novembro 30, 2005

APAGÃO

Deu-se um apagão no Dom Quixote e como tal estamos às escuras de imagens mas não de conteúdos.

Publicado por Nuno Teixeira em 01:11 PM | Comentários (2)

novembro 29, 2005

Crianças que somos e que voamos

Esta é a voz escrita da vontade e o sol brilha na terra sempre que o homem quiser.
Não importa o que tão de surreal tenham os nossos sonhos desde que os pintemos nessa tela de palavras soltas.
Eu já amei um dia. E vocês?
Eu joguei à cabra-cega ao apanha e ao agarra e não cresci nesse pequeno entretanto.
Nem que se desfaçam mil sóis e que seja anunciada uma guerra química de proporções dantescas, aqui ficarei deste lado a brincar com os brinquedos reais do meu mundo e com a vontade de amar e ser amado numa ilha que eu inventei.
São assim as crianças como eu.
Sorriem de tudo e olham com indiferença as coisas menores da vida.
São assim as crianças que preferem viver a felicidade.
Voamos?

Publicado por Nuno Teixeira em 01:54 PM | Comentários (6)

novembro 28, 2005

Na rua, na chuva...

Mais um dia rumo ao mundo.
De novo a percorrer a velha caixa de música, gostava de ouvi-las todas e desenhar no céu um pedaço de sol e a verdade é que consegui.
É essa a magia da música.
E quando não houver mais estrada para andar, voamos... cada vez mais alto.

Hyldon

Não estou disposto
A esquecer seu rosto de vez
E acho que é tão normal
Dizem que sou louco
Por eu ter um gosto assim
Gostar de quem não gosta de mim
Jogue suas mãos para o céu
E agradeça se acaso tiver
Alguém que você gostaria que
Estivesse sempre com você
Na rua, na chuva, na fazenda
Ou numa casinha de sapê
Jogue suas mãos para o céu
E agradeça se acaso tiver
Alguém que você gostaria que
Estivesse sempre com você
Na rua, na chuva, na fazenda
Ou numa casinha de sapê
Não estou disposto
A esquecer seu rosto de vez
E acho que é tão normal
Dizem que sou louco
Por eu ter um gosto assim
Gostar de quem não gosta de mim
Jogue suas mãos para o céu
E agradeça se acaso tiver
Alguém que você gostaria que
Estivesse sempre com você
Na rua, na chuva, na fazenda
Ou numa casinha de sapê
Jogue suas mãos para o céu
E agradeça se acaso tiver
Alguém que você gostaria que
Estivesse sempre com você
Na rua, na chuva, na fazenda
Ou numa casinha de sapê
Jogue suas mãos para o céu
E agradeça se acaso tiver
Alguém que você gostaria que
Estivesse sempre com você
Na rua, na chuva, na fazenda
Ou numa casinha de sapê

Publicado por Nuno Teixeira em 01:03 PM | Comentários (6)

novembro 26, 2005

COM X COISAS PARA DIZER

A vida também pode ser uma equação simples onde a incógnita se transforma num resultado de cumplicidade.
X é a resposta especial para uma pessoa especial.
X é a surpresa do outono.
Voamos?

Publicado por Nuno Teixeira em 04:09 AM | Comentários (4)

novembro 25, 2005

Notas

Olá mundo.
Há novas tendências Dom Quixote.
Participe.
Deixo ainda uma sugestão Quixotesca.
Hoje à noite no canal 2 da RTP vai passar a primeira parte de um documentário sobre esta obra de Cervantes.

