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setembro 23, 2009

Um tiro no porta-aviões

Quem quer que tenha reenviado o mail do PÚBLICO para o DN, quer tenha sido um dos 10 jornalistas que tiveram acesso ao mail, quer tenha sido o precário que trabalha na SEGURITAS e que se distrai um pouco à noite naquele computador a navegar pela net, quem quer que tenha sido (mesmo na improvável hipótese de ter sido um infiltrado do SIS), fez um importante serviço à democracia.

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Para além de pôr a descoberto a manobra cavaquista que abriu espaço para espalhar a tese da “asfixia democrática”; retirou todo gás à campanha da direita, aliviando muito a pressão para o “voto útil” no PS e enfraquecendo muito Cavaco Silva.

Um presidente de direita desgastado, menos margem de manobra terá para ganhar umas segundas eleições e muito menos margem terá para formar um Governo de iniciativa presidencial, com o PSD, CDS e MEP (que terão juntos mais deputados que o PS, claro).

Como se não bastasse, ficaram definitivamente ainda mais claras as manobras do execrável José Manuel Fernandes à frente do PÚBLICO.

Em batalha naval, chama-se a isto "um tiro no porta-aviões".

Publicado por [Saboteur] às setembro 23, 2009 04:20 PM

Comentários

This infroamtion is off the hizool!

Publicado por [Fanni] às agosto 19, 2011 05:50 AM

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