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<title>ESPAÇO FIO</title>
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<title>A Inovação Empresarial</title>
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<![CDATA[<p>Em diferentes segmentos de mercado e em diferentes processos de produção a inovação reside na estratégia de recriar uma solução de sucesso ou um produto consolidado. Mais que actualizar ou realizar a necessária melhoria contínua dos processos de produção ou de organização interna da empresa, a implementação de um processo de inovação só pode resultar se for acompanhado pela formação (especialização ou actualização) dos recursos humanos na empresa. Querer inovar sem formar é criar um processo de etapas e não uma linha contínua de desenvolvimento. </p>]]>

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<title>A importância da formação como instrumento de desenvolvimento da competitividade</title>
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<![CDATA[<p>Actualmente, mais que a procura de qualificação dos seus trabalhadores, as empresas procuram ganhar competitividade, aumentar vendas e níveis de produção, ganhos e mercado. A formação profissonal pode ser um instrumento determinante nesta busca de soluções para o aumento de produtividade e de ganhos esperados. Não pela qualificação dos recursos humanos só por si, mas pela capacidade de melhoria do desempenho profissional na realização de tarefas. Mais que a formação de base ou actualizações contínuas de conhecimentos, a formação pode e em alguns casos deve ser, um treinamento de competências práticas dos trabalhadores ao nível das tarefas. Esta é uma das potencialidades da formação que tantas vezes é esquecida ou "pouco amada" por ser vista como um modelo "pobre" na formação.</p>]]>

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<title>Debate sobre Inovação, Qualidade e Formação</title>
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<![CDATA[<p>O FIO | Fórum de Gestão e Inovação encontra-se a organizar e promover o congresso/fórum Inovação, Qualidade e Formação que decorrerá em Coimbra, nos dias 15 e 16 de Setembro e que deseja ser um momento de reflexão e de análise do futuro no que diz respeito às questões relacionadas com a qualificação e melhoria de competências dos Recursos Humanos e das empresas. Mais informações em http://congresso.fioinovacao.com .</p>]]>

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<title>A formação profissional na empresa.</title>
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<![CDATA[<p>No contexto actual, a formação profissional é vista como um elemento determinante para a promoção da inovação e competitividade das empresas. No fundo, a esperança que a requalificação ou actualização de competências possa determinar uma melhoria global na prestação de serviços ou na produção permite ao empresário a apropriação de vários factores ligados com a qualificação da "cultura e conhecimento" na sua empresa como meio de difusão de novas estratégias de competitividade. A formação profissional resulta assim, como um mecanismo de comunicação interna, para além da necessária função de melhoria que se deseja ver realizada. Ver a formação como mecanismo de comunicação pode ser determinante para o sucesso ou insucesso das medidas de melhoria de desempenho da empresa no mercado.</p>]]>

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<title>Certificação Encargo ou Investimento?</title>
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<summary type="text/plain">A certificação pela qualidade e ambiente para muitas empresas é uma questão de imagem e competitividade. Afinal para serve a certificação? Será apenas um símbolo a mais? A implementação de um sistema da qualidade ou um sistema integrado (qualidade e...</summary>
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<![CDATA[<p>A certificação pela qualidade e ambiente para muitas empresas é uma questão de imagem e competitividade. Afinal para serve a certificação? Será apenas um símbolo a mais?<br />
A implementação de um sistema da qualidade ou um sistema integrado (qualidade e ambiente), é uma forma de aumentar a satisfação dos clientes, recorrendo sempre a técnicas mais eficientes e eficazes que permitem a longo prazo diminuir os custos e aumentar os lucros! Claro que implica um investimento inicial, que para muitas empresas é encarado como um encargo e não como uma mais valia para o futuro…..<br />
Será por isso que as nossas empresas estão em crise? Não será tudo uma questão de mentalidade?</p>

<p>Elaborado por: Cláudia Santos<br />
</p>]]>

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<title>Plano de Investimentos</title>
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<![CDATA[<p>Foi apresentado esta semana o plano de investimentos para o relançamento da economia nacional. Para além das grandes obras do plano de rede de transportes e das infraestruturas existe uma reserva de financiamento para a inovação empresarial. Mas para a formação e qualificação especializadas não existe qualquer orçamento previsto, pelo menos, directamente apresentado no plano de melhoria da competitividade nacional. Perguntamos... será que a formação é também neste momento vista como um custo, ou simplesmente considera-se que a existência de co-financiamento da UE garante a execução de niveis de formação considerados suficientes e adequados?</p>]]>

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<title>Estratégias de Implementação de Modelos de Gestão da Formação</title>
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<![CDATA[<p>Emergente da necessária requalificação profissional actualmente a surgir façe ao número de população desempregada, a implementação de modelos de gestão da formação nos sectores públicos e privados deve ser determinada pela capacidade de dotar os trabalhadores de uma qualificação específica para o exercício de uma função, assim como, promover a capacidade de flexibilidade e polivalência que o mercado de trabalho vai promovendo em alguns sectores. A dualidade entre a especialização e a transversalidade das acções de formação ministradas é em si mesmo um desafio constante às organizações. Como promover esse equilibrio? E será ele mesmo necessário?</p>]]>

