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fevereiro 26, 2006

Do Spectrum para a seBENTA - Viva o Rock 'n' Roll

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Era uma vez um gajo que, no início dos tempos, jogava Spectrum. Dizia-se que tinha muito jeito. Depois fartou-se e fez uma banda. Agora a banda vai lançar um disco. Chegou a seBENTA.

Publicado por [Renegade] às 03:21 PM | Comentários (1)

fevereiro 20, 2006

A liberdade de expressão...

24 horas por dia...

Publicado por [Rick Dangerous] às 11:49 PM | Comentários (1)

fevereiro 18, 2006

Incorruptível

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Rebentou o que – pelo menos em teoria – seria uma bomba política.

José Sá Fernandes, vereador na Câmara Municipal de Lisboa, foi aliciado com 40 mil contos para deixar em paz mais um mega-projecto imobiliário na cidade.

A Bragaparques já veio dizer que “Não comenta”, mas que “repudiamos as acusações desse senhor”. Mas o problema é que está tudo gravado, os 3 encontros havidos num bar de hotel, etc., etc.

No entanto tenho medo que esta verdadeira bomba, não passe afinal de um estalinho de Carnaval. É que é uma bomba extremamente incómoda para demasiada gente com demasiado poder.

O facto de um empresário da construção civil ter tentado corromper de maneira tão simples e directa um vereador da CML, é a prova mais que clara que este tipo de coisas são e sempre foram moeda corrente por todo o lado. Ou acham que este foi o primeiro caso?

Porquê que nunca ouvimos denuncias semelhantes, de tentativas de suborno, de outros Vereadores ou Presidentes de Câmara, de Lisboa, mas já agora também de outros Concelhos de crescimento urbanístico rápido, como Porto, Braga, Gaia, Amadora, Sintra, Loures, Odivelas, Almada, Barreiro, Oeiras, Cascais, etc ?

Publicado por [Saboteur] às 02:26 PM | Comentários (6)

fevereiro 17, 2006

Street cleaning

Ia Renegade fermoso e não seguro pela verdura cogitando uma candidatura (toma lá para a rima) ao curso de estudos avançados em gestão pública do Instituto Nacional de Administração quando aparece um ministro mauzão a restringir as vagas aos meninos e meninas licenciados/as nas áreas de economia/gestão, direito e engenharia. Há que dizer que é a primeira vez em sete anos e outros tantos cursos que não há vagas para as outras áreas científicas, isto é, ciências sociais e literaturas, arquitectura, artes, sabendo-se que normalmente abria um lote com 12 vagas no total de 52.

Renegade teve vontade de voltar aos velhos métodos do ZX Spectrum e aplicar um par de pontapés nos tomates a quem assim o importunava. Infelizmente a vida não é um jogo de computador embora às vezes pareça um jogo de hasard.

Alguém se lembra da operação de propaganda Programa de Estágios Profissionais na Administração Pública? Alguém conhece alguém que tenha "ficado colocado"? É um admirável mundo novo este o do mercado de trabalho. O que se faz à mercadoria que ninguém compra?

Publicado por [Renegade] às 04:18 PM | Comentários (3)

fevereiro 16, 2006

Consolida filho, consolida! A ver se a gente, num grande esforço nacional, consegue estabilizar esta desestabilização filha da puta!

Legenda:
"Segundo a resolução do Conselho de Ministros, que aprovou hoje o programa de privatizações para 2006/2007, o Executivo vai alienar este ano o total da participação na Portucel Tejo e na Portucel e vender parte da posição que tem na Galp Energia.

Entre 2006 e 2007, o Governo prepara-se para vender a totalidade da posição na Inapa e parte das participações que detém na EDP e na Rede Eléctrica Nacional (REN).

Para 2007 está ainda prevista a venda de parte do capital da Transportadora Aérea Portuguesa (TAP).

O comunicado do Conselho de Ministros esclarece ainda que, em 2007, pode vir a alienar ou a fazer a concessão da ANA - Aeroportos de Portugal, mas tal deverá ser decidido em função do modelo do novo aeroporto de Lisboa."

