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junho 23, 2009

Já existe algum reflexo positivo?

No setor de química fina, de maneira geral, a crise serviu para confirmar que medidas governamentais adotadas recentemente estavam no caminho certo, na opinião de Richard Kessedjian, diretor da Alfa Rio Química Ltda. Para ele, são pontos positivos e representam um avanço para o setor a mudança na política de importação, que proporcionou isonomia tributária aos fornecedores nacionais, os programas de incentivo à inovação tecnológica e os estudos para viabilizar a verticalização da produção de insumos farmoquímicos, entre outros.

A crise não afetou os planos de investimentos da Oxiteno S.A. Indústria e Comércio. Segundo seu coordenador de Assuntos Corporativos, Fábio Tescari, no segundo semestre de 2008 a empresa concluiu importantes projetos de expansão, incluindo o início da operação de uma unidade oleoquímica com capacidade para produzir aproximadamente 95 mil toneladas de alcoóis graxos, ácidos graxos e glicerina. Além disso, a Oxiteno ampliou sua unidade de óxido de eteno em Mauá, acrescentando 38 mil toneladas à capacidade produtiva, e as unidades de etoxilados e etanolaminas em Camaçari, aumentando a produção em 120 mil toneladas. "Estas ampliações tiveram o objetivo de atender à indústria brasileira, que vinha apresentando crescimento sustentável nos últimos anos", explica.

Outro fator que colabora para o aquecimento do mercado é a perspectiva de evolução do pré-sal, que demandará investimentos e contratações, em um processo que durará alguns anos.

Publicado por Grupo06 às junho 23, 2009 01:54 AM

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