setembro 30, 2006

pensamento da noite

Foram-se os formidáveis tempos felizes.
Regressaram os poemas brancos.
Sem conteúdo, sem tinta, sem sorrisos.

devia saber desde o início.

Publicado por Nuno Teixeira em 01:03 AM | Comentários (0)

setembro 27, 2006

Uma Lição de vida ou uma vingança?

Há livros que nos marcam particularmente.
Lembrei-me hoje de um que foi sugerido em tempos, pelo grande amigo António Nunes e que se chamava O Homem que corrompeu Hadleyburg de Mark Twain.
É um livro muito leve da Assírio & Alvim que andou perdido pela poeira de um armazém antigo (private joke).
Mas conta a história que um dia um homem que visitou a pacata cidade de Hadleyburg foi mal tratado, e jurou um dia voltar para cumprir a vingança.
A pacata cidade de Hadleyburg era conhecida em toda a América com um exemplo de honestidade. Os seus cidadãos eram exemplares.
O viajante de Hadleyburg, entretanto conseguiu através de uma artimanha corromper os seus habitantes e despertou um clima de desconfiança entre todos eles. Desde o cidadão mais modesto até aos mais conceituados da pequena cidade.

Conclusão ou conclusões da história;
Nem toda a gente é realmente o que parece ser e além do mais, a maioria das pessoas tem o seu preço pelo qual está disposto a ferir-se nos seus valores morais.
E quem é que disse que por vezes a vingança não é boa?
Caso não fosse, ninguém saberia, neste caso, a génese dos bons habitantes de Hadleyburg.

Dá que pensar, não dá?

Publicado por Nuno Teixeira em 04:41 PM | Comentários (7)

Voltas do mundo

Ao longo da vida cometemos erros a tomar determinadas decisões.
No entanto ainda há gente que ainda diz que não se arrepende de nada do que fez até então.
É um facto, se encarar-mos às más decisões e as más experiências como mais valias para o futuro.
Eu continuo a pensar que tudo na vida não é motivado por qualquer tipo de destino.
As factos acontecem arbitrariamente.
Dessa perspectiva, é quase como aquela velha máxima das bruxas... não se acredita mas lá que elas existem...
É mais ou menos assim no meu caso. Também não me arrependo de nada mas se pudesse voltar atrás já havia algumas coisas que não faria e outras que faria.

São as voltas do mundo quando o mundo nos troca as voltas.

Publicado por Nuno Teixeira em 03:58 PM | Comentários (0)

BOM DIA MUNDO

Temos estradas
que não usamos
Somos loucos,
Lindos e soltos
Voamos.

Bom dia. Mais um, do lado de cá do mundo.

Publicado por Nuno Teixeira em 10:05 AM | Comentários (0)

setembro 26, 2006

GANHAR O MEIO CAMPO

Não há surpresas.

Nem de um lado nem do outro e se o meu clube jogar assim nem passa outra coisa pela cabeça que não vencer o jogo.

ARSENAL
Lehmann
Eboué
Touré
Djourou
Gallas
Gilberto Silva
Fabregas
Rosicky
Hleb
Adebayor (caso Ljungberg não jogue mesmo... hummm)
Henry

F.C. PORTO

Helton
Bosingwa
Pepe
Bruno Alves
Cech
Paulo Assunção
Lucho
Raul Meireles
Quaresma
Anderson
Hélder Postiga (este deve jogar mas preferia qualquer Lisandro na frente ou até mesmo Adriano)

Triângulo de meio-campo com Paulo Assunção + Lucho + Meireles com o primeiro mais defensivo.
Anderson na ala esquerda que pode em determinadas alturas do jogo aparecer ao meio e trocar com Quaresma na direita.

Para ganhar.

Publicado por Nuno Teixeira em 01:50 PM | Comentários (2)

BOM DIA MUNDO


(Foto: António Nunes | Sei que não vou por aí)

Não sei por onde vou.
Não sei para onde vou,
- Sei que não vou por aí.

Risco do mapa os destinos viciados.
Vamos por aí fora, livres e soltos.
As lágrimas de ontem serão gargalhadas amanhã.

