até se fixar em Londres, depois de se apresentar no Porto, no Orfeão Portuense, num concerto a favor da A.N.T. e correspondendo a um apelo feito pela rainha D. Amélia.

Trabalhando sob a direcção do grande artista catalão Pablo Casals, em breve ascendeu à posição mais alta a que um artista pode aspirar, vendo-se festejada e aclamada por toda a parte.

Tocou em todos os palácios reais e presidenciais da Europa, perante chefes de Estados, das figuras mais célebres da vida política, social e artística de Espanha, França, Alemanha, Áustria, Rússia, Inglaterra, Bélgica, Holanda, Dinamarca, Escandinávia, Itália, Suíça, Checoslováquia, Turquia e Polónia, sem que, todavia, deixasse de ficar presa da cativante hospitalidade britânica. De facto, de nenhuns triunfos guardava melhor recordação do que dos obtidos em Inglaterra, cuja corte frequentou como artista querida e admirada, desde os tempos de Eduardo VII. Recordava, até, a insigne violoncelista que a morte ceifou, que sendo Austin Chamberlain conhecido como pouco amante da música, lhe confessara, certa vez, ter vislumbrado um relâmpago de emoção artística, em duas únicas vezes – quando escutou a voz do famoso cantor inglês Gervasius Cary Elwes e ouviu tocar Guilhermina Suggia.

Com marcada preferência pelos autores dos séculos XVII e XVIII, as suas predilecções iam, sobretudo, para Bach, Beethoven, Haydn, Schumann, Schubert e Brahms, sem todavia, deixar de mostrar apreço por muitos outros compositores clássicos e modernos.

A sua beleza de estilo e a perfeição da frase não foram superadas por nenhum dos actuais concertistas de violoncelo, segundo a crítica inglesa. Tais são, a largos traços, os dados biográficos da grande e ilustre artista que o mundo musicófilo acaba de perder.

COMÉRCIO DO PORTO, 31 de Julho de 1950

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janeiro 24, 2005

NÃO IMAGINA O SUCCESSO AQUI NA SALLA BECHSTEIN.

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Londres, 22/1/1905
Meu bom amigo! Bruder!
Não imagina o successo aqui na salla Bechstein. Todos disseram que uma coisa assim nunca tinham visto...e tudo ficou encantado com o meu instrumento, pensam todos que é italiano. Houve quem não acreditasse que elle era allemão. Toquei extra-programma a Spinnlied que fez furor. Tem ido aumentando cada vez mais de entusiasmo.
Em Londres fiquei contratada para concertos em toda a Inglaterra por um emprezario chamado Alfred Schultz-Cuitins até ao anno de 1906. Londres é uma maravilha! Sublime, é uma cidade imponente.
Aceite muitas saudades d'esta sua amiga muito grata
G.Suggia
Saudades de minha mãe
(Cedido por Prof Elisa Lamas)

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janeiro 23, 2005

VISITAS AO BLOG

O "GUILHERMINA SUGGIA" ultrapassou as 70.000 visitas.

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janeiro 22, 2005

QUE DIZ A ISTO?

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Mattosinhos, 22-1-1905
Meu bom amigo,
Recebemos hontem à noite, telegramma de Londres dizendo que o enthusiasmo, e aplausos, no concerto, foi superior aos successos d'Allenanha!!! Que diz a isto?
Seu amigo
Augusto Suggia
Muitas saudades de minha filha Virginia
Em Londres teve novos contractos.
(Cedido por Prof ELISA LAMAS)

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janeiro 21, 2005

CÍRCULO DE CULTURA MUSICAL- XII ANO/Nº 1/TEMPORADA 1945-1946 - CLXXIII CONCERTO 8-11-1945

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(Cedido por Prof Henrique Fernandes)

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PROGRAMA DO CONCERTO de 8/11/1945, DO CÍRCULO DE CULTURA MUSICAL

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(Cedido por Prof Henrique Fernandes)

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janeiro 20, 2005

SUGGIA ANTES DO ÚLTIMO CONCERTO

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do livro " GUILHERMINA SUGGIA OU O VIOLONCELO LUXURIANTE" de Fátima Pombo

