<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?>
<feed version="0.3" xmlns="http://purl.org/atom/ns#" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xml:lang="en">
<title>Por amor</title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://poramor.weblog.com.pt/" />
<modified>2005-06-14T04:32:05Z</modified>
<tagline></tagline>
<id>tag:poramor.weblog.com.pt,2005://1187</id>
<generator url="http://www.movabletype.org/" version="3.16">Movable Type</generator>
<copyright>Copyright (c) 2005, angelburnt</copyright>
<entry>
<title></title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/sabe_deus_a_von.html" />
<modified>2005-06-14T04:32:05Z</modified>
<issued>2005-06-14T04:19:40Z</issued>
<id>tag:poramor.weblog.com.pt,2005://1187.114048</id>
<created>2005-06-14T04:19:40Z</created>
<summary type="text/plain">Sabe Deus a vontade que tive em reconstruir Sabe Deus o quanto eu percorreria para te alcançar Afinal, só Tu, ó meu Deus sabes o quanto meu amor é puro E só Tu, meu Deus, sabes renovar meu coração para...</summary>
<author>
<name>angelburnt</name>

<email>papermedia@hotmail.com</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://poramor.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p><strong>Sabe Deus a vontade que tive<br />
em reconstruir<br />
Sabe Deus o quanto eu<br />
percorreria para te alcançar</p>

<p>Afinal, só Tu, ó meu Deus<br />
sabes o quanto meu amor é puro<br />
E só Tu, meu Deus,<br />
sabes renovar meu coração<br />
para quem realmente me ame.<br />
Que seja essa a tua vontade<br />
guardada para mim</p>

<p>Que eu, como teu servo,<br />
sofro por quem não tem forças.<br />
Dai-me forças para cravar em mim<br />
esse desejo,<br />
para que não se estrague em mim<br />
o que ainda pode ficar são.</strong><br />
que o tempo me corrói como <br />
a ferrugem destrói o aço</p>]]>

</content>
</entry>
<entry>
<title></title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/afinal_que_valo.html" />
<modified>2005-06-14T04:19:09Z</modified>
<issued>2005-06-14T03:56:39Z</issued>
<id>tag:poramor.weblog.com.pt,2005://1187.114045</id>
<created>2005-06-14T03:56:39Z</created>
<summary type="text/plain">Afinal, que valor tens se não sabes amar? Se és repleta de uma covardia infinita... enquanto meu amor tem a força de mil exércitos, a luz de mil estrelas, o sopro de tempestades e furacões, o teu ser é de...</summary>
<author>
<name>angelburnt</name>

<email>papermedia@hotmail.com</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://poramor.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p><strong>Afinal, que valor tens<br />
se não sabes amar?<br />
Se és repleta de uma<br />
covardia infinita...<br />
enquanto meu amor tem<br />
a força de mil exércitos,<br />
a luz de mil estrelas,<br />
o sopro de tempestades <br />
e furacões,<br />
o teu ser é de argila<br />
fraca e solúvel em imperfeições...</p>

<p>Porque julguei-te princesa,<br />
digna de meus sentimentos,<br />
eu enganei-me.</p>

<p>Por pensar que reconhecerias,<br />
que levasses o perdão à sério,<br />
eu enganei-me.</p>

<p>Por pensar que tua forte fé<br />
fosse capaz de levantar espadas,<br />
eu enganei-me.</p>

<p>Por pensar que orações te faziam<br />
forte e corajosa,<br />
eu enganei-me</p>

<p>Por pensar que fôssemos pano <br />
do mesmo remendo,<br />
eu enganei-me</p>

<p>Por pensar que poderíamos<br />
diluir-nos no mesmo odre,<br />
eu enganei-me</p>

<p>Por pensar que para ti <br />
não haveria impossíveis,<br />
eu enganei-me</p>

<p>Por pensar,<br />
eu enganei-me ao acreditar<br />
em ti</strong></p>]]>

</content>
</entry>
<entry>
<title></title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/sou_idiota_uma.html" />
<modified>2005-06-14T03:53:23Z</modified>
<issued>2005-06-14T03:37:21Z</issued>
<id>tag:poramor.weblog.com.pt,2005://1187.114043</id>
<created>2005-06-14T03:37:21Z</created>
<summary type="text/plain">Sou idiota, uma frase prova-me inútil. Não sei guardar para mim o que outros desprezam Afinal, o que faço do tempo? Se o tempo não quer nada comigo? Afinal, de que me vale o amor se ele apenas me faz...</summary>
<author>
<name>angelburnt</name>

