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outubro 10, 2009

O Nosso Terror!

A configuração do espaço é ideal . Por vezes encarnamos os jurados no Tribunal Revolucionário procedendo em conjunto ao reconhecimento de todos os atentados contra a República. Outras vezes, votamos a criação do exército revolucionário na Convenção Nacional. O trabalho cénico é impressionante, o revisionismo histórico é abominável.
Os ideais da Revolução terminaram aqui e agora, o teatro tem essa capacidade mas também muitas outras... ele remete-nos facilmente para a actualidade! Maximilien Marie Isidore de Robespierre, protagonista principal da peça, de incorruptível tornou-se assim o nosso torcionário, o nosso terror, a nossa sarna. Um verdadeiro sanguinário. Quando se passa da acção contra a violência colectiva às pequenas frustações individuais ou egocêntricas, a guilhotina é a saída!

Publicado por [Shift] às outubro 10, 2009 11:51 AM

Comentários

Muito honestamente, não percebi a tua atitude!

Primeiro, nem te deste ao trabalho de me informar dos vossos planos cénicos. E se assim o tivesses feito, provavelmente, hoje éramos todos amigos.

Segundo, na única vez em que tive oportunidade de falar contigo, olhos nos olhos, expliquei-te que estava a encenar uma representação no meu blog em protesto contra o vosso "pedro procura inês". Disse-te isso, fui pra casa e fiz um filme. Depois passei um fim-de-semana fora de Lisboa e sem net.

Quando voltei, tinha as ameaças, os insultos, a queixa-crime à minha espera. Não sei que proveito tiraste disto, mas a mim nada disto me fez feliz.

Publicado por [Anónimo] às outubro 10, 2009 02:25 PM

bem podias mudar o paleio. estava à espera de mais criatividade da tua parte ó rui.

Publicado por [Anónimo] às outubro 10, 2009 02:53 PM

guilhotina + sarna, sendo que o faustino já foi eleito a sarna do spectrum... isso soa a ameaça de morte oh shift...

Publicado por [Rui Faustino] às outubro 10, 2009 02:55 PM

ah, já percebi!
Isto funciona assim:
foi no contexto de uma destas ditas intervenções poético-artísticas que a dita Inês teve que mudar a fechadura de casa, trocar de número de telemóvel e passar a viver com medo que o Rui Faustino lhe aparecesse à frente a infernizar a vida.

Agora o pretexto é outro mas o modus operandi é igual. Portanto, ou me engano muito, ou vamos ter direito às atenções do faustino durante uns meses.
O melhor a fazer é ignorar completamente: o contrário alimenta-lhe a obsessão.
Fui (e não volto a abordar o tema.)

Publicado por [renegade] às outubro 10, 2009 03:30 PM

Está aqui um exemplo das ditas intervenções poético-artísticas do Rui Faustino

http://www.esec.pt/ae/Agenda/read.asp?Id=718

Publicado por [Rui Faustino] às outubro 11, 2009 12:44 PM

Thanks for sahirng. What a pleasure to read!

Publicado por [Crissy] às novembro 4, 2011 09:41 PM

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