« Feel it, funk it | Entrada | Comentário ao comentário »

novembro 05, 2009

Curioso

que as mesmas pessoas que dizem que o casamento de pessoas do mesmo sexo é uma perda de tempo já que “há coisas mais importantes para tratar no país”, sejam as mesmas que pretendem agora “perder tempo” a referendar este assunto. E a nação à espera hem?

Publicado por [Paradise Café] às novembro 5, 2009 03:42 PM

Comentários

Especialmente num pais em que a taxa de nao-comparecentes as urnas, aquando das habituais eleicoes, seja cerca de 40%.

E como se os homossexuais fossem pre-adolescentes que necessitassem de autorizacao do pai (da patria?) para casar!

(peco desculpa pela falta de acentuacao, emprestei o meu pc a um Erasmo)

Publicado por [a fabulosa] às novembro 6, 2009 12:48 PM

Curioso

que as mesmas pessoas que dizem que a democracia está em crise porque "não há ligação entre eleitores e eleitos", sejam as mesmas que pretendem agora acabar com os referendos. E a democracia suspensa, hem?

Publicado por [Jorge] às novembro 6, 2009 12:57 PM

Curioso

que as mesmas pessoas que dizem que a democracia está em crise, já que “não há ligação entre eleitores e eleitos”, sejam as mesmas que pretendem agora acabar com os referendos. E a democracia suspensa, hem?

Publicado por [Jorge] às novembro 6, 2009 01:02 PM

ninguém pretende acabar com os referendos, apenas se tenta demonstrar o vazio argumentativo destes senhores, que, por um lado, dizem que o problema é falta de tempo e por outro, sabendo que a lei vai mesmo avançar, recuam tacticamente para o referendo, que, naturalmente, iria "gastar mais tempo" do que uma aprovação na assembleia que não demora ao "país" mais de uma hora.

Publicado por [Paradise Café] às novembro 6, 2009 01:58 PM

E, diga-se de passagem, referendar o casamento entre homossexuais consegue ser ainda mais absurdo do que referendar o aborto...

Publicado por [Anónimo] às novembro 6, 2009 02:49 PM

Não se quer acabar com o referendo mas este instituto vale o que vale. O que não é assim muito. Estão excluídas do seu âmbito matérias fundamentais, como, por exemplo, a que respeita a impostos, matéria em que os "pais fundadores" entenderam que o povinho não devia meter a colher. O governo da res publica não é para quem quer, é para quem pode. A elite representante.

Publicado por [BB] às novembro 6, 2009 03:18 PM

Onde está elite representante leia-se, por exemplo, as associações gays.

Publicado por [Anónimo] às novembro 6, 2009 03:29 PM

A desculpa para não aprovar a lei no último mandato prendia-se com a falta de legitimidade decorrente da não inclusão da questão no programa sufragado. Agora o jogo foi limpo. Referendo para quê? By the way, também gostava que sanassem a inconstitucionalidade da norma da lei da união de facto que discrimina entre casais hetero e homossexuais na questão da adopção.

Sr. "Onde está elite representante leia-se, por exemplo, as associações gays", também pode ler os políticos homofóbicos.

Publicado por [Anónimo] às novembro 6, 2009 10:27 PM

Sr."também pode ler os políticos homofóbicos": Acho que tem toda a razão. Mas nesta guerra as assoc gays não podem assumir o papel de vítimas. Como têm a maioria na Assembleia não querem o referendo - é tão simples como isso. Ponto final.

Publicado por [Anónimo] às novembro 7, 2009 12:04 PM

IJWTS wow! Why can't I think of thigns like that?

Publicado por [Kellsie] às julho 7, 2011 12:22 AM

wlqsU3 ihsgetxezgbk

Publicado por [kxiykfzupe] às julho 7, 2011 09:30 AM

Why do I btoehr calling up people when I can just read this!

Publicado por [Buffie] às julho 8, 2011 06:38 PM

Comente




Recordar-me?

(pode usar HTML tags)