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    <title>privado</title>
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    <updated>2012-05-15T11:43:15Z</updated>
    <subtitle>(blog público &gt; http://jq.weblog.com.pt)</subtitle>
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    <title></title>
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    <published>2012-02-01T13:58:30Z</published>
    <updated>2012-05-15T11:43:15Z</updated>
    
    <summary> Reparo: desnecessário, o calor, para variar, aliviou o meu clima. A chocar algo muito errado estar devo. Palavras: a programação habitual segue dentro de momentos ou dalguns dias, tanto faz. Bosques, no entretanto, repletos de coisas e gente, pedras,...</summary>
    <author>
        <name>José Quintas</name>
        
    </author>
    
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        <![CDATA[<p><span style="font-size:12px;"><span style="color:#dae0e6;" ><br />
Reparo: desnecessário, o calor, para variar, aliviou o <em>meu</em> clima.<br />
A chocar algo muito errado estar devo. Palavras: a programação<br />
habitual segue dentro de momentos ou dalguns dias, tanto faz. <br />
Bosques, no entretanto, repletos de coisas e gente, pedras, plantas, <br />
plumas e animais ciosos, ossos de maquinetas defuntas. Palavras,<br />
também, um montão delas, mas já não em torrente. Domadas, <br />
que pena, e por danar, seja, para aqui caberem um dia, talvez.</span></span></p>]]>
        
    </content>
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    <title></title>
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    <published>2012-01-30T17:15:31Z</published>
    <updated>2012-04-15T08:46:57Z</updated>
    
    <summary>- Fuck yeah! Jesus Jeffrey Lee Pierce just knocked on my door! imagens de autor desconhecido / The Gun Club ....</summary>
    <author>
        <name>José Quintas</name>
        
    </author>
    
    <content type="html" xml:lang="en" xml:base="http://qj.weblog.com.pt/">
        <![CDATA[<p>- Fuck yeah! <strike>Jesus</strike> Jeffrey Lee Pierce just knocked on my door! </p>

<p><br />
<div align=center><br />
<img alt="tumblr_lvc0v1TTvn1qcvteuo2_250.gif" src="http://jq.weblog.com.pt/arquivo/tumblr_lvc0v1TTvn1qcvteuo2_250.gif" width="245" height="137" /> <img alt="tumblr_lvc0v1TTvn1qcvteuo1_250.gif" src="http://jq.weblog.com.pt/arquivo/tumblr_lvc0v1TTvn1qcvteuo1_250.gif" width="245" height="137" /><br />
<img alt="tumblr_lvc0v1TTvn1qcvteuo4_250.gif" src="http://jq.weblog.com.pt/arquivo/tumblr_lvc0v1TTvn1qcvteuo4_250.gif" width="245" height="137" /> <img alt="tumblr_lvc0v1TTvn1qcvteuo3_250.gif" src="http://jq.weblog.com.pt/arquivo/tumblr_lvc0v1TTvn1qcvteuo3_250.gif" width="245" height="137" /><br />
<object width="500" height="25"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/AxAVXsT1mss? PT&amp;fs=1&amp;color1=F8F8F8&amp;color2=F8F8F8"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/AxAVXsT1mss? PT&amp;fs=1&amp;color1=F8F8F8&amp;color2=F8F8F8" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="25" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
<span style="font-size:10px;">imagens de autor desconhecido / The Gun Club</span><br />
</div><br />
<div align=right><div style="color:#F8F8F8;" >.</div></p>]]>
        
    </content>
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    <title></title>
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    <published>2012-01-30T17:15:31Z</published>
    <updated>2012-06-16T12:50:39Z</updated>
    
    <summary>Agora que pouco faltava para este sítio atingir o template perfeito, o nihil quase absoluto, a Weblog, plataforma onde esta coisa esteve alojada nos últimos seis anos, anunciou o encerramento da sua actividade e arquivos dentro de alguns dias. Fazem...</summary>
    <author>
        <name>José Quintas</name>
        
    </author>
    
    <content type="html" xml:lang="en" xml:base="http://qj.weblog.com.pt/">
        <![CDATA[<p><span style="color:#D7D3D2;" >Agora que pouco faltava para este sítio atingir <em>o template perfeito, o nihil quase absoluto</em>, a Weblog, plataforma onde esta coisa esteve alojada nos últimos seis anos, anunciou o encerramento da sua actividade e arquivos dentro de alguns dias. Fazem sentido as razões desta eutanásia virtual, como já teriam feito há três ou quatro anos. Ter acontecido nesta altura indicia que a noção de uma justiça cómica não é exclusiva dos seres que pululam a Nebulosa do Caranguejo. Mais umas semanas e este sítio alcançaria provavelmente uma espécie de vazio estelar, mas do avesso: uma brancura imaculada, sem posts sequer. Resta-me agradecer a estadia à equipa da Weblog e a atenção dos que terão passado por aqui. Vou sentir saudades do <em>template</em>.</span><br />
<br><br />
<br><br />
<div align=center><iframe width="420" height="60" src="http://www.youtube.com/embed/ins3GI0X3_c?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></div><br />
<br><br />
<span style="color:#D7D3D2;" ><em><br />
E vistas assim as coisas fragmentariamente é certo <br />
e a custo na imensidão da desordem <br />
a que terão de ser constantemente arrancadas <br />
<span style="color:#D7D3D2;" ><em><br />
Eu falo somente dos relógios caídos, dos autocarros<br />
Eu falo somente dos pés vermelhos<br />
Eu falo... eu falo... eu falo...<br />
<span style="color:#D7D3D2;" ><em><br />
Resulta isto dum olhar rápido sobre a cidade desconhecida <br />
No vigésimo século as nuvens são árvores<br />
e os pássaros mais pequenos grandes paquidermes<br />
<span style="color:#D7D3D2;" ><em><br />
Ainda um céu marinho de agonia onde eu<br />
sou um copo de aguardente francesa e tu<br />
uma gaivota que passa rente ao barco que me leva<br />
<span style="color:#D7D3D2;" ><em><br />
Sim, é verdade, os cabelos loiros<br />
Então, meia-noite!<br />
Senhora, se me dá licença, este dia acabou<br />
</em></span></em></span></em></span></em></span><br />
</div><br />
<br><br />
<span style="font-size:10px;">Colagem de excertos de quatro poemas de António Maria Lisboa</span> </p>]]>
        
