fevereiro 28, 2005

Hipnose: 1024x768

O poster do Quiksilver Pro 2005 é um doentio multiplicador de adjectivos, uma absurda sinestesia. Ao mesmo tempo, esvazia as palavras de toda e qualquer significância. Deviam proibir estas coisas. Para os que ainda não viram isto isto in full size, certifiquem-se previamente de que o spot mais próximo da vossa casa está a funcionar em "boas condições" com "vento off-shore". Eu, que já ando com saudades, fui um dos infelizes apanhado desprevenido. VM

Publicado por vascomendonca em 06:52 PM | Comentários (1)

fevereiro 23, 2005

Primeiro Round

O nosso Saca acabou por perder nos quartos-de-final, no primeiro WQS da temporada, no Hawaii, mas penso que é importante realçar a atitude com que ele se apresenta neste recomeçar de novo, desprezando uma prova de cinco estrelas no Brasil e aparecendo numa prova menos valiosa, mas não menos importante, no Hawaii, numa decisão que, penso eu, não esconde algum simbolismo e significado.
Quem viu a impossiblidade daquele tubo tornar-se numa saída guerreira consegue perceber que esse momento, por si só, fez com que a aposta resultasse em pleno. Ainda que o resultado, longe de ser mau, não seja o ideal, instantes como aquele podem ser um tónico importante neste começo de temporada. Porque lembram, como escreveu o João Valente na última Surf Portugal, que o "destino não é uma questão de sorte, é uma questão de escolha; não é algo que se aguarde, é algo a ser atingido" e há poucos, muitos poucos, que têm a capacidade de o tomar entre mãos. Como o Tiago. Por isso, eu continuo, nós continuamos, a dizer com orgulho: Força Saca. MCG

Publicado por manuel castro em 11:47 PM | Comentários (13)

10!

Nota 10 para um tubão lindo e absurdo do Saca. Virou o heat quando estava em combinação. Épico! Será que vai aguentar? MCG

ps: E o Saca passou em primeiro, isto no melhor heat do Monster Energy Pipeline Pro. E de longe, com o melhor tubo da prova, para Backdoor. Um 10 perfeito, de garra.

Publicado por manuel castro em 09:16 PM | Comentários (2)

fevereiro 22, 2005

Atenção

Aí está Tom Curren no Monster Energy Pipeline Pro. E o Tiago mais logo. MCG

PS: E dispensam-se palavaras para o 9.75 de Rob Machado, no heat que acabou neste preciso momento.

Publicado por manuel castro em 10:32 PM | Comentários (2)

