julho 28, 2006

Praia

Detesto a praia durante o dia.
Adoro-a quando a noite faz dela o berço de boas recordações. De momentos prometidos mas no entanto nunca vividos.
Como diria o outro... é a vida.

Publicado por Nuno Teixeira em 03:20 PM | Comentários (0)

julho 25, 2006

Do outro lado do mundo

Os sonhos estão do o outro lado do mundo.
Olá mundo.

Somos lindos e soltos voamos.

Publicado por Nuno Teixeira em 10:40 PM | Comentários (5)

julho 18, 2006

Bom dia mundo. Até ao meu regresso

O principezinho atravessou o deserto e a única coisa que encontrou foi uma flor. Uma flor de três pétalas, uma florzita de nada...

(Antoine de Saint-Exupéry | O Principezinho)

Não é apenas uma florzita de nada. És a essência do meu mundo.

Hoje reparo orgulhoso que a verdade, a sinceridade e essa forma verdadeira de estar no mundo se pode confundir com magia.
E neste mesmo espaço onde se foram criando ilusões sem sentido, nasce a cada página essa vontade renovada de respirar ar puro, erguer o olhar para o céu e dizer-te que foi preciso fugir dos tremores do mundo para te encontrar aqui do mesmo lado do mundo. Do meu lado. Deste mesmo lado que apetece renascer e conquistar.
Não há barreiras contigo.

Sei que o tempo que nos separa é apenas isso. Tempo.
Quando voltares a ti, estaremos como sempre, embrulhados no sorriso um do outro e eu fascinado nos teus olhos verdes.
Levo o teu sorriso comigo. Até breve.

Um abraço de felicidades ao meu amigo grandalhão.
Parabéns. Afinal, as coisas acontecem. É uma magia imensa.
Chibitaaaa.

Até ao meu regresso.

Somos lindos.
Voamos para férias. Voamos para o mundo.

Publicado por Nuno Teixeira em 04:40 AM | Comentários (1)

julho 17, 2006

Better day

I` (really) walking on a better day.

Publicado por Nuno Teixeira em 08:27 PM | Comentários (0)

SUGESTÃO

Deixo-lhes uma sugestão;

A Cidade de Vidro de Paul Auster está um verdadeiro espectáculo.

Publicado por Nuno Teixeira em 07:29 PM | Comentários (0)

LATINIDADES

Nasceu Latinidades.

Um grande abraço para o meu grande amigo Cavaleiro Andante.
Farei uma visita diária ao Latinidades e na primeira oportunidade vou colocar aqui um link no Dom Quixote.

Visite você também em;

http://www.latinidade.blogspot.com/

Publicado por Nuno Teixeira em 01:19 PM | Comentários (0)

julho 16, 2006

AFINAL O POEMA ERAS TU

A única verdade.
Contigo tudo é possível. É ter o mundo na palma da mão.

Publicado por Nuno Teixeira em 02:41 AM | Comentários (1)

julho 12, 2006

E a vida segue dentro de momentos...

...aqui deste lado do mundo.

Publicado por Nuno Teixeira em 02:04 PM | Comentários (0)

julho 11, 2006

Eureka

Descobri hoje e depois de algumas reclamações que o layout do Dom Quixote está completamente desfigurado, a página aparece com fundo branco e a coluna do lado direito desceu para o fundo do blogue.
Eu ainda não tinha dado conta e por esse facto peço desculpas, mas a verdade é que isso só se passa com o internet explorer, porque se a página for aberta com o Firefox isso já não acontece.
Vamos tentar resolver esse problema o mais rápido possível.

Publicado por Nuno Teixeira em 02:40 PM | Comentários (1)

julho 10, 2006

Ponto Final (3)

Que simplicidade. Nunca pensei que o mundo e eu chegássemos a esse ponto de trigo.

Clarice Lispector, Onde estiveste de Noite


Há dias em que acordamos com a sensação de querer mudar o mundo.
Resta saber se a demência reside precisamente nesse facto ou na vontade inversa, na acomodação.
Dignos, enquanto inovamos por entre a selva global, insectos quando passamos apenas bem longe do sentido crítico;

[...] Que vale mais a pena esconder? As coisas raras e preciosas ou as que são vulgares e vis? Ficais calado? Se não tendes opinião, aquele provérbio grego responderá oir vós "deixar a ânfora à porta".