    </content>
</entry>
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    <title></title>
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    <published>2010-12-02T00:39:45Z</published>
    <updated>2012-01-26T17:37:01Z</updated>
    
    <summary>birthday party...</summary>
    <author>
        <name>José Quintas</name>
        
    </author>
    
    <content type="html" xml:lang="en" xml:base="http://qj.weblog.com.pt/">
        <![CDATA[<p><strong><em>birthday party</em></strong></p>

<p><br />
<object width="280" height="25"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/e_H9aDZOm7g?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/e_H9aDZOm7g?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="280" height="25"></embed></object><br />
<br></p>]]>
        <![CDATA[<p><br><br />
<span style="font-size:13px;" >Não tem sido fácil contornar a ignóbil judiação doméstica de que tenho sido vítima desde que tornei <em>público</em> neste apartamento que uma das cadeiras do 2º semestre se chamava “estudos literários dois pontos poesia”. Garanti-lhe que vou continuar a esforçar-me por manter a minha linguagem simples, que a vizinhança académica não irá transformar-me num banal <em>mete-nojo</em> que faz gala em exibir nomes e palavras caras como se fossem troféus. Não adiantou. A judiação continua, mesmo sob o confessado intuito de me fazer cócegas. Obriguei-me a reagir.</span> </p>

<p><span style="font-size:13px;" >Por enquanto, tenho hesitado no <em>modus</em> retaliativo. Chamo-lhe gorda? Todas as mulheres detestam isso, mas no seu caso nunca iria funcionar. Seria uma incongruência demasiado evidente, mas apelidar-me de “Poeta Doutor” é do piorio e igualmente longe da realidade. Tratando-se de uma falta de respeito básico, pensei seriamente em ameaçá-la com a defenestração do topo deste 8º andar. Nada de mais: um simples aviso preventivo só para ver se estanco o insulto soez, mas tal artifício também não iria resultar. Os meus <em>bluffs</em>, se bem que raros, não convencem ninguém. Ela sabe perfeitamente que andei à pancada apenas duas vezes na vida, e durante a infância. Ter uma imagem doméstica em que sou visto como incapaz de matar um insecto (um ou outro mosquito, sim, em defesa do nosso sono, do nosso sangue, mas sempre a seu pedido) em nada ajuda o meu <em>intento</em> retaliativo. Não me resta outra solução. Sem pré-aviso, defenestrá-la-ei hoje mesmo, durante o seu aniversário. Houve gente bem mais doida do que eu que assassinou as companheiras e escapou ao castigo, alegando brincadeiras à Guilherme Tell. Eu direi que a confundi com o fantasma de Miguel de Vasconcelos. Talvez funcione.</span></p>

<p><span style="font-size:13px;" >Ou talvez não. Enquanto rascunhava isto – danada, parece que me lê -  aproximou-se, sorrateira, dizendo que já sabia o queria como presente: alguns versos e um par de livros. Fiz-me difícil. Livros? Ok, são quase todos <em>fáceis</em>, mas disse-lhe que os versos não se forçam, que a mim, pelo menos, acontecem quando menos os espero. Pois, mas continuo a querer alguns versos e um par de livros, insistiu. Forcei o que pude. O resultado não é brilhante. Que ao menos reste a intenção:</span></p>

<p><br />
Se a morte e os seus notários ainda<br />
exercitam, de forma polida e desejo<br />
ausente, o desprezo por gente como nós,<br />
enquanto puderes, toma-me como<br />
complemento, confirmação, toma-me <em>com</em><br />
um pontapé no <em>sem</em> - a simples vontade<br />
de contágio, o intuito de sempre:<br />
o teu interminável sorriso.<br />
 </p>]]>
    </content>
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    <title></title>
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    <published>2010-11-04T00:40:01Z</published>
    <updated>2012-06-12T00:36:55Z</updated>
    
    <summary>Eis que pela segunda vez me deixo arreliar por Derrida. Foi assim a primeira, há mais de dois anos. Lucy Liu, lendo Derrida, leva a mão à cabeça e diz:- Quelle bêtise, Jacques. Nietzsche ne connaissait pas les femmes....</summary>
    <author>
        <name>José Quintas</name>
        
