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junho 30, 2006

As "misturas explosivas " entre peças de fruta


A Maria José Nogueira Pinto, vereadora da Câmara de Lisboa com o pelouro da Habitação Social, levou anteontem a reunião de Câmara uma proposta de regulamento de concurso para a obtenção de uma casa num empreendimento cooperativo por parte da malta jovem. Previa o dito regulamento, segundo notícia do Público, a exclusividade a "cidadãos nacionais", proibindo, portanto, explicitamente, a participação de imigrantes.

Comenta a tipa, com toda a naturalidade: «(...) isto não é uma fruteira onde se possam meter bananas, maçãs e laranjas e dizer que está tudo bem», porque o projecto fora desenhado para «uma pequena burguesia urbana». Continua, ao que parece, a coleccionar barbaridades do género, proferindo outros comentários como «Isto também é política social de habitação, essa política não é só para o imigrante e pé-descalço. Não podemos fazer misturas explosivas».

Publicado por [Joystick] às 01:03 PM | Comentários (2)

Iletracia de elevador (ou choque tecnológico precisa-se III)

Há quase 2 meses que estou no meu novo trabalho, e estou espantado com a quantidade de colegas que não compreendem como funciona o elevador do edifício.

Trata-se de um elevador antigo com uma série de botões que não servem para nada.

Um deles é o “PARTIDA”. Carrega-se e nada acontece. Passados 3 ou 4 segundos a porta fecha-se, noemalmente, e lá vai ele... No entanto, se premirmos o botão de fechar as portas ("FECHAR"), as portas fecham-se imediatamente e o elevador arranca.

Ora, é incrível a quantidade de pessoas que insiste em carregar nervosamente no “PARTIDA”, enquanto está aquele bocado de tempo à espera que as portas fechem…

Há também a escola dos que carregam nos dois botões – “PARTIDA” e fecho de portas – com resultados mais satisfatórios, como podem imaginar.

Depois há o engano clássico de não perceber porquê que há 2 botões para chamar o elevador: um com uma seta para cima e outro com uma para baixo.

Por via das dúvidas, grande parte dos colegas, carregam nos 2 botões ao mesmo tempo. Depois, quando um elevador pára, perguntam: “Vai descer?”.

Mas o que me deixa mais espantado é o seguinte:

Imaginemos que uma pessoa vai para o 2º andar, outra para o 6º e outra para o 8º. Entram todos no R/C, e cada um carrega no seu botão. Os botões ficam presos para dentro e só se soltam quando o elevador termina a sua viagem. Isto é: quando chega ao 8º, soltam-se os 3 botões. Certo?

Acontece que não são raras as vezes que, nestas situações, aparece alguém a forçar o botão preso para fora. Como se, depois de parar no 2º andar, a caminho para o 6º, o elevador se lembrasse que ainda tinha o botão do 2º carregado para dentro e voltasse para trás.

Publicado por [Saboteur] às 11:47 AM | Comentários (5)

junho 27, 2006

Choque Tecnológico precisa-se II

Num acto de grande patriotismo, daqueles que só é possível nos tempos que correm, quando (como ouvi ontem no Fórum TSF) «a nossa selecção prova que nós, portugueses, quando queremos, mostramos ao mundo que não somos menos que ninguém», vim por este meio auxiliar o Governo no seu choque tecnológico.

A partir de hoje, qualquer português pode criar gratuitamente a sua caixa de correio electrónico aqui.

Nota: Pensei em convidar o primeiro-ministro e a comunicação social para esta apresentação solene, mas a urgência do momento falou mais alto. Força Portugal!

Publicado por [Saboteur] às 11:22 AM | Comentários (2)

Choque Tecnológico precisa-se

Mário Lino – que só depois vim a descobrir que é o ministro dos transportes e obras públicas, que está na foto do post do Renegade, aqui em baixo – deu umas excelentes declarações à TSF sobre o novo serviço de e-mail que o Governo criou no âmbito do choque tecnológico em curso. Fazia lembrar outro programa da TSF que eu gosto muito: a Bancada Central.

