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março 15, 2005

"Maybe that's all family really is. A group of people who miss the same imaginary place"

Gostei mesmo deste filme. Apesar de no último quarto de hora a coisa entrar em derrapagem acelerada de clichés (quando começa a chover), gostei mesmo muito deste filme. Primeiro filme do tipo da direita, que escreveu, interpretou e realizou (e só não trouxe até si, como se dizia antigamente!). E conseguiu uma banda-sonora com piada. Além da Natalie Portman, claro.

Até quase me esqueci que o estava a ver na sala 3 do Quarteto, num ecrã minúsculo com uma mancha brilhante de velhice a meio do branco da tela. O ritmo da fita a rodar nas bobines e a passar no cinematógrafo ouvia-se distintamente lá em baixo. O som saía distorcido pelas n saídas mono das colunas. E a imagem saía projectada num amarelo bolorento um bocado chato, às vezes. Mas gostei mesmo muito deste filme. Críticas aqui.

You know that point in your life when you realize that the house that you grew up in isn't really your home anymore? All of the sudden even though you have some place where you can put your stuff that idea of home is gone. (...) You'll see when you move out it just sort of happens one day and it's just gone. And you can never get it back. It's like you get homesick for a place that doesn't exist. I mean it's like this rite of passage, you know. You won't have this feeling again until you create a new idea of home for yourself, you know, for your kids, for the family you start, it's like a cycle or something. I miss the idea of it. Maybe that's all family really is. A group of people who miss the same imaginary place.”
ZACH BRAFF (Andrew Largeman)

Publicado por [Renegade] às março 15, 2005 11:41 PM