Publicado por Nuno Teixeira em 05:21 PM | Comentários (5)

Sugestões de fim-de-semana

Bom dia mundo
Perguntaram-me um dia. O que procuramos todos? Felicidade, supostamente, era a resposta lógica.
O que varia então? O conceito de felicidade que é assim tão indefinido?
Pergunto se a felicidade não se encontra num livro que lemos, numa música que escutamos, numa palavra num gesto nosso para com alguém que promova a felicidade ou a mesma palavra e gesto para connosco. Um momento efémero é felicidade. É feliz o sorriso de alguém desconhecido que se cruza connosco na parafernália cidade dos nossos dias.
Para onde caminha a felicidade se esta não for apenas e tão só baseada nas pequenas coisas que transformam o nosso sorriso interior em algo grandioso?
Antes de sugerir alguma coisa para este fim-de-semana, alerto-os para a possibiladade de a felicidade poder cruzar-se convosco na rua ou que vos bata directamente à porta de casa, sem que possam reparar. Atentos a todas as pequenas belas coisas que fazem grande o nosso mundo.
Tenho recebido algumas boas sugestões durante esta semana e que agradeço desde já a todos quantos mandaram sugestões para o e-mail como os que as deixaram bem pintadas na parede deste blog.
Vamos à música.
Hoje pelas 21h.30 no Teatro Académico Gil Vicente podem ouvir Rodrigo Leão e o músico (de expressão minimalista) italiano Ludovico Einaudi.
O último trabalho de Einaudi, "Una Mattina", foi recentemente nomeado para um prémio atribuído pela revista britânica Gramophone. Fica a curiosidade de a música de Einaudi (para quem não conhece), ser a banda sonora da campanha do novo carro da BMW.
Rodrigo Leão e Ludovico Einaudi interpretam em cumplicidade, esta noite no TAGV em Coimbra, as suas obras musicais.
Duas boas estreias em Lisboa na aula magna a partir das 21h.30.
Noite jazz com Paula Oliveira e Bernardo Moreira que apresentam "Lisboa que Adormece" (uma das minhas sugestões da semana passada).
Jacinta estreia ao vivo o novo "Daydream", acompanhada pela banda com que o gravou, que tem na formação e como líder o saxofonista norte-americano Greg Osby.
Ainda uma palavra para o disco "Lisboa que adormece". Nota máxima.
Outra estreia em disco a solo. Teresa Salgueiro dos Madredeus, com o trabalho "Obrigado!". O disco contém participações de outros artistas, gravados entre 1990 e 2005. O Orfeão Dr. Edmundo Machado de Oliveira, Carlos Maria Trindade, Jah Wobble, Angelo Branduardi, Carlos Nuñez e Zeca Baleiro estão entre os participantes.
Em relação à música, quero ainda referir que alguém muito especial me apresentou um nome que começa a ser uma referência para mim. Chambao é o grupo responsável pelo criação do flamenco-chill.
O novo disco chama-se Pokito a poko. Ouvi ainda muito pouco mas gostei do que ouvi.
E agora as leituras.
Quero começar pelo livro de Paulo Querido que é o principal responsável pela criação da Weblog Portugal e com isso ter criado as condições para o nascimento deste espaço onde escrevo.
O livro que tem edição Centro.Atlantico.pt, dá pelo nome de "Amizades virtuais, paixões reais".
Paulo Querido mostra o caminho para a nova realidade que as novas tecnologias nos oferecem através de um sms, blogues, chats, etc. Encontros virtuais que favorecem a aproximação de pessoas e de informação. O livro dá a resposta de como é possível participar como participar nesses espaços.
Deixo mais uma sugestão.
"Amor é Prosa, Sexo é Poesia" de Arnaldo Jabor. Bastante crítico ao mundo actual que vê apenas baseado no poder e na fama. Afinal ninguém gosta de perder, mas Jabor ainda acredita que o amor vai mais longe que tudo o resto. Um livro da Editora Palavra.
E com uma palavra de amor me despeço das habituais sugestões de fim-de-semana. Conto como sempre com a vossa participação e contribuição.
Voltarei mais tarde à vossa companhia para inaugurar mais uma saudável Poll de tendências Dom Quixote.
Aqui deste lado do mundo, envio uma saudação para gente que quer voar e que entende esse sonho válido.
Não mudamos de assinatura mas juntos podemos gritar de mãos bem erguidas ao céu.
Somos lindos. Soltos voamos.

Publicado por Nuno Teixeira em 04:49 AM | Comentários (2)

novembro 23, 2005

Mundo

Bom dia mundo.
Voamos ou inovamos? Mudamos de assinatura?