    </author>
    
    <content type="html" xml:lang="en" xml:base="http://qj.weblog.com.pt/">
        <![CDATA[<p>Eis que pela segunda vez me deixo arreliar por Derrida. Foi assim a primeira, há mais de dois anos.</p>

<p><br />
Lucy Liu, lendo Derrida, leva a mão à cabeça e diz:</br><em>- Quelle bêtise, Jacques. Nietzsche ne connaissait pas les femmes.</em></p>

<p><img src="http://jq.weblog.com.pt/arquivo/LucyLiu04.jpg" width="550" height="412" /></p>

<p><img alt="derrida1.png" src="http://jq.weblog.com.pt/arquivo/derrida1.png" width="550" height="325" /><br />
</p>]]>
        
    </content>
</entry>
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    <title></title>
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    <published>2008-10-29T14:48:58Z</published>
    <updated>2011-05-17T20:49:58Z</updated>
    
    <summary>1 e 2: “A Stream with Bright Fish”, Harold Budd &amp; Brian Eno versus Aleksandr Kaidanovsky, e dos afectos vários e de quando a preguiça se confunde com a morte Tanta folha para dedilhar, tanta pestana por queimar (tende dó...</summary>
    <author>
        <name>José Quintas</name>
        
    </author>
    
    <content type="html" xml:lang="en" xml:base="http://qj.weblog.com.pt/">
        <![CDATA[<p><strong>1 e 2: “A Stream with Bright Fish”</strong>, <br />
Harold Budd & Brian Eno versus Aleksandr Kaidanovsky, e<br />
dos afectos vários e de quando a preguiça se confunde com a morte <br />
<br><br />
<img src="http://jq.weblog.com.pt/arquivo/tumblr_lbkxw8ZCuu1qe0eclo1_500.gif" width="550" height="403" /><br />
<object width="550" height="25"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Qj_rkkFdW7M?fs=1&amp;hl=PT&amp;fs=1&amp;color1=F8F8F8&amp;color2=F8F8F8"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Qj_rkkFdW7M?fs=1&amp;hl=PT&amp;fs=1&amp;color1=F8F8F8&amp;color2=F8F8F8" type="application/x-shockwave-flash" width="550" height="25" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
<br><br />
Tanta folha para dedilhar, tanta pestana por queimar (tende dó do meu ócio, recordem o paraíso de pensar sem <em>a angústia da influência</em>), uma senhora, duas senhoras, um senhor, que em meu mal disfarçado desespero preciso não desiludir (a sério, espero que não tenham reparado, tem-me sido vital que estas quatro pessoas, invariavelmente tão queridas, acreditem nesta nuvem de <strike>calças</strike> cuecas, nesta desengonçada ilusão com duas pernas, respiração em piloto automático e pouco mais), versus a costumeira e tremenda querença de preguiçar. Não é fácil viver, penso dentro de tal privilégio que já foi menos escasso. Uma familiar muito próxima da minha companheira morreu-lhe ontem (abanou, vacila ainda, mas tem-me cá, qual esguia coluna na sua acrópole cujo calcário sempre namorou a ruína). Morreu-lhe, repito, em mais um verbo-reflexo sabe-se lá do quê. Em raros momentos, creio, ninguém morre por si só. Mais novo e mais velho do que aparento, sei de muitas coisas, outras poucas. Destas (a quem pertence o maior espelho, o último modelo da <em>rank xerox</em>, quem mais se reproduz, a morte ou a vida?) nada sei. Gostava muito, a sério que muito, que alguém vertesse umas lágrimas quando eu me for, mas pouco tenho feito por isso. Metade de mim pensa, a sério que pensa, que não vale a pena.  <br />
<br><br />
<br><br />
<br><br />
<br><br />
<br><br />
<br><br />
<br><br />
<br><br />
<br><br />
<br><br />
<strong>3: Isto</strong><br />
<span style="font-size:14px;" >Isto anda horrivelmente sério. No entretanto, vai-se vivendo como se quase nada fosse<br />
tudo.  É triste ou nem isso. Finte-se, avelhaque-se o Tempo. No mínimo, avacalhe-se o blog: <br />
</span><br />
<br><br />
<iframe width="550" height="442" src="http://www.youtube.com/embed/4-94JhLEiN0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
<br><br />
<br><br />
<br><br />
<br><br />
<iframe width="550" height="400" src="http://www.youtube.com/embed/GnYAKAQd9Zg?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
<br><br />
<br><br />
<br><br />
<br><br />
<iframe width="550" height="400" src="http://www.youtube.com/embed/rs0jpqbsmso?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
<br><br />
<span style="font-size:8px;" >Bolas, chorei e não devia. Não em público, nunca em público, caramba.</span><br />
<br><br />
<br><br />
<br><br />
<br><br />
<br><br />
<br><br />
<br><br />
<br><br />
<br><br />
<strong>4, 5, 6, 7 e 8: partindo frases, quebrando parágrafos, o que for</strong> (2ª rev.)</p>

