janeiro 28, 2008

The New Crop

Why did this year’s ASP World Qualifying Series Generate So Much Buzz? We Can Think of At Least Five Reasons. A SURFING Roundtable with the Class of 2007, by Travis Ferré.

Participants:

Jordy Smith, 19, Durban, South Africa: The ultra-confident Saffer who’s made shaking up the mainstream surf world his main business. Jordy qualified for the ASP World Tour in his first year and is Dane Reynolds’ media-created arch nemesis.

Dane Reynolds, 23 Ventura, California: Turns everyone who surfs against him into a basket case. He’s a critic of the surf world in every facet and represents the new direction in professional surfing. He’s also Ween’s biggest fan.

Jay “Bottle” Thompson, 25, Burleigh Heads, Australia: The most powerful of the new qualifiers. “Bottle” is the new Macca on tour: powerful, stylish and a top 10 threat right out of the gates.

Tiago Pires, 27, Ericeira, Portugal: One of the most fluid and polished European surfers to ever make the tour. Surfs like a symphony playing Slayer.

Ben Bourgeois, 29, Wrightsville Beach, North Carolina: After falling off the tour in 2002, he’s finally ready to be back where he deserves and where he’s supposed to have been all along. Single and ready for the ’CT groupie upgrade

Publicado por manuel castro em 12:37 PM | Comentários (118) | TrackBack

janeiro 26, 2008

coisas boas feitas por portugueses lá fora

Francisca Pereira dos Santos, 9º lugar no Roxy Surf Festival.

a foto é de uma etapa do Campeonato Nacional do ano passado, infelizmente no site do Roxy Festival não constam fotos da Francisca, nada a que não estejamos habituados, mas o importante é o 9º lugar da Francisca Pereira dos Santos no primeiro 6* do ano, o Roxy Surf Festival em Phillip Island, Victoria, no sudeste da Austrália, um campeonato que este ano teve um nível de surf altíssimo e de onde a Francisca sai como a surfista europeia melhor classificada, o ano passado o Saca também começou bem o ano, pode ser que dê sorte, parabéns Francisca e força...

Publicado por pedroarruda em 01:12 AM | Comentários (55) | TrackBack

janeiro 25, 2008

coisas boas que se vão fazendo em Portugal

Flatland
a home video about waves...

Via o Conversas do Mar cheguei a este extraordinário clip vindo de Leça. Flatland [ Blog | Site ]. Boas imagens, bom som, boa onda. Parabéns ao pessoal de Leça.

Act: para ver o video é necessário ter o software DivX, não tenham medo de fazer o download ou a actualização do plug-in Active x, o video vale a pena. Se não podem ir ao blogue e ver em versão youtube.

Publicado por pedroarruda em 08:06 PM | Comentários (4) | TrackBack

janeiro 21, 2008

PQP!

Publicado por manuel castro em 08:18 PM | Comentários (5) | TrackBack

janeiro 20, 2008

Prancha, Pai, Surf

A paternidade transforma-nos em seres embevecidos, deslumbrados com o mundo de possibilidades que ganha uma concretização física que nem nos nossos sonhos mais fantasiosos fomos capazes de antecipar. As páginas desta revista seriam poucas para descrever o que descobri nos dois anos que por estes dias o meu filho completa. Entre as descobertas está o ‘orgulho de Pai’, um sentimento incondicional que nos torna meio apatetados.
A este propósito, recordo-me de – ainda com poucos meses de caminhada autónoma – o meu filho entrar numa surf-shop e, ao olhar para um poster gigante do Kelly Slater, logo se pôr a vociferar, ‘Pai, Pai’. Por momentos, esqueci o desconforto do eventual equívoco na paternidade e deixei-me envaidecer com a identificação do Pai com o senhor oito títulos mundiais. Mas não foi com este momento público que começou a relação do meu filho com o surf. A história já vinha de trás. Entre as primeiras palavras que foi capaz de tornar perceptíveis encontrava-se “prancha”. Aliás, quando ainda gatinhava e não largava a minha prancha, percebi que tinha as prioridades correctas. Já este Verão foi com um sorriso rasgado que o apanhei a dizer espontaneamente “xurf” quando chegávamos à praia e alguém deslizava numa onda. Hoje o vocabulário do meu filho é quase dominado por uma trilogia: prancha, Pai, surf. Imagino, aliás, que para ele as três coisas se confundam numa só e a identidade do Pai tenha muito a ver com a prancha e com o surf. A consequência é que – mesmo quando o excesso de entusiasmo o leva a atacar a minha colecção de revistas de surf – não consigo esconder a minha satisfação com o interesse dele no surf e vejo nisso uma possibilidade inequívoca de que ele venha a surfar.
A questão é: e se quando crescer ele não quiser surfar? É aceitável que eu agora me entusiasme com o fascínio dele com tudo o que tem a ver com o surf? Devo estimulá-lo, pressionando-o a surfar? Por breves segundos acho que é errado fazê-lo, mas logo penso na importância de ter uma actividade que o liberte da disciplina do quotidiano e que, além do mais, ofereça momentos de contentamento difíceis de comparar. Quero que ele faça surf.
E há, claro, um lado meio egoísta. A única coisa que me parece melhor do que um dia de sol e ondas perfeitas é um dia de sol em que partilho as ondas perfeitas com o meu filho. Do mesmo modo que, mesmo que ele ainda não perceba tudo, lhe mostro os discos de que gosto e lhe falo dos livros que me marcaram, quero que ele partilhe comigo o prazer supremo de deslizar numa onda. Mas não é só isso. É também a felicidade que vem com o acordar cedo ao fim-de-semana, tomar o pequeno-almoço e, não temendo o Inverno lá fora, sair de casa em busca de ondas. Não quero que o meu filho cresça depressa de mais – nem que eu envelheça ainda com maior velocidade –, mas por vezes anseio pelo dia em que possamos fazer tudo isso em conjunto.
Na verdade, em momentos de alguma lucidez, penso com razoabilidade que se for importante para que ele goste de música e de livros não gostar dos discos que eu ouço ou dos livros que eu leio, tanto melhor. Mas, mesmo nesses momentos, acho que não estou disponível para que ele não venha a gostar de surf. Uma intransigência que diz alguma coisa sobre mim, mas diz mais ainda sobre o surf.