MAIS DO QUE NUNCA

BOM DIA A TODOS OS AMIGOS FIEIS

BOM DIA MUNDO

Publicado por Nuno Teixeira em 02:30 AM | Comentários (1)

setembro 22, 2006

Bom dia Mundo

-Onde me perdi afinal?
Quando já nem escrever sei...

-Qual o caminho errado que tomei?
Como aqui vim parar?

Qual cavaleiro sem par,
sem companheira de livros de aventuras,
onde se perdeu Dulcineia por amar,
no tortuoso caminho de muitas ruas?
Que não me peçam para ceder.
Se aqui vim parar,
por algum motivo há-de ser!
Aprendi a amar e a partir,
quase sempre obrigado,
deixei lugares e povoados,
apedrejado por sentir.

Aprendi a ler e a escrever,
mas não me peçam o que já não sei.
Porque esqueci de mentir,
No caminho que errei.

Por isso não sei escrever,
e amar já não sei,
sei que me perdi afinal,
num qualquer caminho que tomei.

-Onde me perdi afinal?
Quando já nem escrever sei...

Nuno T.


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E no final de tudo
tocando a lira um bardo cantou:

Um dia virá que a história contada
fará chorar todas as pedras
e lágrimas correndo de um rio de pranto
hão-de lavar caminhos e ruas
e todas as pedras de todas as calçadas.

Henrique de Campos in o Rio da Morte

Ainda a história não foi contada e talvez nunca seja,
mas já um rio de pranto, varreu todas as calçadas da cidade.

Publicado por Nuno Teixeira em 01:14 AM | Comentários (0)

setembro 21, 2006

SÓ MAIS UM DIA MAU...

É apenas mais um dia mau.
É assim que tenho de recordar... só mais um dia mau, como diz a canção.

Não quis guardá-lo para mim
E com a dimensão da dor
Legitimar o fim
Eu dei
Mas foi para mostrar
Não havendo amor de volta
Nada impede a fonte de secar
Mas tanto pior
E quem sou eu
para te ensinar agora
A ver o lado claro de um dia mau

Eu sei a tua vida foi
Marcada pela dor de não saber aonde dói
Mas vê bem
Não houve à luz do dia
Quem não tenha provado o travo amargo da melancolia
E então rapaz então porquê a raiva
Se a culpa não é minha
Serão efeitos secundários da poesia

Mas para quê gastar o meu tempo
A ver se aperto a tua mão
Eu tenho andado a pensar em nós
Já que os teus pé não descolam do chão
Dizes que eu dou só por gostar
Pois vou dar-te a provar
O travo amargo da solidão

É só mais um dia mau

Ornatos Violeta, Dia Mau

Um dia haverá um dia bom.
O caminho a seguir
é em frente
com a consciência tranquila de sempre.

Publicado por Nuno Teixeira em 05:00 PM | Comentários (2)

Dom Dia Mundo


(Foto: António Nunes | What a Wonderful World)


Nunca estaremos verdadeiramente sós enquanto houver mundo para partilhar com o nosso ser interior.
Precisamos apenas de nós e do que nos rodeia.
A natureza é fiel aos nossos momentos felizes. Não nos corta os troncos nem as raízes e não trai os nossos sonhos.
Nunca estaremos verdadeiramente sós e nunca seremos verdadeiramente trocados perante o que de mais sincero e puro existe no mundo. A natureza.
Por momentos como este captados pela objectiva do António, vale a pena sorrir. Nem que seja de vez em quando.
Como disse uma vez uma velhinha;
"A vida é tão bonita que não quero ir embora".
Parece fácil não é?

And I think to myself...

Temos estradas que não usamos
Somos loucos
Lindos e soltos
Voamos.

Bom dia Mundo.

Publicado por Nuno Teixeira em 01:47 AM | Comentários (0)

setembro 20, 2006

Pensamento do dia

Porque todos temos direito à crítica e à indignação.
Nem que seja apenas para dizer que...

Somos loucos,
Lindos e soltos
Voamos

Publicado por Nuno Teixeira em 05:29 PM | Comentários (26)

setembro 19, 2006

Flauta

Conta Anais Nin que...


