abril 30, 2004

Em carne viva

Os Clã apresentaram ontem à noite o seu novo álbum. De rajada, 14 temas de uma construção pop a transbordar bom gosto. Num espaço decadente. Numa sala onde se misturam pornografia e lantejoulas, a expressão corporal de Manuela Azevedo espraiada sobre um conjunto de canções de um enorme requinte, trabalhadas com a honestidade de quem acredita genuinamente na qualidade do seu trabalho. Na capacidade de crescer.

BP

abril 29, 2004

Atenção! Atenção!

Aviso à população:

De relembrar que o estaminé é populado por duas almas, me myself and I, e o ilustre BP, o responsável pela brincadeirinha abaixo.

Daí lavo as minhas mãos! Sim, porque eu de voyeur não tenho nada, só à vezes!

Mas podem começar a passar os cheques (como alguns habitués sugeriram), e é se querem que os vosso segredos mais íntimos fiquem bem guardados.

Jonsi

abril 28, 2004

Teste Sexy

Ora aqui fica um divertidíssimo Teste Sexy, para aferir as vossas performances sexuais :)

http://testesexy.sytes.net/?604184

Depois contem na Caixa de Comentários o que acharam dos resultados :)

BP

abril 27, 2004

O Diabo no Corpo

Apesar de ter lido o artigo do Pedro Mexia logo pela manhã (sim é verdade compro o DN todos os dias, a lei da atracção dos opostos aplica-se a mim), foi através do post do Cacaoccino que linquei o artigo .
Mais do que a opinião superficial do Pedro Lomba, o que verdadeiramente me surpreende na edição online do artigo é a péssima qualidade da foto do Pedro Mexia, que lhe confere um ar próximo de um filme de terror série B. Será que foi descuido ou uma alusão à "fat chance" ?

BP

O carro, esse animal.

Aproveito a deixa do H2omens para fazer mais uma confissão: não tenho carro, não tenho carta de condução, não tenciono ter carro nem tenciono ter carta de condução.
Tenho uma vida profissional activa e esta aversão automobilística faz de mim uma espécie de alien entre os meus amigos.
Na realidade as maiores limitações são as deslocações para fora de Lisboa. A nossa rede de transportes públicos é ainda francamente primitiva, mas que caramba, porque raio sempre que combino um café na Baixa, os meus amigos teimam em achar que de carro é um "instantinho". Este aspecto é uma das grandes perversões de quem anda exclusivamente de carro: por mais experiência no dia-a-dia, nas filas de trânsito, nos semáforos vermelhos, nas bombas de gasolina, na procura de um lugar de estacionamento, tabelam sempre o tempo de uma viagem por baixo, como se, fantasia das fantasias, a estrada por uma única vez estivesse à sua inteira disposição.
Não sou utópico e não defendo a minha forma de deslocação como método para ninguém; simplesmente os meus níveis de adrenalina, não estão preparados para fazer parte da autêntica selva que são as estradas portuguesas.
Há no entanto, para quem tem o privilégio de saber/poder conduzir uma possibilidade que rapidamente parece ficar esquecida: a hipótese de conjugar o melhor dos dois mundos: o carro e os transportes públicos. Temos uma rede de metropolitano em franca expansão, que mesmo em hora de ponta está longe do "estilo carruagem lata de sardinha" de há uns anos atrás e com algumas estações, verdadeiras obras de arte da arquitectura, desconhecidas de muito inveterado automobilista. (Continua)

BP

abril 26, 2004

Anjos na América

Bolas... ainda não é hoje que começa o “Anjos na América”, e eu que já tinha o vídeo a rodar e tudo... resta esperar mais uma semana.
De relembrar que esta mini-série conta com a participação de Meryl Streep e Al Pacino.

Jonsi

A força de um abraço

Hoje apetece-me ser deliberadamente confessional e piegas.

A Internet é um veículo extraordinário para os timidos. A conversa no Messenger durou até às 4 da manhã. Curioso como mesmo entre amigos há assuntos que necessitam de um computador como intermediário. Esbatem-se os medos. Reforça-se a coragem. E as confissões sucedem-se.

