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setembro 16, 2006

Abandonado pelos pais aos dois anos Paulo Rocha conta infância dramática

“Sempre vivi sozinho e, com a idade, mais difícil se torna reverter o processo”, Paulo Rocha.

“De vez em quando sinto impulsos para fazer disparates e é o meu pai que me trava e me alerta”, explica o actor.

Abandonado pelos pais quando tinha apenas 2 anos, foi viver com os avós. Aos 14 eles morreram. Foi obrigado a crescer na Casa do Gaiato de Setúbal. Paulo Rocha fala pela primeira vez da sua infância difícil mas diz não sentir falta do carinho que nunca teve graças ao encenador José Manuel Costa Reis, que o ‘adoptou’.

Quem via diariamente Paulo Rocha na série ‘Morangos com Açúcar’ (TVI), na pele de ‘Fred’, sempre bem-disposto, dificilmente percebia que o sorriso contagiante do actor nem sempre foi feito de alegrias. Na verdade, até conhecer o encenador José Manuel Costa Reis, aos 17 anos, Paulo Rocha viveu sempre com o estigma do abandono.

O actor foi entregue pelos pais aos avós maternos quando tinha apenas dois anos. Mais tarde, quando estes morreram, acabou por ser acolhido na Casa do Gaiato de Setúbal, onde viveu dos 14 aos 17 anos. Foi por esta altura que encontrou em José Manuel Costa Reis, na altura seu professor de Teatro na Escola de Artes de Cascais, o pai com que, durante anos, se limitara apenas a sonhar.

“O Zé Manel é o meu pai verdadeiro, aquele que sempre desejei. Não estava à procura de ninguém. Aconteceu naturalmente”, revela Paulo Rocha ao Vidas, com os olhos azuis fixos em José Manuel Costa Reis. “Não fui eu quem adoptou o Paulo. Ele é que me adoptou”, brinca o conhecido encenador, decorador e pintor, recuando 12 anos para falar da primeira impressão que teve deste filho.

“Ele era o mais velho da turma e tinha um ar esgazeado. Praticava ‘kickboxing’, usava botas à ‘cowboy’ e um cabelo enorme. Na ocasião, os professores viviam assustados porque, às vezes, os alunos eram violentos com os docentes que não podiam fazer nada. Como ele me olhava fixamente do lugar que ocupava, com uma postura desconfiada e rude, o primeiro pensamento que me veio à cabeça foi: ‘Chegou a minha vez de apanhar!’ Ele tinha um ar sério e grandes músculos”, conta José Manuel, garantindo nunca ter imaginado a possibilidade dos dois se tornarem o que são hoje.

Para Paulo, “foi uma situação completamente nova”. E muito importante. “A minha aproximação significou mais para mim do que para ele”, diz, contando que a relação entre os dois começou por acidente.

“Um dia magoei-me num treino e quando cheguei à escola mal conseguia andar. Sentia-me sozinho e desamparado. Ele foi o único que se preocupou e perguntou o que se passava com o meu pé”, conta. “Quando acabaram as aulas levou-me ao médico”, diz Paulo que nessa altura experimentou, pela primeira vez, um sentimento de gratidão. “Nunca ninguém se tinha preocupado comigo e o seu gesto tocou-me profundamente”, confidencia. Costa Reis também se lembra do que o tocou. “Senti que o Paulo andava perdido e sozinho. O miúdo não tinha ninguém que tomasse conta dele. É impossível ficarmos indiferentes”, explica, adiantando que ele lhe ligava muito a pedir conselhos.

“É normal os alunos ficarem meus amigos. Eles querem saber como se faz um contrato, como funcionam os ‘castings’ e essas coisas ligadas à representação”, esclarece. “Nessa altura preparava os natais no ateliê que tenho no Chiado. E o Paulo começou a passá-los comigo”, conta. “No teatro, no meio dos meus amigos e dos dele, a relação de pai e filho é oficial. As pessoas perguntam-me ‘então o teu filho está bom?’”, sublinha, lembrando os tempos em Paulo começou a ter mais afinidade com ele.

