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<title>Sociedade Global</title>
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<modified>2007-08-23T21:15:31Z</modified>
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<copyright>Copyright (c) 2007, PauloFarinha</copyright>
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<title>Estratégia Individual</title>
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<![CDATA[<p>Os seres humanos são confrontados actualmente com a ambiguidade de possibilidade de actos que afetaram a suas vidas. Nós, todos os seres humanos, somos egoístas, por natureza e possuímos medo de tudo o que não conhecemos. Neste sentido, quando tomamos uma decisão pensamos de que forma ela nos irá afectar, em dentrimento de pensarmos, como ela irá afectar a sociedade.</p>

<p>Com a perspectiva global actual, todas as nossas decisões tem um impacto muito mais alargado a toda a sociedade e de uma forma muito mais rápida. Não pensamos nisso e no quanto estamos a prejudicar a nós próprios, pois vivemos na mesma sociedade que estamos a afectar.</p>

<p>Se todos pensassemos mais nisto, talvez as nossas atitudes fossem diferentes.</p>]]>

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<title>Funcionários Públicos</title>
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<issued>2006-11-16T18:12:15Z</issued>
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<![CDATA[<p>Chamo-me Paulo Farinha e frequentei o Curso de Gestão de Empresas no Instituto Politécnico de Tomar. Actualmente estou a realizar um Estágio Profissional da Função Pública, no Instituto de Gestão Financeira e Patrimonial da Justiça.</p>

<p>Depois de me apresentar e de identificar o como estou a responder-lhe, quero identificar a seguir o porque.</p>

<p>Na actualidade, encontro-me numa situação de incerteza quanto ao futuro, pendendo a balança mais para o lado de alguma desconfiança, no que se refere a possibilidade da minha não continuidade na Função Pública. Este facto não me deixa indiferente, mas também não oferta em nada a cegueira da luta dos funcionários públicos. </p>

<p>É certo que, segundo Maslow, uma das necessidades da pirâmide de necessidades dos trabalhadores, é a de segurança, mas considero que esta necessidade deveria ser satisfeita, em primeiro lugar, pelo mesmo trabalhador e só depois pela organização para a qual trabalha. O que quero dizer é simples, se alguém se esforçar por ser competente, pró-activo e humilde – quanto aquilo que sabe – terá grandes hipóteses de ver satisfeita a sua necessidade de segurança, pois um indivíduo com estas características não poderá ser descurado pela organização. </p>

<p>Neste ponto quero deixar claro a forma como penso, não ficando qualquer réstia de dúvida ou pensamentos ambíguos. Se os trabalhadores fossem todos prestadores de serviços, talvez os mesmos lutassem mais por aquilo que verdadeiramente lhes traria valor acrescentado, para a função, para o conhecimento e para a auto-realização. Seria a teoria de Darwin levada ao extremo, apenas possível numa sociedade verdadeiramente evoluída, capaz de por em prática, não o extermínio do mais fraco pelo mais forte, mas a ajuda à sobrevivência do mais fraco. Embora este ponto possa ser antagónico, será esta uma das vias que a humanidade poderá seguir para verdadeiramente evoluir até a um estágio superior. Caso contrário a nossa evolução nunca deixará de ser o que tem sido até hoje. Muito evoluímos, estamos na era do conhecimento… e milhões de pessoas morrem a fome, milhares de milhões vivem no limiar da pobreza, não existe entendimento quanto as convicções políticas, religiosas e morais; as guerras que decepam a vida de idosos e crianças – que de todos nós, são os verdadeiros inocentes; olhamos cada vez mais para o nosso umbigo, não importando o que está a nossa volta. Não estará o homem equivocado quanto a estratégia a utilizar na sua evolução? Não haverá um qualquer enviusamento na busca da evolução?</p>

<p>Voltando ao tema principal, não estarão os funcionários públicos a olhar apenas para o seu umbigo? Os mesmos não pensam que o seu aumento de salário ou número pode condicionar o crescimento do país? Porque os mesmos não procuram alternativas no privado? Se querem ganhar mais, porque não tentam abrir uma empresa, trabalhar mais horas, trabalhar aos fins de semana, arranjar um outro emprego compatível no privado? Isto não são loucuras de devaneios utópicos. Isto é a constatação crassa da mentalidade que nos foi geneticamente atribuída. E é devido e nos desculpando com ela, que vamos vivendo uma vida medíocre e com projectos e convicções medíocres. </p>