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<title>Os Resíduos em Portugal</title>
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<![CDATA[<p>Todos os dias se fala em reciclagem, na sua importância, nas mais valias inerentes, nomeadamente a diminuição de resíduos que aumentam exponencialmente de dia para dia. O facto de reduzirmos, reutilizarmos e reciclarmos, os nossos resíduos, conseguimos diminuir os resíduos que vão para aterro sanitário. A transformação do lixo em nova matéria-prima é uma forma de pouparmos dinheiro, assim como a reciclagem. Parecem conceitos muito simples, até o macaco do anúncio consegue…..<br />
Não percebo qual a dificuldade dos portugueses em fazer a triagem dos seus resíduos, se até vantagens económicas possui?! Será que não existem ecopontos suficientes, ou não existe informação acerca da gestão adequada dos resíduos?</p>

<p>Elaborado por: Cláudia Santos</p>]]>

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<title>A Concepção na Formação como Regulação da Melhoria Contínua.</title>
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<summary type="text/plain">Olhamos para os programas de formação e vemos a qualidade da formação ministrada? Conseguimos ver a relevância das temáticas tratadas? Conseguimos recomendar a um amigo &quot;vai que a formação é igual à que recebi&quot;? Mesmo que esta afirmação tenha em...</summary>
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<![CDATA[<p>Olhamos para os programas de formação e vemos a qualidade da formação ministrada? Conseguimos ver a relevância das temáticas tratadas? Conseguimos recomendar a um amigo "vai que a formação é igual à que recebi"? Mesmo que esta afirmação tenha em conta a diferenciação do efeito dos grupos em formação. A concepção de um curso de formação e do seu programa deve ser uma linha de rumo. Um instrumento de estratégia e de organização que permita ao formador ser um elemento de manutenção da qualidade do programa. Claro que temos que contar com a "dinamização pessoal" do formador. Mas devemos ter em conta o cumprimento dos programas sendo necessário para isso que o seu "desenho" seja feito de forma organizada e pedagógicamente estratégica. Se o formador é o "como" o programa de formação é o "o quê"!</p>]]>

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<title>A Concepção na Formação como Regulação da Melhoria Contínua.</title>
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<summary type="text/plain">Olhamos para os programas de formação e vemos a qualidade da formação ministrada? Conseguimos ver a relevância das temáticas tratadas? Conseguimos recomendar a um amigo &quot;vai que a formação é igual à que recebi&quot;? Mesmo que esta afirmação tenha em...</summary>
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<![CDATA[<p>Olhamos para os programas de formação e vemos a qualidade da formação ministrada? Conseguimos ver a relevância das temáticas tratadas? Conseguimos recomendar a um amigo "vai que a formação é igual à que recebi"? Mesmo que esta afirmação tenha em conta a diferenciação do efeito dos grupos em formação. A concepção de um curso de formação e do seu programa deve ser uma linha de rumo. Um instrumento de estratégia e de organização que permita ao formador ser um elemento de manutenção da qualidade do programa. Claro que temos que contar com a "dinamização pessoal" do formador. Mas devemos ter em conta o cumprimento dos programas sendo necessário para isso que o seu "desenho" seja feito de forma organizada e pedagógicamente estratégica. Se o formador é o "como" o programa de formação é o "o quê"!</p>]]>

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<title>A Gestão da Formação como Ferramenta de Inovação na Qualificação de Recursos Humanos</title>
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<![CDATA[<p>O titulo do presente artigo parece estranho. Falar em inovação na qualificação dos recursos humanos surge como uma medida antiga e já experimentada para a solução de problemas associados ao desempenho dos recursos humanos. Talvez a metodologia não traga nada de novo. Talvez seja a forma como aplicamos essa metodologia que poderá ser inovadora ou estrategicamente realizavel. A implementação de processos de gestão da formação pode resultar de dois procedimentos inovadores e determinantes: a formação profissional a ministrar ser assente numa perspectiva de utilidade e não de oportunidade e o desenvolvimento da formação profissional ser feita "à medida" das qualificações e melhorias de competências esperadas. Serão estes dois princípios inovadores para uma velha receita?</p>]]>

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<title>Qualidade e as Políticas de Gestão de Recursos Humanos</title>
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<modified>2005-09-25T18:34:56Z</modified>
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<summary type="text/plain">Os colaboradores de qualquer organização necessitam de um bom ambiente de trabalho para realizarem um trabalho com, e de qualidade! O facto de muitas empresas contratarem apenas metade dos trabalhares de que necessitam, enquanto um colaborador acumula três e mais...</summary>
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<![CDATA[<p>Os colaboradores de qualquer organização necessitam de um bom ambiente de trabalho para realizarem um trabalho com, e de qualidade! O facto de muitas empresas contratarem apenas metade dos trabalhares de que necessitam, enquanto um colaborador acumula três e mais cargos, não é uma boa política, tanto de gestão de recursos humanos como de qualidade.<br />
Um trabalhador satisfeito, aumenta bastante a sua eficiência e eficácia, produzindo portanto, muito mais e com mais qualidade! Um trabalhador insatisfeito faz….não faz!<br />
Qual é a dúvida dos empresários do nosso país…..não sabem que barato sai caro!</p>