Erasmo, Elogio da loucura


Esta semana, escrevia-se por aí num tal diário de Coimbra que a cidade tinha sido invadida por um certo mau odor do qual, se desconhecia até à data de publicação, a sua proveniência.
Não é difícil descobrir, que a cidade tem alguns podres que é urgente eliminar. Pena que o total pague pelas partes.
Terminou ontem o Mundial de Futebol com uma victória da Selecção Italiana frente à Selecção Francesa de Futebol. Repito, victória da Selecção Italiana frente à Selecção Francesa de Futebol.
Muitos de nós esfregaram as mãos de contentes com a Victória da equipa italiana, uma forma de paga (mata mata) pelo facto da equipa Italiana nos ter ganho nas semi-finais.
A partir de determinada altura, havia alguma confusão aquilo que devia ser apenas uma prova desportiva e algumas questões, diria eu pendentes, entre Estados.
Desportivamente, a nossa Selecção, sob a batuta de Scolari. Politicamente, mais ou menos incorrecto, o povo sob a batuta de Scolari com a ajuda dos fazedores de emoções.
Não. Não somos um país tão pequeno em que possamos estar sempre a sacudir a água do nosso próprio capote. Perder e ficar de cabeça levantada é saber perder. Somos grandes. Somos um país enorme. perdemos dois jogos de futebol, e daí?
Não vai ser o futebol que vai resolver os grandes problemas com os quais nos debatemos, erros descarados dos sucessivos políticos deste país e também de nós próprios, que apenas vivemos de grandes emoções e pouca acção.
A pequenez sente-se nesse vulgar erro dos portugueses de atribuir a factores terceiros, o nosso mal desempenho.
Voltando ao desportivamente falando; quantos golos marcou a Selecção Portuguesa no mundial? Poucos. Quase tão poucos, quantas notícas importantes do país real, que os portugueses se aperceberam neste mês de Campeonato do Mundo.
Precisamos das alegrias do futebol, é certo. Mas precisamos cada vez mais de nós próprios na construção de uma vida melhor, sem as demagogias do costume.
Acho que vivemos na horizontalidade e ponto final.

Publicado por Nuno Teixeira em 04:25 PM | Comentários (5)

Bom dia mundo

Dizia uma personagem adorável, fanática devoradora de livros com muita graça enquanto examinava meticulosamente cada um dos exemplares antes de os meter no saco;

- Essas coisas do amor são como eu sempre digo. Ficam bem nos livros, cá na vida, olhe... digo sempre, foi um sopro que lhe deu.

Olhe que nem sempre, digo eu.

"...É porque, seja como for, nos degradamos, como sombras que se separam; tremendo como se conseguíssemos retirar todas as gralhas das nossas vidas, disse ela.
Bom, pelo menos, se isto não fere a realidade, oferece, de facto, à realidade um repouso bem merecido".


Russel Edson, "O Livro em Branco" in O Túnel

E toca a apagar a gralha(s) do amor, porque agora é mesmo a sério e voltar a amar sem medos é isso mesmo, escrever um livro sem gralha(s).


Bom dia mundo.
Voamos?

Publicado por Nuno Teixeira em 04:27 AM | Comentários (0)

Muito bom e assim assim

O projecto dos produtores franceses Marc Collin e Olivier Libaux está de volta e de novo em grande.
Bande a part é o novo dos Nouvelle Vague. O mesmo conceito de revisitar clássicos continua bem presente.
Algumas das faixas já me soam como parte de anúncios comerciais.
Também Sonic Youth estão de regresso com Rather Ripped. Parecem-me meios perdidos e não sei se foi apenas impressão minha mas a verdade é que me soa um pouco a coisa de uns canadianos que há bem pouco tempo me surpreenderam embora neste caso parece-me uma sonoridade mais rebuscada.

Publicado por Nuno Teixeira em 03:15 AM | Comentários (0)

Preciso me encontrar

Deixe-me ir, preciso andar
Vou por aí a procurar
Rir pra não chorar
Quero assistir ao sol nascer
Ver as águas dos rios correr
Ouvir os pássaros cantar
Eu quero nascer, quero viver
Deixe-me ir preciso andar
Vou por aí a procurar
Rir pra não chorar
Se alguém por mim perguntar
Diga que eu só vou voltar
Quando eu me encontrar
Quero assistir ao sol nascer
Ver as águas do rio correr
Ouvir os pássaros cantar
Eu quero nascer, quero viver
Deixe-me ir preciso andar
Vou por aí a procurar
Rir pra não chorar

Publicado por Nuno Teixeira em 01:28 AM | Comentários (0)

julho 08, 2006

Se calhar lá não se passa assim

Uma bela tarde na Silly Tv.


- Temos algum incêndio para hoje?
- Ainda não há nada de especial...
- Mas que chatice pá... é que isto do futebol está quase no fim. Por este andar ainda temos de dar conta do real estado do país. O pior é que qualquer dia ainda temos mesmo de fazer jornalismo.


Xiça.