A noite foi de angústia. Na cama esperava-me o namorado. Companheiro, parceiro, o que quiserem. É com ele que tenho partilhado as principais conquistas da minha vida. As derrotas e os infortúnios. Os prazeres e as alegrias. Os momentos mais lúdicos e os mais ternos. É parte de mim, da minha vida, é assim que o tenho visto e é assim que o quero continuar a ver.

O sono, ao contrário do que acontece todas as outras noites, persistia em manter-se afastado. E foi na força de um beijo e de um abraço, próximos da mais lamecha imagem de amor, que a paz chegou.


BP

abril 25, 2004

Summer make good

Os 30 anos do 25 de Abril celebraram-se na cama :) , nada melhor do que acordar ao lado de alguém que gostamos muito, com o mar a servir de fundo. Ainda por cima trouxe-me o pequeno almoço à cama.
É pena não poder ser assim todos os dias...

Aproveitando os festejos o Renas e Veados mudou de prédio e nasceu o H2omens.

Jonsi

Kill Bill 2

O novo filme de Tarantino não vai defraudar as expectativas que o tempo de espera criou. No entanto, para quem viu no final do vol.1 , um corte demaiado brusco no enredo, este segundo filme vem dar mais consistência a essa separação.
O exagero e o festim de violência visual do primeiro filme, ainda que presentes, perdem aqui o lugar de protagonismo.
Kill Bill 2 reforça a força do argumento na construção das personagens numa escalada trágica e irónica até ao final, muito mais apoiada nos diálogos que no aparato técnico.

BP

abril 23, 2004

E Amanhã....

a aguardada ante-estreia de Kill Bill 2, depois conto detalhes. :)

BP

Está escrito!!!!

A Constituição vai finalmente deixar de prever a discriminação com base na orientação sexual.
É uma vitória que caricata e infelizmente foi ganha ao fim de muitos e muitos anos de batalha. Não deixa de ser sintomático que um princípio (aparentemente) básico aos olhos de um país que se diz civilizado e desenvolvido, fosse transformado em cavalo de batalha durante todo este tempo.
Os entraves em matéria de homossexualidade são realmente mais que muitos, mas desta feita a Constituição lembrou-se que afinal existimos.

BP

abril 22, 2004

Paixão

Descobria os espaços que o quarto lhe fechara. Ao seu lado, a paixão definia o território, entre corredores, betão e salas de aula.

BP

Paradoxo da noite

Porque serão os homossexuais chamados de mariquinhas, quando são os heteros que têm medo de levar no rabinho?

BP

abril 21, 2004

É a falta de peixe...

A casa ainda agora foi inaugurada e já sofre da escassez de postas... lembro-me de ter pensado em qualquer coisa engraçada para escrever aqui hoje de manha, mas para mal dos meus pecados já não faço ideia do que era.
Há uns tempos comprei um caderninho para escrever os pensamentos, mas só usei a primeira página, não é que não tenha nada para escrever lá, mas ainda não senti o impulso de lhe voltar a pegar.
A verdade é que entre projectos para entregar, apresentações, dores de garganta e noites mal dormidas, não sobra muito tempo para a habitação nova.
Entretanto, já estive com o João, que fez o sorriso “Eu sei”, mas ainda não fomos tomar o café prometido.

Resta-me voltar ao trabalho... ao som disto:


Josh Rouse – 1972

E ainda...


Lisa Ekdhal – Heaven, Earth and Beyond

Jonsi

abril 18, 2004

Tinha que me calhar uma gaja...