<p>Elaborado por: Cláudia Santos<br />
</p>]]>

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<title>O Desenvolvimento de Competências</title>
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<modified>2005-09-25T18:36:59Z</modified>
<issued>2005-06-29T09:33:37Z</issued>
<id>tag:fio.weblog.com.pt,2005://1142.117461</id>
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<summary type="text/plain">No contexto actual, a formação profissional está &quot;desenhada&quot;, no seu geral, está dirigida para o desenvolvimento de competências gerais e transversais não dotando os formandos de capacidades técnicas especializadas para a melhoria do desenvolvimento das tarefas do seu &quot;trabalho&quot;. Encontramos...</summary>
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<email>joaolima@fioinovacao.com</email>
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<![CDATA[<p>No contexto actual, a formação profissional está "desenhada", no seu geral, está dirigida para o desenvolvimento de competências gerais e transversais não dotando os formandos de capacidades técnicas especializadas para a melhoria do desenvolvimento das tarefas do seu "trabalho". Encontramos um oferta, por parte das entidades formadoras, assente na realização de acções de formação de largo campo de intervenção e com pouca especialização. Questionamos a sua utilidade e/ou oportunidade num mercado de trabalho cada vez mais determinado na procura da excelência como mecanismo de competitividade, não pela necessidade de uma oferta diversificada mas pela necessária complementaridade entre saberes existentes nas empresas e o desenvolimento individual de competências profissionais. Será que o modelo e oferta existente dá resposta adequada às necessidades de empresas e trabalhadores?</p>]]>

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<title>Desenvolvimento Sustentado dos Recursos Humanos nas Empresas</title>
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<modified>2005-09-25T18:36:42Z</modified>
<issued>2005-06-27T09:02:48Z</issued>
<id>tag:fio.weblog.com.pt,2005://1142.117002</id>
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<summary type="text/plain">Aplicamos muitas vezes o conceito de &quot;desenvolvimento sustentado&quot; às localidade e regiões nacionais que demonstram alguma capacidade de crescimento. Cada vez mais o alargamento de competências dos recursos humanos, agora tido como &quot;capital&quot; humano pode seguir o mesmo princípio na...</summary>
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<email>joaolima@fioinovacao.com</email>
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<![CDATA[<p>Aplicamos muitas vezes o conceito de "desenvolvimento sustentado" às localidade e regiões nacionais que demonstram alguma capacidade de crescimento. Cada vez mais o alargamento de competências dos recursos humanos, agora tido como "capital" humano pode seguir o mesmo princípio na aplicação desta visão estratégica de crescimento. Tal como um região, o conhecimento e a melhoria de competência pode desenvolver-se de forma ordenada. A criação de uma estratégia pessoal ou de política de gestão da formação dos recursos humanos surge hoje, no seio das empresa, como uma valia tão útil como os planos de desenvolvimento para uma região. Orientar competências e o crescimento da qualidade da prestação de uma determinada competência pode e deve ser um princípio a utilizar para que o desenvolvimento da cultura de uma empresa possa ser estruturada e coordenada em função de objectivos de competitividade concretos e claramente orientados para a qualidade das competências dos trabalhadores face às expectativas do mercado.</p>]]>

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<title>O Papel da Formação na Optimização dos Recursos Humanos</title>
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<modified>2005-09-25T18:36:15Z</modified>
<issued>2005-06-24T12:08:21Z</issued>
<id>tag:fio.weblog.com.pt,2005://1142.116552</id>
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<summary type="text/plain">Com o aparecimento dos fundos comunitários, a formação surgiu como a pílula milagrosa que iria solucionar todos os problemas de competitividade das empresas portuguesas. A falta de recursos humanos qualificados que era (e ainda é) uma das razões principais deste...</summary>
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<name>JL</name>

<email>joaolima@fioinovacao.com</email>
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<![CDATA[<p>Com o aparecimento dos fundos comunitários, a formação surgiu como a pílula milagrosa que iria solucionar todos os problemas de competitividade das empresas portuguesas. A falta de recursos humanos qualificados que era (e ainda é) uma das razões principais deste problema, seria finalmente colmatada e sem serem necessárias grandes ginásticas financeiras. <br />
No entanto, a formação per si não é sinónimo de aumento de produtividade. <br />
E no momento em que nos aproximamos do final do III Quadro Comunitário, está na hora de analisarmos os números e fazermos um balanço do papel da formação na optimização dos recursos humanos.<br />
Será que a formação dada foi/é a mais adequada aos nossos objectivos?<br />
Será que está a ser ministrada ao seu verdadeiro público-alvo?<br />
E será que está a ser realmente aplicada nos locais de trabalho, como era seu objectivo?</p>

<p>Elaborado por: Sónia Carvalho</p>]]>

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