fevereiro 20, 2005

Salvar Carcavelos e o resto das praias

O tema instalou-se na retórica política. De um quadrante a outro do sistema partidário, não há hoje quem não valorize o papel do mar como alavanca de um novo modelo de desenvolvimento. O mar como recurso estratégico. Não apenas o mar à “antiga”, da vocação marítima, dos descobrimentos e da construção da nossa identidade colectiva. Mas, também, o mar como factor de valorização do futuro. Como pólo de criação de novas oportunidades, por exemplo no turismo.
Contudo, neste, como em muitos outros casos, há os discursos e, depois, há a prática. E a prática é uma orla costeira que frequentemente parece servir como laboratório para experiências que visam replicar os cenários da Iª Guerra mundial. Por inércia, por incúria ou por acção premeditada, se bem que não com a intensidade do passado, continuam os atentados ambientais e, acima de tudo, uma visão míope do potencial existente na costa portuguesa. De Norte a Sul do País e nas regiões autónomas, assiste-se a um discurso político que é diariamente contrariado pela desvalorização efectiva do litoral.
E entre as novas oportunidades que o litoral português apresenta está o surf. O surf que hoje em Portugal tem um número já assinalável de praticantes, que movimenta um mercado ainda frágil mas já com alguma dimensão e que, só por isso, deveria ser protegido. Mas o surf que, para além do mais, tem um potencial ainda por explorar enquanto instrumento ao serviço de um desenvolvimento harmonioso para as nossas zonas turísticas.
Como escreveu, há tempos, Gonçalo Cadilhe, que já viu e viajou o suficiente para saber daquilo que fala: "uma onda perfeita de surf pode ser o motor da economia de uma inteira região. Pequenas localidades que nunca teriam saído do anonimato, que teriam permanecido esquecidas na periferia do mundo, são hoje internacionalmente famosas em todo mundo pelo simples facto de possuírem uma onda perfeita ao fundo da rua. (...) O turismo de surf não é turismo de massa, é turismo sustentável e continuado, é um nicho de mercado sólido e em crescimento." Aliás, com uma boa gestão e com visão de futuro, não há nenhuma razão para que as zonas propícias ao surf não possam evoluir para locais um pouco à imagem das estâncias de ski. E, como é sabido, abundam hoje pela Europa casos de sucesso em termos de desenvolvimento virtuoso de inteiras regiões, literalmente “puxadas” pelo ski.
E, desse ponto de vista, Portugal tem condições únicas na Europa e mesmo bastante competitivas a nível mundial. Não apenas temos uma extensa faixa costeira, com excelentes condições para receber os diversos tipos de ondulação, como é possível praticar surf durante doze meses por ano. Se a isto acrescentarmos a centralidade do País, quando comparado com os destinos exóticos do surf e os preços muito competitivos que apresentamos, há aqui um nicho de mercado quase virgem e de enorme potencial. Do Norte a Sul do país há ondas para todos e para todos os gostos.
Mas acontece que a prática de surf implica que as praias não sejam destruídas e que, na sua preservação, a conservação das ondas seja tida em consideração. Ora, infelizmente, temos assistido entre nós a uma sistemática desvalorização das ondas. O caso mais paradigmático disto mesmo ocorreu na Madeira, com o betão que deu cabo da onda do Jardim do Mar (para muitos a melhor onda portuguesa e uma das melhores do mundo!). Apesar de eventualmente menos dramáticos, a verdade é que outros exemplos de deterioração das praias abundam. Carcavelos ameaçava ser a próxima onda a ser destruída. Ameaçava porque já não vai ser.
Estamos pouco habituados, é verdade, mas por vezes, em Portugal, as coisas correm bem. E no caso de Carcavelos, tudo indica, vão correr bem. A história é simples: estava projectada pela Câmara de Cascais a construção de dois esporões que iriam colocar em sério risco as ondas. Mas, na fase de discussão pública do projecto, os surfistas uniram-se para salvar as ondas, tendo feito um parecer técnico sobre o projecto da autarquia. A Câmara foi sensível aos argumentos e aceitou na totalidade as reivindicações aí expostas. Resultado, Carcavelos vai ter obras que vão cuidar que as ondas se mantenham com a qualidade habitual e, tudo indica, numa das praias da linha vai ser construído o primeiro recife artificial da Europa, pensado para a prática do surf.
O caso de Carcavelos revela, no essencial, três coisas. A primeira, que é possível ter sucesso na luta pela qualificação do litoral e das praias em Portugal. Segundo, que há autarcas sensíveis ao potencial do surf e que revelam uma visão que foge à miopia dominante. E terceiro, que o exemplo de Carcavelos pode servir para que se comecem a salvar as praias que, por todo o país, são ameaçadas. O surf é uma razão e mais um pretexto para que isso seja feito.
artigo publicado na Capital ontem.
PAS

Publicado por pedroadãoesilva em 11:41 PM | Comentários (1)

Chicama


provavelmente a maior esquerda do mundo, até hoje.... PAS

Publicado por pedroadãoesilva em 08:21 PM | Comentários (5)

fevereiro 19, 2005

Momento de Reflexão


Esquerdas ou direitas?...

