dezembro 29, 2004

a música e o surf: a mesma luta

“the surfing keeps me alive; the music keeps me grounded”
Donavon Frankenreiter

Os discos não têm necessariamente de ser muito bons para deles gostarmos. Nem muito bons, nem particularmente criativos. Nada disso é necessário. O álbum de estreia de Donavon Frankenreiter é assim. Sendo bom, não é muito bom. Sendo criativo, não traz nada de novo. Ainda assim, é uma das agradáveis surpresas de 2004 e tenho-o ouvido vezes atrás de vezes, como que para provar que gostar dos discos depende pouco da coisa em si (o que é naturalmente válido para tudo o resto). O Donavon, antes de ser músico, era, é, surfista e a música dele tresanda a surf. Um pouco como acontece com a do Jack Johnson, mas com evidente vantagem para este. É um disco no limite do meloso, do mau gosto e das piores metáforas que vêm com o surf. Mas, por isso mesmo, por estar no limite, ouve-se sem vergonha e com muito prazer. Quando não há ondas, a caminho das ondas, a pensar nas ondas. Como que para mostrar que o sujeito da epígrafe que está no início do post serve de modo igual nos dois casos. A música e o surf: a mesma luta. PAS


Publicado por pedroadãoesilva em 04:14 PM | Comentários (1)

dezembro 28, 2004

Adenda

Estava aqui uma coisa, mas não devia. Desculpem-me os que virem nisto uma opção eticamente criticável de resolver algo que me tem incomodado. No lugar desta justificação, havia um texto alusivo aos trágicos acontecimentos no sudoeste asiático. Não foi comentado nem sei se incomodou alguém - se tiver incomodado, peço desculpa também. Prefiro retirar o que disse, aproveitando o facto de este espaço permitir corrigir o que fica para a posteridade. VM

Publicado por vascomendonca em 06:34 PM | Comentários (4)

dezembro 27, 2004

obrigado


Desde ontem, e pouco mais de um ano depois de existirem, mais de 100 mil visitaram estas ondas.

Publicado por pedroadãoesilva em 04:26 PM | Comentários (4)

dezembro 26, 2004

Ondas Fatais

Sea surges kill thousands in Asia

"Thousands of people die across Asia in massive waves triggered by the largest earthquake in 40 years. "

Que incomensuráveis ondas são estas que à sua passagem engolem toda a terra dos homens?
Que possibilidade para o humano perante a força das coisas da natureza? PA

Publicado por pedroarruda em 01:41 PM | Comentários (3)

dezembro 24, 2004

E boas ondas

Publicado por pedroadãoesilva em 08:17 PM | Comentários (1)

dezembro 22, 2004

Uma revista “resguardada”


Há dias arrisquei, mais uma vez, tentar comprar a Soup num quiosque em Lisboa. De tempos a tempos faço-o e, em troca, só tenho conseguido uma de duas respostas: “não recebemos” ou, em alternativa, “só nos chegam umas 3 ou 4 e vão logo”. Mas, depois de ter perdido já dois números, que acabei por ler emprestados (aliás, só este fim de semana li o do Alentejo!), desta feita fui mais insistente. Entro num quiosque e, mais uma vez, peço a revista. Em resposta, a opção número dois: “as três que recebemos já foram”. Mas, quando pensei que por aí ficávamos, o ardina acrescenta, “o meu colega ali à frente também costuma receber umas revistas mais resguardadas”. Umas “revistas mais resguardadas”. É isso mesmo que a Soup é. Uma revista mais resguardada. Com pouco texto e com muitas e excelentes fotos. Fotos bem tratadas e que fogem ao lugar comum das revistas de surf. Um pouco à imagem do Surfer’s Journal mas com menos texto (que é, aliás, onde a revista tem ainda caminho a percorrer).
Mas, a existência da Soup e o facto de já terem saído 4 números é, acima de tudo, a prova de que o surf em Portugal já tem mercado para além dos teenagers e dos pós-teenagers. A Soup é uma revista resguardada, é verdade. Mas, o facto de esgotar sistematicamente em todo o lado onde a procuro (bem sei que isso se deve também aos problemas de distribuição), é um sinal de que o surf está a mudar em Portugal e que os surfistas portugueses estão a envelhecer. A envelhecer bem. PAS

P.S.
Escusado será dizer que o tal sítio das revistas resguardadas tinha mesmo a Soup.