“Ele não tinha dinheiro e mandava-me mensagens do telemóvel a dizer: ‘Paizão, ligue-me, não tenho tostões!’ Depois as coisas foram-se desenrolando. Apresentei-o à família, aos amigos e tentei dar-lhe os afectos que lhe faltaram ao longo dos anos”, explica.

MÚTUA APRENDIZAGEM

De acordo com Paulo Rocha, “é normal o deslumbramento de um aluno pelo professor, mas a humanidade do meu pai tocou-me”, garante, adiantando que admira a forma como o seu mentor olha a vida: “Gostava de encará-la com a mesma alegria que ele. Mas é um processo que leva anos”, confessa. “Ele tenta sempre transmitir-me que só me devo preocupar com as coisas realmente importantes. Não devo desperdiçar energias com algo que não vale a pena”, acrescenta.

José Manuel Costa Reis explica que a sua maneira de estar na vida passa pelo seu espírito jovem e predisposição para lidar com pessoas mais novas. “Sou solteiro e sem filhos, por isso tenho mais disponibilidade e atenção para dar. Há um universo infantil e juvenil em mim que gosto muito”, diz o encenador. “Adoro brinquedos, sou bem-disposto e vejo a vida de forma positiva.”

De qualquer forma, nem tudo foi pacífico ao longo dos 12 anos de relacionamento entre pai e filho. “Houve algumas lutas pelo meio, porque isto do Paulo me chamar pai tem também, da parte dele, algumas obrigações. Ele não pode passar a vida inteira a desculpar as suas atitudes com a falta de afecto que teve na infância e adolescência, apesar de ser algo com um peso quase inultrapassável”, refere José Manuel, que não se coíbe de educar o filho dentro dos parâmetros paternos, chamando-lhe a atenção quando é preciso.

“As ausências da juventude ao nível dos afectos são difíceis de preencher na idade adulta. Percebo que quando ele vai para Setúbal e encontra o núcleo dos amigos de infância, se esqueça de tudo porque reencontra os afectos de base. Mas há que dosear a forma de agir”, revela o decorador, que diz moldar o filho ao alertá-lo para o que considera serem “padrões estéticos” a nível dos sentimentos e dos comportamentos sociais.

“Digo-lhe para pensar três vezes antes de ser agressivo porque ele, apesar de ser muito doce, a nível dos afectos é bruto. Mas já está bastante melhor”, garante o pintor que diz contar com o filho da mesma forma com que este conta consigo.

“A vida é uma partilha. Tento acompanhá-lo o máximo e, obviamente, também conto com ele”, brinca, levando Paulo a defender-se. “O meu pai é das pessoas mais críticas que conheço. As pessoas acusam-me de alguma dureza e inflexibilidade porque são coisas que, de alguma forma, herdei dele. Sinto-me um pouco esmagado com a sua sabedoria e experiência. Mas ele é um crítico construtivo pois o que me diz faz sentido. Não quer dizer que esteja sempre de acordo. Fico feliz porque sei que as pessoas só se preocupam com quem realmente gostam”, desabafa Paulo, soltando-se à medida que o pai lança a conversa na mesa.

FEITIO DIFÍCIL

De acordo com José Manuel, “o Paulo não tem um feitio fácil, mas tem a extraordinária qualidade de ser humilde. Gosta imenso de aprender. Quando quer saber, pergunta”, justifica o decorador.

Hoje em dia, pai e filho estão em perfeita sintonia, partilhando afectos, intimidades e as coisas difíceis da vida. O actor, de 29 anos, não esconde de ninguém que o encenador, que hoje [dia 16] celebra 60 anos, lhe dá o apoio que só um pai sabe dar.