Publicado por [Renegade] às 09:23 PM | Comentários (3)

fevereiro 15, 2006

Post fúncio

Como ninguém se chegava à frente decidi eu tratar de anunciar os novos links na barra multiplayer. ? significa que não me cabe a mim apresentá-los.

Canhoto - ?
Edições Antipáticas - Os antagonistas preferidos do Spectrum.
O Espectro - ?
Palácio da Lua - Renegade no estrangeiro em auto-psico-análise.
Uindissiti - Danu Blau em Chicago e por aí.
Zooide - ?

Publicado por [Renegade] às 12:44 AM | Comentários (3)

fevereiro 14, 2006

Ainda e sempre

O Rick e o Sabouter andam com pouca atenção. Pelo menos ao que aqui se andou a escrever. De qualquer forma e como se escreveu muito fora daqui e talvez nunca o suficiente.

«Eu julgo que o sítio justo (se isso é possível) para estar nesta questão passa por:

1. não aceitar qualquer restrição política sobre o acto da publicação daqueles cartoons. Quem quer recorre aos tribunais. Se os tribunais dinamarqueses são todos fascistas e não aceitam a queixa há outros tribunais (estou a lembrar-me do Tribunal Europeu dos direitos do homem). Há meios de fazer pressões políticas sem mandar assassinar ninguém. Depois podemos discutir se o Governo da dinamarca isto, se o jornal aquilo, que são todos fascistas, que agiram com reserva mental e agendas polóiticas reacionárias etc e tudo isso será verdade. Mas isto (o direito a publicar aqueles cartoons) tem que ser a base de qualquer discussão.

2. Não comer a indignição fabricada pelos fundamentalistas (governos e movimentos teocráticos e governos e movimentos mais ou menos nacionalistas que cavalgam a onda para recolher dividendos e apoios internos e ganhar espaço para respirar na poítica internacional- Arabia saudita, Irão, Líbano, Síria...) e fazer da sua agenda a nossa.

3. Procurar uma posição de crítica política e cultural que recuse a teocracia, o capitalismo e as facilidades do discurso cultural à la Huntington. Repito, Huntington e seguidores não podem ser interlocutores neste debate. São, quanto muito, uma expressão daquilo que se quer combater. Sobre isto há gente com posições muito interessantes por todo o mundo, a começar por tipos como o Said (e que falta fazia cá este agora!). Aqui em França alguns estão neste sítio da associação do manifesto das liberdades
http://www.manifeste.org/article.php3?id_article=113 (...)»
Renagade

Apesar de teres razão em tudo o que dizes a ordem dos factores para esta questão parece-me não ser a correcta. O meu ponto um é:

Não era - não é, no meu entender - a liberdade de expressão na Europa que estava em causa (liberdade pela qual muita gente nos países muçulmanos luta, com o meu apoio activo). O que estava em causa era o incitamento à perseguição religiosa e racista visada pelos «cartoons» num contexto de crescente estigmatização contra os muçulmanos, instigada pela extrema-direita na Europa e no mundo. E nesta leitura estou, de facto, acompanhada pela palestiniana Leila Shahid, que citas. Segundo ela (Deutsche Welle,de 8/2), os desenhos foram «the straw that broke the camel's back» para os muçulmanos, empurrados «ao limite» pelos desenhos, o que deveria ser entendido «no contexto islamofóbo» e «na linguagem islamófoba» prevalecentes hoje a nível mundial.
Ana Gomes, Causa Nossa

O ponto dois é a surpresa pelo levantamento público a favor da liberdade de expressão quando me parece estar em causa, para além de ser de relações de força, e não de príncipios éticos, que falamos quando falamos de liberdade de expressão. (Rick) ter-se tornado definitivo e irrevogável o estado de guerra permanente, precipitado ou tornado evidente desde Setembro de 2001.