PA

Publicado por pedroarruda em 04:59 PM | Comentários (6)

fevereiro 18, 2005

Júlio Adler


O português é por vezes intrincado, resultado das distâncias que resultam de estar do outro lado do Atlântico, custoso de passar as palavras – o que está longe de ser defeito, melhor fora! –, mas os textos são invariavelmente do melhor que se escreve no surf em português (ou sobre o surf em português). Tem um blog, onde escreve pouco tendo em conta o que seria desejável, além de que não posta os textos que publica na Surf Portugal (que também não está on-line). Por isso mesmo, aqui fica uma parte do artigo publicado no último número. Leiam e depois digam se tenho ou não razão?
“passamos tanto tempo construindo expectativas em cima dos alicerces das nossas esperanças, parados mas ansiosos, imaginando-nos em cada uma daquelas situações: uma acelerada, uma andadinha na prancha para sair de mais um tubo imaginário. Exactamente como quando alguém te pergunta o que farias se ganhasses sozinho a lotaria, ou se encontrasses uma mala com um milhão de dólares. Fantasia. Pura fantasia.
Somos assim, sempre nos repetindo, como um cliché interminável. Tão previsíveis quanto admiráveis.”

PAS

Publicado por pedroadãoesilva em 07:46 PM | Comentários (2)

fevereiro 15, 2005

Occy

Esta é uma daquelas notícias cuja inevitabilidade tentamos esquecer, como se as marcas nos rostos familiares fossem marcas de àgua salgada, de sol e de sonhos e não do tempo, esse aparantemente indolor filho da mãe que nos tira o tapete cada vez que nos vamos deitar. Não tenho mais palavras, senão repetir algumas daquelas que foram as minhas primeiras escritas por estas Ondas, sem me esquecer, nunca, das imagens e dos sons que imortalizaram e celebraram o mito, como um dos maiores deste nosso estranho modo de vida e que se reproduzem na minha mente, cada vez que se fala de Occy:

"É estrondoso ver as suas linhas cravadas e desenhadas com raiva nas ondas, parecendo cada uma delas uma parte da vida que Occy quer esquecer, a sua cara cerrada perante a onda, numa atitude furiosa, que depois se desvanece no fim da suas ondas, remando de volta ao outside com o seu sorriso de puto traquina, esmagando-nos com a singularidade de ser simplesmente Mark Occhilupo. Occy. Um herói."

There goes my hero
Watch him as he goes
Foo Fighters

MCG

Publicado por manuel castro em 11:43 PM | Comentários (3)

fevereiro 14, 2005

Salvar o litoral português

Pelo que dizem hoje os jornais e pelo que pude ler nos sites dedicados ao surf, a manifestação Onda Humana foi um verdadeiro sucesso. Apesar dos números serem contraditórios é seguro dizer que os surfistas aderiram em massa a esta luta e, mais importante de tudo, a Câmara Municipal de Cascais recuou no projecto de intervenção na Praia de Carcavelos. Estão todos de parabéns, surfistas, organizadores, instituições, etc., é uma vitória não só do Surf, mas, essencialmente, do ambiente e do desenvolvimento sustentado. Faço votos para que esse caso sirva de exemplo para outras lutas semelhantes que se travam um pouco por todo o litoral do país, regiões autónomas incluídas, se calhar até particularmente nas regiões autónomas. A este propósito deixem-me lançar aqui um apelo. A todos os surfistas que se mobilizaram pela causa de Carcavelos, não desmobilizem, permaneçam alerta e combativos, principalmente não se reduzam ao campo restrito da vossa praia, façamos de todo o litoral português um grande “Carcavelos”, a luta pela defesa deste património, que é a imensa costa portuguesa, não pode acabar com uma pequena vitória na praia onde surfamos todos os dias. Há muito a fazer, muitos quilómetros de areal a defender. E é imperioso lembrarmo-nos que são as praias mais isoladas, são os picos menos surfados, os que mais precisam de ajuda e de protecção. A Madeira é infelizmente um exemplo paradigmático disto, os Açores estão rapidamente a tornar-se noutro exemplo e creio que ao longo do resto do país deve haver muitos outros projectos de intervenção no litoral que precisam de ser barrados. O verdadeiro localismo do surf português tem que ser a defesa do todo o nosso litoral. Parabéns por esta vitória, mas a luta não acaba aqui. PA