Publicado por Nuno Teixeira em 11:25 AM | Comentários (3)

novembro 22, 2005

vontade de amar

Vontade de voltar a amar
Com todos os inversos, reversos, sobressaltos, sonhos, cumplicidades, versos, sorrisos, verdades.
Vontade de te amar aqui ou em qualquer lugar.
Vontade de reconquistar.
Querer-te amar sem deixar de seduzir, sem desistir, sem te deixar desistir... sem fugir.
Vontade de te amar com vontade de conquistar...
Aqui, na surpresa de um luar.

Publicado por Nuno Teixeira em 04:37 PM | Comentários (3)

tendências

Novas tendências Dom Quixote.
Vote.
Faça a diferença.

Publicado por Nuno Teixeira em 01:11 PM | Comentários (0)

novembro 21, 2005

METAMORFOSE AMBULANTE

Nestes dias de recordações musicais (quando abro o caixote de melodias), saltou-me de novo o som de Raúl Seixas.
É por isso que a música é cada vez mais um estado de alma.
Ainda actual esse poema com sotaque. Essa metamorfose ambulante. Lindo.

Prefiro ser
Essa metamorfose ambulante
Eu prefiro ser
Essa metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo


Eu quero dizer
Agora o oposto do que eu disse antes
Eu prefiro ser
Essa metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo

Sobre o que é o amor,
Sobre o que eu nem sei quem sou,
Se hoje eu sou estrela,
Amanhã já se apagou,

Se hoje eu te odeio,
Amanha lhe tenho amor, lhe tenho amor,
Lhe tenho horror, lhe faço amor,
Eu sou um actor

É chato chegar,
A um objectivo num instante
Eu quero viver nessa metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo

Sobre o que é o amor,
Sobre o que eu não sei quem sou,
Se hoje eu sou estrela,
Amanha já se apagou,

Se hoje eu te odeio
Amanha lhe tenho amor, lhe tenho amor
Lhe tenho horror, lhe faço amor
Eu sou um actor

Eu vou dizer,
Aquilo tudo que lhes disse antes,
Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante,
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo.

Publicado por Nuno Teixeira em 06:48 PM | Comentários (741)

Um fim de tarde

Peguei num lápis e desenhei com palavras o meu trajecto pela cidade.
Escrevi nas paredes cinzentas erguidas pela côr do céu, montanhas de melodias.
Escrevi para que pudesses percorrer o meu caminho com os teus finos dedos brancos. No teu sorriso a vontade de amar um dia os sonhos de um império de poemas que saltaram desta muralha rumo ao vulgar dos dias.
Mas um dia de novas melodias nunca é vulgar.
É deste lado do mundo que desenho as palavras esquecidas numa velha folha de papel que transportei para as ruas frias começam a encher-se de paixão.
E quando tiver pintado todas as paredes da cidade, vou distribuir o meu manifesto de mão em mão. Em cada praça, em cada rua, a cada um dos rostos.
Espalharei no céu serpentinas de palavras de amor, para que afinal possas saber, que o amor é um espectáculo tão enorme, capaz de pintar de alegria e magia uma cidade cinzenta que começa a acolher estes dias frios.
Bom fim-de-tarde. Bons sons de piano.
Boa vontade de se amar. Voamos?

Publicado por Nuno Teixeira em 06:24 PM | Comentários (74)

Obras

Ora vivam meus amigos.
Como já repararam o blog continua em obras o que faz lembrar a casa da música no Porto menos o buraco orçamental. Equação simples para lhes explicar o repentino desaparecimento da coluna do lado direito para a cauda do blog.
Pedimos desculpa pelos transtornos de navegação e retomaremos à normalidade assim que for possível.
Apesar das obras, os conteúdos deste blog vão continuar a funcionar dentro da normalidade.