<p></p>

<table border=0><tbody><tr><td width="255"> <img src="http://jq.weblog.com.pt/arquivo/lentes-cor-de-rosa.jpg" width="240" height="150" />
<img src="http://jq.weblog.com.pt/arquivo/lentes-cor-de-rosa.jpg" width="240" height="150" />
<img src="http://jq.weblog.com.pt/arquivo/lentes-cor-de-rosa.jpg" width="240" height="150" />
<img src="http://jq.weblog.com.pt/arquivo/lentes-cor-de-rosa.jpg" width="240" height="150" />
<object width="240" height="25"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/iCxfXfVX7Hk&hl=pt_BR&fs=1&rel=0&color1=0x3a3a3a&color2=0x F660AB"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/iCxfXfVX7Hk&hl=pt_BR&fs=1&rel=0&color1=0x3a3a3a&color2=0x F660AB" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="240" height="25"></embed></object></td><td>
<span style="font-size:13px;" >
<div>A vida é uma coisa que nomeadamente é</div>
<div>o que de mais valioso existe neste mundo dizem e</div>
<div>eu acredito desde o momento em que nasci que</div>
<div>canto loas à vida oiçam</div>
<br>
<div>Quando fui para a escola quando</div>
<div>saí da escola e me casei com</div>
<div>uma bela mulher uma bela casa um belo carro</div>
<div>até de manhã quando vou para</div>
<div>o trabalho durante o trabalho quando volto do trabalho </div>
<br>
<div>Sempre que como e vejo tv como que
<div>dou por mim perdido</div>
<div>de amores pela vida à noite</div>
<div>esfrego o meu corpo no da legítima esposa e</div> 
<div>fecho os olhos na manhã seguinte</div>
<div>abro-os e vou trabalhar</div>
<br>
<div>Como é bom viver e como</div>
<div>eu reparei nisso quando</div>
<div>nasceu o nosso primeiro filho</div>
<div>o qual</div>
<div>por sua vez</div>
<div>também teve os seu filhos que</div>
<div>herdaram a cara chapada do avô</div>
<br>
<div>Momentos antes de o coração parar de vez</div>
<div>mesmo sabendo que</div>
<div>ia ser pasto dos vermes e da terra não</div>
<div>pude deixar de dar graças à vida</div>
<div>por tantas graças me ter dado</div>
<div>amo-te vida pensei</div>
<div>depois sorri e acenei a deus</div>
<div>adeus?</div></span></tr></tbody></table>
<br>
<br>
<br>
<br>
<br>
<br>
<br>
<br>
<br>
<strong>Noves fora: nada ter para dar</strong></div>
(3ª rev., enquanto tarda a conclusão
em dois TPC sobre três poetas mortos)
<br>
<br>
<br>
<div align=right><span style="font-size:14px;" ><em>Maybe I shoud take a gun
<div align=right><span style="font-size:14px;" >And put it to the head of everyone</em>

<p>“All the people I like are those that are dead”, Felt<br />
</span></div><br />
<br><br />
<object width="550" height="442"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/9YPAGGsliuw?fs=1&hl=PT&amp;fs=1&amp;color1=F8F8F8&amp;color2=F8F8F8"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/9YPAGGsliuw?fs=1&hl=PT&amp;fs=1&amp;color1=F8F8F8&amp;color2=F8F8F8" type="application/x-shockwave-flash" width="550" height="442" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
<img src="http://jq.weblog.com.pt/arquivo/nada_ter_para.png" width="550" height="444" /><br />
<object width="550" height="25"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/2nMs2_7qA2E?fs=1&hl=PT&amp;fs=1&amp;color1=F8F8F8&amp;color2=F8F8F8"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/2nMs2_7qA2E?fs=1&hl=PT&amp;fs=1&amp;color1=F8F8F8&amp;color2=F8F8F8" type="application/x-shockwave-flash" width="550" height="25" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
<div align=right><div style="color:#F8F8F8;" >.</div></p>]]>
        
    </content>
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<entry>
    <title>uma vida em forma de T., mas do avesso, para que as leis da física funcionem</title>
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    <published>2008-10-29T13:32:30Z</published>
    <updated>2010-07-13T22:12:30Z</updated>
    
    <summary> Dein Gehen lächelt in mich über Und Reißt das Herz. Das Nicken hakt und spannt. Im schatten deines Rocks Verhaspelt Schlingern Schleudert Klascht! Du wiegst und wiegst, Mein Greifen haschet blind, Die Sonne lacht! Und Blödes Zagen Lahmet fort...</summary>
    <author>
        <name>José Quintas</name>
        
    </author>
    
    <content type="html" xml:lang="en" xml:base="http://qj.weblog.com.pt/">
        <![CDATA[<table border="0"><tbody><tr><td width="240">
<div style=”width:240;font-size:90%;font-size:14px" >
<div align=right>Dein Gehen lächelt in mich über</div>
<div align=right>Und</div>
<div align=right>Reißt das Herz.</div>
<div align=right>Das Nicken hakt und spannt.</div>
<div align=right>Im schatten deines Rocks</div>
<div align=right>Verhaspelt</div>
<div align=right>Schlingern</div>
<div align=right>Schleudert</div>
<div align=right>Klascht!</div>
<div align=right>Du wiegst und wiegst,</div>
<div align=right>Mein Greifen haschet blind,</div>
<div align=right>Die Sonne lacht!</div> 
<div align=right>Und</div>
<div align=right>Blödes Zagen Lahmet fort</div>
<div align=right>Beraubt beraubt!</div></td>
<td><img alt="barra.gif" src="http://jq.weblog.com.pt/arquivo/barra.gif" width="20" height="420" /></td>
<td width="280" >
<div style=”width:280;font-size:90%;font-size:14px" >
<div align=left>O teu andar sorri por dentro de mim</div>
<div align=left>E</div>
<div align=left>Destroça-me o coração.</div>
<div align=left>O acenar prende e excita.</div>
<div align=leftt>Na sombra da tua saia</div>
<div align=leftt>Emanharado,</div>
<div align=leftt>O menear</div>
<div align=left>Arremessa-se,</div>
<div align=left>Estala!</div>
<div align=left>Tu balanças, balanças.</div>
<div align=left>Cego tacteio, agarro. </div>
<div align=left>O Sol ri!</div>
<div align=left>E</div>
<div align=left>A hesitação, coxeando, vai-se sem jeito</div>
<div align=left>Roubada roubada!</div></td>
</tr></tbody></table>