Publicado por pedroarruda em 07:09 PM | Comentários (3)

fevereiro 11, 2005

Salvar Carcavelos, Domingo


No próximo Domingo, a partir das 14 horas, o Movimento SOS Carcavelos levará a cabo uma acção de sensibilização para os riscos que podem resultar da intervenção prevista pela Câmara de Cascais na praia de Carcavelos. Entre muitas outras actividades, o objectivo é criar uma onda humana, que junte mais de 1000 pessoas em frente ao mar. Mais informações aqui. PAS

Publicado por pedroadãoesilva em 10:32 AM | Comentários (3)

fevereiro 10, 2005

Muito provavelmente a melhor profissão do mundo

Se pensavam que empregos perfeitos não existiam. Pois então cliquem aqui e vejam o que está disponível. Disponível é uma forma de dizer, porque na verdade dificilmente um português poderá ser o escolhido. Ainda assim, até ao fim de Fevereiro, ocupar-me-ei a tentar perceber de que modo posso converter o meu curriculum em algo que se adapte aos requisitos da ASP. Dream on dreamer …. Life is in your hands, tra lalala. PAS

Publicado por pedroadãoesilva em 03:15 PM | Comentários (2)

fevereiro 09, 2005

Radical

Um destes dias estava eu nos Coxos a fazer tempo, entre a maré que já estava demasiado cheia para a direita mágica, mas ainda demasiado vazia para onde eu iria depois, enquanto ouvia no carro dum amigo uma dessa rádios "bests", cujo locutor, histérico, berrava à "malta da surfada" e ao "pessoal radical" que o surf "tava muita bom". Já nem me chateia o dito radialista ter dito que a ondulação estava perfeita de "leste", mas a conotação ao radical é um daqueles clichés à anos 90 que já se devia ter evaporado. Se o surf está longe de poder ser chamado só um desporto, é também redutor o cognome de radical.
A radicalidade é uma das formas de expressão do surf, não a máxima expressão do surf. Radicais são opções perante situações, numa onda como na vida. São drops atrasados, floaters insanos, tubos sem saída, rasgadas furiosas. São atitudes, mudanças, descontinuidades que, por nossa própria vontade, imprimimos na vida. São momentos de ruptura e paixão, numa onda como na vida, assumidos com uma convicção que bastaria, por si só, para nos indignarmos pelo facto de sermos todos postos no mesmo saco.
No mosaico do surf, está lá o tal radical. Bem ao lado do silêncio, por exemplo. Variando em proporcionalidade está a importância que damos a cada um dos elementos desse fantástico mosaico que compõe o surf. Um mosaico difícil de entender se começarmos por achar que a ondulação vem de "leste". And so on. MCG

Post previamente publicado na revista Onfire

Publicado por manuel castro em 02:44 PM | Comentários (5)

fevereiro 08, 2005

Um mar de triunfos

No surf, não existem derrotados, aqui não há perdedores. No surf, quando caímos existe apenas recomeço, deitamo-nos de novo na prancha, remamos para fora em direcção ao outside e esperamos pela próxima onda, outra onda. Esta é uma das essências do surf, o renovar, tentar, falhar, tentar de novo, tentar até conseguir, sem ser vencidos. Apenas experiências. Em cada manobra, em cada secção, em cada onda apanhada, um imenso universo de possibilidades sempre sem hipótese de derrota. Para, depois de conseguir, tentar outra vez uma outra manobra, uma onda maior, um outro pico nunca antes surfado, a descoberta e a conquista de um novo lugar da onda. Um lugar onde colocar a prancha e ganhar. No surf mesmo quando se cai só há triunfos. PA
Post publicado na ONFIRE 13


Darryl "Flea" Virostko, Waimea, Eddie Aikau 2004

Publicado por pedroarruda em 05:05 PM | Comentários (3)

fevereiro 07, 2005

Que disco levam para dentro de água?

