15 de maio, 2005

pink blood

MRP voltou. FJV recebeu-a. Ela esconde a magreza com um fio de pele e um disco de plástico rosa ao pescoco. Ela considera-se uma escritora pop, logo uma Lichtenstein ou uma Wharol (sic). Fala de Rosa Mantero com propriedade. Fala da vida de "pessoas como nós" como sabendo a verdade certa e a errada, e como devem ser distribuídas. MRP deixa no ar a hipótese de FJV não ter lido bem o livro, um ou dois minutos depois, ela descobre algo novo no seu livro pela mão dele. Ela sabe vender o seu trabalho: fala da culpa judaico-cristã, da violência doméstica... E num só parágrafo escreve cinco (5) vezes "merda". E escreve frases como "Sou uma puta fixe". MRP continua dentro... Afinal eu nunca li livros dela. O que ela diz é suficiente para eu não querer lê-la. Esta minha conversa está vazia desde o início. [...] E nem fodê-la, fique claro. Não faltam objectos para amar com sentido.

Escrito por jm às 14h15...




Comentários

fazes muito bem. mas eu fodia-a.

Escrito aqui por fernando esteves pinto em 17 de maio, 2005 às 12h42

respira, não é?

Escrito aqui por dolphin.s em 17 de maio, 2005 às 12h48

tudo o que respira é fodível.

Escrito aqui por fernando esteves pinto em 17 de maio, 2005 às 22h21