<email>papermedia@hotmail.com</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://poramor.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p><strong>Sou idiota,<br />
uma frase prova-me inútil.<br />
Não sei guardar para mim<br />
o que outros desprezam<br />
Afinal, o que faço do tempo?<br />
Se o tempo não quer nada comigo?<br />
Afinal, de que me vale o amor<br />
se ele apenas me faz sofrer?<br />
já sei, vou pôr uma lápide,<br />
vou enchê-la de lágrimas<br />
e cobri-la com sete palmos<br />
de recordações e um breve discurso<br />
com mais do que as palavras <br />
poderiam dizer<br />
Mas não lhe vou pôr flores,<br />
que elas depressa morreriam<br />
da minha tristeza</strong></p>]]>

</content>
</entry>
<entry>
<title></title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/o_verdadeiro_id_1.html" />
<modified>2005-06-13T14:39:57Z</modified>
<issued>2005-06-13T14:22:47Z</issued>
<id>tag:poramor.weblog.com.pt,2005://1187.113909</id>
<created>2005-06-13T14:22:47Z</created>
<summary type="text/plain">O verdadeiro idiota sofre por amores impossíveis e julga credível valer a pena lutar por algo que não existe O destino é assim mesmo... cruel nas suas arestas e implacável na sua eterna vingança que todos acabam por sofrer Mas...</summary>
<author>
<name>angelburnt</name>

<email>papermedia@hotmail.com</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://poramor.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p>O verdadeiro idiota<br />
sofre por amores impossíveis<br />
e julga credível<br />
valer a pena lutar<br />
por algo que não existe</p>

<p>O destino é assim mesmo...<br />
cruel nas suas arestas <br />
e implacável na sua<br />
eterna vingança que<br />
todos acabam por sofrer</p>

<p>Mas para todo o mal,<br />
uma solução<br />
Para toda a ferida,<br />
um perdão</p>]]>

</content>
</entry>
<entry>
<title></title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/o_verdadeiro_id_2.html" />
<modified>2005-06-13T15:02:43Z</modified>
<issued>2005-06-13T14:22:47Z</issued>
<id>tag:poramor.weblog.com.pt,2005://1187.113910</id>
<created>2005-06-13T14:22:47Z</created>
<summary type="text/plain">Para mim toda a raiva, toda a culpa, todo ódio, que minhas vontades implodam em enorme turbilhão que rebente o meu âmago que ardam os meus pensamentos que minhas palavras percam a tinta assim como as canetas...</summary>
<author>
<name>angelburnt</name>

<email>papermedia@hotmail.com</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://poramor.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p>Para mim toda a raiva,<br />
toda a culpa,<br />
todo ódio,<br />
que minhas vontades implodam<br />
em enorme turbilhão<br />
que rebente o meu âmago<br />
que ardam os meus pensamentos<br />
que minhas palavras percam a tinta<br />
assim como as canetas</p>]]>

</content>
</entry>
<entry>
<title></title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/e_meu_coracao_a.html" />
<modified>2005-06-13T03:44:09Z</modified>
<issued>2005-06-13T03:29:44Z</issued>
<id>tag:poramor.weblog.com.pt,2005://1187.113841</id>
<created>2005-06-13T03:29:44Z</created>
<summary type="text/plain">e meu coração aperta e o meu sangue lateja com a intensidade de mil estrelas quando meu pensamento te atinge e meus labios tocam os teus Quem me dera ser o vento para acariciar-te a pele e esvoaçar teus cabelos...</summary>
<author>
<name>angelburnt</name>

<email>papermedia@hotmail.com</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://poramor.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p>e meu coração aperta <br />
e o meu sangue lateja <br />
com a intensidade <br />
de mil estrelas <br />
quando meu pensamento <br />
te atinge e meus labios <br />
tocam os teus</p>