Publicado por Nuno Teixeira em 02:18 PM | Comentários (7)

novembro 18, 2005

Sugestões

Hoje acordei ao som de "O monstro precisa de amigos" e fez-me perceber o quanto me faz falta o envolvimento directo com a música. Com a intensidade e com o clima mágico que ela liberta, tanto nos espectáculos ao vivo como inclusive quando simplesmente se trabalha com a música.
Tudo isso também é amor. Mas por vezes apetece "virar o amor para dentro, falo de um amor para dentro...".
Vamos às sugestões. E começamos pelas leituras.
Das publicações Dom Quixote "D´este viver aqui neste papel descripto - cartas de guerra de António Lobo Antunes" com organização e Maria José Lobo Antunes e Joana Lobo Antunes.
Três boas prendas a pensar já no natal:
"Portugal - uma janela para o mundo", é um albúm do melhor do nosso Portugal, dividido em Distritos e é uma edição Quidnovi. Também da mesma editora, "Caves d´ouro - o património do Vinho do Porto".
"1001 filmes para ver antes de morrer" já vai na segunda edição actualizada e mais não é do que um catálogo detalhado dos grandes filmes. Pode pôr-se eventualmente em causa algumas escolhas mas a verdade é que está muito bom.
Organização de Steven Jay Schneider e com edição da Dinalivro.
Agora duas sugestões musicais.
"Lisboa que adormece" de Paula Oliveira & Bernardo Moreira. Duas palavras. Intenso e mágico. Excelente companhia. É lindíssimo.
Outra sugestão é Seu Jorge com o disco "Cru".
Ritmos do Brasil com cheirinho a uma sonoridade urbana (eu acho que aparenta ter umas influências urbanas americanas).
E é tudo por hoje quanto a sugestões.
Deixem as vossas.
Falo de um amar para dentro mas amem para fora e façam alguém feliz.
Somos lindos e soltos voamos.

Publicado por Nuno Teixeira em 02:23 PM | Comentários (3)

...

Hoje é dia de sugestões de fim-de-semana por isso apelo também que participem e que tragam até nós algumas novidades.
Voltarei mais tarde com duas mãos cheias de palavras e melodias.
Com o desejo enorme que sejam felizes.
Até logo. Voamos?

Publicado por Nuno Teixeira em 12:02 PM | Comentários (0)

novembro 17, 2005

...

Boa tarde mundo.
Vamos voar ao infinito.

Publicado por Nuno Teixeira em 03:43 PM | Comentários (4)

novembro 15, 2005

Don Quijote de Welles

Estreou nas salas de cinema de Lisboa e Porto o filme Don Quijote de Orson Welles. Que mais não é do que uma visão Welles, da obra de Cervantes. Quixote e o fiel Sancho viajam pela Espanha no ano de 1960 (data complicada) e retratam de algum modo as tradições e costumes onde se destacam as corridas de touros que eram uma das paixões de Welles, aliás, como todo o país vizinho.
O filme conta com as interpretações de Reiguera e Tamiroff e ainda a aparição de Welles em algumas cenas.
A não perder

Publicado por Nuno Teixeira em 12:46 PM | Comentários (2)

novembro 14, 2005

ON THE NIGHT

Nesta madrugada... por vezes a TV tem destas coisas.
Quase que poderia voltar a escrever o meu passado ao som de algo que já não se ouve neste contexto temporal.
Ao chegarem pela calada da noite os acordes de "Loca Hero", viajo. Viajo até aos momentos em que cresci e me deslumbrei. Mas sem associar a recordações, escrevo apenas o que me suscita de imediato.
Momentos e partilhas. Fico feliz em saber que me lembro deles e que os recordo com saudade. Não me preocupo se mais alguém deste ou do outro lado do mundo os sente e os recorda numa qualquer madrugada.
Por vezes as partilhas passam a ser uma emoção da nossa exclusividade e se não a tratarmos bem, quem a tratará? Quem a esqueceu?
Podia voltar a escrever a minha vida. Mas para quê?
Até o que é bom e mau se tranforma no se respectivo oposto.
Tal como o irónico. Como o teatral que vive em nós em cada disputa de tempo neste dia-a-dia.
Aproveitamos também a estupidez e transformamos, ironicamente, em criatividade. É o branding aplicado às emoções. Em duas ou três dezenas de linhas podemos ter milhões de respostas, de conteúdos, de sentimentos, chamamentos e de emoções.
Bom dia mundo.