I'm a lesbian first lady. Woo
Which Famous Homosexual are you?
Brought to you by Rum and Monkey

Jonsi

abril 16, 2004

Momento de reflexão

Porque este blogue se quer culto e reflexivo sobre os assuntos mais prementes que afectam o nosso quaotidiano, proponho um momento sério de reflexão sobre a classe dos homens barbudos que nos rodeiam.
Teremos nós as barbas que realmente merecemos?
Ou estaremos sujeitos a exemplos que desprestigiam a qualidade de uma barba como deve ser?
Deverá uma barba ser agreste, selvagem e abundante, ou aparada em enfeites e formas geométricas mais rígidas?
E que barbudos da nossa praça pública merecem destaque na lista dos clássicos?
É um assunto que me agasta e que gostava de ver aqui discutido :)

BP

abril 14, 2004

O mundo é pequeno

O mundo é pequeno, e nós estamos por todo lado, a prova disso é que o João não sabia que eu era gay (diz ele que tem um broken gaydar), mas eu sabia que ele era. É obvio que não tinha a certeza (depois de um episódio que passei nunca mais volto a ter), mas o meu o gaydar apitou logo que o conheci.
O João sempre foi uma pessoa que me intrigou imenso, depressa percebi que existia qualquer coisa que nos ligava, mas ao mesmo tempo sempre houve algo que provocou algum atrito entre nós. Daí provavelmente apenas trocarmos umas poucas impressões e o ocasional “Olá”.
Provavelmente a minha “straight-acting-pose” não ajudou, mas isso é algo que faz parte de mim, e não consigo ver isso como um downside (tenho que pensar em largar estes estrangeirismos...).
Agora tenho que sondar com ele o “material” disponível no nosso local de trabalho, não que eu precise, estou muito bem servido! (E não, não quero partilhar! Quero todo só para mim. É meu, só meu!)

Sei que vais ler isto João, não sei como vais reagir, mas também sei que nunca teríamos estas conversas. Espero que agora as possamos ter!

E porque isto é um blog, convém de vez enquando largar uns links, por isso aqui vai: The Homosexual Guide To Electroclash, não podia ser só “guide to”... só por isso tem piada! Mas também sempre achei o electroclash uma cena muito gay, por isso até faz algum sentido, ou não, digam-me vocês!

Jonsi

abril 13, 2004

Mourinho's Gay Fan Club II

Está já em marcha a criação do mais aguardado clube de fãs gay do ano: Mourinho's gay fan club, uma organização conjunta com o Renas e Veados
Jorge Nuno Pinto da Costa, num golpe de mestre, contratou, o mais desejado dos treinadores de futebol das últimas temporadas, a todos os níveis.
São milhares os pedidos de adesão para este clube, pelo que de momento só estamos a admitir participações que incluam fotos com as seguintes variantes: Mourinho em boxers, Mourinho no duche, Mourinho no balneário. À presidência do clube acede-se directamente com um original de Mourinho em nú integral.
Aceitam-se adesões na caixa de comentários ou em linhaturva@sapo.pt :)

BP

abril 11, 2004

E agora para um momento de prazer

A Galp lançou uma campanha publicitária com um hino não oficial para a selecção.
A determinado momento da canção, Figo, em tronco nú, cantarola parte do refrão enquanto se barbeia. Apesar de considerar o momento um despropósito do ponto de vista da sequência do anúncio, invejo estes publicitários que podem sob o argumento da criatividade pôr e dispor (salvo seja, pois claro) dos corpos de alguns futebolistas.
É que eu também tinha umas ideias fantásticas para uns anúncios com o Jorge Costa :)

BP

abril 10, 2004

Há muito tempo, numa galáxia muito, muito distante...

... passeava com um amigo por Entre-Campos, à nossa frente passeavam duas velhinhas de braço dado, com aspecto muito simpático, daquelas com cabelo completamente branco, com boas maneiras, nada de invulgar. Meia dúzia de passos à frente surgem dois rapazes, com boa aparência, arrumadinhos, lavadinhos, que atravessavam a passadeira de mão dada. Limitei-me a sorrir, era o mínimo que podia fazer perante tamanha dose de coragem da parelha que se cruzava comigo e com o meu amigo. Mas o que para mim era um acto de coragem, para as duas velhinhas era algo de muito imoral, de tal forma que uma delas não se limitou a fita-los com olhos de morte, soltando também um comentário desagradável, comentário esse orgulhosamente ignorado pelo par, que seguiu o seu caminho sem vacilar.
Não sou grande fã de grandes manifestações publicas de afecto, há coisas que devem ser guardadas para os momentos mais íntimos, mas um carinho, um beijo, um toque nunca fez mal a ninguém. Afinal se os casais hetero o fazem porque não haveremos nós de o fazer? Se queremos andar de mão dada na rua porque não o haveremos de fazer? Quem é que deu o direito às duas velhinhas de anda de braço dado e o tirou aos dois rapazes?
Ainda sonho com um dia em que poderemos ser livres e partilhar com aquel@s que amamos o mesmo que os casais hetero partilham. Eu sei que é uma questão de liberdade de espirito, só não o faz quem não quer, mas a mim custa-me o apontar do dedo e ouvir comentários desagradáveis, não que os tenha ouvido até agora, mas quando os oiço direccionados a terceiros magoam-me. Tentar ignorar parece fácil, mas não o é, pelo menos para mim.

