<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?>
<rss version="2.0">
<channel>
<title>Por amor</title>
<link>http://poramor.weblog.com.pt/</link>
<description></description>
<copyright>Copyright 2005</copyright>
<lastBuildDate>Tue, 14 Jun 2005 04:19:40 +0000</lastBuildDate>
<generator>http://www.movabletype.org/?v=3.16</generator>
<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs> 

<item>
<title></title>
<description>Sabe Deus a vontade que tive em reconstruir Sabe Deus o quanto eu percorreria para te alcançar Afinal, só Tu, ó meu Deus sabes o quanto meu amor é puro E só Tu, meu Deus, sabes renovar meu coração para...</description>
<link>http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/sabe_deus_a_von.html</link>
<guid>http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/sabe_deus_a_von.html</guid>
<category></category>
<pubDate>Tue, 14 Jun 2005 04:19:40 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title></title>
<description>Afinal, que valor tens se não sabes amar? Se és repleta de uma covardia infinita... enquanto meu amor tem a força de mil exércitos, a luz de mil estrelas, o sopro de tempestades e furacões, o teu ser é de...</description>
<link>http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/afinal_que_valo.html</link>
<guid>http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/afinal_que_valo.html</guid>
<category></category>
<pubDate>Tue, 14 Jun 2005 03:56:39 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title></title>
<description>Sou idiota, uma frase prova-me inútil. Não sei guardar para mim o que outros desprezam Afinal, o que faço do tempo? Se o tempo não quer nada comigo? Afinal, de que me vale o amor se ele apenas me faz...</description>
<link>http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/sou_idiota_uma.html</link>
<guid>http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/sou_idiota_uma.html</guid>
<category></category>
<pubDate>Tue, 14 Jun 2005 03:37:21 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title></title>
<description>O verdadeiro idiota sofre por amores impossíveis e julga credível valer a pena lutar por algo que não existe O destino é assim mesmo... cruel nas suas arestas e implacável na sua eterna vingança que todos acabam por sofrer Mas...</description>
<link>http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/o_verdadeiro_id_1.html</link>
<guid>http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/o_verdadeiro_id_1.html</guid>
<category></category>
<pubDate>Mon, 13 Jun 2005 14:22:47 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title></title>
<description>Para mim toda a raiva, toda a culpa, todo ódio, que minhas vontades implodam em enorme turbilhão que rebente o meu âmago que ardam os meus pensamentos que minhas palavras percam a tinta assim como as canetas...</description>
<link>http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/o_verdadeiro_id_2.html</link>
<guid>http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/o_verdadeiro_id_2.html</guid>
<category></category>
<pubDate>Mon, 13 Jun 2005 14:22:47 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title></title>
<description>e meu coração aperta e o meu sangue lateja com a intensidade de mil estrelas quando meu pensamento te atinge e meus labios tocam os teus Quem me dera ser o vento para acariciar-te a pele e esvoaçar teus cabelos...</description>
<link>http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/e_meu_coracao_a.html</link>
<guid>http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/e_meu_coracao_a.html</guid>
<category></category>
<pubDate>Mon, 13 Jun 2005 03:29:44 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title></title>
<description>O Tempo tem passado tão depressa, que nem o sinto a trespassar-me a alma. Mas é engraçado olhar-mos para trás como se tudo tivesse acontecido ontem. E por momentos parece-nos possível modificar alguma coisa... com uma palavra, um sorriso ou...</description>
<link>http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/o_tempo_tem_pas.html</link>
<guid>http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/o_tempo_tem_pas.html</guid>
<category></category>
<pubDate>Thu, 02 Jun 2005 04:56:13 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title></title>
<description>O Amor cego enlouquece o coração dos homens bobos que caem em desespero pensando que é eterno aquilo que ninguém nega mas que todos acabam por esquecer Esqueça então aquele abraço, aquele beijo, aquele sorriso... Dedique-se a não lembrar aquilo...</description>
<link>http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/o_amor_cego_enl.html</link>
<guid>http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/o_amor_cego_enl.html</guid>
<category></category>
<pubDate>Thu, 02 Jun 2005 04:52:55 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title></title>
<description>Aqui onde a luz não chega onde o perfume dos perfumes não alcança eu páro e penso. Eu grito em mim a voz que nunca oiço. Eu sou aquela confusão, aquele desmazelo, minha mente não para eu sou o furacão...</description>
<link>http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/aqui_onde_a_luz.html</link>
<guid>http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/aqui_onde_a_luz.html</guid>
<category></category>
<pubDate>Thu, 02 Jun 2005 04:48:13 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title></title>
<description>Grita!!!! Grita o mais alto que conseguires leva a alma para bem longe de ti, mas antes de partires lembra-te que eu não me esqueci. Dos momentos passados. dos beijos dados. Do teu amor no meu corpo. Do mais singelo...</description>
<link>http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/grita_grita_o_m.html</link>
<guid>http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/grita_grita_o_m.html</guid>
<category></category>
<pubDate>Thu, 02 Jun 2005 04:45:41 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title></title>
<description>Repentinamente desejo beijar tua boca e apertar seu corpo contra o meu, deixar minha pele absorver o teu perfume, o teu cheiro. haaaa.... o teu cheiro... Tem tanto de mistério que não cabe nem em sopro, nem em qualquer frasco...</description>
<link>http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/repentinamente.html</link>
<guid>http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/repentinamente.html</guid>
<category></category>
<pubDate>Thu, 02 Jun 2005 04:40:01 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title></title>
<description>Vejo uma lágrima expandida, um sorriso retraído, um beijo de despedida, vejo tristeza, vejo saudade, vejo orgulho e vejo vontade. Vejo a cobardia com que ages, os teus gestos de fraqueza. Vejo a célere beleza, que existia em tua saudade....</description>
<link>http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/vejo_uma_lagrim.html</link>
<guid>http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/vejo_uma_lagrim.html</guid>
<category></category>
<pubDate>Thu, 02 Jun 2005 04:28:19 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title></title>
<description>Esta cidade de noite tem cheiro de recordações, de risadas e conversas. Muitas vezes venho aqui apenas para lembrar o que já esqueci. Outras apenas para esquecer... Quando volto para casa, tento fugir de todas as sombras, pequenas lembranças que...</description>
<link>http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/esta_cidade_de.html</link>
<guid>http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/esta_cidade_de.html</guid>
<category></category>
<pubDate>Thu, 02 Jun 2005 04:21:26 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title></title>
<description>Se acreditas no amor e nas suas intempéries não deves viciar-te no sabor que teêm os lábios, nã devem teus olhos brilhar como se fossem lagos ao luar, não deves cantar nem sequer rir... Espanta-te antes e assusta-te, que o...</description>
<link>http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/se_acreditas_no.html</link>
<guid>http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/se_acreditas_no.html</guid>
<category></category>
<pubDate>Thu, 02 Jun 2005 04:14:26 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title></title>
<description>&quot;A vida é bela&quot; E esta frase um cliché tão disfarçado que por momentos nos esquecemos do descontentamento supérfluo e superficial. Embora, muitas vezes, eterno e cicatrizante. É que muitas vezes deixámos de lembrar que a dor faz parte da...</description>
<link>http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/a_vida_e_bela_e.html</link>
<guid>http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/a_vida_e_bela_e.html</guid>
<category></category>
<pubDate>Thu, 02 Jun 2005 04:10:53 +0000</pubDate>
</item>


</channel>
</rss>