Ía mais ou menos assim:

«Aquilo, portanto, é uma caixa de correio, que permite receber correspondência. Depois permite arquivar a correspondência. Se é banco, pode pôr numa pasta do banco. Se é da EDP, pode pôr numa caixa da EDP… e assim por diante…»

«Para além disso é muito mais prático e económico, quer para quem envia a correspondência, quer para quem a recebe… Pode aceder à sua caixa em qualquer parte do mundo… é universal. E é muito mais seguro, porque só os CTT é que podem pôr cartas na caixa do correio… hoje em dia também é teoricamente assim, mas nós sabemos que metem depois lá papeis… propaganda e coisas assim»

«Escusamos também de estar depois a arquivar as facturas em casa, num dossier, porque temos as pastas… Mas se quisermos também podemos ter em papel»

Publicado por [Saboteur] às 11:11 AM | Comentários (1)

junho 24, 2006

Qualquer dia já não se pode...

Eu ia escrever este post:

...enviar nada pelos CTT. Cambada de chulos incompetentes.
Em Setembro do ano passado enviei uma carta do mais registado que pode haver em correio extra rápido, chegava lá no dia seguinte, só não chegava no próprio dia porque passava das 5 da tarde. A encomenda, obviamente, nunca chegou lá. 30 Euros mais pobre, alguém recebeu o envelope por mim em minha casa dois meses depois, a 2500 quilómetros de distância do destino, com a indicação "morada desconhecida", facto ainda hoje carente de prova.
Agora encontro-me à espera de uma encomenda ultra registada com aviso de recepção, daquelas grandes em sacos dos CTT e tudo. Entrou numa loja dos CTT num subúrbio da grande Lisboa no dia 22 de Maio. No dia 1 de Junho foi registada na central de Cabo Ruivo, ou seja, mais de uma semana para fazer uma dezena de quilómetros. A partir daí ninguém sabe o que aconteceu. O conteúdo do saco custou 200 Euros do meu bolso. Mais selo e registo. E vai foder-me o estudo para um exame que significa uma hipótese de emprego e uma hipótese de vida. Filhos da puta.

Mas depois encontrei isto. Afinal houve uma greve de quatro dias no final de Maio e 1 de Junho. Afinal tudo isto se resume à velha equação: governo socialista, privatização do serviço público, downgrade nos direitos laborais, ruína da qualidade do serviço. Claro que os camaradas não podiam ficar calados (a moral da história é que é sempre a mesma - quem se lixa é o mexilhão). Afinal, os filhos da puta não estão nos CTT, estão noutro lado.

Publicado por [Renegade] às 12:51 AM | Comentários (9)

junho 21, 2006

Qualquer dia já não se pode sair à rua

A Maria José Nogueira Pinto estava a passar e ouvi um bocadinho da conversa: Roubaram-lhe a mala na Cafetaria Nacional. “Estava ao pé dos pés…”


Publicado por [Saboteur] às 04:45 PM | Comentários (6)

junho 20, 2006

Da bancada ao sofá*, do sofá à insurreição

Tiraram à classe trabalhadora a alegria do mundial, em directo, a partir do sofá, oferecendo-lhe em contrapartida os pivots do telejornal, em directo, a partir de entradas de hotéis e parques de estacionamento ou no meio de emigrantes a comer sardinhas, com aventais da selecção e camisolas sem alça, a cantar "És tão boa!" (ok, dessa parte até gostei).
Mostram-nos trasmontanos desdentados em Frankfurt, o pequeno almoço da selecção, a criança alemã que quer ser como o Figo, a festa no castelo do queijo, os comentários do Jorge Gabriel e depois, muito depois, os golos e meia dúzia de jogadas. De madrugada.

Cortam a transmissão dos canais estrangeiros que transmitem os jogos.
Brincam com a nossa paciência. Provocam-nos.
E acham que podem escapar incólumes. Conhecem-nos mal.
Pensavam que as transmissões televisivas seriam apenas um negócio, sem se darem conta de que é o fogo que os há-de consumir. Cavaram a sua própria sepultura e escreveram o preâmbulo da guerra civil.

A TV Cabo está mesmo a pedi-las. Pagarão caro, pagarão todos.

*Obrigado Thakrar

Publicado por [Rick Dangerous] às 02:45 AM | Comentários (10)

junho 19, 2006

O sol doira sem literatura.

