maio 03, 2010

Viver na Beira-Mar

Nunca o mar foi tão ávido
quanto a minha boca. Era eu
quem o bebia. Quando o mar
no horizonte desaparecia e a areia férvida
não tinha fim sob as passadas,
e o caos se harmonizava enfim
com a ordem, eu
havia convulsamente
e tão serena bebido o mar.

Fiama Hasse Pais Brandão, in "Três Rostos - Ecos"

Publicado por vascomendonca em maio 3, 2010 03:59 PM | TrackBack
Comentários

muito bom este poema, que eu desconhecia!
acho que o vou roubar...:)

boas ondas!

Afixado por: silent words em maio 3, 2010 07:29 PM

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Afixado por: rsplki em agosto 7, 2010 01:51 AM
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