julho 21, 2004

NO CEMITÉRIO DE AGRAMONTE- AS PLACAS COM OS NOMES DOS PAIS de SUGGIA FORAM CORRIGIDAS

Quem, de vez em quando, leia alguns documentos aqui transcritos ( críticas, testemunhos, notícias) ficará certamente com a certeza de que GUILHERMINA SUGGIA foi uma das pessoas que mais honrou o seu país e sobretudo a sua cidade: o PORTO.
Infelizmente nem o país nem o Porto parecem ter merecido Guilhermina Suggia. Ela foi enorme para quem não a sabe recordar, respeitar a sua memória, os seus desejos.


Como já aqui foi dito, os nomes dos pais estavam, numa total falta de respeito, errados nas placas que se encontram sobre a sua sepultura. o Pai AUGUSTO - estava como Dª GUSTA, e a mãe ELIZA - estava como ELIGA. O foi foi denunciado publicamente. Foi feita reclamação à Camara Municipal do Porto. Talvez achassem que os factos eram de pouca importância. Ou nenhuma. As placas continuaram com os nomes errados até que houvesse quem tratasse de mandar corrigir os erros. Essa pessoa foi a Sra. Dona ISABEL MILLET. Neste momento as placas que estão sobre a sepultura de Guilhermina Suggia estão com os nomes dos pais, corrigidos.

Seria importante, em meu entender, criar-se um grupo de cidadãos que se juntassem para requerer junto da CMPorto a classificação da casa onde viveu e morreu Suggia, como Imóvel de Interesse Camarário e ao mesmo tempo mandar afixar na parede do prédio uma placa lembrando a quem por ela passa que ali viveu uma das pessoas mais importantes que o Porto viu nascer.
Mãos à Obra.

Publicado por vm em julho 21, 2004 12:00 AM
Comentários

Comigo pode contar para isso, de qualquer forma estava já a pensar tratar de colocar essa placa.

Afixado por: isabel Millet em julho 21, 2004 12:59 AM

Estou de acordo e disposta a alinhar. Embora lisboeta, o Porto é a cidade dos meus sonhos.
Mas será esta uma boa altura? Atraír as atenções para aquela casa não irá levar a mais um caso de especulação imobiliária como aquela vergonha que sucedeu, em Cabanas de Viriato, com a mansão de Aristides de Sousa Mendes?

Afixado por: Ana Maria Costa em julho 21, 2004 02:58 PM

Em meu entender, e no que respeita à classificação da casa como bem de Interesse Camarário, é precisamento evitar que ela possa ser destruída, adulterada e posta ao uso de especulações. No fundo mantê-la de pé. Quem sabe um dia ela possa ser a Casa-Museu Guilhermina Suggia. Oxalá!

Afixado por: vm em julho 21, 2004 03:55 PM