Sons para um sabado sem fazer nada:



Mark Lanegan - I'll Take Care of You



Sondre Lerche - Faces Down

Uma Páscoa doce para os que lêem isto ^_^.

Jonsi

abril 08, 2004

Gostos

Gostos Uma das agradáveis surpresas que fui constatando na chamada "comunidade" gay (não gosto do termo, mas à falta de melhor), foi a grande diversidade de gostos e preferências, em termos físicos, que contrariam os estereótipos padronizados de beleza masculina. Julgo que a net acentuou esse fenómeno. Foi através deste mundo virtual que se criaram sub-comunidades de interesses e as possibilidades são infinitas: homens que gostam de homens mais velhos, mais gordos, mais peludos, mais louros... Não é novidade nenhuma que a beleza e o gosto pertencem ao dominio da subjectividade, mas parece-me que ao nível da homossexualidade há um certo requinte na divisão e na classificação desses gostos. Eu por exemplo tenho um forte fetiche por pêlos. Até hoje, fosse em relacionamentos mais estáveis, fosse em contactos meramente físicos, nunca abdiquei dessa preferencia. Por muito radical que possa parecer, não sinto que fosse capaz de ter um envolvimento com um homem não-peludo. E até hoje não encontro paralelo neste tipo de escolhas, entre os heterossexuais. Seria por exemplo possivel uma comunidade como a "bear" entre heterossexuais? Se estiver enganado desfaçam-me as dúvidas :)

BP

abril 06, 2004

Gay Vibe

Sou daqueles que acredita que cada um de nós tem um “gaydar”, uns mais apurados do que outros, mas no geral está lá. Um olhar, um gesto, são coisas que captamos e interpretamos e que quase sempre passam ao lado dos “outros”. É claro que ninguém está imune de cair no erro, eu próprio já estive nessa situação (fica para contar num futuro post), mas geralmente não costumamos errar muito. A questão é, que percepção é que tem os “outros” da nossa existência? Eu sempre fui um “straight acting gay man”, é assim que gosto de ser, não gosto de bicharocas, o meu negócio são homens a sério, daí ter um comportamento que leva quase sempre os “outros” a pensar que sou heterossexual. E digo quase sempre porque todos os meus amigos a quem revelei a minha homossexualidade me disseram que nem sequer alguma vez tinham posto essa hipótese.
Mas ontem aconteceu-me uma situação curiosa, troquei impressões com uma rapariga que está a acabar o curso de psicologia, uma rapariga muito inteligente, tão inteligente que não consegue debitar tudo aquilo em que pensa, tornando o seu discurso uma explosão de palavras difícil de apanhar. A conversa era “sex-driven”, mas em momento algum lhe dei a entender que era gay, confinei-me a comentar as suas observações, a meu ver, o comum mortal não perceberia.
Hoje enquanto falava com uma amiga que estava presente na mesma conversa fiquei a saber que ela, a “mind reader”, conseguiu perceber nas poucas palavras que eu disse que eu era gay, a aproximação foi algo do género:

Mind reader: O teu amigo parece feliz, ele tem alguém não tem?
Amiga: Tem...
Mind reader: E esse alguém não é do sexo feminino, pois não?
Amiga: ... (olhos esbugalhados, expressão usada por ela)
Mind reader: Não precisas de dizer! Que giro, adorava ter um amigo gay.