3: Recusar a agenda levantada pelas manifestações no mundo islâmico pode significar o mesmo que recusar compreender o que a motiva de fundo (independentemente se são estimuladas ou cavalgadas por líderes fanáticos). E sem essa compreensão cavamos mais fundo o fosso entre a ignorância generalizada do que é o Islão e a ignorância dos valores que tão ciosamente pretendemos salvaguardar.

Publicado por [Operation Wolf] às 11:56 AM | Comentários (5)

fevereiro 12, 2006

ainda a merda dos cartoons...

Concordo com o Rick e acho estranho não aparecer mais vezes, nas reflexões que se fazem por aí, que as coisas não têm o mesmo significado para todos. O “português típico” não sabe avaliar o impacto que têm as caricaturas sobre um “xiita típico”. Não são comparáveis estes cartoons ao cartoon do Papa com o preservativo no nariz, no Expresso.

Neste contexto, andar sempre a martelar no primado (a sacrossanticidade, já tenho lido!) da liberdade de expressão, já enjoa. Sobretudo quando essa música é sobretudo tocada por aqueles políticos que, com alguma regularidade, lá põem mais uma acção a um jornalista, exigindo-o que prove as insinuações que fez, etc, etc… É que. Como dizia o Inimigo Público, “A Liberdade dos Golfinhos é a morte das Sardinhas”.

No entanto há que reconhecer que as reacções tempestuosas dos muçulmanos e, em particular, no mundo árabe, foram ampliadas por dois factores fundamentais:

1- Primeiro, porque realmente os árabes (e em especial os árabes islamitas) estão a ser vítimas, há já alguns anos, de uma mega-campanha racista e xenófoba que já ultrapassou todos os limites (já para não falar da ocupação e guerra do Iraque, da Palestina, do Afeganistão, de Guantanamo, das troturas, das ameaças ao Irão, etc.) … ou seja: esta reacção não é só por causa das caricaturas, tem de ser enquadrada num determinado contexto, que é o da guerra, humilhação e sofrimento daqueles povos, em especial nos últimos 4 anos.

2- Mas também é preciso denunciar que toda esta questão tem sido empolada também por alguns chefes religiosos e políticos árabes/muçulmanos, responsáveis governativos, etc. É sabido que circulam descrições dos cartoons ainda mais escandalosas do que os originais; são conhecidas as incitações ao ódio, com requintes de manipulação religiosa que passam por promessas vãs de paraísos eternos para quem se sacrificar pela causa… tudo muito parecido às estratégias de extrema-direita que vemos no Ocidente… Afinal, dos dois lados há quem esteja interessado numa guerra santa, numa guerra de civilizações, no ódio entre povos. Deixar a dúvida sobre se defendemos ou toleramos alguns desses cabrões, só porque alguns dos nossos inimigos são também inimigos deles, é um erro gigantesco em que não alinho.

maome.jpg

Publicado por [Saboteur] às 03:02 PM | Comentários (7)

fevereiro 11, 2006

O sr. que se segue

Acabou de começar a campanha para as eleições italianas.

Publicado por [Renegade] às 12:31 PM | Comentários (1)

fevereiro 10, 2006

Nothing is real, everything is true

Renegade e Joystick conseguiram colocar a questão cartoonista no campo da liberdade de expressão. Renegade, um pouco mais entusiasmado, colocou-se mesmo na posição do governo dinamarquês, num exercício de razão de estado algo contorcionista.
A primeira questão a colocar é se o olhar com que encaramos a questão chega, e é por si só suficiente, para compreendermos o significado dos cartoons numa cultura distinta daquela que nos percorre (e que percorremos). Não se trata de discutir se é legítimo ou não publicar o que quer que seja, mas se é legítimo ou não ser ingénuo ao ponto de achar que as coisas têm o mesmo significado em todo o lado e para todos. O primeiro exercício é o de questionar a universalidade dos valores e dos significados com que nos habituámos a viver, e que retiram parte da sua força precisamente da sua pretensão à universalidade.
O exercício de comparar a sátira de Maomé à sátira de Jesus cumpre esse propósito apenas parcialmente. Existe uma longa lista de acontecimentos e de relações que tornam essa comparação relativamente deslocada.
Para podermos chamar integristas, fundamentalistas e obscurantistas aos mullahs ou à casa de Saud, com propriedade e sem fazer coro com a extrema-direita europeia (que nesta caso consegue ir desde Le Pen até Rui Zink), seria necessário chamar integrista, fundamentalista e obscurantista a Ratzinger e à cúria que o elegeu líder da irgreja católica.