“Há uma grande amizade e nenhum invade a liberdade do outro. Assim é mais fácil libertarmo-nos e partilharmos tudo”, conclui o actor, seguido pelo pai: “Sei as grandes intimidades do Paulo e ele as minhas ao pormenor. Esse tipo de relação é difícil de conseguir com os pais e filhos biológicos. As carências, ausências, amores e desamores, dúvidas, certezas e preocupações profissionais”, remata o encenador, garantindo nunca ter tido interesse em saber quem era o pai ou a mãe biológicos de Paulo: “Não me interessa e nunca falámos nisso”, diz.

Comovido, o actor escusa-se a aprofundar o passado: “Não sinto a falta daquilo que nunca tive”, explica, referindo-se aos pais biológicos. “Se neste momento tivesse de separar-me do meu pai, aí sim, sentiria falta dele, do seu sorriso, do seu carinho, das chatices... Mas, com pessoas que nunca me foram próximas e com quem nunca partilhei afectos, problemas, nem nada, só existem na minha vida como estranhos que me colocaram no Mundo. Não sinto rancor ou raiva porque deles não guardo memórias”, garante o actor, que adianta ter-se tornado num homem e profissional bem sucedido, apesar da vida nem sempre lhe ter corrido de feição.

“Sinto muito orgulho do homem que me tornei hoje com a ajuda do meu pai, que soube moldar o meu carácter rebelde já era eu um jovem adulto. É isso que é importante. Nada mais importa”, remata o actor.

PORMENORES

- MÃE POBRE

Dificuldades económicas e emocionais fizeram-na abandonar o filho aos cuidados dos pais - avós maternos de Paulo - falecidos quando o actor tinha 14 anos. Fontes próximas garantem que refez a vida noutro país, onde vive actualmente.

- PAI ALCOÓLICO

O pai tem problemas de alcoolismo e reside na Margem Sul. Nunca se aproximou de Paulo, nem quando os sogros faleceram.

- PADRE ACÍLIO

Recebeu-o na Casa do Gaiato, onde Paulo deu os primeiros passos no teatro fazendo itinerâncias pelas aldeias. Foi Acílio Fernandes quem o levou para a Escola de Teatro de Cascais, aos 17 anos.

TROCOU 'MORANGOS' DA TVI POR APOSTAS DA SIC

Paulo Rocha começou a ganhar gosto pelo teatro quando frequentava a Casa do Gaiato, em Setúbal. “Fazia umas itinerâncias pelas aldeias e comecei a ganhar-lhe o gosto. Quando ‘adoptei’ o meu pai, já tinha decidido fazer carreira como actor. Representava num grupo em Palmela”, confidenciou o actor que foi contratado recentemente pela SIC para integrar o elenco de ‘Vingança’, uma adaptação livre das aventuras do Conde de Montecristo, produzido por Teresa Guilherme.

Esta contratação cai que nem uma bomba já que o actor se destacou na série ‘Morangos com Açúcar’ e na telenovela ‘O Teu Olhar’, da TVI. Além disso, era um dos nomes apontados pela produtora NBP para integrar a equipa ‘Anjo de Mulher’, nova novela da estação de José Eduardo Moniz.

Poucos sabem é que Paulo Rocha tem no teatro e no palco a sua grande paixão. Trabalhou como actor do Teatro Experimental de Cascais durante 5 anos e o seu primeiro trabalho foi ‘O Crime da Aldeia Velha’, no Teatro Nacional.

José Manuel Costa Reis explica: “Nunca pedi favores para o Paulo que tinha o péssimo hábito de esnobar trabalhos mais ligeiros. Achava que por não serem intelectuais não devia fazer. Consegui fazê-lo perceber que nesta área, há trabalhos bons e menos bons, mas como temos de pagar as contas, é preciso ganhar dinheiro. Só tem de dar o seu melhor”, afirma.

MORANGOS

Paulo Rocha interpretou o papel de ‘Fred’ na série juvenil ‘Morangos Com Açúcar’, da TVI. Na foto, o actor aparece acompanhado pela colega de trabalho Inês Castel-Branco.