<p>Os funcionários públicos estão numa luta cerrada contra o Governo e as injustiças! Isto concordo plenamente e coloco-me ao lado de todos os que lutam contra as injustiças. Mas de que injustiças falam os senhores? Do facto de trabalharem sete (7) horas por dia de segunda a sexta? E aqueles que não tem horário e trabalham sábados, domingos e feriados? Estes o fazem porque desejam ganhar mais, ou desejam auto realizar-se. Os senhores, querem apenas ganhar mais ou desejam também auto realização? Se desejam auto realização, como todos, deixe-me vos dizer que a mim não me tapam os olhos, com o conceito de, vir a ganhar mais para mais se auto realizarem. Estarão nessa luta constante, de maiores salários, maiores regalias, maiores ajudas e nunca estarão satisfeitos. Sabem porque? Não, não é por serem egoístas! É porque torna-se difícil compreender muitas vezes, aquilo que realmente nos move. Assim o problema deve ser atacado de fundo, nas suas raízes. Mas isso nem mesmo os senhores o desejam. Porque não reivindicam maior número de horas obrigatórias de formação anual? Porque não lutam para que a informação seja distribuída a todos e não fique confinada as chefias de topo? Porque não lutam para serem ouvidos sobre a melhor forma de trabalhar, as estratégias a serem seguidas, os objectivos a traçar – já que são os senhores que todos os dias lidam com a operacionalidade do trabalho? Porque não lutam por maiores responsabilidades, sem acrescimos salariais?<br />
 </p>

<p>Quanto ao quadro apresentado com as estatísticas da UE, quero apenas dizer que não passa de um dado estatístico. O que lamento é que alguns tentem, com o mesmo, fazer o efeito de manipulação da vontade. É certo, parto do princípio que os dados foram recolhidos de entidade credível, que os valores do número de trabalhadores da função pública por população activa em Portugal, sejam dos mais baixos da UE. Mas isso a mim, não me diz nada. Como já disse, é apenas um dado e apenas com uma variável em função do valor pretendido. Porque não está aqui a Natureza das funções públicas nesses países? O grau de exigência que cada governo possui? O poder de endividamento de cada governo? A estrutura de cada governo e das suas administrações locais e centrais? O número de utentes que recorrem a esses serviços? Se me apresentasse todos estes dados, talvez pudesse concordar que o número de trabalhadores públicos em Portugal é muito pouco. </p>

<p>Não acredito numa redução as cegas, mas sou de completo acordo que o número de funcionários públicos terá de ser reduzido. O que temos de fazer é lutar, não para segurar um lugar, mas para abrir oportunidades de outros lugares aparecerem. Isto, é algo que muitos portugueses não sabem o que quer dizer. Depois de entrar para um trabalho qualquer, o que mais asseiam é passar para o quadro. Mesmo sabendo menos do quando entraram, mesmo sendo menos pró-activos e inovadores, mesmo tendo menos paciência e nenhuma vocação para o trabalho que desempenham. Este é o medo dos trabalhadores acomodados e este é o medo de alguns, não direi todos os funcionários públicos. </p>

<p>Desculpem-me toda a franqueza até agora, mas ainda há algo de bom na imaginária Democracia, que é a imaginaria certeza de que podemos falar do que quisermos e da forma que quisermos. Portanto sendo mais uma vez franco, os senhores que compactuam com dualidades de entendimento quanto a não concreta justificação das acções praticadas é que são os verdadeiros manipuladores da opinião pública.</p>

<p>Estando enfatizado o porque deste e-mail, cabe-me expressar um sonho. Eu tenho o sonho de que um dia a sociedade será uma só. Que tudo o que se decida seja para o bem geral. Que haverá tantas ou mais diferenças que actualmente, mas que cada um respeitará as mesmas e ninguém tentará incutir vontades a ninguém. </p>

<p>Portanto em resposta ao e-mail divulgado, continuem eu também irei continuar a lutar… mas pensem melhor no objecto de vossa luta. Nessa luta, eu, não como funcionário público, porque não o sou – sou ainda apenas estagiário – não entro e divulgo o contrário para quem o queira ouvir. Como está no e-mail – a verdade acaba sempre por se impor – também aqui ela virá ao de cima e abrirá os olhos daqueles que lutam desenfreadamente por algo que não lhes trará qualquer benefício futuro.</p>

<p>Termino agradecendo a paciência demonstrada por chegar até aqui despeço-me atentamente e com os melhores cumprimentos.</p>