<p><span style="font-size:13px;" ><em>Begegnung</em> (1914), de August Stramm (a partir de uma tradução de João Barrento)</span></p>

<p><br />
</p>]]>
        
    </content>
</entry>
<entry>
    <title>sou todo sorrisos</title>
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    <published>2008-10-28T03:22:07Z</published>
    <updated>2012-01-11T20:12:36Z</updated>
    
    <summary>won&apos;t you come? naaa, you won&apos;t... nobody saves anybody these days... nor do I. If I said I&apos;d lost my way Would you sympathise Could you sympathise I&apos;m jumbled up Maybe I&apos;m losing my touch But you know I didn&apos;t...</summary>
    <author>
        <name>José Quintas</name>
        
    </author>
    
    <content type="html" xml:lang="en" xml:base="http://qj.weblog.com.pt/">
        <![CDATA[<p><em>won't you come? naaa, you won't... nobody saves<br />
anybody these days... nor do I</em>.</p>

<p><img src="http://jq.weblog.com.pt/arquivo/imag19243.jpg" width="380" height="380" /></p>

<p><br />
If  I said I'd lost my way<br />
Would you sympathise<br />
Could you sympathise</p>

<p>I'm jumbled up<br />
Maybe I'm losing my touch<br />
But you know I didn't have it anyway</p>

<p>Won't you come on down to my<br />
Won't you come on down to my rescue</p>

<p>Things are wrong<br />
Things are going wrong<br />
Can you tell that in a song</p>

<p>Don't you know what I want anymore<br />
First I wanted a kiss<br />
Then I wanted it all</p>

<p>Won't you come on down to my rescue<br />
Rescue, rescue, my rescue...</p>

<p>I forgot just what I meant<br />
Broke my neck, lost respect<br />
It was my fall from grace<br />
It was my total eclipse<br />
I’m sorry, Grace…</p>

<p>It’s just the blues I'm singing?<br />
It’s just the blues I'm singing?<br />
Is this the blues I'm singing?<br />
Is this the blues I'm singing?<br />
You bet!</p>

<p></p>

<p><br />
<p><br />
</p><br />
(1ª e talvez última passagem pela <br />
música  dos Echo & The Bunnymen;<br />
a ilustração segue mais abaixo)</p>

<p><br />
</p>]]>
        
    </content>
</entry>
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    <title>cidades</title>
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    <published>2008-03-29T23:37:29Z</published>
    <updated>2012-01-26T17:37:58Z</updated>
    
    <summary></summary>
    <author>
        <name>José Quintas</name>
        
    </author>
    
    <content type="html" xml:lang="en" xml:base="http://qj.weblog.com.pt/">
        <![CDATA[<table border=0><tbody><tr><td width="275"><marquee scrolldelay=100 direction=right><img src="http://jq.weblog.com.pt/arquivo/34e.jpg" width="215" height="383" /></marquee></td></td><td width="275"><marquee scrolldelay=100 direction=left><img src="http://jq.weblog.com.pt/arquivo/27e.jpg" width="205" height="383" /></marquee></tr></tbody></table>]]>
        
    </content>
</entry>
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    <title>what&apos;s good</title>
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    <published>2008-03-25T23:38:06Z</published>
    <updated>2012-01-03T13:42:06Z</updated>
    
    <summary>Famel-Zundapp I&apos;ve been around I know what makes things run Lou Reed “Quando possível trocar as voltas ao que esperam de nós e apenas um segundo após a surpresa se tornar rotina soltar um chorrilho de insuportáveis banalidades…” Um motto...</summary>
    <author>
        <name>José Quintas</name>
        
    </author>
    
    <content type="html" xml:lang="en" xml:base="http://qj.weblog.com.pt/">
        <![CDATA[<p><strong>Famel-Zundapp</strong><br />
<br><br />
<em><br />
<div align=right>I've been around<br />
<div align=right>I know what makes things run<br />
</div><br />
<div align=right></em>Lou Reed<br />
</em><br />
</div></div></div><br />
<br><br />
<img alt="famel.jpg" src="http://jq.weblog.com.pt/arquivo/famel.jpg" width="550" height="471" /><br />
<iframe frameborder="0" width="550" height="75" src="http://www.dailymotion.com/embed/video/x16220"></iframe><br />
<br><br />
<br></p>

<p>“Quando possível trocar as voltas ao que esperam de nós <br />
e apenas um segundo após a surpresa se tornar rotina<br />
soltar um chorrilho de insuportáveis banalidades…” </p>