Alexandra Ferreira - Correio da Manhã

Publicado por morangostvi às setembro 16, 2006 04:32 PM

Comentários

vaiam á merda

Publicado por: rubem às janeiro 10, 2007 07:16 PM

es lindo ,tu o diogo morgado e a lúcia moniz sao os meus actores preferidos

Publicado por: patricia às maio 19, 2007 11:28 AM

Amo-te paulo...

Publicado por: Anonymous às maio 25, 2007 08:09 PM

o paulo rocha é um grande actor e um maequim fabuloso,o homem mais bonito de portugal.adorava conheçê-lo mas não sei como contacta´-lo.

Publicado por: anonima às junho 16, 2007 03:43 AM

o paulo rocha é um grande actor e um maequim fabuloso,o homem mais bonito de portugal.adorava conheçê-lo mas não sei como contacta´-lo.

Publicado por: anonima às junho 16, 2007 03:44 AM

ja nao te veijo 10meses nem sei como tas mas tenho orgulho de ser teu amigo a pesar de tar lixado contigo.força

Publicado por: moreira às outubro 15, 2007 02:05 PM

Voce é um excelente profissional. Continue a presentear-nos com o seu rigor. Poderia era sugerir aos "chefões" da SIC para que a nova novela q participa - "Resistirei" - fosse emitida em horario nobre. É mt complicado p/ quem acorda as 6h p/ trabalhar, conseguir assistir a todos os episodios :)
Está de parabéns.
P.S.: Veja lá se vai mais vezes a Worten da Quinta do Conde :)

Publicado por: I. Guedes às dezembro 4, 2007 01:37 PM

Voce é um excelente profissional. Continue a presentear-nos com o seu rigor. Poderia era sugerir aos "chefões" da SIC para que a nova novela q participa - "Resistirei" - fosse emitida em horario nobre. É mt complicado p/ quem acorda as 6h p/ trabalhar, conseguir assistir a todos os episodios :)
Está de parabéns.
P.S.: Veja lá se vai mais vezes a Worten da Quinta do Conde :)

Publicado por: I. Guedes às dezembro 4, 2007 01:38 PM

es bom como o milho

Publicado por: Anonymous às dezembro 21, 2007 01:33 PM

Olá,

Sei que é muito dificil, após uma infância dificil, sem carinho, sem apoio, sem orientaçao, sem uma simples palavra de amor, ter uma vida adulta dita "normal". Mas, o Paulo teve algo que muitos nao tiveram: encontrar alguêm que lhe deu um ombro amigo e mostrou-lhe que existe, lá fora, uma vida melhor.
No entanto, nao compreendo o pq do Paulo ter feito o que fez ao Gonzo. Eu fiquei chocada.Para que ter uma soqueira? é para estar preparado para violentamente agredir quando a oportunidade aparecer?
É sem dúvida uma pessoa violenta e perigosa. Aconselho-o a tratar-se. Vá ao psicologo e peça, no minimo, desculpas ao gonzo pois ele bem merece.

Pense na vida!!!!

Publicado por: irene às janeiro 10, 2008 07:59 PM

eu xou prima do paulo apessar de ele nao me conheser so tivemos juntos duas veses na casa do pai dele mas ele cm e muito arrugante nao deu muita emportansia e para que fiquem a saber o meu tio `pai do paulo´ nao e alcoolico e um homem muito serio e trabalhador e so pos o paulo na casa do gaiato pois nao tinha poxibilidades para lhe poder dar um bom futuro para poder trabalhar para que um dia lhe podese dar uma vida melhor teve de o pur la ou secalhar ele preferia ir para a rua cm muitas criansas vao e passao mal o menos la podia nao tar nas melhores condixoes mas nao passava fome e as pessoas falao dakilo que nao sabem

Publicado por: alexandra às maio 23, 2008 09:35 PM

enfim.....alem de menino problematico, é um rapaz com muitos problemas psicologicos,que devia ser acompanhado

Publicado por: sandra almeida às agosto 18, 2008 02:51 PM

concordo, sem falar nos vicios que tem, é incrivel como ninguem fala no problema de droga que esse actor,ou aspirante a actor tem....ja ouvi dizer que ja entrou num hospital com um avc por causa d problema com drogas.tod a gente sabe mas ninguem fala...porque?