<p>Quem me dera ser <br />
o vento para acariciar-te<br />
a pele e esvoaçar teus cabelos<br />
tirar-te o perfume e guardá-lo<br />
só para mim</p>]]>

</content>
</entry>
<entry>
<title></title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/o_tempo_tem_pas.html" />
<modified>2005-06-02T04:57:52Z</modified>
<issued>2005-06-02T04:56:13Z</issued>
<id>tag:poramor.weblog.com.pt,2005://1187.111637</id>
<created>2005-06-02T04:56:13Z</created>
<summary type="text/plain">O Tempo tem passado tão depressa, que nem o sinto a trespassar-me a alma. Mas é engraçado olhar-mos para trás como se tudo tivesse acontecido ontem. E por momentos parece-nos possível modificar alguma coisa... com uma palavra, um sorriso ou...</summary>
<author>
<name>angelburnt</name>

<email>papermedia@hotmail.com</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://poramor.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p><em><strong>O Tempo tem passado tão depressa,<br />
que nem o sinto a trespassar-me<br />
a alma.<br />
Mas é engraçado olhar-mos para trás<br />
como se tudo tivesse acontecido<br />
ontem.<br />
E por momentos parece-nos<br />
possível modificar alguma coisa...<br />
com uma palavra, um sorriso ou até <br />
um gesto...<br />
Não que o remorso permita-nos<br />
este tipo de sentimento.<br />
É apenas a saudade a querer mostrar-se<br />
viva e alcançável.<br />
Hoje já é tarde se amanha você<br />
não pensar em mim,<br />
hoje ainda é cedo para sorrir<br />
se amanha eu não existir</p>

<p>(24.10.2004)</strong></em></p>]]>

</content>
</entry>
<entry>
<title></title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/o_amor_cego_enl.html" />
<modified>2005-06-02T04:54:05Z</modified>
<issued>2005-06-02T04:52:55Z</issued>
<id>tag:poramor.weblog.com.pt,2005://1187.111636</id>
<created>2005-06-02T04:52:55Z</created>
<summary type="text/plain">O Amor cego enlouquece o coração dos homens bobos que caem em desespero pensando que é eterno aquilo que ninguém nega mas que todos acabam por esquecer Esqueça então aquele abraço, aquele beijo, aquele sorriso... Dedique-se a não lembrar aquilo...</summary>
<author>
<name>angelburnt</name>

<email>papermedia@hotmail.com</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://poramor.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p><em><strong>O Amor cego <br />
enlouquece o coração<br />
dos homens bobos<br />
que caem em <br />
desespero pensando<br />
que é eterno aquilo<br />
que ninguém nega<br />
mas que todos<br />
acabam por esquecer<br />
Esqueça então<br />
aquele abraço,<br />
aquele beijo,<br />
aquele sorriso...<br />
Dedique-se a não<br />
lembrar aquilo <br />
que faz doer</p>

<p>(03.08.2004)</strong></em></p>]]>

</content>
</entry>
<entry>
<title></title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/aqui_onde_a_luz.html" />
<modified>2005-06-02T18:45:36Z</modified>
<issued>2005-06-02T04:48:13Z</issued>
<id>tag:poramor.weblog.com.pt,2005://1187.111635</id>
<created>2005-06-02T04:48:13Z</created>
<summary type="text/plain">Aqui onde a luz não chega onde o perfume dos perfumes não alcança eu páro e penso. Eu grito em mim a voz que nunca oiço. Eu sou aquela confusão, aquele desmazelo, minha mente não para eu sou o furacão...</summary>
<author>
<name>angelburnt</name>

<email>papermedia@hotmail.com</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://poramor.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p><em><strong>Aqui onde a luz não chega<br />
onde o perfume dos perfumes<br />
não alcança <br />
eu páro e penso.<br />
Eu grito em mim<br />
a voz que nunca oiço.<br />
Eu sou aquela confusão,<br />
aquele desmazelo,<br />
minha mente não para<br />
eu sou o furacão<br />
que ameaça,<br />
que destrói,<br />
que não passa,<br />
que foge para todos os lados<br />
De onde venho?<br />
Onde nasci?<br />
De que sou feito?<br />
De ti.<br />
Em lugar nenhum.<br />
Das mesmas entranhas,<br />
do mesmo material<br />
com que os homens<br />
combatem suas guerras<br />
e brincam aos destinos.<br />
Sou a fusão das terras<br />
de todos os países.<br />
Sou a árvore sem raízes</p>

