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<title>Reporter Fisgas</title>
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<title>Bem-Vindos ao Blog Reporter Fisgas</title>
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<summary type="text/plain">Longe do bulício e da poluição das grandes cidades, Pedrógão Grande, vila do interior, abre-se ao Mundo, como um ninho de casario. No seio de uma paisagem rural e histórica, proporciona, a quem admira, momentos de grandiosa tranquilidade e repouso....</summary>
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<![CDATA[<p>Longe do bulício e da poluição das grandes cidades, Pedrógão Grande, vila do interior, abre-se ao Mundo, como um ninho de casario. <br />
No seio de uma paisagem rural e histórica, proporciona, a quem admira, momentos de grandiosa tranquilidade e repouso.<br />
O relógio da vida, parado, mantém presente o passado! <br />
Esse relógio de corda, a que chamam coração, vislumbra, sorridente, o futuro.<br />
As terras, como as pessoas, têm as suas memórias, os seus espaços, os seus mitos, as suas discussões e conversas.<br />
Pedrógão Grande, pelas suas inesquecíveis estórias e história, obriga a desfrutar de um património paisagístico, natural e cultural onde coexistem autênticos santuários de flora e fauna, captados, sempre, pelos atentos olhares dos observadores.<br />
Olhares observadores e atentos é também o que procura o Reporter Fisgas.<br />
Alheios, muitas vezes, ao que nos rodeia, alheamo-nos, também daquilo que nos une.<br />
É também por isso que este BLOG surge. <br />
Com a intenção de criar um espaço de discussão aberto a todos e sem qualquer tipo de critica ou censura pessoal.<br />
Discussões e conversas, espaços e lugares, pessoas e sombras, objectos e paisagens, ser-nos-ão oferecidos a uma velocidade e ritmos nem sempre compassados. <br />
Exactamente como a vida pedroguense: descompassada, desvairada, despreocupada.... desprendida.<br />
Uma experiência de sonho, feita de sonho, e que, pela sua simplicidade, espera contar com o seu contributo.<br />
</p>]]>

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<title>Quando os planeamentos são feitos pelos porteiros</title>
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<issued>2006-07-14T00:57:44Z</issued>
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<summary type="text/plain">Quando os planeamentos são feitos pelos porteiros Quando os planeamentos são feitos pelos porteiros&amp;#133; Realmente este Portugal está cheio de grandes inovações tanto a nível político como a nível de gestão de recursos sejam eles políticos, económicos ou desportivos. Desta...</summary>
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<![CDATA[<p>Quando os planeamentos são feitos pelos porteiros</p>

<p>Quando os planeamentos são feitos pelos porteiros&#133;</p>

<p>Realmente este Portugal está cheio de grandes inovações tanto a nível político como a nível de gestão de recursos sejam eles políticos, económicos ou desportivos. Desta vez, irei apenas recomendar e realçar a situação que penso ser de perigo iminente.<br />
Penso eu e certamente já pensou muita gente em Pedrógão Grande que o parque infantil situado perto da Rodoviária Nacional não será um local muito apropriado para as crianças se divertirem e poderem estar em segurança. Não sei se foi desleixo por parte da Câmara Municipal ou incompetência do empreiteiro que realizou a montagem do material didáctico. O que sei é que ao fim de algum tempo a Câmara Municipal nada fez para alterar tal situação. Mas não estará pelos vistos muito interessada, talvez quando algum acidente acontecer faça alguma coisa&#133; <br />
Conforme o Decreto-Lei n.° 379/97 de 27 de Dezembro de 1997, regulamento que estabelece as condições de segurança a observar na localização, implantação, concepção e organização funcional dos espaços de jogo e recreio, respectivo equipamento e superfícies de impacte, artigo nº5, refere que os espaços de jogo e recreio não devem estar localizados junto de zonas ambientalmente degradadas, de zonas exteriores utilizadas para carga, descarga e depósito de materiais e produtos ou de outras zonas potencialmente perigosas, nem de locais onde o ruído dificulte a comunicação e constitua uma fonte de mal-estar, e também o artigo nº 7, refere que<br />
1 - os espaços de jogo e recreio devem estar isolados do trânsito, restringindo-se o acesso directo entre esses espaços e vias e estacionamentos para veículos por meio de soluções técnicas eficientes, devendo ser observadas as seguintes distancias, contadas a partir do perímetro exterior do espaço até aos limites da via ou do estacionamento de, pelo menos:<br />
a) 10 m em relação às vias de acesso local sem continuidade urbana e estacionamentos,admitindo-se afastamentos mínimos até 5 m, apenas quando a velocidade dos veículos seja fisicamente limitada a valores muito reduzidos e desde que sejam previstas soluções técnicas eficientes de protecção contra o transito de veículos;<br />
b) 20 m em relação às vias de distribuição local com continuidade urbana e estacionamentos, admitindo-se afastamentos mínimos até 10 m, apenas quando a velocidade dos veículos seja fisicamente limitada a valores muito reduzidos e desde que sejam previstas soluções técnicas eficientes de protecção contra o transito de veículos;<br />
c) 50 m em relação às restantes vias de circulação de veículos com maior intensidade de tráfego, devendo os espaços de jogo e recreio estar fisicamente separados destas vias.<br />
2 - Os espaços de jogo e recreio existentes à data de entrada em vigor do presente diploma e que não preencham os requisitos estabelecidos no número anterior devem assegurar a protecção contra o transito de veículos por meio de soluções técnicas eficientes.<br />
3 - Nas vias de circulação de veículos a que se refere o n.° 1 deve existir limitação de velocidade por sinalização e adequadas soluções de controlo físico da velocidade e da circulação de veículos, adaptadas a cada situação específica, tais como «lombas», bandas sonoras, traçados viários sinuosos, barreiras e interdições localizadas da circulação e estacionamento de veículos.</p>