Publicado por: pedro s às agosto 18, 2008 02:58 PM

FAZEM TANTOS COMENTARIOS A CERCA DO PAULO MAS QUEM SABE A VERDADE SOU EU QUE SOU A MADRINHA DELE:ELE NAO FOI DADO AOS AVOS COM 2 ANOS DE IDADE, MAS SIM FOI ABANDONADO PELA MAE COM 2 MESES DE IDADE NA ESCADA DOS AVOS NOCHAO E EM CIMA DE UMA MANTA COM UM BIBERON AO LADO COM A XUXA CORTADA AO MEIO PARA TALVEZ SE SOFUCAR E ESTAVA ROXO DE FRIO A AVO E EU QUANDO OUVIMOS CHORAR UMA CRIANÇA,QUE FOMOS VER QUEM ERA ,FOI QUANDO DEPARAMOS COM ELE E PARA O PAULO REANIMAR TIVEMOS DE O COBRIR A VOLTA DELE COM SACOS DE AGUA QUENTE E QUEM O ABANDONOU LA FOI A MAE,AGORA É QUE VEM CONTAR QUE NAO O DEIXOU PORQUE OS AVOS JA MORRERAM ,DEVIA ERA ESTAR CALADA.SE ALGUEM CONTAR DE OUTRA MANEIRA É TUDO MENTIRA.A AVÓ COMO EU É QUE DEI COM ELE,PEDIU PARA EU SER A MADRINHA .ELE, COITADINHO INFELIZMENTE , NEM NOME TINHA E NOS COMEÇAMOS EU NE A AVO, A PENSAR NUM NOME:ERA PARA SER ROBERTO CARLOS MAS DEPOIS RESOLVEMOS POR PAULO JORGE RODRIGUES ROCHA,A MAE QUE NAO VENHA CA COM COISAS,E O PAI TAMBEM.SÓ O FILHO ALEXANDRE É QUE ERA GENTE.

Publicado por: FERNANDA SILVA às outubro 9, 2008 10:57 PM

quem fala é a tia Luisa Rocha, tenho pena de nao me queres ver mas ate hoje, foste e seras sempre meu sobrinho, um grande homen, e um grande vencedor...tenho dois filhos que estao a entrar no mundo da moda, um deles ja deves ter ouvido falar que é o David Santos, do Algarv, Que esta nos finalistas do modalfa fashion dream na net.E é jogador de futebol no esperança de lagos.Tem quinze anos.Nada tenho haver com a familia paterna somos um a parte dessa familia, esquece-os como eu. Adorava ver a tua mae, ajudou me muito e sofreu muito com o teu pai.. Prontos chega vamos viver o presente e o futuro.beijos vencedor...se quizeres comunicar, fala para o email escrito... beijos da familia

Publicado por: Madalena às outubro 10, 2008 10:19 PM

oi primo e a prima monica teresa filha da tia luisa e so para te dizer que es um grande actor parabens e quero te dizer que ainda bem que te tenho como primo adeus.
bj da monica prima

Publicado por: monica rocha às outubro 11, 2008 08:13 PM

oi primo e a prima monica teresa filha da tia luisa e so para te dizer que es um grande actor parabens e quero te dizer que ainda bem que te tenho como primo adeus.
bj da monica prima

Publicado por: monica rocha às outubro 11, 2008 08:13 PM

És todo bom. Adorava que me comesses!