A disciplina de português inaugura a fase de exames nacionais. Uma das duas obras literárias de leitura obrigatória é "Memorial do Convento". Dos três estudantes do 12º ano entrevistados pelo jornal Público, dois não leram nem lerão. Uma diz que lê e relê, mas mais à frente surpreende-nos com um «(...) quando não consigo perceber, decoro». Todos eles falam dos "resumos" e de pesquisas google como forma de compensar. E na internet encontramos preciosidades destas:

«João V casa-se com D. Maria da Áustria, que sente dificuldades em dar-lhe um filho. Um frade diz ao rei que se ele prometer construir um convento em Mafra, Deus lhe dará o desejado filho. Faz o rei a promessa e a rainha fica grávida, se é que já não estava e só contara ao seu confessor. Num auto-de-fé, várias pessoas são castigadas, entre elas, a narradora: Sebastiana Maria de Jesus, mãe de Blimunda. A filha, enquanto a mãe é castigada, trava conhecimento com um ex-soldado, maneta, de nome Baltasar Sete-Sóis, e o convida a ir para a sua casa na companhia do padre Bartolomeu Lourenço. Jantam. O padre sai. Ela convida Baltasar a ficar. O padre fez algumas experiências com balões e está engendrando uma máquina para voar. Para construí-la pede ajuda a Baltasar. Um dia, quando a máquina fica pronta, saem os três para um vôo experimental. Caem perto de Mafra, terra de Baltasar. O padre desaparece na noite. Baltasar esconde a máquina e vai para casa de seus pais com Blimunda. Esta jamais o abandona. Baltasar trabalha na construção do convento. Por volta de 1730, quando está próxima a sagração da igreja do convento, Baltasar acidentalmente faz a máquina voar e desaparece. Blimunda, procura-o por todo o país, encontra-o finalmente em Lisboa, em 1739, sendo executado num auto-de-fé do Santo Ofício.»

Perceberam? Quem leu o livro e se deixou impressionar com ele e pela profundidade de Blimunda, pela casa no Castelo, pela viagem da pedra colossal de Pêro Pinheiro para Mafra, pela passarola e pelos seus cristais, pela perda e procura, percebe agora que tudo isso é palha, que deixou escapar o essencial. Resumindo, então, o essencial: se calhar, o confessor sabe da gravidez da rainha. Blimunda namorisca enquanto a mãe é castigada pela inquisição. O homem é maneta. Vão para casa e o padre entra e sai. Há uma máquina de voar que os leva até Mafra, onde ficam em casa dos pais do maneta, que se torna operário de construção civil e desaparece. Blimunda procura-o e encontra-o numa fogueira. Lindo, heim?

Publicado por [Joystick] às 12:09 PM | Comentários (18)

junho 18, 2006

Ide e matai-vos uns aos outros

Estou a ouvir a emissão gravada do Jornal da Tarde de hoje. A coisa abriu com um balanço provisório sinistro da "Operação Estrada Segura": 10 mortos, 26 feridos graves e 300 feridos ligeiros em 4 dias. A jornalista vai narrando estas coisas com uma voz de púlpito que me enche de comichão entremeada de alusões a excesso de álcool e de velocidade. E deixa deste lado uma perplexidade. A Associação dos Cidadãos Automobilizados tem um site e tem propostas.
Admitindo que ninguém gosta de olhar para estes números lembrei-me de postar aqui uma ideia que aprecio sobre a política das estradas e que ninguém tem tomates para adoptar (e que vale o que vale):

Limitação administrativa (homologação) das velocidades máximas dos veículos. Se não é legal conduzir nas estradas portuguesas a velocidade superior a 120 KM/h, então os veículos devem ter a sua potência máxima limitada a esta velocidade. Não faz parte das liberdades individuais o direito a conduzir nas estradas a velocidade superior a 120 KM/h. Penso que ajudava.

No fundo se calhar todo o drama das estradas se resume à chegada tardia a Portugal da sociedade de consumo automóvel com o cavaquismo. Um desfazamento entre as possibilidades de acesso aos brinquedos e o tempo disponível para educar o povo nas regras do manual de instruções.