Sem deixar de considerar que existem muitas formas de puxar a brasa reaccionária à sardinha teológica e que, se a igreja católica dispensa hoje em dia (sublinho, hoje em dia) a violência de rua e as manifestações mais óbvias de intolerância, é porque a sua agenda está assegurada e salvaguardada por outras vias, que se revelam bem mais eficazes.
É de relações de força, e não de príncipios éticos, que falamos quando falamos de liberdade de expressão.

Publicado por [Rick Dangerous] às 02:36 PM | Comentários (3)

Lê, assina e divulga...

... as edições antipáticas. Sem teoria revolucionária não há movimento revolucionário.

Publicado por [Rick Dangerous] às 02:31 PM | Comentários (2)

fevereiro 09, 2006

Gramática das Civilizações

Patético ou simplesmente espantoso ler pessoas a reclamarem-se os herdeiros de Erasmo, de Voltaire, de Galileu. Já agora não querem também reclamar a invenção do fogo ou da roda? A empresa que pagou aos cientistas que "leram o genoma humano" também queria registar a patente. E a escrita começou na Suméria, de onde Aristóteles estava mais próximo que das margens do Reno.
Nada do que se está a passar parece fazer o mínimo sentido. Quem hurra pela liberdade de expressão vive bem então com quem ostenta cartazes a desejar a morte a cartonistas e demais gente que ofenda o Islão? Claro como a água se estivermos a falar da clareza das profundezas oceânicas.

Publicado por [Operation Wolf] às 08:23 PM | Comentários (3)

fevereiro 08, 2006

Camarada Maomé II

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Por sugestão de D. Blau aqui ficam uns pedaços da primeira página do Canard Enchainé - a imagem completa está aqui e tem mais cartoons. Nem me lembrei que o Canard pudesse estar na net. Mais uma vez, claro como a água.

Publicado por [Renegade] às 09:37 AM | Comentários (3)

fevereiro 07, 2006

Camarada Maomé

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Esta é a capa do Charlie Hebdo (jornal satírico) que sai amanhã por aqui cheio de caricaturas anti-fundamentalistas (e não será só o fundamentalismo islâmico a estar em causa). Algumas organizações muçulmanas tentaram impedir nos tribunais que o jornal chegasse aos quiosques. Outras defenderam o direito do jornal a publicar o que bem entendesse em nome da liberdade de expressão. Claro como a água.

Publicado por [Renegade] às 11:37 PM | Comentários (3)

fevereiro 06, 2006

tem um cheiro a mofo.. mas não me é desconhecido

A candidatura de F.L. cumpriu um dos seus objectivos essenciais: mobilizar o voto de sectores sociais comprometidos com uma geração de mudanças (...)

O entusiasmo, a mobilização e a proposta que a campanha promoveu constituíram um elemento essencial no debate político.

resolução da comissão política do be sobre as eleições

MAIS DE 40 MIL QUILÓMETROS!

Os números da campanha são claros: editaram-se muitas centenas de milhares de folhetos. Realizaram-se 29 almoços e jantares de campanha, 19 comícios, 32 sessões públicas, 45 visitas e 29 arrua das. Milhares de activistas, militantes e simpatizantes do Bloco estiveram mobi lizados neste importante batalha política. Foi sem sombra de dúvida a mais intensa campanha eleitoral em que o Bloco se envolveu.

na resvista Esquerda, órgão do be

E foi assim que os homens fortes do be leram os resultados das eleições. palavras para quê?
pepcepização do be (ou pelo menos das reacções aos maus resultados) ou é impressão minha?