<p>Paulo Farinha<br />
</p>]]>

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<title>Consultoria Estratégica</title>
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<issued>2007-08-23T21:10:34Z</issued>
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<summary type="text/plain">Num mercado cada vez mais agressivo, as empresas perdem muito tempo a aplicar &quot;técnicas&quot; e &quot;engenharias&quot;, que não culminam nos resultados pretendidos. Isto acontece porque as soluções não são uma &quot;Poção Mágica&quot; que se deva aplicar a todos os casos,...</summary>
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<email>lopes3214@hotmail.com</email>
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<![CDATA[<p>Num mercado cada vez mais agressivo, as empresas perdem muito tempo a aplicar "técnicas" e "engenharias", que não culminam nos resultados pretendidos. Isto acontece porque as soluções não são uma "Poção Mágica" que se deva aplicar a todos os casos, reduzindo os problemas empresariais, como todos iguais, em toda e qualquer empresa.</p>

<p>A redefinição estratégica e uma visão clara de onde se quer chegar, será a única forma de alcançar as metas propostas. Sendo as metas, não o ponto de chegada, mas a "rampa de lançamento" para o futuro.</p>

<p>A escolha do melhor caminho para esse destino, é também muitas vezes descurado. Por vezes às empresas até sabem onde querem estar no futuro, mas as suas acções levam-na para bem longe disso.</p>]]>

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<title>Vantagem Competitiva - Criatividade</title>
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<issued>2007-08-23T21:11:49Z</issued>
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<summary type="text/plain">As empresas actualmente vêem-se confrontadas com uma nova ordem mundial. Nesta ordem, o mais importante não é o produto, o serviço, a qualidade, o rigor financeiro, as técnicas de gestão. O mais importante é saber estar na “mente do cliente”....</summary>
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<![CDATA[<p>As empresas actualmente vêem-se confrontadas com uma nova ordem mundial. Nesta ordem, o mais importante não é o produto, o serviço, a qualidade, o rigor financeiro, as técnicas de gestão. O mais importante é saber estar na “mente do cliente”. Para uma empresa conseguir entrar e permanecer na “mente do cliente” a empresa precisa de muito mais do que meras ferramentas de gestão. A empresa tem de ser um sistema, aberto e em constante mutação. Hoje nenhuma estratégia permanece estática por mais de um ano. As empresas que o fazem, arriscam-se a serem ultrapassadas pela concorrência.</p>

<p>Assim, a vantagem competitiva de qualquer empresa, no contexto actual, já não é a informação, pois essa já se encontra amplamente difundida. Mesmo a informação que se encontre organizada em conhecimento. O organizar a informação e transformá-la em conhecimento também já não é uma vantagem competitiva. Tudo isto é simplesmente obrigatório e factor-chave de sucesso para todas as empresas, sejam elas grandes, médias, pequenas ou micros.</p>

<p>A vantagem competitiva actual, é ter “CRIATIVIDADE” para transformar a informação num conhecimento, com os padrões diferentes daqueles que são conhecidos. A criatividade dentro das empresas é o que hoje é uma vantagem competitiva e também um factor crítico de sucesso, não explorado convenientemente.</p>

<p>A criatividade não se aprende, exercitasse-se. E só num contexto de ampla criatividade, uma empresa se torna criativa.</p>]]>

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<title>Consultoria Lateral</title>
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<issued>2007-08-23T21:12:43Z</issued>
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<![CDATA[<p>A experiência, no mundo empresarial, é de extrema importância, na prossecução dos actuais, ou melhor, dos ainda actuais paradiguimas. Os mesmos paradiguimas que fizeram dos Senhores do Marketing, Managers de Empresas, que depois de estratégias esgotadas de segmentação e posicionamento, revelaram a sua limitação; depois vieram os Financeiros, com as suas estratégias de reduções de custos de aproveitamento de sinergias, revelando também a sua limitação; vemos agora surgir o capital humano como o mais importante, e talvez o seja, pois será desse capital humano que a empresa poderá catapultar a seu crescimento de forma sustentada.</p>

<p>Não tenho experiência em Marketing, mas o que proponho não é uma Consultoria em Marketing; Não tenho Experiência em Finanças, mas o que proponho não é uma Consultoria Financeira; Não tenho experiência em Recursos Humanos, mas o que proponho não é uma Consultoria em RH. O que proponho é uma Consultoria Lateral, uma consultoria que não é financeira, nem de marketing, nem de RH. É uma Consultoria na busca de soluções para a criação de novos mercados, novos produtos ou de novas variações do mix de marketing. A Consultoria Lateral é a Consultria que não é nenhuma das outras, mas é as outras no seu conjunto com o acréscimo de uma forte componente, A CRIATIVIDADE. A Consultoria Lateral é igual a Criatividade. E só a criatividade, cria mercados, produtos e variações do mix de marketing.</p>]]>