[...] Existe um instrumento chamado quena que é feito de ossos humanos. Tem origem no culto que um índio dedicou à sua amante. Quando ela morreu ele fez dos seus ossos uma flauta. A quena tem um som mais penetrante, mais persistente que a flauta vulgar[...]

Anais Nin in A Casa do Incesto

Publicado por Nuno Teixeira em 03:42 PM | Comentários (0)

setembro 18, 2006

Black & white style


(Foto: António Nunes | Espreito o lado de lá do mundo)

...porque nem todas as janelas são viradas para o mar.
Porque por vezes o mar vive dentro nós.

Publicado por Nuno Teixeira em 04:16 PM | Comentários (6)

The last empire on earth

Nadabrovitchka

Publicado por Nuno Teixeira em 01:05 PM | Comentários (1)

setembro 17, 2006

Ainda acreditamos nos sonhos

[...]No meu sonho saio de casa numa manhã de chuva, porque gosto das manhãs de chuva em Santiago, porque os dias de chuva obrigam o cidadão a recuperar uma intimidade perdida. As pessoas aproximam-se umas das outras, tocam-se, permitem-se dividir a intimidade de um guarda-chuva, a cumplicidade de um café ou de um copo de vinho nalgum bar onde se entra com a desculpa de escapar à chuva.
Os dias de chuva, inclusivamente, obrigam a falar, a dizer ninharias, tais como «está a chover»[...]

Luis Sepúlveda, O Poder dos Sonhos - Ainda acreditamos nos sonhos.


O escritor Chileno está de volta com mais uma obra recheada de contos, como habitualmente em edição portuguesa das Edições Asa.

Publicado por Nuno Teixeira em 12:02 PM | Comentários (0)

setembro 15, 2006

Um cheiro a adeus

Sinto o cheio do adeus perto...
Sabem o que é dizer adeus?
Sabem o que é dizer adeus quando se quer dizer apenas até já?

Adeus acarreta a despedida irreversível, um odor estranho carregado de saudade quando o adeus nos assoma como nó na garganta.
Este é o meu adeus que custa dizer.
Um adeus que tento adiar a custo, porque quando o proferir será esse tal adeus seco e irreversível.
E coragem para dizer adeus, quando não queremos mas quando sabemos que não nos deixam outra alternativa?
O adeus que nos custa, é aquele a que somos forçados, quando os outros não sabem dizer estou aqui e vim para ficar.
Quase um cheiro a adeus. Quase à beira do abismo quando éramos quase nós a um pequeno passo dos dias felizes.
Ou então quando sentimos que nos querem dizer um adeus mas que a coragem é pouca para o tanto vivido que se calhar um adeus é hipócrita, então tudo tentam fazer para que sejamos nós a proferir tal estranha e imbecil palavra.

Ainda assim, procuro forças e tento sorrir para voltar a voar.

Quase, bom dia mundo.

Publicado por Nuno Teixeira em 02:54 AM | Comentários (4)

setembro 13, 2006

Será que sonhei?

Esta noite adormeci com vontade de sonhar.

Adormeci entretanto com o forte desejo de sonhar.
Sonhei durante breves instantes do tempo.

Sonhei que a chuva me escorria pela face enquanto caminhava por uma rua cinzenta enquanto lia um livro de poemas.
Cheguei a um beco sem saída. No chão estava um papel amarrotado e molhado. Peguei-o e desfez-se nas minhas mãos.
Dei comigo noutro cenário. "É outro sonho estúpido" julguei ter pensado eu enquanto sonhava. "Vou moldar este à minha maneira", e sonhei.

Sonhei que as sombras da rua me escorriam pela face.
A chuva começou a cair no meu livro de poemas que escorreram para dentro dos punhos da minha camisa. Infiltraram-se no meu sangue e envelheceram-me junto a um beco sem saída, onde fiquei amarrotado e sujo.
Foi nas tuas mãos que me desfiz quando me renasceste.
Acordei e não te vi.
Mas julguei ter sonhado.

