11 de outubro, 2002

não acredito em nada

não acredito em nada. todas as mentiras são a mais pura verdade na boca de muitos: tantos: de mim. silencio o que penso. se dissesse o que penso, niguém ouviria a verdade. tenho receio da loucura e da diligência fácil do suicídio. não leio as palavras todas para ir acertando no que querem dizer, para lhes extrair, em algum momento, o conteúdo real. não acredito que me digam a verdade. a verdade é tão real como deus à sombra de um sobreiro.

Escrito por jm às 10h16...




Comentários

peço sua autorização para colocar isso num blog que estou fazendo com a minha amiga sobre cidadania e mídia... na verdade é um trabalho de colégio mas queríamos torná-lo interessante... por favor escreva-me o mais rápido possível...

Escrito aqui por hemiliene em 26 de outubro, 2004 às 19h06