Publicado por: Filipe às novembro 4, 2008 10:32 PM

meu deus vi a dias esse menino , que ate gostava carregado em droga, bue convencido e agressivo , alguem da lhe uma trela????ou psicologo :(

Publicado por: isabel às janeiro 4, 2009 01:11 PM

que vá tudo dar uma granda volta...aldrabões tds!

vem para aqui escrever a tia, a prima e a madrinha, melhor que aprendam a escrever e n digam tantas asneiras

Publicado por: EUZINHA às fevereiro 21, 2009 02:00 AM

existe uma linha de actividade em Portugal que deve agradecer a esta nova geração de actores.......os psiquiatras e psicólogos.....estes actores novos ...com graves problemas de cabeça , droga , sem qualquer tipo de bases.............este "actor" Paulo rocha nao foge á regra.....DROGA,VIOLENTO,duvidas existenciais...um caso para psiquiatria tentar resolver.

Publicado por: joao fonseca às março 26, 2009 11:15 AM

cara de louco e palhaço drogadito de merda

Publicado por: sofia às maio 23, 2009 05:41 PM

viram o 24 horas ? PAI ADOPTIVO??!!!! JA OUVI CHAMAR MUITA COISA,"TIO","PAI",ACHO A CENA MUITO GAYYYY....... UMA HISTORIA MAL CONTADA, dai os problemas de cabeça que vocês falam,drogas.agressividade,sexualidade duvidosa,esteroides (parece um boi aquela cabeça), um cocktail "lindo" cheio de problemas

Publicado por: pedro s. às maio 25, 2009 05:11 PM

vão à merda todos!
....porque perdem tempo a pensar na vida dos outros em vez de pensarem na vossa. Tenho a certeza que qualquer dos idiotas q aqui escreveu tem mais problemas que o Paulo.

Publicado por: F às maio 31, 2009 05:23 PM

ola sou a gilda e embora ele nao me conheca sou sua tia e gostava de ser contactada pelo paulo rocha por mail

Publicado por: gilda rute palma às novembro 17, 2009 08:54 PM

ola
eu entendo perfeitamente a infancia do paulo pk a minh foi praticament igual. vi este fim d semana o paulo numa grande discoteca e pareceu-m ser um pessoa bastante acessivel. foi uma pessoa k cresceu e aprendeu kom os problemas da vida.n ha necessidade de pessoas com inveja criticarem tanto.

Publicado por: eu às fevereiro 8, 2010 08:07 PM

só tem inveja quem nao o conhece e que nunca esteve com ele, inveja do que? do lado de viciado em droga, de violento, quem o conhece sabe que nao vale nada como homem...o lado acessivel depende se esta drogado ou nao....ehehehehe e essa do "tio" esta demais lolololol no minimo duvidoso ehehehe viva o lobby gayyyy vende o corpo ,a alma , vira as costas á familia etc .............inveja de que??? ehhhhh

Publicado por: Sofia A às março 31, 2010 01:25 PM

ja foste lol
tanto patua para que olha tb sou prima e tou-me a cagar para ele.....

Publicado por: dians cacilhas às julho 19, 2011 11:07 PM

ja foste lol
tanto patua para que olha tb sou prima e tou-me a cagar para ele.....

Publicado por: dians cacilhas às julho 19, 2011 11:08 PM

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Publicado por: Cassandra às julho 28, 2011 08:28 PM

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Publicado por: acyfiu às julho 30, 2011 12:47 PM

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Publicado por: yoaqdgd às agosto 1, 2011 03:35 PM

É pena que as pessoas só pensam em exculaxar a vida dos outros, esquecendo o principal, todos temos telhados de vidro.
Todo mundo sabe de tudo, depois vamos a ver ninguém sabe de nada. O Paulo Rocha pode ser o que for mas só ele pode responder pelos actos dele.

Publicado por: cris às agosto 30, 2011 05:46 PM

Você é Lindo demais!! Parabéns pelo personagem Guaraci em Fina Estampa ;)

Publicado por: Katiane às dezembro 18, 2011 02:56 AM

Meu e silma rocha sou casada com um dos irmaos do paulo parte de pai meu marido chama-se MARIO ROCHA ,eu conhece paulo rocha a quando a pai dele morreu e nos famos ate setubal eles sao 5 irmaos

Publicado por: silma rocha às fevereiro 11, 2012 09:10 PM

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