Publicado por Nuno Teixeira em 03:04 AM | Comentários (14)

novembro 11, 2005

Pensamento do dia

Aqui deste lado do mundo, fazemos estradas de palavras e trocamos suspiros.
Daqui a pouco segue um final de tarde com sabor ao frio de inverno.
Esperamos pela alegria de uma surpresa enquanto rumamos ao nossos lares.
Esperamos ver chegar o amor numa qualquer esquina da cidade.
Sonhamos um pouco e tudo isso nos faz encolher os ombros soltar um sorriso.
Não há mal nenhum nos primeiros frios que anunciam o inverno.
O dia segue dentro de momentos. Depois segue-se a noite. E mais um dia, e outro...
Aqui deste lado do mundo, avançamos com sonhos.
Voamos?

Publicado por Nuno Teixeira em 03:43 PM | Comentários (0)

novembro 10, 2005

Sugestões de Fim-de-semana

Aqui estamos de novo.
Partimos para fim-de-semana. Para uns o descanso, para outros, como eu, o fim-de-semana apenas tem o nome porque o trabalho impõe-se ao lazer. Paciência.
Deixo desde já as minhas sugestões para este fim-de-semana que se aproxima.
Começamos pelo teatro.
O Teatro Académico Gil Vicente em Coimbra recebe Sábado dia 12 pelas 21h:30, a peça "A partilha" da autoria de Miguel Falabella com encenação de Miguel Falabella e Joaquim Monchique e com elenco feminino de Teresa Guilherme, Rita Salema, Cristina Cavalinhos e Patrícia Tavares.
Quanto ao mundo da música.
Entre os discos que vou ouvindo e os que me são também recomendados, aqui ficam alguns.
Saúdam-se os regressos de Depeche Mode com "Playing the angel" bem como
Echo and The Bunnymen com o disco "Siberia".
Nomes que fazem parte do meu crescimento.
Quanto aos livros.
Devo referir que esta altura começa a ser difícil poder ler tudo o que sai, salientando o facto, que nesse tudo há sempre uma triagem a fazer porque sabemos o que significa a aproximação do natal.
Ainda assim, começo com um guia para quem gosta de vinhos.
"Vinhos de Portugal 2006" é o catálogo de vinhos e produtores, reunidos por João Paulo Martins e com a marca da Dom Quixote.
"Nada" é um história que se passa na cidade de Barcelona onde a personagem principal procura a sua maturidade enquanto ao mesmo tempo tenta descobrir os encantos da cidade de Barcelona. Um livro de Carmen Laforet com o carimbp da Cavalo de Ferro.
Mais um livro que foca a época da globalização e tudo aquilo que ela acarreta. "Guerra de Informação: Perspectivas de Segurança e Competitividade" de José António H. Dinis das Edições Silabo.
Uma história de amor para o final da bem conhecida Maggie O' Farrell. "Incertezas do Coração" conta a história de uma mulher que tenta combater a presença e a marca de um amor antigo que subsiste no mundo do homem pelo qual se apaixonou. Um livro da Editorial Presença.
Nada como começar bem o dia de forma alegre com notícias que poderiam bem ser verdade. "O inimígo Público" é sem dúvida um ingrediente especial da minha Sexta-Feira.
Foi-me sugerido por um amigo, via e-mail, um site muito útil para todos os que procuram manter-se informados. O site Today`s Front Pages apresenta as páginas de alguns jornais diários de todos os países do mundo. Veja aqui este site
É tudo quanto às minhas sugestões. Deixo aqui o e-mail do blogue visto que andamos em obras novamente;
nquixote@sapo.pt
Voltarei mais tarde ao vosso convívio mas desejo desde já o excelente fim-de-semana.
Não se esqueçam de dar um pouco de vós. Não se esqueçam de amar e de ser felizes e não se esqueçam também de fazer alguém feliz. Isso é também importante.
Soltos e livres. Deste lado do mundo ao encontro dos dias que correm enquanto houver estrada ou então... voamos?