Publicado por [Renegade] às 11:31 PM | Comentários (4)

junho 16, 2006

Merecia melhor elogio, o sr. Deputado…

Maria Filomena Mónica foi ontem à SIC notícias falar sobre os deputados. Foi de arrepiar… (acho também que tinha bebido uns copitos a mais)

Basicamente: São todos incompetentes, analfabetos, preguiçosos. No Séc. XIX tinham muito melhor qualidade, sobretudo na oratória e no debate político. A solução para a falta de qualidade do Parlamento, são os círculos uninominais. Assim, existe maior proximidade com o deputado e portanto maior responsabilização individual, visto que hoje em dia, “quem escolhe os deputados são os chefes dos partidos e não as pessoas” e ela quer saber quem é “o seu deputado”, para saber a quem se dirige para resolver um problema.

Ah! (ía-me esquecendo). Em relação à paridade, é contra (claro!), porque uma mulher quando é eleita deputada tem de ser por mérito próprio e não por haver uma quota. (mas são eleitas por mérito ou porque são escolhidas pelo chefe do partido?)

As falhas neste tipo de argumentação, a reaccionarice antidemocrática, as próprias contradições, o desejo declarado de voltarmos aos bons velhos tempos do Conde de Abranhos… não quero comentar isso.

Chamo só a atenção para aquela parte em que o jornalista pergunta «Mas na sua opinião há bons deputados que se destacam pela positiva?». E ela responde com um ar desolado «Não sei, não conheço o trabalho de nenhum… no fundo nenhum se destaca positivamente ou negativamente, ninguém os conhece».

O jornalista, que leu a mesma entrevista no jornal que eu, em que ela dizia que o melhor deputado de todos os tempos tinha sido o Fontes Pereira de Melo e que hoje em dia era o António Filipe, insistiu: «Mas existe quem se destaque acima da média. A senhora aliás já referiu…»

«Sim. Eu referi o Carlos Filipe, porque o Carlos Filipe foi o único deputado que foi à apresentação do meu livro..,»

Publicado por [Saboteur] às 06:07 PM | Comentários (7)

junho 14, 2006

O que preocupa a nossa Direita

Revista Sábado (como sabemos, de direita militante, não assumida):

Um artigo intitulado «Um Nazi dá sempre jeito», Nuno Rogeiro, centra-se na “crise de inspiração, de discurso, de bandeiras e destino” do Bloco de Esquerda, dizendo que se não fosse a extrema-direita, o BE não teria nada para dizer.

O artigo, num tom preocupado, fala-nos ainda “Nos recentes casos de crime grave, incluindo aqueles em que as vítimas são agentes da ordem” e interroga indignado: “por onde andou, porém, a atenção punitiva dos bloquistas?”

Mais à frente, noutro artigo, de Pacheco Pereira, nova preocupação com o “alarido comunicacional” em torno de Mário Machado: “O absurdo de tudo isto é que ele foi brevemente o preso político que a democracia é suposto não ter”. E claro, continuando com a mesma argumentação de sempre: “Não se imaginaria nunca para um rapper suburbano que recitasse uma letra racista, como todos já ouvimos, as mesmas campainhas de alarme”.

Publicado por [Saboteur] às 05:09 PM | Comentários (10)

Paulo Portas

Provavelmente já viram... eu só descobri hoje o filme com o Paulo Portas a afirmar que nunca na vida aceitaria ser ministro. Está no Blog do Daniel Oliveira.

Publicado por [Saboteur] às 12:56 PM | Comentários (4)

junho 13, 2006

Jesus! Maria José!

Publicado por [Saboteur] às 05:07 AM | Comentários (3)

junho 11, 2006

há-de concordar

"Foucault- Você diz que é sob o controle do proletariado que a plebe não proletarizada entrará no combate revolucionário. Absolutamente de acordo. Mas quando você diz que é sob o controle da ideologia do proletariado, eu lhe pergunto o que você entende por ideologia do proletariado.
Victor - Por ideologia do proletariado eu entendo o pensamento de Mao-Tsé-Tung.
Foucault- Certo. Mas você há-de concordar que o que pensa a massa dos proletários franceses não é o pensamento de Mao-Tsé-Tung nem forçosamente uma ideologia revolucionária."