Publicado por Nuno Teixeira em 01:50 PM | Comentários (0)

julho 07, 2006

Sugestões

O novo disco de Divine Comedy intitulado "Victory for the Comic Muse" já está nas lojas. Pelo que já ouvi, Neil Hannon, afasta-se um pouco da sonoridade de Absent Friends e este novo disco parece um retorno às sonoridades de Casanova.
Os livros.
A novíssima editora Objecto Cardíaco não me pára de surpreender. Até pelas capas dos livros...
Duas sugestões;
A Longa Blasfémia de Jorge Melícias e ainda Livro de Maldições de Valter Hugo Mãe.
A Minha Mulher, de Anton Tchekov da editora Quasi.
Mais um título que aborda a temática da comunicação da Editora Campo das Letras na sua colecção Campo dos Média. Comunicação e Jornalismo na Era da Informação com organização de Gustavo Cardoso e Rita Espanha.
Já sugeri aqui mas volto a fazê-lo;
Várias Vozes é uma aposta da Quasi com reunião de vários textos de Harold Pinter.
E para o final desejo que façam esse favor enorme de serem felizes.

Bom fim-de-semana.

Temos estradas
que não usamos
Somos loucos
Lindos e soltos voamos

Publicado por Nuno Teixeira em 02:37 PM | Comentários (0)

Ponto final (2)

Eis que surge mais um número da mais recente publicação de Coimbra.
Se lançarmos o passatempo "descubra as diferenças", do primeiro número para o segundo (ou se preferirmos para ambas as "edições 0"), podemos contatar que pouco ou nada mudou.
Deve reconhecer-se no entanto, que a paginação está muito mais aceitável.
Os conteúdos prefiro nem sequer comentar.
Afinal, por algum motivo, continuo a não ser adepto de de jornais como Tal & Qual ou revistas como a Maria.
Não parece que ninguém precise de "fazer a folha" à nova publicação de Coimbra, porque ao que parece serão as próprias folhas a ditar tamanha sentença.
Como diria o outro e porque nunca é demais recordar;

...M'ESPANTO ÀS VEZES , OUTRAS M'AVERGONHO ...

e... ponto final.

Publicado por Nuno Teixeira em 01:49 PM | Comentários (1)

Ponto final (1)

Portugal viveu através do futebol mais uma epopeia de alegrias e choros.
Quem diz que não sentiu a selecção, é porque de facto não é português ou então foi porque simplesmente, teria preocupações maiores dentro das quatro linhas da vida.
Eu não pertenço ao grupo maioritário de apoioantes de Scolari e muito menos dos seus métodos de lidar com a imagem do país. Respeito o seu trabalho mas ninguém lhe encomendou sermões sobre a humildade e a grandiosidade de uma nação perseguida.
Reconheço a Scolari e ao grupo de jogadores o mérito de terem brindado as pessoas com boas exibições, dando um colorido de festa a este rectângulo chamado Portugal, onde se joga ainda muito sem Fair-Play.
Aos teóricos da comunicação, aos idealistas da nossa praça, devia ser encomendado um estudo de como as televisões trataram a imagem da selecção portuguesa. De herois invencíveis a herois feridos e perseguidos e de cabeça levantada. Qual guerreiro que morre de pé no campo de batalha.
Ninguém gosta tanto da selecção como eu e como tal também sofro com ela mas nunca ao ponto de usar uma pala nos olhos e deixar-me levar a quente pelas imagens de "dor e sofrimento" que agora passam em alguns canais de televisão.Portugal foi mais uma vez prejudicado e visto dessa forma, eles de facto foram uns herois? E foram assim tão prejudicados, pergunto?
Esta campanha que agora se vive faz lembrar as imagens lava-cérebros da campanha dos soldados durantes a primeira guerra mundial.
Mas se de uma batalha se trata o futebol, desta feita, essa batalha entra em nossa casa e só acredita em publicidade quem quer.
O sonho não justifica tudo e... ponto final.

Publicado por Nuno Teixeira em 11:00 AM | Comentários (0)

julho 05, 2006

LUZ DO DIA

Atirei um punhado de pétalas sobre os teus seios.
Arranhada pela luz do dia, jazes petalisada.
Assim a tua pele imita o rubor, a cabeça
Roda em todos os sentidos, exibindo um massacre de flores.

Eu levo-te então das trevas até ao dia,
E pouso pétala sobre pétala

Harold Pinter

Uma das sugestões literárias, é a proposta da Quasi com "Várias Vozes" que reúne vários textos do nobel da literatura.
Fica este poema que aproveito para dedicar à pele branca e suave que faz corar as pétalas das flores de inveja.
Também tu és um livro que estou a gostar de folhear aos poucos.
És poesia no olhar.

Publicado por Nuno Teixeira em 03:35 PM | Comentários (0)

julho 01, 2006

Dom Quixote com vontade de Abraçar o mundo

O que significa quando a ansiedade nos bloqueia as palavras?
Acho que afinal a felicidade existe.
E como me deixa feliz, estar feliz.
Mais redundante ainda, é pensar como posso estar feliz e saber que a minha felicidade parte desse conceito de fazer alguém feliz.

É muito bom voltar a sonhar e desta vamos até ao fim do mundo.

Publicado por Nuno Teixeira em 11:39 AM | Comentários (6)