Publicado por Nuno Teixeira em 11:19 PM | Comentários (0)

Marketing de mercearia? Não obrigado. (PARTE II)

Estranho.
É o mínimo que se pode dizer da relação entre as grandes empresas e os órgãos de comunicação social.
Disse-me um passarinho que um grande grupo português gastou mais de dois milhões de euros para mudar a imagem de uma cadeia de hipermercados.
Todos sabemos que se tenta puxar a brasa à sua sardinha mas ao que chegamos quando um jornal "publica de graça" a campanha como se de uma notícia se tratasse?
Será que esses hipermercados deixariam colocar à borla uma banca com jornais em espaço a escolher?
Bom.
Quero falar sobre a motivação de equipas e a importância que isso tem para ganhar e gostava de saber a vossa opinião sobre isso.
A minha é a seguinte; a motivação vai exactamente pela adopção de uma imagem forte do lider da equipa.
Por exemplo, não é preciso gostarem de nós, é preciso que nos levem a sério e que respeitem a nossa posição. Nem que para isso tenhamos de mudar a imagem que temos perante os outros.
De que vale ter um lider amigo das pessoas se estas depois não o respeitam?
E já agora de que vale ter um lider arrogante se as pessoas não cumprem com os objectivos por acharem que não merece?
O equilibrio de forças é muito importante na minha opinião e quando o lider perde o respeito das pessoas é a morte certa da equipa.
Para isso não é preciso deixar de ser humano mas concordo que é preciso ter uma certa coerência, posicionamento e acima de tudo ser visto com respeito e não com medo.
E o que pensam vocês da motivação?
Amor e metodologia.
Até já mundo.

Publicado por Nuno Teixeira em 06:40 PM | Comentários (0)

novembro 08, 2005

Bom dia

O mundo pula e avança.
Hoje aqui, amanhã acolá.
Estamos mais além.
Desejo um dia radioso.
Tenho um boa nova;
Sinto e vivo o meu mundo. Voamos?

Publicado por Nuno Teixeira em 02:07 AM | Comentários (5)

novembro 07, 2005

"Paixão, amor & Sexo" e algum humor à mistura

Tive conhecimento ontem através de uma notícia do Diário de Coimbra da participação de Allen Gomes ontem nas Jornadas de Estudos de Reprodução.
Para o autor do livro "Paixão, Amor & Sexo", todo o amor tem princípio, uma continuidade e um fim. O amor à primeira vista só pode ser sexo. A fidelidade é o ingrediente mais excitante de uma relação.
Ideias base de Allen Gomes que avança ainda, que apesar de vivermos num tempo de "monogamia seriada", somos fieis a "um amor de cada vez".
No entanto o sexólogo tem uma outra afrmação que recebe toda a minha humilde aprovação enquanto ser vivo deste planeta. Refere Francisco Allen Gomes que "homens e mulheres têm tendência natural em atrair-se por homens e mulheres enigmáticas e a paixão ou o amor têm tendência a desvanecer-se sempre que o outro passa a ser uma pessoa conhecida". Para Allen Gomes "enamoramo-nos ou casamos com o inimigo e escolhemos para cônjugues e amantes aqueles que nunca escolheríamos para amigos."
Não posso deixar de concordar inteiramente com esta ideia. Todas as pessoas procuram um objectivo máximo. A felicidade. No entanto somos arrastados mais pela ideia do desconhecido, o que quase sempre acaba por dar mau resultado.
No entanto considero que uma relação entre duas pessoas tem de manter a "chama acesa". Considero que as pessoas só têm a ganhar se forem dotadas de alguma imaginação, muito humor e claro, muito empenho.
A mesma pessoa por quem nos apaixonamos (que seja misteriosa, bem humorada ou inteligente, etc), continua lá. O que se perde então? Na minha opinião perde-se o interesse quando uma das pessoas da relação pensa que já explorou tudo e não há mais nada de novo.
Eu no entanto continuo a partilhar de uma ideia própria. A nossa "companhia" (namorada, amante, etc), tem de traduzir-se também na nossa melhor amiga e isso é mais complexo do que se possa pensar.
Existem milhões de definições de amor. Eu continuo também a partilhar da minha.
O amor não é um sentimento mas antes, um conjunto de vários sentimentos e outros itens orientados para a construção da felicidade.
No amor convivem a devoção, o humor, a motivação, a metodologia, a tristeza a alegria, a amizade e muitos outros.
O amor é para mim a arma mais forte que pode ser utilizada em todos os campos do saber. Vai para além de uma relação entre duas pessoas. O amor é aplicado no trabalho. Amor é o que damos de nós e que leva os outros a corresponder com uma atitude.
Acho que os homens da publicidade e do marketing já devem ter percebido isso muito bem.
Qualquer bom líder, também na minha opinião, deve entender o amor como poderosa arma.
Como eu costumo dizer ultimamente; "vamos fazer isso com amor e metodologia".
Quanto aos namorados e casais entendam que uma relação é feita de construção e nunca de abandono, porque se assim for vão andar sempre a saltar de pessoa em pessoa à procura desse ingrediente misterioso que nos conquista mas que afinal e como diz Allen Gomes, podemos acabar por ficar com o inimigo. Quantos e quantas que eu conheço, que saltaram cedo de mais de uma relação onde não encontravam um "clic" (termo muito na moda) mas que mais tarde se arrependem por sentirem falta de algo mais forte que esse tal clic misterioso e enigmático que encontramos superficialmente nas pessoas e que nos conquista não consegue satisfazer. Se pensarmos bem, qualquer pessoa consegue fazer passar essa imagem (enigmática) mas depois o que resta ao final de algum tempo se não houver especialmente uma cumplicidade e amizade?
Deitem-se com o amigo e nunca com o inimigo e não se esqueçam que o amor é feito todos os dias, a todo o momento na construção de duas pessoas que convivem para a felicidade.
Vamo fazer isso com amor e metodologia? E já agora com a alegria do momento? Vamos motivar.
Bom dia mundo. Soltos amamos.