<p>(07.08.2004)</em></p>]]>

</content>
</entry>
<entry>
<title></title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/grita_grita_o_m.html" />
<modified>2005-06-02T04:46:46Z</modified>
<issued>2005-06-02T04:45:41Z</issued>
<id>tag:poramor.weblog.com.pt,2005://1187.111634</id>
<created>2005-06-02T04:45:41Z</created>
<summary type="text/plain">Grita!!!! Grita o mais alto que conseguires leva a alma para bem longe de ti, mas antes de partires lembra-te que eu não me esqueci. Dos momentos passados. dos beijos dados. Do teu amor no meu corpo. Do mais singelo...</summary>
<author>
<name>angelburnt</name>

<email>papermedia@hotmail.com</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://poramor.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p>Grita!!!!<br />
Grita o mais alto que conseguires<br />
leva a alma para bem longe de ti,<br />
mas antes de partires<br />
lembra-te que eu não<br />
me esqueci.<br />
Dos momentos passados.<br />
dos beijos dados.<br />
Do teu amor no meu corpo.<br />
Do mais singelo sorriso.<br />
Hoje a noite esta menos escura<br />
que a distancia que nos separa<br />
e minha lembrança mais pura<br />
que ninguem repara.<br />
A minha história ninguém conhece.<br />
Ninguém se esquece<br />
que amei profundo e sincero.<br />
Que amei teu mundo<br />
como se meu fosse.<br />
Agora só espero<br />
que te esqueças<br />
do que fui e fiz,<br />
para que não padeça<br />
a tua vontade de ser feliz.<br />
E quando um dia<br />
bem distante de agora<br />
estiveres sozinha e olhares para as tuas mãos,<br />
não sorria.<br />
Mas lembra-te, que numa noite fria<br />
eu prometi<br />
morrer amando, simplesmente<br />
a ti.</p>

<p>(25.06.2004)<br />
</p>]]>

</content>
</entry>
<entry>
<title></title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/repentinamente.html" />
<modified>2005-06-02T04:43:32Z</modified>
<issued>2005-06-02T04:40:01Z</issued>
<id>tag:poramor.weblog.com.pt,2005://1187.111633</id>
<created>2005-06-02T04:40:01Z</created>
<summary type="text/plain">Repentinamente desejo beijar tua boca e apertar seu corpo contra o meu, deixar minha pele absorver o teu perfume, o teu cheiro. haaaa.... o teu cheiro... Tem tanto de mistério que não cabe nem em sopro, nem em qualquer frasco...</summary>
<author>
<name>angelburnt</name>

<email>papermedia@hotmail.com</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://poramor.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p>Repentinamente desejo beijar<br />
tua boca e apertar seu corpo<br />
contra o meu,<br />
deixar minha pele absorver<br />
o teu perfume, o teu cheiro.<br />
haaaa.... o teu cheiro...<br />
Tem tanto de mistério<br />
que não cabe nem em sopro,<br />
nem em qualquer frasco de vidro<br />
ou gota de chuva.<br />
Eu sou assim mesmo como sou,<br />
tão louco por ti que nem reparo,<br />
tão distraído que nem penso...</p>

<p>(27.03.2005)</p>]]>

</content>
</entry>
<entry>
<title></title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/vejo_uma_lagrim.html" />
<modified>2005-06-02T04:39:04Z</modified>
<issued>2005-06-02T04:28:19Z</issued>
<id>tag:poramor.weblog.com.pt,2005://1187.111632</id>
<created>2005-06-02T04:28:19Z</created>
<summary type="text/plain">Vejo uma lágrima expandida, um sorriso retraído, um beijo de despedida, vejo tristeza, vejo saudade, vejo orgulho e vejo vontade. Vejo a cobardia com que ages, os teus gestos de fraqueza. Vejo a célere beleza, que existia em tua saudade....</summary>
<author>
<name>angelburnt</name>