<p>Será que no futuro os engenheiros se puderem medicar vão prescrever receitas médicas para os doentes?Ou ainda teremos directores do repartimento das finanças a tratar de um caso de advocacia??</p>]]>

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<title>PETIÇÃO: Tourada em Pedrógão Grande? Não, obrigado.</title>
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<issued>2006-07-14T00:53:56Z</issued>
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<summary type="text/plain">PETIÇÃO: Tourada em Pedrógão Grande? Não, obrigado. A petição para a não realização da Tourada em Pedrógão Grande estava a ser um sucesso. Apesar disso chegavam-nos alguns mails de cidadãos que pretendiam assinar a petição e não a assinavam porque...</summary>
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<![CDATA[<p>PETIÇÃO: Tourada em Pedrógão Grande? Não, obrigado.</p>

<p>A petição para a não realização da Tourada em Pedrógão Grande estava a ser um sucesso. Apesar disso chegavam-nos alguns mails de cidadãos que pretendiam assinar a petição e não a assinavam porque não entendiam inglês, e o site onde estava alojada a petição estava todo escrito em inglês. Apesar de não conseguirmos alojar a petição num site com língua portuguesa, criámos uma petição numa página mais intuitiva e com um endereço de memorização mais fácil. </p>

<p>Infelizmente não nos foi possível recuperar as antigas assinaturas, isto porque o site que nos fornecia a anterior petição não nos permitia efectuar essa operação.</p>

<p>Pedimos então que volte a assinar a petição, se estiver de acordo com ela, e que a divulgue pelos seus amigos</p>

<p>ASSINE AQUI: http://peticao-pedrogao.blog.vu</p>

<p>Encontrará lá todos os passos que deve seguir para ser bem sucedido na assinatura da petição.<br />
</p>]]>

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<title>Boletim Municipal</title>
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<summary type="text/plain">Boletim Municipal O Boletim Municipal é, porventura, o maior veículo de comunicação de um Câmara Municipal. Ora, se assim é, e estando a CM de PG apetrechada do ponto de vista logístico-profissional de elementos capazes (?) para a sua elaboração,...</summary>
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<![CDATA[<p>Boletim Municipal</p>

<p>O Boletim Municipal é, porventura, o maior veículo de comunicação de um Câmara Municipal.</p>

<p>Ora, se assim é, e estando a CM de PG apetrechada do ponto de vista logístico-profissional de elementos capazes (?) para a sua elaboração, é elementar questionar o porquê da sua periodicidade e fraca qualidade.</p>

<p>Deveria o Boletim Municipal servir para elucidar a população, tornando-se então necessário que o seu conteúdo e tiragem estivessem de acordo com o seu público-alvo e sobretudo, de acordo com o trabalho realizado pela CM.</p>