<p>Um <em>motto</em> assaz razoável durante alguns dias é bom de ver</p>

<p>“…antídoto ou nem isso para o tédio incluso na pós-modernidade<br />
Onde na ausência de território mais propício fomos poisando<br />
Disseminando resignação e estupor pelos mais próximos” </p>

<p>Cegos e surdos roda ou ruído para que servem <em>mottos</em>? </p>

<p>“Leves persistem as asas fronteiras de mim as penas dos outros <br />
Eu e tu existimos sem que isso importe realmente a muitos mais<br />
De nós e deles para lá do erro pouco de mal pode advir ao mundo”</p>

<p>É tanta a demasia o quase nada esbracejando em nosso redor </p>

<p>“E se nos dizem ninguém pesa no desenho final tanto faz <br />
Todos persistem como sombras que a poucos mais importam<br />
Como Dante sobrevivos marchamos ignaros do que nos espera”</p>

<p>Ao virar da esquina tudo um pouco ou nem isso continuará a ocorrer</p>]]>
        
    </content>
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    <title>um conforto do caraças, ou uma coisa que ajuda a dissipar a chuva destes dias</title>
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    <id>tag:qj.weblog.com.pt,2008://2511.414007</id>
    
    <published>2008-02-25T23:31:01Z</published>
    <updated>2010-05-09T01:01:32Z</updated>
    
    <summary>Num blog anterior, há 4 anos extinto do éter, encontrei este comentário, já fora-de-prazo, de um jornalista, sem exagero, amigo de longa data: “Caríssimo José Quintas, Sou o [], o tal dos programas de rádio que apelidaste de &quot;irrepreensíveis&quot; da...</summary>
    <author>
        <name>José Quintas</name>
        
    </author>
    
    <content type="html" xml:lang="en" xml:base="http://qj.weblog.com.pt/">
        <![CDATA[<p>Num blog anterior, há 4 anos extinto do éter, encontrei este comentário, já fora-de-prazo, de um jornalista, sem exagero, amigo de longa data:</p>

<p>“Caríssimo José Quintas, <br />
Sou o [<div style="color:#0066ff;"><lápis azul></div>], o tal dos programas de rádio que apelidaste de "irrepreensíveis" da Rádio [<span style="color:#F0066ff" >lápis azul</span>], eu sei lá há quantos anos. Entre algumas, não muitas, coisas que não esqueci, está a tua escolha musical “chunga”, que me dava grande prazer e que me marcou para sempre. Lembro-me que, por essa altura, descobri uma colectânea da Reader's Digest de êxitos sul-americanos, tocados por gente séria como o Perez Prado e o Xavier Cugat. Muito por tua culpa, percebi que o "mau gosto" pode provocar sensações sublimes. Hoje, já muitos iluminados descobriram essa evidência, mas, há vinte anos, isso para mim foi uma iluminação. Um grande abraço.”</p>

<p>Caramba, quem me conhece pessoalmente tem a noção da costumeira estranheza com que recebo elogios, mas, que se lixe a presente lamechice, é um conforto do caraças encontrar, mesmo que virtualmente, quem conheci há tantos, tantos anos. </p>]]>
        
    </content>
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    <title>tor</title>
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    <id>tag:qj.weblog.com.pt,2007://2511.411021</id>
    
    <published>2007-12-31T22:26:19Z</published>
    <updated>2012-01-26T17:40:43Z</updated>
    
    <summary>FACT PT Mix 041: Rafael Toral by Fact Magazine Pt: Arquivo on Mixcloud...</summary>
    <author>
        <name>José Quintas</name>
        
    </author>
    
    <content type="html" xml:lang="en" xml:base="http://qj.weblog.com.pt/">
        <![CDATA[<div><object width="550" height="411"><param name="movie" value="http://www.mixcloud.com/media/swf/player/mixcloudLoader.swf?feed=http%3A%2F%2Fwww.mixcloud.com%2FFACTpt%2Ffact-pt-mix-041-rafael-toral%2F&amp;embed_uuid=13b25a69-be7f-4a7b-9d1e-9fa023e2a638&amp;stylecolor=&amp;embed_type=widget_standard"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="wmode" value="opaque"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.mixcloud.com/media/swf/player/mixcloudLoader.swf?feed=http%3A%2F%2Fwww.mixcloud.com%2FFACTpt%2Ffact-pt-mix-041-rafael-toral%2F&amp;embed_uuid=13b25a69-be7f-4a7b-9d1e-9fa023e2a638&amp;stylecolor=&amp;embed_type=widget_standard" type="application/x-shockwave-flash" wmode="opaque" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="550" height="411"></embed></object><div style="clear:both; height:3px;"></div><p style="display:block; font-size:12px; font-family:Helvetica, Arial, sans-serif; margin:0; padding: 3px 4px; color:#999;"><a href="http://www.mixcloud.com/FACTpt/fact-pt-mix-041-rafael-toral/?utm_source=widget&amp;amp;utm_medium=web&amp;amp;utm_campaign=base_links&amp;amp;utm_term=resource_link" target="_blank" style="color:#02a0c7; font-weight:bold;">FACT PT Mix 041: Rafael Toral</a><span> by </span><a href="http://www.mixcloud.com/FACTpt/?utm_source=widget&amp;amp;utm_medium=web&amp;amp;utm_campaign=base_links&amp;amp;utm_term=profile_link" target="_blank" style="color:#02a0c7; font-weight:bold;">Fact Magazine Pt: Arquivo</a><span> on </span><a href="http://www.mixcloud.com/?utm_source=widget&amp;utm_medium=web&amp;utm_campaign=base_links&amp;utm_term=homepage_link" target="_blank" style="color:#02a0c7; font-weight:bold;"> Mixcloud</a></p><div style="clear:both; height:3px;"></div></div>]]>
        