Publicado por pedroadãoesilva em 12:32 PM | Comentários (6)

Memórias

do João Eusébio recebemos mais este texto. Aqui fica.

A semana passada embarquei numa viagem à Holanda, tinha um crédito de 5 dias para gastar e pensei em aproveitá-lo como viajante e não como "turista". Decidi ir visitar um amigo que está por lá a fazer Erasmus. É verdade que estes 5 dias ajudaram-me a fugir aos compromissos da faculdade, à monotonia que por vezes surge nas nossas vidas, a certas pessoas com aparentes caras de felicidade quando no fundo se sentem vazios, ao grito do silêncio.
É impossível estarmos felizes trezentos e sessenta e cinco dias por ano, pois isso é sinónimo de estupidez. Num dia estive em 3 países diferentes, com culturas completamente diversas, Portugal, Bélgica e por fim Holanda. No espaço de tempo em que viajava de avião, de comboio e em seguida de autocarro tentava não olhar para o relógio, para não equacionar o tempo que faltava até ao destino final. Ali, era apenas eu, o silêncio e uma luta saudável contra o tempo.
Às vezes prefiro o silêncio, gosto de estar sozinho embrulhado em memórias flutuantes e recordar momentos. A nossa memória permite-nos viajar e logo dei por mim a pensar na última surfada que dei, na ultima vez que senti frio dentro de água, na última vez que partilhei o line-up com um amigo. Em todas as coisas simples da vida que nos enchem os pulmões de ar e permitem-nos expirar relaxadamente.
Eu sabia que haveria um reencontro com o mar após a minha estadia na Holanda, não sabia é que seria assim tão infeliz, tão amargo. Se eu pudesse prever.
No dia a seguir à chegada, combinei com um amigo uma surfada. Teria que ser em grande pois estava mesmo com uma ansiedade enorme de ver o mar. O palco da surfada foi a Costa da Caparica, por sinal estava bom, 1,5m nos sets, ventinho offshore ( o pior foi o crowd imenso). Depois de nos estarmos a divertir, decido agarrar uma onda de set mesmo no pico. Já vinha a curtir a onda há algum tempo até que o imprevisto sucedeu: o meu amigo não me viu e meteu-se à frente na onda, eu também só o vi quando estava mesmo em cima dele e tentando evitar bater-lhe acabei por atingir-lhe com o nose na cara. O resultado não foi nada bonito, 5 pontos no queixo e um sentimento de culpa enorme da minha parte.
Será que tudo o que eu retirei do mar alguma vez o feri para me proporcionar um reencontro destes?
João Eusébio

Publicado por pedroadãoesilva em 12:27 PM | Comentários (1)

dezembro 21, 2004

Hugo Pinheiro

Vou tentar redimir-me de uma falha, mas como diz o ditado mais vale tarde do que nunca. Ocupado que andei com outras competições mais mediáticas, talvez até mais glamorosas, deixei passar em branco a brilhante conquista do Hugo Pinheiro, que se sagrou bicampeão europeu de Bodyboard. Numa altura em que o Bodyboard se encontra, mais uma vez, numa profunda crise, com um total desinvestimento por parte das grandes marcas, com a deslocalização de campeonatos importantíssimos como o de Pipeline, com a ausência de provas e de um circuito internacional digno desse nome, o facto do Hugo ter trazido este título mais uma vez para o nosso país é um sucesso ainda mais importante de assinalar. Por isso aqui fica, em forma de homenagem ao Hugo e, ao mesmo tempo, de desejo de melhores dias para este desporto que alguns amantes do mar e das ondas teimam em praticar, este sensacional aéreo invertido do Hugo Pinheiro em Puerto Escondido (quem faz Bodyboard e já surfou Puerto ou outra onda minimamente cavada qualquer sabe o quanto custa aterrar uma manobra destas...). Parabéns Hugo.