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janeiro 19, 2005

GUILHERMINA SUGGIA, VIOLONCELISTA DE NOME INTERNACIONAL FALECEU ONTEM- "O SÉCULO" 31/7/1950

Porto, 30 – Pelas 23 e 30 faleceu na sua residência, na Rua da Alegria, 665, a eminente violoncelista Guilhermina Suggia, que há pouco regressara de Inglaterra onde fôra buscar alívio para os seus males. Estavam presentes naquele instante os srs drs Álvaro Rodrigues e Alberto Pires e Lima, a enfermeira e o pessoal da casa.
O corpo é transportado amanhã, às 12 horas para a igreja da Lapa, onde se efectua a missa de corpo presente.
Em seguida, realiza-se o funeral, para o cemitério de Agramonte.
Faleceu com grande calma e resignação.

Guilhermina Suggia nasceu no Porto, e logo desde os primeiros anos revelou uma espantosa vocação musical. Aos 7 anos fez a sua primeira apresentação em público, maravilhando todos quantos a ouviram.

Seu pai deu-lhe as primeiras lições de violoncelo. Mais tarde aperfeiçoou-se em Leipzig, com o grande mestre Julius Klengel. Aos 16 anos, obteve um êxito apoteótico nos concertos da famosa “Gewandhaus” daquela cidade perante um público considerado o mais sabedor e exigente da Alemanha daquele tempo. Dirigiu a orquestra nesses concertos memoráveis, cuja influência na carreira de Guilhermina Suggia foi definitiva,, um dos maiores maestros de todos os tempos – Artur Nikisch .

Desde então a insigne artista portuguesa foi aclamada nos principais centros de música do Mundo, como intérprete inconfundível, tanto no género de câmara como no sinfónico. Em Inglaterra, especialmente, o seu nome alcançou um enorme prestígio, tendo sido cumulada de honras pela família real.
Guilhermina Suggia, violoncelista da craveira dos Casals, Piatigorsky, Feuermann, era extraordinariamente perfeita na execução do nobre instrumento que a tornou célebre.

Não era, porém, esse, o lado do seu talento que rendia todo e qualquer ouvinte à grandeza da sua personalidade. Eram-no, sim, uma indisível arte de realçar a frase musical, um sentido rítmico agudíssimo, uma fibra, um entusiasmo e, por vezes, um humor incomparáveis. Algumas das suas criações, verdadeiramente geniais, eram inultrapassáveis de expressão. Quem lhe tenha ouvido o concerto em Lá menor de Saint-Saëns ou o concerto de Dvorak, não pode ter esperança de alguma vez conhecer melhores interpretações dessas obras.

Guilhermina Suggia foi, também, uma grande professora, deixando numerosos discípulos. Sobre eles pesam agora a responsabilidade e a honra de serem os únicos depositários de uma arte e uma escola que deram à história da música portuguesa uma das suas mais brilhantes páginas de glória.
O SÉCULO 31 de Julho de 1950

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janeiro 18, 2005

AQUI O SUCCESSO FOI SUPERIOR A DORTMUND

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Haag, 18-1-1905
Aqui o successo ainda foi superior a Dortmund.
O publico estava louco de enthusiasmo.
A rainha não assistiu pois morreu-lhe um parente.
O presidente da comição assegurou-me que aqui (Haag) nunca tinha visto um delirio como o d'esta noite.
Sua mana
Guilhermina Suggia
(Cedido por Prof ELISA LAMAS)

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janeiro 17, 2005

FAZ HOJE 100 ANOS QUE "O CONCERTO FOI AQUI..."

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Dortmund, 17-1-1905
Já estamos em Dortmund. Já ensaiei o Dvorak. O maestro e orchestra ficaram encantados.
Aqui é o concerto.
Quando eu ia passeando deu-se um caso interessante: d'uma photographia notavel chamaram-me, pois queriam photographar-me, de forma que lá fui com a mesma toilette de passeio, assim como os outros artistas.
Saudades
Sua amiga
Guilhermina
(Cedido por Prof ELISA LAMAS)

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janeiro 16, 2005

ANTÓNIO DE OLIVEIRA E SILVA

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ANTÓNIO DE OLIVEIRA E SILVA era membro do Grupo de Música Contemporânea de Lisboa, grupo de deu a sua adesão à Associação Guilhermina Suggia.
Foi assassinado. Apresentamos à família, aos restantes membros do GMCL e a todos os músicos e amantes da música as mais sentidas condolências.
A nossa mais sentida homenagem.