    </content>
</entry>
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    <title></title>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://qj.weblog.com.pt/arquivo/2007/12/post_197" />
    <link rel="service.edit" type="application/atom+xml" href="/s/mt-atom.cgi/weblog/blog_id=2511/entry_id=407109" title="" />
    <id>tag:qj.weblog.com.pt,2007://2511.407109</id>
    
    <published>2007-12-11T20:43:11Z</published>
    <updated>2012-06-03T19:23:24Z</updated>
    
    <summary> Com avós assim, ai, como não oscilar Entre a busca da ingrata, algo triste beleza E a queda na saudável paródia de mim mesmo? . Olhos: o da esquerda vai confiando; sombras no da direita Infância difícil, mau augúrio...</summary>
    <author>
        <name>José Quintas</name>
        
    </author>
    
    <content type="html" xml:lang="en" xml:base="http://qj.weblog.com.pt/">
        <![CDATA[<p><img alt="avos.jpg" src="http://jq.weblog.com.pt/arquivo/avos.jpg" width="320" height="240" /></p>

<p><br />
<span style="color:#D7D3D2;" ><br />
Com avós assim, ai, como não oscilar <br />
Entre a busca da ingrata, algo triste beleza <br />
E a queda na saudável paródia de mim mesmo?<br />
</span><br />
<div align=right><div style="color:#F8F8F8;" >.</div></p>

<p><br />
<br><br />
<br><br />
<br><br />
<br><br />
<br><br />
<br><br />
<img alt="avo5.png" src="http://jq.weblog.com.pt/arquivo/avo5.png" width="550" height="487" /><br />
<br><br />
<br><br />
<br><br />
<br><br />
<br><br />
<br><br />
<img src="http://jq.weblog.com.pt/arquivo/mae.jpg" width="320" height="240" /></p>

<p><br />
<span style="color:#D7D3D2;" ><br />
Olhos: o da esquerda vai confiando; sombras no da direita<br />
Infância difícil, mau augúrio para o que veio logo depois <br />
E, contudo, acredita: em mim, numa infinidade de coisas<br />
Deus, no diabo até, melhor que eu saberá ela porquê <br />
<span style="color:#D7D3D2;" ><br />
Raios, como era bonita! Ainda é, ainda me lê como dantes<br />
Através, quase todo. O que lhe escapa desagua aqui, ainda bem<br />
Que não lê blogues. Talvez me deserdasse, pois acredita no que foi<br />
Desconfia do que é, inabalável na esperança no que sempre será<br />
</span><br />
<div align=right><div style="color:#F8F8F8;" >.</div><br />
<br><br />
<br><br />
<br><br />
<br><br />
<br><br />
<br><br />
<img alt="avo.jpg" src="http://jq.weblog.com.pt/arquivo/avo.jpg" width="550" height="885" /><br />
<br><br />
<br><br />
<img alt="avo1.jpg" src="http://jq.weblog.com.pt/arquivo/avo1.jpg" width="549" height="773" /><br />
<br><br />
<br><br />
<br><br />
<br><br />
<br><br />
<br><br />
<br><br />
<img alt="blogger-profile2.png" src="http://jq.weblog.com.pt/arquivo/blogger-profile2.png" width="550" height="495" /></p>]]>
        
    </content>
</entry>
<entry>
    <title>europa</title>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://qj.weblog.com.pt/arquivo/2007/11/post_201" />
    <link rel="service.edit" type="application/atom+xml" href="/s/mt-atom.cgi/weblog/blog_id=2511/entry_id=408542" title="europa" />
    <id>tag:qj.weblog.com.pt,2007://2511.408542</id>
    
    <published>2007-11-24T01:19:12Z</published>
    <updated>2010-04-19T15:01:38Z</updated>
    
    <summary>Parecendo que não, a islandesa nuvem de cinzas, de que tanto se fala em inumeráveis posts e telejornais, serviria melhor para descrever o infinito vácuo em que Björk transformou a sua música durante a última década. Parecendo que sim, porque...</summary>
    <author>
        <name>José Quintas</name>
        
    </author>
    
    <content type="html" xml:lang="en" xml:base="http://qj.weblog.com.pt/">
        <![CDATA[<p>Parecendo que não, a islandesa nuvem de cinzas, de que tanto se fala em inumeráveis posts e telejornais, serviria melhor para descrever o infinito vácuo em que Björk transformou a sua música durante a última década.</p>

<p>Parecendo que sim, porque a maioria dos jornalistas adora balir no mesmo tom, na mesma direcção, mesmo sem deter uma empresa de sondagens para telefonar às 1000 pessoas do costume, nutro a forte impressão de que muito <strong>mais de metade da população europeia olha para a nuvem de cinzas como para a música de Bjork , i.e., com o ovídeo olhar do costume e o previsível pensamento por detrás: «Xiii, parece grave, mas… o que tenho eu a ver com isso?»</strong> </p>