Hugo Pinheiro, Bicampeão Europeu de Bodyboard

Publicado por pedroarruda em 04:44 PM | Comentários (1)

dezembro 20, 2004

Um super-homem descontraído

Jamie O' Brien, o vencedor do Pipe Masters 2004, na sua victory lap.

Publicado por vascomendonca em 12:05 AM | Comentários (2)

dezembro 18, 2004

Não invocarás o mar em vão!

Quando alguém me diz que «bateu no fundo»> ou deu por si «ancorado», parte de mim deseja que essa pessoa se estivesse a referir a uma bancada rasa de corais traiçoeiros. Num certo sentido, ficaria feliz por ela.
VM

Publicado por vascomendonca em 05:40 PM | Comentários (2)

dezembro 17, 2004

Banzai Pipeline

17 de Dezembro de 2004. Luke Egan, segunda ronda do Rip Curl Pro Pipeline Masters.

Publicado por pedroarruda em 11:55 PM | Comentários (1)

dezembro 16, 2004

Bruce Irons

O novo rei das morras.

Publicado por pedroarruda em 10:50 AM | Comentários (0)

dezembro 15, 2004

eddie is going

This is Ross Clarke-Jones riding the first wave of the Quiksilver Eddie.

Publicado por pedroarruda em 09:10 PM | Comentários (1)

A lean mean washing machine

Raoni Monteiro prestes a experimentar uma das mais importantes fases no ciclo de lavagem: a centrifugação. VM

Publicado por vascomendonca em 03:04 AM | Comentários (1)

dezembro 14, 2004

Surf na TV

hoje às 23.30, com repetição na quinta-feira às 13.00 e ainda na sexta às 14.30, a Sport TV dá o resumo da etapa do WCT de Florianopolis. Enquanto o Pipemasters vai andando meio engasgado, dá para tirar os olhos de misérias. PAS

Publicado por pedroadãoesilva em 05:07 PM | Comentários (1)

dezembro 13, 2004

Ainda Pipe II

Enquanto vai começando, aos soluços o Pipemasters 2004 e depois de lembrar o high-five de Kelly Slater e Rob Machado, naquela louca meia-final de 1995, num dos melhores heats de sempre da história do surf profissional, nada como voltar a lembrar Machado, o herdeiro natural da mais natural das escolas de Pipe, a de Gerry Lopez, desta vez na sua mais que merecida vitória em 2000. No seu Para Além do Bem e Mal, Nietzsche fala dum desiludido que esperava um eco e só ouviu elogios. Parece um pouco a história de Rob Machado, mas isso é um tema para outros posts. E já que falei, de novo, em Lopez e Machado, informo também que neste preciso momento está a decorrer a Expression Session em Pipe, com a participação de Tom Curren. Genial.
MCG

Publicado por manuel castro em 10:32 PM | Comentários (0)

dezembro 11, 2004

Ainda Pipe


Sem comentários. MCG

Publicado por manuel castro em 06:38 PM | Comentários (2)

dezembro 08, 2004

the pipe is rolling


[clique na foto]

Publicado por pedroarruda em 07:53 PM | Comentários (0)