<p>Só desta forma será possível educar cada vez mais os cidadãos e torná-los mais activos publicamente.<br />
</p>]]>

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<title>Como vai o nosso (des)Urbanismo</title>
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<issued>2006-07-12T03:15:14Z</issued>
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<summary type="text/plain">Como vai o nosso (des)Urbanismo Caros Amigos, Não sendo eu um experto na matéria, tenho uma observação a fazer, acerca do profundo (des)urbanismo que anda a ser reinventado no lugar de Vale do Barco. Numa área onde andam a ser...</summary>
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<![CDATA[<p>Como vai o nosso (des)Urbanismo</p>

<p>Caros Amigos,</p>

<p>Não sendo eu um experto na matéria, tenho uma observação a fazer, acerca do profundo (des)urbanismo que anda a ser reinventado no lugar de Vale do Barco. </p>

<p>Numa área onde andam a ser edificadas várias moradias, ao longo de um caminho asfaltado no meio do monte, parece-me obvio que estas deviam ser implantadas de acordo com algum estudo, ou pelo menos algumas directrizes a serem fornecidas pelos serviços da nossa CM. </p>

<p>Ao passar por lá, tenho a sensação de regressar a um período longínquo, onde cada um fazia o que queria, ou conforme queria, refiro-me pois a um tempo onde não havia quaisquer preocupação com o urbanismo e de onde resultaram as nossas aldeias, vilas e cidades. Nessa altura não havia este cuidado, pois não existiam automóveis, nem se falava de equipamentos sociais, tais como espaços verdes e de outras coisas que ao longo dos tempos nos fomos apercebendo que fazem falta ao nosso bem estar, nem que seja meramente por uma questão estética.</p>

<p>Será que as pessoas percebem que ao asfaltarem um caminho, com todas as curvas e curvinhas, que foram sendo feitas pelos carros de bois que por ali passavam em tempos remotos, sem rectificar a directriz e elaborarem um plano de implantação das edificações que mais tarde ou mais cedo ali vão ser construídas, estão a “desenhar” o caos urbanístico, que existe em todos os centros históricos, onde não existe um alinhamento definido, onde as esquinas das casas deambulam na ruas e por onde um simples carro dos bombeiros não passa?</p>

<p>Já o nosso Marquês de Pombal no século XVIII se preocupava com tal facto. Só passaram pouco mais de 250 anos!<br />
</p>]]>

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<title>ATENÇÃO - carta aberta aos pedroguenses</title>
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<issued>2006-07-12T03:12:34Z</issued>
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<summary type="text/plain">ATENÇÃO - carta aberta aos pedroguenses Pedroguenses: Esta é uma carta aberta a todos aqueles que se preocupam com os vícios reinantes no nosso Concelho. Lamento a existência de tanta politização nas mais importantes instituições de Pedrógão Grande, desde a...</summary>
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<![CDATA[<p>ATENÇÃO - carta aberta aos pedroguenses</p>

<p>Pedroguenses: Esta é uma carta aberta a todos aqueles que se preocupam com os vícios reinantes no nosso Concelho. Lamento a existência de tanta politização nas mais importantes instituições de Pedrógão Grande, desde a Santa Casa da Misericórdia aos Bombeiros Voluntários e à Escola Tecnológica e Profissional. É gritante que haja quem queira assegurar o poder a todo custo, tentando com as presidências dessas associações assegurar o poder que começa a ficar cada vez mais longe e que a oposição não está a aproveitar, ao não se aperceber do descontentamento que existe na grande maioria das pessoas. Um concelho com tantas potencialidades sobrevive e não vive, como deveria ser, nas mãos de dois ou três que por nada dele abdicam e que querem fazer as passagens de testemunho num espírito sucessório e monárquico. O lançamento de Eduardo para a Casa da Misericórida e de Pedro Nunes para a Junta é disso o exemplo mais que flagrante. Daqui a cinco anos Eduardo será candidato à Câmara e Nunes, que nessa altura já será provedor, substituirá Eduardo passados mais uns anos. É esta a lei que reina em Pedrógão e que implica a constante manutenção dos podres mais podres em todos os poderes. É lamentável.</p>

<p>Ass.José Silva</p>]]>

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