<p>Não sei bem porquê, talvez por trabalhar no meio delas, por entrar em suas casas e, mesmo que não queira, ouvir os seus desabafos, mesmo sem deter uma empresa de sondagens, repito, tenho por quase certeza que <strong>mais de metade das pessoas talvez se preocupe mais por já não saber como pagar as contas ao fim do mês, por desconhecer modos de comunicar satisfatoriamente com os seus familiares e amigos</strong>, e coisas assim, menos aéreas, por assim dizer, mais terra-a-terra. </p>

<p>Se mais de metade dos europeus, daqueles que nunca entraram ou raramente entram num aeroporto, tivesse um painel electrónico embutido na testa, à revelia dos mediáticos voos <em>cancelados, cancelled, annulé, annuliert</em>, talvez as suas mensagens se assemelhassem mais a este painel:</p>

<p><br />
<img alt="viagens1.jpg" src="http://jq.weblog.com.pt/arquivo/viagens1.jpg" width="550" height="236" /><br />
<span style="font-size:11px;" >(jpg encontrado há largos meses <a href="http://renascido.wordpress.com/">aqui</a>)</span></p>

<p><br />
Afortunadamente, não sendo jornalista nem partilhando dos problemas económicos de “mais de metade dos europeus”, sempre posso aproveitar este sítio semi-público para confidenciar que, para além de <strong>também não saber como comunicar satisfatoriamente com a maior parte dos meus familiares e amigos</strong>, o que me tem preocupado desde há quase dez dias é, ironicamente, demasiado aéreo. Repare-se nesta futilidade:</p>

<p>Creio ter conseguido, finalmente, cortar o sufocante cordão umbilical que mantive durante quase cinco anos com este blog, deixando de sentir o impulso de publicar posts com regularidade quase diária. Fiquei, por fim, livre para desenvolver pontas soltas do passado, poder caprichar em palavras que sempre vão surgindo na revessa da minha vontade, poder publicá-las quando as sentisse prontas, ou perto disso. </p>

<p>Eis senão quando, alinhavadas algumas ideias (chamar-lhes «alegoria» seria presunção demasiado óbvia) sobre a Europa actual, tentei, desde a passada 2ª feira, substituir uma prosaica linearidade que já me aborrece, por algum ritmo, alguma subversão sintáctica que empreste às ideias uma incerta graça, perdoem-me a rima, que me satisfaça.</p>

<p>E lá fiz, refiz, destruí, reconstruí, e tudo soou pior que o ponto de partida. Resignei-me. O que penso de mim e da Europa acabou por ficar assim, de costas voltadas para o mar, olhando um continente que talvez não exista:</p>

<p><br />
<object width="550" height="334"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/IeBMbOYLEE4&hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;color1=F8F8F8&amp;color2=F8F8F8"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/IeBMbOYLEE4&hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;color1=F8F8F8&amp;color2=F8F8F8" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="550" height="334"></embed></object><br />
<span style="font-size:13px;" >( <em>And It's Alright</em>, versão de Nils Fraham para original de Peter Broderick)</span></p>

<p><br />
Sou, isto é, sinto-me, ou seja, vou sendo<br />
um figurão, digo, um figurante de um <em>western, </em><br />
melhor dizendo, de um <em>western spaghetti</em>, daqueles baratos, <br />
filmados em cálidos desertos das mesetas peninsulares. </p>

<p>Nele, estremunhado acordo<br />
na periferia de um moinho quase sem grão. <br />
Afigura-se-me que as velas giram por si sós, sem vento aparente. <br />
Sancho e Rocinante já há muito se foram. <br />
Falta de soldo, ração, reconhecimento, alegaram. <br />
Foi justo, ninguém aqui soube ser patrão.</p>

<p>Dói-me ainda a sua ausência. <br />
Faltam-me cereais, indiferentes como a soja, <br />
modernos kits, manuais de sobrevivência <br />
à rejeição deste moinho que já quase não mói.  </p>

<p>Quanto a Dulcineia, parece feliz. Adora-me <br />
e ao calor, e ao Suão, esse vento ilusório. Eu, eu, eu,<br />
eu já nem sei. Ainda desejo que só por vezes chovesse, <br />
de quando em vez trovejassem criativos tumultos, <br />
25 vezes 4 sóis, de novo, mais e mais<br />
interruptas nuvens, esporádicas águas. </p>

<p>Devo ter esperado demasiado. <br />
Talvez este moinho já nada tenha para dar,<br />
talvez já nem saiba receber. </p>]]>
        
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    <title>pa-pa-pa, pa-pa-pa</title>
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    <published>2007-11-24T00:09:25Z</published>
    <updated>2010-02-12T21:30:17Z</updated>
    
    <summary>could it be the season of the shark? over and over again? can&apos;t you be tender two days in a row?...</summary>
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        <name>José Quintas</name>
        
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        <![CDATA[<p>could it be the season of the shark? over and over again?</p>

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<p><br />
can't you be tender two days in a row?</p>

<p><object width="400" height="326"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/RI6inAglMJA&hl=pt_BR&fs=1&"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/RI6inAglMJA&hl=pt_BR&fs=1&" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="326"></embed></object><br />
</p>]]>
        
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