dezembro 07, 2004

Auspícios outonais

Há uns tempos atrás fiquei sem prancha. Um gatuno levou-a a meio da noite. Costumo deixá-la no porta-bagagens e não pensar mais no assunto. Talvez estivesse a pedi-las, talvez tenha tido azar. Para o caro ladrão, se me estiver a ler, vemo-nos no line-up. Pois. Alguns dias após a sacanice, dei por mim adoentado. Pensei imediatamente que as coisas poderiam estar relacionadas. Não tentei provar isso a quem quer que fosse mas fui lembrando aos amigos o enorme azar de me faltarem as 2 coisas mais importantes que um surfista tem: a saúdinha e a prancha. "Alguma vez?", "Não achas que estás a levar isso longe demais?", "Deixa de brincar com coisas sérias", foi o pouco que ouvi, entre sorrisos quase compreensivos de quem gosta de mim e me quer ver outra vez com um bronze respeitável. Mas eu juro que não brinco. Fiquei mesmo doente depois de me roubarem a prancha. Sentia-me mal e senti-me pior. Agora estou quase bom e faltam 2 ou 3 dias para a nova mais-que-tudo chegar ao seu dono. (Com as pranchas é assim, são um objecto e pertencem ao seu dono - não há que confundir.). É impossível não sorrir perante a coincidência, como posso confirmar no rosto dos amigos. Quanto ao resto, que acreditem no que quiserem. Aqui entre nós, e muito sinceramente, eu acho que eles não percebem. VM

Post previamente publicado na revista Onfire

Publicado por vascomendonca em 09:44 AM | Comentários (0)

dezembro 06, 2004

Localismo

"Localism sucks, but localism works", escrevia, há uns tempos, Steve Hawk na Surfer. Não entendo como se poderá pensar que esse conceito que está absolutamente nos antípodas do verdadeiro espírito do surf, pode, de algum modo, funcionar. O localismo exacerbado faz um pouco lembrar o proibicionismo. O moralismo duns quantos através da lógica do castigo e da punição são atalhos para o pensamento, que substituem o respeito e bom senso que evitaria tantos problemas. Afinal de contas, quem somos, senão meros passageiros nas ondas, num ciclo absurdamente gigante gerado pela natureza? Somos demasiado pequenos para sermos ainda mais pequenos. Bastaria um minuto. Um minuto para pensar que estamos todos no mar porque é ali que nos sentimos bem. Um minuto para pensar que os outros, afinal de contas, são como nós. E que amanhã, os outros podemos ser nós. Surf não é disputa, é disposição. Boa disposição, boa atitude, boa vibração. Que a natural etiqueta de comportamento dentro de água não seja substituída por regras absurdas ou comportamentos primitivos que distorçam o verdadeiro espírito deste fantástico estilo de vida, assente há muitos anos no mais puro respeito, não só pelo mar e pelas ondas, mas também pelos outros. É que, no fundo, tudo é tão simples quanto isto: as ondas, não sendo para todos, não são, certamente, de ninguém. Paz. MCG

Post previamente publicado na revista Onfire

Publicado por manuel castro em 11:12 PM | Comentários (7)

dezembro 05, 2004

Prémio fotogenia

Há alguma onda que fique mal na fotografia?
VM

Publicado por vascomendonca em 02:07 AM | Comentários (2)

dezembro 04, 2004

Pipe

“Aloha mai no, aloha aku; o ka huhu ka mea e ola ‘ole ai”
When love is given, love should be returned; anger is the thing that gives no life.

The Pipeline

Publicado por pedroarruda em 04:22 PM | Comentários (2)

dezembro 03, 2004

Aquele gajo surfa melhor do que eu

De todas as coisas uma das que mais gostava, ainda gosto, era de ver outras pessoas com muito mais talento do que eu fazerem grandes manobras. Ver gajos a partir a loiça toda, a estraçalhar até ao limite de maneiras que eu só podia imaginar, ou tentar, mas nunca conseguir. Havia, há, um gozo enorme em estar na água e ao remar de novo para o outside ver alguém que não se conhece fazer um aéreo descomunal, ou uma rasgada impossível, ou um floater impraticável, ou um tubo de 10 segundos, e sentir felicidade nisso. Ser totalmente feliz com a felicidade do outro. Para mim, essa empatia com gente desconhecida apenas pela partilha de uma emoção sempre foi uma das melhores coisas do gesto de correr ondas. Porra, o gajo surfa melhor do que eu e isso é excelente. PA


Paul Roach


Publicado por pedroarruda em 05:44 PM | Comentários (1)

a namorada

O João Eusébio enviou-nos este texto. As ondas são de todos, pelo que naturalmente aqui fica.