Publicado por [Paradise Café] às 09:55 PM | Comentários (5)

e se um dos cartoons fosse este...

... e tivesse sido publicado por um diário palestiniano?


Temos em mãos assunto sério e interessante. Sério porque mexe com muita gente, interessante porque, contrariamente às privatizações, não se torna necessariamente um assunto de esquerda ou de direita, o que leva a que as pessoas tenham de o pensar com os seus próprios miolinhos...

1. É legítimo pressionar um jornalista a não escrever/desenhar uma matéria pelo seu conteúdo poder ferir algumas cabecinhas (mesmo que sejam muitas)?
2. É legítimo pressionar um director ou um editor a não publicar uma matéria pelo seu cont....?
3. Se respondermos negativamente às anteriores questões, em coerência, nunca poderíamos concordar que um chefe de estado faça qualquer tipo de declaração que possa ajudar a pressionar qualquer profissional da comunicação social.

Não concordo com "se`s" neste tipo de matérias. O que certa europa e alguma américa exportam de pior sabemos nós de gingeira: guerra, fome, blá, blá, blá. O que de melhor se pode exportar, ainda que nunca através de violência ou qualquer outro tipo de opressão, é exactamente o que de pouco foi conseguido através da luta contra o obscurantismo. Sem dúvida que as liberdades de imprensa e de expressão (ainda que bastante diminuidas e afectadas) constam desse pequeno catálogo.


Publicado por [Paradise Café] às 08:45 PM | Comentários (5)

As faculdades de direito e as direitas

A propósito deste post no uindissiti lembrei-me de ir um bocadinho mais fundo numa coisa que me interessa há uns tempos - o reaccionarismo militante proactivo das faculdades de direito em Portugal. Mais precisamente, da faculdade de direito de lisboa, "coisa" com que mantive uma torturada relação de três anos antes de arribar ao maravilhoso mundo da Av. de Berna. Neste post deixarei de lado coisas como as regras e os conteúdos da avaliação, a organização curricular, as políticas de apoio ao associativismo dentro da faculdade, o recrutamento de alunos e a reprodução de elites (profissionais, regionais, ideológicas etc) que ele proporciona, os discursos que a instituição produz sobre si mesma (a página da internet anuncia-se como "Página Oficial da maior das Faculdades de Direito de Portugal") para me concentrar no corpo docente.

A lista é facilmente consultável no sítio internet e vem confirmar a existência de autênticos clãs de juristas ligados à instituição quase pelo cordão umbilical. A chefia do clã está na mão do catedrático que trouxe atrás de si ao longo dos anos filhos, sobrinhos e amigos, devidamente ilustrados na douta ciência do mais-velho e fiéis reprodutores da doxa conservadora ou reaccionária e do seu status social.
Alguns exemplos na pirâmide hierárquica: o clã Ascensão com José de Oliveira Ascensão à cabeça, incansável defensor dos direitos dos fetos de Portugal e outras bizarrias da pré-modernidade com sobrinho José Pedro de sande e Lemos Ramos Ascensão.
Luís Manuel Teles de Menezes Leitão, acompanhado dos assistentes Alexandra Ludomila Fernandes Leitão, Maria Adelaide Teles Menezes Correia Leitão, Maria Filomena Ribeiro Carvalho Vieira Menezes Leitão e do duvidoso Jaime Rui Drummond Leitão do Valle. Outra dúvida está com o catedrático António Manuel da Rocha e Menezes Cordeiro.
Os incontornáveis professores Albuquerque, catedráticos fascistas de alto coturno, ainda lá estão: Ruy Manuel Corte-Real de Albuquerque, Martim Eduardo Corte-Real de Albuquerque e, surpresa (!?), lá está também o prof. auxiliar Pedro Corte-Real de Albuquerque. Por falar em fachos, quem se lembra de Pedro Mário Soares Martinez? E quem será Pedro Nuno Tavares Romano e Soares Martinez?
O prof. Pedro Manuel de Melo Paes de Vasconcelos não podia ficar sozinho: lá temos também o assistente Pedro Leitão Pais de Vasconcelos que provavelmente podia entrar na quota dos Leitões.
O despedimento da Géninha Galvão Teles lixou-me o clã Galvão Teles. Ficou só o velho Inocêncio, a incluir na lista dos Teles Menezes (ver acima).
O grande constitucionlista Jorge Manuel Moura Loureiro de Miranda e respectivo rebento, conhecido blogger, João Pedro Oliveira Miranda.
E nunca mais saía daqui se soubesse tudo o que esta lista esconde.Claro que tudo isto tem uma explicação: muito estudo.