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janeiro 15, 2005

SANGUÍNEA DE ANTÓNIO CARNEIRO- 1923

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janeiro 14, 2005

CRÍTICA DE RUY COELHO A CONCERTO de 26/1/1945

S.CARLOS – CONCERTO SINFÓNICO
O 4º concerto da série promovida pela E.N. realizou-se ontem, também com muito êxito. A solista foi GUILHERMINA SUGGIA. Tocou, além do “Concerto” de Saint-Saëns, o “Papillon” de Fauré e “Chant élégiaque” de Florent Schmitt.
Como sempre, mostrou aquele raro poder de penetração só acessível a intérpretes de grande classe. E de tal forma que, pode dizer-se: electrizou o público. Foi em todas as peças a intérprete genial que tanto mais se admira quanto mais se ouve. Tocou extra-programa.

Deram-se duas obras de autores contemporâneos: “A Sinfonia das Cores” de Artur Bliss, e a “Suite para Cordas” de José H. dos Santos. O compositor inglês serve-se duma paleta orquestral opulenta em timbres. Os ritmos, a imaginação, a realização, dão àquele trabalho categoria superior de verdadeira obra contemporânea “up to date”. A “suite” de José H. Dos Santos utiliza a “corda” da orquestra nas boas regiões, e como “esquema” no seu género, está bem manipulada como qualquer molde. A Orquestra Sinfónica da Emissora Nacional deu ao programa interpretações vivas, sempre sob a direcção do maestro Pedro de Freitas Branco, e distinguiu-se especialmente, na “Valsa” de Ravel – obra moderna construída sobre um título romântico e uma imagem musical igualmente romântica – do que se deduz não ser o título das obras o que lhes marca o carácter estético, mas logicamente o conteúdo.
RUY COELHO

DIÁRIO DE NOTÍCIAS 27 de Janeiro de 1945

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janeiro 12, 2005

GUILHERMINA SUGGIA E A SUA DISCÍPULA PILAR TORRES

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Na sua Quinta de Barreiros de Girassóis, local de apego à terra mas também local de estudo, de trabalho com os seus alunos

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janeiro 11, 2005

A MORTE DA GRANDE VIOLONCELISTA GUILHERMINA SUGGIA-DIÁRIO POPULAR 31/7/1950

Com a morte da grande violoncelista Guilhermina Suggia ontem ocorrida na sua residência, no Porto, desaparece uma das artistas portuguesas que tiveram maior audiência no estrangeiro. Considerada das primeiras do seu género.

Logo aos 7 anos de idade revelou as suas qualidades, num concerto realizado no Porto, que ficou memorável. Daí por diante os seus triunfos contaram-se pelos concertos realizados. Em Portugal e no estrangeiro a sua arte impô-la à consideração universal. Ainda recentemente, em Inglaterra, a ilustre artista recebeu as felicitações do rei Jorge V, distinção rara concedida pelo soberano britânico.

Guilhermina Suggia nascera a 27 de Junho de 1885.

Entre os muitos telegramas e telefonemas recebidos na residência da extinta, contam-se os dos srs. Presidentes da República e do Conselho e Embaixador de
Inglaterra membros do Corpo Diplomático e Consular, etc.

O Chefe do Estado e o sr. Presidente do Conselho fazem-se representar no funeral. Vários membros do Governo telegrafaram também a apresentar condolências.

Numerosas colectividades puseram as bandeiras a meia haste, em sinal de luto.
O funeral sai amanhã, pelas 12 horas, da Igreja da Lapa, onde será rezada missa de corpo presente, para o cemitério de Agramonte.

DIÁRIO POPULAR, 31 de JULHO de 1950

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janeiro 10, 2005

SUCCESSO INCOMPARAVEL

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Bremen 13-12-1904
Aqui Bremen successo incomparavel. Foi preciso o maestro Panzner dar signal para a orchestra começar, pois o publico não me deixava, isto aonde dizem que o publico era frio.
Achei o publico mais quente que os outros d'aqui.
Sua amiga muito grata
Guilhermina Suggia
Já estou restabelecida de todo.
Isto é muito bonito.
(Cedido por Prof ELISA LAMAS)

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