Publicado por Nuno Teixeira em 04:50 PM | Comentários (1)

Bom dia mundo

Contigo...
Acreditar é SEMPRE possível.
Mas agora é ainda mais possível...

Um poema que vai além da escrita.
Porque se chora quando se sente e se ama.

Com tudo para voar.

Voamos?

Publicado por Nuno Teixeira em 01:30 AM | Comentários (0)

setembro 11, 2006

Pensamento do dia

O pior dos defeitos dos humanos é a mentira.
As pessoas mentem e enganam-se a si próprias.

Os humanos não sabem aproveitar as oportunidades que a vida lhes oferece e mais do que isso desperdiçam momentos de vida que podem ser únicos.
Há dias em que gostava de pertencer a outra espécie, onde as pessoas soubessem entender-se e respeitar-se mutuamente.
É com base nestes pensamentos que as relações entre pessoas se deterioram e se desfazem, muitas das vezes, há choques que se evitam.
Um dia pode ser tarde demais para remediar os males. Quem sabe não é isso mesmo que alguns humanos pretendem!!!

Publicado por Nuno Teixeira em 02:05 PM | Comentários (7)

setembro 08, 2006

Grandes questões do nosso tempo

Dá que pensar

Volto já. Volte você também.

Publicado por Nuno Teixeira em 12:04 PM | Comentários (0)

setembro 05, 2006

A história de uma mulher criança que escrevia poemas com o olhar

Apareceu vinda dos sonhos.
Cruzou-se comigo um dia por acaso naquela terra do nunca onde as paixões acontecem na troca de um olhar onde vivem milhares de fantasias que se abraçam como se fossem duas folhas de um só poema a fazer amor.
Assim apareceu Pipa.
- Deixem que me apresente. O meu nome é Pipa mas não gosto que me chames Pipa. Talvez gostasse de ser chamada de Pipinha, mas apenas por ti, porque Pipinha é demasiado piegas. Eu não sou piegas. Quer dizer, às vezes até sou, mas só gosto de coisas piegas quando toca a assuntos do meu coração e como tal só quem vive dentro dele pode partilhar fantasias de uma criança mulher.

Pipa tem os olhos verdes a pele branca e macia, habita no vale sedoso de uns lençois de magia, onde mistura o amor de mulher com as fantasias e as brincadeiras de criança. Vibra com a primeira música que conheceu quando saiu do seu canto. O paraíso do olhar que resplande aquele brilho apelativo dos abraços fortes e sentidos, que não se podem descrever nem muito menos escrever.
Passeia-se com as mãos nas ancas e sorri envergonhada quando lhe peço um sorrisinho.
Pipa, essa menina que um dia, por acaso, cruzou-se comigo naquela terra do nunca onde as paixões acontecem na troca de um olhar onde vivem milhares de fantasias que se abraçam como se fossem duas folhas de um só poema a fazer amor. A escritora de poemas simples vasculhados na sua musicalidade. A menina dos poemas curtos, expoentes de pequenos mimos e ambições.
- Vamos achar uma coisa?
- Vamos achar uma coisa como?
- Achar uma coisa no chão. Há muito tempo que não acho uma coisa no chão. Fico feliz quando acho uma coisa no chão.

Também como Pipa, também eu me sinto feliz com essas pequenas surpresas. Os pequenos grandes momentos felizes, parece que estamos a chegar longe em passos pequenos.
Pipa foi embora. Desapareceu como aparecera. Deixei de a ouvir dizer; "fala comigo... tenho fome" - com voz terna e melodiosa, sempre a dois passinhos do sono.
Uma destas manhãs, de novo a sós com as ruas frias da cidade, encontrei uma coisa no chão. Era um cronometro.
Um sinal, talvez, pensaria Pipa.
O sinal de que agora tudo corria contra o tempo. Que passa amarguradamente devagar mas quando abrirmos os olhos, ficará apenas a recordação dos instantes felizes e especialmente...
daquele dia que por acaso, naquela terra do nunca, onde as paixões acontecem na troca de um olhar onde vivem milhares de fantasias que se abraçam como se fossem duas folhas de um só poema a fazer amor.
Pipa foi embora e não voltou.
Mas todas as noites chega o seu sorriso que a pedido me leva a voar de mãos dadas pela noite.
As mãos soltaram-se e Pipa foi-se embora. Regressa todas as horas do meu dia, entre sorrisos marcados no meu pensamento e melodiosa parece querer-me dizer que tudo foi apenas um sonho e todos os sonhos acabam um dia.
Desta vez, foi Pipa que escolheu voar.

