15 de setembro, 2002

nada para ver na chuva

nada para ver na chuva.
felizmente se imagina as imagens incertas.
os desenhos pouco importam no nevoeiro.
e o calor refresca-se nos corpos.

nada para ver na chuva.
pouco mais que um amor todo
num sorriso infantil e doce
com gotas de água no rosto.

Escrito por jm às 12h02...




Comentários