Se é que também vos acontece passar boa parte do tempo a cantarolar qualquer coisa. Eu não passo sem este:

Publicado por vascomendonca em 05:22 PM | Comentários (0)

Sonhos partidos

Em memória da minha melhor prancha de sempre. Um longboard azul, solto e veloz.

Tenho, mas não será abusivo dizê-lo, temos todos, uma fotografia mental das nossas pranchas. Das pranchas que temos agora, mas também de todas as outras que nos passaram pelas mãos. Conhecemos os seus mais pequenos pormenores: o sítio onde a pintura tem uma falha, o recorte do tail, o nose, as curvaturas, o peso que demonstra quando remamos ou quando vamos nas ondas. Surfista obcecado tem memória cartográfica sobre as pranchas que teve. Claro que as horas que estamos a sós com elas ajudam – a sós na espera que é quase incompreensível para os estranhos. Mas não explicam tudo. As pranchas são o lado palpável do prazer das ondas, o instrumento com que materializamos, em escassos segundos, os sonhos que não nos largam. Que não nos largam nunca.
Por tudo isso sentimos as dores delas como se fossem as nossas. Uma pancada mais forte dentro do carro, um choque casual com uma parede de casa. Tudo isso nos dói. Mas, quando erramos nós ou erra o mar, e a pancada é mais intensa, mais seca e, em lugar de uma pequena ferida, a prancha se parte em dois, tudo se desmorona. Primeiro, revemos aquele momento. Queremos repeti-lo, passar ao lado do erro, não apanhar aquela onda, acelerar para ultrapassar a rocha. Queremos poder fazer tudo outra vez: evitar o que aconteceu. Depois, chocamos com a realidade. Ficamos com uma angústia incrédula e revemos rapidamente as ondas que partilhámos com a prancha. Caímos em nós e ficamos com a certeza de que os sonhos acordados que dividimos não se repetirão do outro modo. Isto claro, até termos a prancha arranjada e parecer-nos em tudo igual. PAS
post previamente publicado na ONFIRE.

Publicado por pedroadãoesilva em 10:27 AM | Comentários (1)

fevereiro 03, 2005

A namorada do surfista


A ler o artigo do Fred d’Orey no último número da Fluir. Um tema sério (um tema muito, muito sério!) tratado com simplicidade e humor. Mas, como é sabido, é um tema para levar a sério. Aqui fica um pouco para aguçar o apetite:

"Já vi esse filme. No começo a namorada dá a maior força. Ela tem orgulho de namorar um cara saúde que pega onda. Ela faz questão de incentivar porque sabe que ele volta feliz da vida depois das ondas. Ela adora praia, o cara surfa - foram feitos um para o outro. Depois, com o passar do tempo, a atitude muda. Ela até gosta que o cara surfe, mas... "tem que ser o tempo todo? Dá pra falar de outra coisa? Não dá pra gente fazer um programa diferente?" É o início do fim."
PAS

Publicado por pedroadãoesilva em 03:15 PM | Comentários (6)

fevereiro 02, 2005

Engenheiros do horário

Em relação aos sonhos: há-os enormes - em diferentes tamanhos - e mais pequenos, concretizáveis como uma utopia das 11 da manhã numa terça-feira em Carcavelos. Os dias úteis seriam desérticos sem a escapadela à norma. Existe no surfista a sageza diária de conseguir ou, pelo menos, estar disposto a deixar em espera a parte da população cuja ideia de relaxamento inclui uma banheira com hidromassagem. Sem os versos de linha de onda, talvez os sonhos maiores parecessem uma miragem. Percorrer os dias com os olhos naquilo que é trabalho e o coração desenhando electrocardiogramas estáveis em avalanches de centrifugação variável - ondas cortadas como metáforas contidas em si e aglutinadoras de todos os sonhos intermédios que, dia após dia, nos mantêm vivos e recomendáveis. VM

Publicado por vascomendonca em 09:17 PM | Comentários (1)

fevereiro 01, 2005

depois não se queixem que não foram avisados

.

ora vejam só. PAS

Publicado por pedroadãoesilva em 04:45 PM | Comentários (0)