Publicado por Nuno Teixeira em 01:52 PM | Comentários (6)

novembro 04, 2005

SUGESTÕES

Estou com alguma falta de tempo e portanto vou apenas recomendar três propostas de leitura.
"Multidão - Guerra e democracia na era do império". Um livro com co-autoria de Michael Hardt e Antonio Negri. Uma obra que foca a extensão da democracia a uma escala global.
"E como eram as ligas de Madame Bovary", um livro de Francisco Umbral que retrata de forma irónica algumas personagens bem conhecidas do nosso mundo. Simplesmente anedótico... recomendo vivamente. Ambos os livros são da Campo das Letras.
Este não será grande novidade e eu sou sincero, pois não sou grande apreciador do autor mas reconheço a sua enorme contribuição para a literatura mundial.
"As intermitências da morte". É o regresso do prémio nobel Saramago pela mão da Caminho.
Façam o favor de ser felizes e se tiverem boas sugestões e mais tempo que eu, façam o favor.
Soltos voamos para fim-de-semana.

Publicado por Nuno Teixeira em 03:00 PM | Comentários (2)

novembro 02, 2005

Marketing de mercearia? Não obrigado. (PARTE I)

Nestes últimos dias tenho reflectido bastante sobre como as pequenas e médias empresas gerem os seus activos.
Como estas gerem o seu posicionamento no mercado e como em alturas de crise, conseguem combater (ou não), as dificuldades económicas através da gestão dos recursos disponíveis e de... alguma originalidade.
É nestas alturas (crise) que as empresas pensam, "vamos cortar despesas" ou, "marketing? publicidade? isso só serve para ter mais despesas... ninguém liga aos anúncios".
Frases deste género simbolizam apenas muito do que por aí se ouve.
Absurdo.
Os erros são comuns à maior parte das empresas por onde passei. Ausência de políticas estruturadas e voltadas para si mesmas, pensando que o mercado ainda é uma mercearia da esquina em que os consumidores gastam o seu dinheiro pelos lindos olhos do "Sr. Chico Zé simpático".
A ausência de uma "direcção" ou então a prática de um "marketing caseiro", leva algumas empresas a ficarem irremediavelmente perdidas num mercado cada vez mais agressivo.
Algumas dessas empresas cometem um erro quase comum:
"Se a empresa X (empresa X é uma grande empresa com recursos superiores), faz assim, nós temos de fazer igual".
Estupidez. A imitação é a desgraça do artista. A diferenciação continua a ser a maior arma da empresa.
Como eu sempre digo, há sempre qualquer coisa que nós temos e eles (os outros) não têm.
Algumas empresas que ao longo dos anos ganharam algum "nome" no mercado, cometem agora a estupidez de pensar que o sucesso está garantido e então basta apenas lançar novos produtos ou serviços porque as pessoas já reconhecem o nome e logo, vão comprar... as pessoas confiam.... Será?
Lançar um novo produto deve obedecer à lógica de que as pessoas estão a exigir esse produto porque ele não existe com X qualidades no mercado.
Logo, será talvez, melhor maximizar os activos e continuar a potencializar a venda de um produto (esse sim) que tem sido um sucesso e deixar quando as pessoas deixarem de o comprar.