A minha namorada, todos os dias penso nela, às vezes falo dela aos meus amigos: é a única que me dá felicidades mesmo quando parece que tudo me corre mal. Para isso basta levá-la comigo para a praia, passar-lhe um pouco de wax e com um franzir de olhos, em jeito de concordância, coloco o shop e corro para a água.
A minha namorada não é ciumenta, nem naqueles dias em que todos os factores necessários para que haja boas ondas estão presentes, eu decido trocá-la por uma mais pequena, uma portuguesa magrinha de tamanho 6'2. A minha namorada tem-me dado dos momentos mais felizes da minha vida, já partilhei no line-up decisões difíceis com ela; conhece-me a mim como ninguém e vice versa.
A minha namorada só me deixou ficar mal uma vez, num dia de ondas grandes na Arrifana. Eu disse-lhe que queria surfar aquele pico da direita mesmo por cima das rochas, ela não se mostrou muito interessada e teimou em não acordar de manhã bem cedo. Eu, como sou um pouco de ideias fixas, pedi-lhe muito que me acompanhasse.
A nossa relação nesse dia andou um pouco cortada pois numa onda de set ela embicou e foi contra uma rocha que se encontrava à superfície. Por momentos esqueci a minha integridade física e os arranhões ao ver o seu nose partido. O meu ritmo cardíaco estava inconstante enquanto não a levei ao alvinho para que tratasse dela. Mas tudo se resolveu.
E é nesta relação de dualidade que tenho vivido os melhores momentos da
minha vida, quando está grande e ela me diz que não estou em condições físicas para bailar com aquelas senhoras, eu acato o seu conselho e sento-me na areia a olhar para as namoradas dos outras, para a maneira como proporcionam aqueles rasgos na água e sinto-me feliz por ter uma namorada assim.
És a melhor namorada do mundo.

Publicado por pedroadãoesilva em 01:02 AM | Comentários (1)

dezembro 02, 2004

Saca no WCT...em 2006

Mais um ano que termina e em que o Saca não consegue atingir a tão desejada qualificação para o WCT. Embora não tenha atingido aquele que é certamente o seu grande objectivo, conseguiu algo extraordinário, o apoio de um país inteiro de surfistas que acreditam tanto quanto ele na sua classificação, o reconhecimento mesmo antes da vitória! Outros, com feitos bem maiores, continuam a reclamar reconhecimento! A unidade que Tiago Pires conseguiu reunir em sua volta certamente que não o satizfaz totalmente, mas é muitas vezes mais difícil de conseguir do que o seu objectivo último, o título mundial. (Deve ser duro, provavelmente até injusto, vencer três títulos mundiais consecutivos e continuar a vêr a sua superioridade posta em causa). Muitos são aqueles que perdem horas de sono ao longo do ano para assistirem via internet às suas vitórias e, infelizmente, também às suas derrotas, mas que não desistem e esperam que ele também não o faça, vivendo ansiosos pelo dia em que possam finalmente festejar.
No WCT feminino, após seis anos de domínio, Layne Beachley cedeu finalmente e Sofia Mulanovich é a nova rainha do surf mundial. Este título é também a prova de que o talento e muito trabalho, podem superar muitos obstáculos e demonstra que qualquer um, independentemente da nacionalidade, pode ambicionar um título mundial.
Talvez numa das muitas escolas de surf que se multiplicam por este país fora esteja já mais um(a) futuro(a) campeã(o) a descer as primeiras ondas, é preciso trabalhar e acreditar, mas acima de tudo é preciso que os deixem SURFAR! HV

Publicado por HV em 07:56 PM | Comentários (1)

Eddie Aikau

Eddie Aikau dropping in at Sunset. A life guard, Eddie tried to save the Oahu-Tahiti raft around '79. His life vest, board and equipment turned up, Eddie did not. A memorable, wild and fine surfer.

Pela primeira vez na história o Quiksilver Eddie Aikau Big Wave Invitational ao vivo na net, assim permita Waimea. Por volta da meia noite, hora de Lisboa.

Publicado por pedroarruda em 10:42 AM | Comentários (1)