<email>papermedia@hotmail.com</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://poramor.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p><em><strong>Vejo uma lágrima expandida,<br />
um sorriso retraído,<br />
um beijo de despedida,<br />
vejo tristeza,<br />
vejo saudade,<br />
vejo orgulho e vejo vontade.<br />
Vejo a cobardia com que ages,<br />
os teus gestos de fraqueza.<br />
Vejo a célere beleza,<br />
que existia em tua saudade.</p>

<p>(17.03.2005)</strong></em></p>]]>

</content>
</entry>
<entry>
<title></title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/esta_cidade_de.html" />
<modified>2005-06-02T04:24:29Z</modified>
<issued>2005-06-02T04:21:26Z</issued>
<id>tag:poramor.weblog.com.pt,2005://1187.111631</id>
<created>2005-06-02T04:21:26Z</created>
<summary type="text/plain">Esta cidade de noite tem cheiro de recordações, de risadas e conversas. Muitas vezes venho aqui apenas para lembrar o que já esqueci. Outras apenas para esquecer... Quando volto para casa, tento fugir de todas as sombras, pequenas lembranças que...</summary>
<author>
<name>angelburnt</name>

<email>papermedia@hotmail.com</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://poramor.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p><em><strong>Esta cidade de noite<br />
tem cheiro de recordações,<br />
de risadas e conversas.<br />
Muitas vezes venho aqui<br />
apenas para lembrar<br />
o que já esqueci.<br />
Outras apenas para esquecer...<br />
Quando volto para casa,<br />
tento fugir de todas as sombras,<br />
pequenas lembranças<br />
que o tempo escreveu...</p>

<p>(26.04.2005)</strong></em></p>]]>

</content>
</entry>
<entry>
<title></title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/se_acreditas_no.html" />
<modified>2005-06-02T04:20:06Z</modified>
<issued>2005-06-02T04:14:26Z</issued>
<id>tag:poramor.weblog.com.pt,2005://1187.111630</id>
<created>2005-06-02T04:14:26Z</created>
<summary type="text/plain">Se acreditas no amor e nas suas intempéries não deves viciar-te no sabor que teêm os lábios, nã devem teus olhos brilhar como se fossem lagos ao luar, não deves cantar nem sequer rir... Espanta-te antes e assusta-te, que o...</summary>
<author>
<name>angelburnt</name>

<email>papermedia@hotmail.com</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://poramor.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p><em><strong>Se acreditas no amor<br />
e nas suas intempéries<br />
não deves viciar-te<br />
no sabor que teêm os lábios,<br />
nã devem teus olhos brilhar<br />
como se fossem lagos ao luar,<br />
não deves cantar nem sequer rir...<br />
Espanta-te antes e assusta-te,<br />
que o amor é o cárcer mais antigo,<br />
a emboscada mais infalível.<br />
Dele ninguém te tira,<br />
sem que sofras do fel mais terrível.<br />
Dele ninguém se livra<br />
sem marcas de correntes ou cicatrizes.</p>

<p>(25.04.2005)</strong></em></p>]]>

</content>
</entry>
<entry>
<title></title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://poramor.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/a_vida_e_bela_e.html" />
<modified>2005-06-02T04:14:04Z</modified>
<issued>2005-06-02T04:10:53Z</issued>
<id>tag:poramor.weblog.com.pt,2005://1187.111629</id>
<created>2005-06-02T04:10:53Z</created>
<summary type="text/plain">&quot;A vida é bela&quot; E esta frase um cliché tão disfarçado que por momentos nos esquecemos do descontentamento supérfluo e superficial. Embora, muitas vezes, eterno e cicatrizante. É que muitas vezes deixámos de lembrar que a dor faz parte da...</summary>
<author>
<name>angelburnt</name>

<email>papermedia@hotmail.com</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://poramor.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p><em><strong>"A vida é bela"<br />
E esta frase um<br />
cliché tão disfarçado<br />
que por momentos<br />
nos esquecemos<br />
do descontentamento<br />
supérfluo e superficial.<br />
Embora, muitas vezes,<br />
eterno e cicatrizante.<br />
É que muitas vezes<br />
deixámos de lembrar<br />
que a dor faz parte da vida.<br />
Desta maneira aprendemos<br />
a dar mais valor<br />
ao que facilmente<br />
se esquece.</p>

<p>(15.05.2005)</strong></em></p>]]>

</content>
</entry>

</feed>