Publicado por Nuno Teixeira em 09:53 PM | Comentários (9)

educação a que preço?

Alguém tem de colocar um travão no mercado livreiro em Portugal.
Fico arrepiado com o preço dos livros, em particular dos manuais escolares.
Um negócio da china para algumas editoras que controlam o mercado.
Não será preciso muito para gastar 40 contos em livros. Se juntarmos a isto o restante material escolar, digo que temos uma coisa bem montada. Agora multipliquem isso pelo número de filhos de cada casal.
Que educação e a que preço?
Continuo sem perceber quais são os critérios de adopção dos manuais escolares por cada uma das escolas.
Há tempos, fala-se em relações pouco claras entre médicos e o mercado farmaceutico.
Pergunto: não será de suspeitar do mesmo, em relação a este caso concreto?
E o papel do estado?

Hummm... tenho mostarda no nariz.

Publicado por Nuno Teixeira em 01:51 PM | Comentários (15)

setembro 04, 2006

Animais dentro de casa, vejam bem! Estou arrepiado

Para rir já que as lágrimas estão pela hora da morte.


Em tudo parecido com a realidade. EHEHEHEHE

Publicado por Nuno Teixeira em 01:48 PM | Comentários (7)

setembro 03, 2006

Novas tendências Dom Quixote - vote

Afinal o que se passa no futebol português?
O que é isso do caso Mateus que tanto se fala? O que pensa você sobre tudo isto?
As tendências Dom Quixote podem ajudar. Diga o que pensa e vote o que lhe vai na alma.

Publicado por Nuno Teixeira em 02:12 PM | Comentários (2)

setembro 01, 2006

Pensamento da noite

Não há destinos.
Somos nós que traçamos o nosso caminho sem que algo à partida nos esteja destinado.
O amor não justifica ter os olhos fechados nem esperar eternamente por um qualquer sinal.
Tenho saudades das palavras amigas de alguém que me dizia;
Se alguém tiver de ficar contigo, fica sem tu teres de aturar merdas. Quando se ama uma pessoa faz-se tudo o que está ao nosso alcance para ficar com essa pessoa.

Que peso pode ter apenas uma decisão na nossa vida? Não sabemos.
Sabemos apenas vivendo o presente.

São vidas deste lado do mundo que umas vezes se cruzam e o tempo pode afastar.

Publicado por Nuno Teixeira em 09:43 PM | Comentários (2)

As sugestões

[...]Mas depois? Que tinha ele ganho com tal deslocação? Que trouxera da viajem?
Nada, dir-se-á? Nada, seja, a não ser uma encantadora mulher que - por inverosímil que tal possa parecer - o tornou o mais feliz dos homens!
Na verdade, não daríamos, por menos do que isso, a volta ao mundo?"

Serve-me o final da obra de Júlio Verne, A volta ao Mundo em 80 Dias, para dizer apenas que tudo vale a pena quando a alma não é pequena.
O que proponho é também uma volta a vários mundos, porque todas as experiências são enriquecedoras.
Recomendo dois filmes completamente diferentes:
Pirata das Caraíbas - O Cofre do Homem Morto.
Vôo 93 - A história de um dos aviões desviado a 11 de Setembro que não chegou ao seu destino. Uma lição de coragem e longe das vedetas e dos focos de Hollywood.
Livros:
A História da Minha Máquina de Escrever, de Paul Auster das edições Asa.
O Homem que Julgou Morrer de Amor de Manuel Jorge Marmelo da Campo das Letras.
A Linguagem dos Ossos de Clea Koff da Quetzal Editores.

Bom fim de semana a todos.

Temos estradas
que não usamos.
Somos loucos.
Lindos e soltos voamos.


Publicado por Nuno Teixeira em 02:07 PM | Comentários (1)