Votos de um ano bom e solidário!
Entrem bem em 2011.
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E que tal clicar AQUI para ajudar quem precisa?

Foto: Shark
Na caixa de comentários de um post mais abaixo acerca do Banco Alimentar Contra a Fome encontramos diversos apelos de pessoas necessitadas que perguntam como podem aceder à ajuda do BA.
Como podem confirmar no próprio site da instituição, o BA não oferece ajuda directa mas apenas através de outras instituições próximas da população.
Assim sendo, a melhor forma de contar com o apoio do Banco Alimentar é procurar as instituições por ele abastecidas.
Para se informarem acerca de quais são e onde se localizam podem ligar para o BA: 213 649 655
A ideia terá nascido a partir de um desabafo televisivo do promotor da petição pública contra o desperdício alimentar e deu origem a uma iniciativa por parte da AHRESP, uma associação de classe da indústria hoteleira, baptizada como o título deste post.
Trata-se da tentativa de garantir refeições a famílias carenciadas a partir dos excedentes alimentares e está explicada no site da associação (link acima) e nesta notícia do JN Online.
O tempo pode provocar dois efeitos distintos em qualquer tipo de iniciativa humana: pode albergar o seu progresso e a sua expansão ou pode, sobretudo quando passa tempo demais, constituir a principal causa da sua falência.
Mas quem faz o tempo, quem o mede e quantifica e afinal o inventou enquanto noção, somos nós, as pessoas. E isso torna-nos responsáveis por inerência pela forma melhor ou pior como esse tempo acontecer enquanto nele participarmos para lá de uma simples memória daquilo que fomos e fizemos. Ou daquilo que deixamos por fazer.
Os oceanos formam-se a partir da soma de muitas gotas.
Os mundos melhores acabam por se produzir a partir do mesmo tipo de raciocínio.
O conflito no Darfur, mais uma vergonha no registo dos pecados por omissão internacionais, não dá mostras de parar ou mesmo de abrandar no grau de desumanidade e barbárie.
E como seria de prever, as atenções da acção humanitária das Nações Unidas já estão viradas para as consequências desastrosas do conflito que se fazem já sentir no Sudão, na República Centro Africana e, num cenário de guerra civil, no vizinho Chade.
Estão contabilizados mais de 300 mil refugiados oriundos daqueles três países em ebulição a um ponto que praticamente inviabiliza qualquer acção humanitária no território.

Vale a pena conhecer ESTE espaço e descobrir o que ainda falta e é possível fazer aquém fronteiras.
E como fazê-lo.
O caminho mais rápido é ESTE.
Descubra AQUI como.
Foi um momento mágico. Deu origem a algumas realizações de que se podem orgulhar todas e todos quantos de alguma forma contribuiram para que se materializasse esta iniciativa que, apesar de descontinuada, mantém activas as realidades concretas (nomeadamente o apadrinhamento de diversas crianças moçambicanas) que o justificam e justificarão no futuro.
Aconteceu há um ano atrás.
Parece que foi ontem.
Comemoramos este dia.
Porque tem muito a ver com a nossa "guerra".
Porque a fome cola-se muitas vezes a tal estatuto.
(E porque o Weblog aos altos e baixos finalmente o permitiu...)
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Créditos: gerado: 2012-06-19 09:45:02
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