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<title>Estratégia para Portugal</title>
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<modified>2007-08-23T21:14:37Z</modified>
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<created>2007-08-23T21:13:37Z</created>
<summary type="text/plain">Exmos Senhores, Venho desta forma expessar aquilo que acredito ser o meu dever como cidadão. O nosso país depara-se com problemas estruturais, oriundos de uma forma de pensar desadequada arraigada a paradiguimas que não se coadunam com a realidade actual....</summary>
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<![CDATA[<p>Exmos Senhores,</p>

<p>Venho desta forma expessar aquilo que acredito ser o meu dever como cidadão. O nosso país depara-se com problemas estruturais, oriundos de uma forma de pensar desadequada arraigada a paradiguimas que não se coadunam com a realidade actual.</p>

<p>Importa nesta fase, fazer a distinção entre, empresas multinacionais e empresas globais. Uma empresa multinacional, insere-se num país e nele desenvolve toda a sua actividade, na procura de criação de valor nesse mesmo país, satisfazendo o mercado do mesmo. Uma empresa global, possui uma das suas actividades da cadeia de valor num país, procurando satisfazer o mercado de todo mundo.</p>

<p>Portugal, continua a procura de ser atractivo para empresas multinacionais, mas estas encontram-se em grande fase de alterações de estratégias. Aquilo que Portugal deverá fazer é procurar ser atractivo para empresas globais. Uma empresa apenas investe num determinado país, sobre duas condições que não se excluem: o mercado terá de ser suficientemente grande e o mesmo, terá de estar em franco crescimento. Parece obvio que nos dois casos, Portugal perderá atractividade para muitos outros países do mundo.</p>

<p>Assim, aquilo que acredito profundamente que poderá ser feito é uma grande aposta nas empresas globais, Portugal poderia oferecer atractividade as empresas para cá executarem determinadas actividades das suas cadeias de valor. Portugal poderia ser a plataforma logística dessas empresas; Portugal poderia ser o fornecedor de energias limpas para essas empresas; Portugal poderia apostar em centros de Investigação e Desenvolvimento, sendo o fornecdedor desse mesmo serviço a essas empresas; Portugal poderia criar círculos de criatividade, onde os mesmos trabalhariam na concepção constante de novos mercados; Portugal poderia ser o centro do Controlo Financeiro dessas empresas.</p>

<p>Esta é a perspectiva que o país terá de ter para o futuro. Atrair empresas para ca cedearem as suas actividades para que estas explorem o nosso mercado, ou daqui explore outros, será o caminho errado. Apenas com a atractividade de algumas actividades da cadeia de valor dessas empresas é que poderemos desenvolver e criar um país com um crescimento sustentado.</p>

<p>Espero que estas palavras possam a alguém interessar e que delas surja um debate sério e comprometedor, para o futuro de Portugal e para que possamos sair da cauda da Europa e nos colocarmos no topo do mundo.</p>]]>

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<title>Redefinição Estratégica</title>
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<issued>2007-08-23T21:14:47Z</issued>
<id>tag:paulofarinha.weblog.com.pt,2007://3708.398668</id>
<created>2007-08-23T21:14:47Z</created>
<summary type="text/plain">Num mercado cada vez mais agressivo, as empresas perdem muito tempo a aplicar “técnicas” e “engenharias”, que não culminam nos resultados pretendidos. Isto acontece porque as soluções não são uma “Poção Mágica” que se deva aplicar a todos os casos,...</summary>
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<name>PauloFarinha</name>

<email>lopes3214@hotmail.com</email>
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<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://paulofarinha.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p>Num mercado cada vez mais agressivo, as empresas perdem muito tempo a aplicar “técnicas” e “engenharias”, que não culminam nos resultados pretendidos. Isto acontece porque as soluções não são uma “Poção Mágica” que se deva aplicar a todos os casos, reduzindo os problemas empresariais, como todos iguais, em toda e qualquer empresa.</p>

<p>A redefinição estratégica e uma visão clara de onde se quer chegar, será a única forma de alcançar as metas propostas. Sendo as metas, não o ponto de chegada, mas a “rampa de lançamento” para o futuro.</p>

<p>A escolha do melhor caminho para esse destino, é também muitas vezes descurado. Por vezes às empresas até sabem onde querem estar no futuro, mas as suas acções levam-na para bem longe disso.</p>

<p>Assim, se V. Exas. necessitarem de ajuda na definição de uma estratégia que seja, não óptima, mas uma estratégia que sirva ao vosso caso, estarei ao vosso dispor.</p>]]>

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