publicado na coluna Sal na Terra da SurfPortugal

Publicado por pedroadãoesilva em 05:43 PM | Comentários (9) | TrackBack

janeiro 14, 2008

Mundo Perfeito #27


"every wave is new until it breaks"
Neil Young, Rapid Transit (Re-ac-tor)

Publicado por pedroadãoesilva em 04:05 PM | Comentários (11) | TrackBack

janeiro 13, 2008

"After a slow second semifinal that saw the fewest waves all day, the final opened with one of the longest lulls of the day. But just when everyone was wondering if the swell had given everything it had left, a sudden burst of wave activity had the crowd on its feet, and the competitors scrambling. The ensuing thirty-minute wave exchange saw all the finalists nabbing some of the best waves of the event, but Long, Sterling and Baker picked off the biggest bombs, and all stuck seemingly impossible drops. The top slot could probably have gone to any one of them.

Long is yet another apprentice of Maverick's kingpin Grant Washburn (is there anyone Washburn hasn't mentored out there?), and credits Washburn's tutelage with taking his surfing at Mav's to the next level.

"He's one of the most giving individuals I know," said Long. "He took me out here [at Maverick's] my first session, and showed me around, showed the lineup. Every single time I come up here I meet up with him and we paddle out together."

Washburn returned the love: "Greg was one of those guys, like Jay Moriarty, that seems older and more mature and well-adjusted to the whole professional surfing thing. He's got his act together."

But back to the prizemoney: after graciously accepting the fat check, Long announced to the crowd that the $30,000 check would be split evenly amongst the six finalists, based on an agreement they'd made at the beginning of the heat. "It started off as a joke," explained Long, "I said, 'Hey let's all split the money,' and everyone laughed. But then we all talked about it and everyone said, 'Sure, let's do it.'" (While unique, this isn't unheard of: the finalists of the Red Bull Big Wave Africa did the same thing a few years back.)

Fine when you're a runner up, but what about if you're a young, undersponsored professional surfer who's just won the contest that's been called the Super Bowl of surfing? [Surf execs take note: Greg Long is actively accepting offers...]

"No really, it's totally fine with me," said Long nonchalantly about share and share alike. "I really wasn't that concerned with winning or losing. Sharing the lineup like that with five of your best friends, it just doesn't get any better than that.""

Publicado por vascomendonca em 01:36 PM | Comentários (2) | TrackBack

janeiro 12, 2008

janeiro 08, 2008

Longe da praia Às vezes é assim

Publicado por vascomendonca em 12:52 AM | Comentários (9) | TrackBack

janeiro 04, 2008

"ripa" duas vezes

Contra tudo e contra todos, contra o mar, o vento, as vagas, os speakers, os patrocionadores, as ASP's e todo o imenso organigrama burocrático, regionalista e absurdamente anglo-saxónico mundo do Surf.

Força Nicolau, o ONDAS, sem nacionalismos, está contigo.

P.S. na RTP está a dar uma coisa chamada Ondas Assassinas...

Act:

Heat 4: Nicolau Von Rupp (DEU) 8.67 def Mason Ho (HAW) 8.04

Von Rupp on the conditions: “We were both waiting for the big bomb to come but it’s just so messy out there. It’s really hard to get into the waves and that bomb wave never came. I got a bomb but fell on it and both of us were having a shocker. I was lucky to catch two little waves that were alright and I just tried to surf them till the end, lucky I got through.

Von Rupp on defeating Mason Ho: “He got third last year and he was definitely the favourite of the heat but I’m stoked that I’ve taken it out and we’ll see who comes next.”

Von Rupp on his equipment: “I brought really small boards, I didn’t bring bigger than a 6.0 which is my normal board. I’ve been watching this event for the last five years and I’ve never seen it 6ft so I was surprised to see this swell come in. Im happy though, I surf better when the conditions are a bit bigger.”

Von Rupp on advancing into Round 4: “It’s a great result and when you pass a couple of heats you just want to pass more so we’ll see how it goes.”

Fonte ASP

Publicado por pedroarruda em 11:24 PM | Comentários (23) | TrackBack

campeonatos

só aqui entre nós, que ninguém nos ouve, é absolutamente inadmissível o mar em que a ASP obriga os juniors a competir...

Publicado por pedroarruda em 11:07 PM | Comentários (7) | TrackBack

Nicolau von "Ripa"

Na última onda, nos últimos segundos, um 7.33, para derrotar o hawaiano Torrey Meister e passar ao terceiro round do World Junior Championship. Força Nicolau.


German surfer Nicolau Von Rupp caused the biggest upset to date by impressively defeating Hawaii’s Torrey Meister in round 2.

Publicado por pedroarruda em 01:22 AM | Comentários (28) | TrackBack