Publicado por [Renegade] às 05:56 PM | Comentários (14)

Maomé e a Dinamarca

Um jornal dinamarquês publica uns cartoons retirados de um livro onde Maomé é ridicularizado e chamado de terrorista. Diplomatas de países muçulmanos nesse país sentem-se ofendidos. A resposta dos governantes dinamarqueses é: aqui temos liberdade de imprensa, o poder político não tem nada a ver com o assunto. Da sua resposta podemos depreender um tom de lição ocidental sobre os valores muito (estreitos diria) incondicionais da democracia. Depreende-se ainda o discurso do Nós, repetido hoje no fórum da TSF por Luís Delgado, "nós temos de ser tolerantes e eles não?". O discurso Nós/Eles para mim tão longe da democracia como impedir a liberdade de imprensa. Um discurdo criminoso e abusivo (de quem fala ele quando diz Nós, da sua família, do seu partido ou do seu credo?)
A resposta do governo da Dinamarca não pode ser separada do contexto que é bom lembrar: o "ocidente" tem uma pata gigante em dois países do médio oriente, bombardeia os países que entende (vide semana passada o Paquistão) estica a corda com o Irão (o eixo do mal) expatria ou deixa expatriar prisioneiros sem qualquer tipo de garantias e direitos, nem civis nem de guerra. Sobre este contexto, ou talvez em todos mas aqui com mais evidência, penso que seria de elementar educação um governo demarcar-se de qualquer atitude xenófoba ou de intolerância religiosa que se visse reflectida nos seus jornais livres. A resposta violenta que se tem verificado nalguns países árabes não pode ser arrumada na prateleira dos fundamentalistas religiosos fanáticos. O fanatismo vive submerso nas camadas sociais de todo o mundo, emerge sujeito às mais variadas molas de arranque. E queimar uma embaixada é diferente de degolar um estrangeiro. Fanatismos ou nem tanto à parte parece haver "neste" lado quem esteja apostado em aumentar o desgaste e o confronto. "Daquele" lado também. Esses não são os que cortam cabeças mas são seguramente os mais fanáticos

Publicado por [Operation Wolf] às 02:35 PM | Comentários (9)

Soco no estômago (grande filme)

quando o amor é uma doença incurável (belo artigo sobre o barulho das luzes à volta do filme aqui)

Publicado por [Renegade] às 12:58 AM | Comentários (1)

fevereiro 05, 2006

Algo está podre no reino da Dinamarca


A liberdade de imprensa não implica que esta assuma posições terroristas sem que os responsáveis políticos não procurem reparar as ofensas.

Publicado por [Operation Wolf] às 04:10 PM | Comentários (6)

fevereiro 04, 2006

Converssas de trabalho

Na minha profissão, basicamente, ou se fala de seguros e banca, ou se fala de futebol.

Passada uma semana, parece que se está a gerar no mercado uma ideia consensual: Houve uma má estratégia de treinos antes do jogo e isso é que lixou tudo.

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Publicado por [Saboteur] às 02:35 PM | Comentários (4)

fevereiro 01, 2006

Glaciar anunciado

O Cavaco ganhou e uma semana depois o país entra na Idade do Gelo.

Publicado por [Operation Wolf] às 07:07 PM | Comentários (3)