Excerto de um debate entre Foucault e alguns militantes maoístas a propósito da justiça popular, em Fevereiro de 1972.
«Sobre a justiça popular» in Microfísica do Poder, Graal, São Paulo, 2004, pp.59-60

Publicado por [Rick Dangerous] às 06:19 PM | Comentários (8)

Corremos perigo

sermao st antonio fora.jpg

Publicado por [Rick Dangerous] às 06:10 PM | Comentários (3)

junho 08, 2006

extreme nazi bondage

Mário Machado tem em casa um aparelho para dar choques elétricos.
Mas quando interrogado acerca da caçadeira de 12 mm com a qual compensa a sua impotência sexual, disse que pertencia à mulher...
Quem é que acham que dá choques em quem?

Publicado por [Rick Dangerous] às 10:48 PM | Comentários (18)

All in the family

O meu irmão tem um blog. É brutal.

Publicado por [Rick Dangerous] às 10:43 PM | Comentários (4)

Outra vez a puta da minhoca!

"Eu tenho licença de caça, portanto esta arma é legal e toda a gente devia ter uma" - diz o fascista, impávido e sereno, na reportagem televisiva. Trata-se de um gajo que foi condenado a quatro anos e três meses por um crime de ódio que ficou na história - a morte de Alcino Monteiro. É o gajo que, para além da frase já referida profere declarações como: "a criminalidade tem uma só cor", especificando, como citam os jornalistas do Público, que se referia "aos de raça negra e de etnia cigana". Sobre o crime de Alcino, comenta um militante do PNR: "são tudo exageros e mentiras, ou será que é preciso lembrar às pessoas o que foram as FP-25 de Abril?" Como?!?!?!

Estes gajos juntam-se a uma manifestação de polícias, discute-se 2 horas se se faz ou não a marcha, sai um comunicado de um sindicato que diz: "a presença de pessoas de um partido político que defende convicções sem cariz democrático, e com as quais não nos identificamos, leva-nos a cancelar a manifestação". Mas há desagrado entre as hostes e há uns que desfilam, sem que nada fosse, ao lado de um gajo com um t-shirt com uma fotografia de Marcelo Caetano e com um lema em garrafais: "OS DIREITOS QUE O ESTADO NOVO DEU, OS DEMOCRATAS INJUSTAMENTE ABOLIRAM".

Publicado por [Joystick] às 12:49 PM | Comentários (8)

SPGL ao rúbro

As eleições no SPGL - um dos sindicatos maiores, mais activos e com mais guito do nosso país e da CGTP, estão a passar ao lado da cena política portuguesa, apesar da extrema importância que têm.

No outro dia fiz um post que tem vindo a ser actualizado com vários comentários e informações.

Publicado por [Saboteur] às 11:39 AM | Comentários (9)

junho 05, 2006

Direita ao ataque

O governo PS, como diz a Manuela Ferreira Leite, “está a copiar as ideias” do PSD. Com mais eficiência e profissionalismo, acrescento eu.

Apenas nas “questões dos costumes”, chamemos-lhe assim, Sócrates, na linha de Zapatero e mesmo de Tony Blair marca alguma diferença com a direita. «Sou muito liberal» diz ele.

Claro que isso nos sabe a pouco, até porque mesmo nessas “questões dos costumes”, Sócrates e o PS, têm as suas fronteiras e limitações…

No entanto, não devemos subestimar a importância política que é ver o nosso país a fazer determinados avanços nessas áreas. Caso não tivesse assim tanta importância, caso não fosse tão relevante, Cavaco não teria utilizado já a sua primeira “munição de caça grossa” - que é o veto político do Presidente – para chumbar a lei da paridade.

O DN de ontem estava em êxtase e – interessante – dava destaque à grande derrota de Maria de Belém. A ala esquerda do PS, portanto…

Publicado por [Saboteur] às 05:45 PM | Comentários (1)

junho 02, 2006

Muito jeito nos fizeram!

Governo vai vender 12 F16 comprados aos EUA em 1994.

Publicado por [Saboteur] às 01:07 PM | Comentários (10)

Presidência Aberta

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Publicado por [Saboteur] às 01:40 AM | Comentários (0)