A hipótese dela ela própria ter um gaydar está posta completamente de parte, é do mais heterossexual que há. O que me intriga é, será que existem outros sinais para além daqueles que nós conhecemos? Aparentemente sim, fui descoberto numa analise a meia dúzia de frases! (Não, não soltei nenhum “ai filha”...)
Para acabar (isto já está muito longo), era tão bom que fosse assim tão fácil para todos perceber a orientação sexual de cada um, evitar-nos ia muitos embaraços, pelo menos as tias deixavam de perguntar pelas namoradas. Coisa irritante! Gostava de ter coragem para usar uma tshirt em encontros de família: “Sorry girls, I suck cock, and I LOVE it!”

Jonsi

abril 05, 2004

Um psicólogo para Daniel sampaio

Não contava com o discurso armadilhado do Daniel Sampaio. Não esperava aquelas palavras proferidas por si e, vindo de quem vem, foram declarações no mínimo infelizes.
É muito grave que Daniel Sampaio considere, em tom de verdade absoluta, que "o projecto de um pai não é ter um filho homossexual". Não será eventualmente o seu projecto pessoal.
Eu jamais suporia que DS deixasse em aberto a mais ínfima hipótese de recusa, a qualquer nível, de um filho homossexual. E francamente esperava que para DS aceitar e compreender a orientação sexual de um filho, não precisasse de recorrer aos profundos conhecimentos técnicos adquiridos.
Esperemos que o projecto pessoal dos seus filhos não seja ter um pai intolerante....


BP

Verdade escondida

"Quero dizer que gosto de raparigas e que sou normal"

É a frase que fica da reportagem de ontem na SIC. Afinal não fui só eu que me emocionei com esse momento.
Tenho pena que a reportagem não tenha sido melhor, tenho pena que quase só tenham mostrado os aspectos negativos da homossexualidade, tenho pena que o Daniel Sampaio tenha dito o que disse...
Acho que faltou alguém dizer algo muito importante, deixem-nos viver a nossa vida!

Jonsi

gay worthy

Depois de ver a reportagem na SIC sobre adolescentes homossexuais fiquei a pensar na questão de revelar a orientação sexual aos pais.
Já há algum tempo que tomei a decisão de lhes dizer apenas quando sair de casa, primeiro porque tal como qualquer jovem na minha situação a reacção dos pais pode ser variadissíma, mas conhecendo os meus, principalmente o meu pai, sei que não seria coisa fácil. Não os vejo a pôr-me fora de casa, mas tornariam a minha vida um inferno, disso tenho a certeza.
Segundo porque não sei se merecem, os meus pais sempre foram muito distantes, nunca quiseram saber de nada, desde que a minha irmã e eu não fizéssemos asneira estava tudo bem. Tiveram sorte, da minha parte nunca tiveram razão de queixa, tanto na escola como na rua, sempre fui um miúdo bem comportado e responsável. Porquê dar-lhes a conhecer esta minha faceta se nunca se interessaram minimamente em mim?

Jonsi

Está aberta a loja...

Dou por inaugurado este espaço, mais um blog, é certo, um pouco fora de tempo também, mas como não sou de modas pouco importa.
Não sei muito bem o que esperar deste cantinho, sei apenas que vou escrever aquilo que me apetecer, sem ter que pensar quem o vai ler e quais as consequências disso. Digo isto porque esta coisa dos blogs é me familiar, o facto de termos amigos/família a ler aquilo que escrevemos pode ser um desvantagem e servir como travão para a criatividade/liberdade.
Vou fazer figas para que isto corra bem e para que eu e o outro inquilino da casa nos possamos aproximar e conhecer melhor.
E pronto, está feita a inauguração ^_^. - Jonsi

A blogoesfera cresceu exponencialmente no último ano. Neste momento a diversidade de temas é tão vasta quanto abrangente.
É neste contexto que surge o linha turva, sem pretensões de qualquer natureza, sem regras impostas, com dois vizinhos que não se conhecem pessoalmente e com uma história mais ou menos curiosa que provavelmente vai ser revelada aos poucos neste espaço.
Portanto, um até já. - BP

Jonsi

Linha Turva © 2004, 2005 Jonsi e BP