Mas há quem pense que interessa é lembrar que o nome está vivo ao lançar novos produtos que acabam por se sobrepôr aos activos existentes.
Tenho um exemplo que apesar de poder fugir um pouco (não muito) ao tema acima referido, pode ajudar a perceber a minha ideia;
Trabalhei numa estação de rádio que tinha algum dinheiro para gastar. Eles resolveram investir esse dinheiro para expandir o sinal de emissão da rádio mas no entanto a programação e informação da rádio, além de escassa era de qualidade duvidosa.
Eu perguntei se a rádio pretendia levar a desgraça franciscana mais longe, porque era disso mesmo que se tratava. Eles quiseram crescer de fora para dentro. Chegam mais longe mas isso não resultou em aumento de audiências. Se calhar até pelo contrário. Neste momento ainda levam a desgraça mais longe.
Voltando ao nome. Nenhum "nome" está garantido. Isso até acontece connosco individualmente, nas nossas profissões. Hoje estamos lá em cima, amanhã estamos cá em baixo se não reagirmos às mudanças e exigências.
O nome não garante venda da marca.
Pergunto-me de que vale uma empresa gastar tempo, recursos (dinheiro), em publicidade que eu identifico de "estupidamente descontextualizadas";
"Será que o nosso cliente vai ver esse anúncio? Ele vai estar nesse grupo de pessoas (que lê esse jornal, ouve essa rádio, vê esse canal de Tv) e será que esse grupo de pessoas são futuros clientes?"
Para mim interessa, antes de mais, garantir os meus clientes. Isto pode não parecer nada de novo para vocês, realmente não deve ser.
Todo o ser coerente deve estar a pensar que estou a ser redundante ou que inventei a pólvora.
Mas porque será que continuamos a assistir ao inverso de tudo isto?
Primeiro maximizar os activos.
Não interessa, muitas das vezes, "espalhar a notícia" nos média com "grande nome na praça", se isso não garante vendas.
Vamos "espalhar a notícia" onde estiver o nosso cliente. Vamos para os meios de informação especializados ou regionais. Académicos se for o caso.
Mas antes disso. Será que a nossa casa já entendeu a mensagem que queremos passar? Não serão os funcionários da casa os primeiros mensageiros da empresa? Não serão eles os primeiros "publicitários"?
Na minha opinião, é muito mais importante a percepção que os funcionários têm do nosso produto ou serviço do que um anúncio elaborado e muito criativo que passa na rádio ou tv.
Alguns desses anúncios, constituem antes, uma massagem ao ego dos criativos mas não se reflecte nas vendas, porque nem toda a gente tem a mesma percepção que eles (criativos).
Além disso há sempre o problema de identificação da marca com a imagem da campanha. Anúncio criativo sim, mas será eficiente?
Quantas vezes já tivemos aquela conversa com o amigo no café;
"Já viste aquele anúncio novo que passa na Tv?"
"Sim... está espectacular. Mas qual é o produto afinal?"
Imagem e percepção.
Mas voltando mais acima, o trabalho publicitário (vamos chamar-lhe assim), começa em casa com os funcionários. Eles espalham a mensagem, são os primeiros e convém que "saibam a lição" porque se eles não souberem transmitir ao cliente, logo este não vai perceber que a nossa marca é melhor (e porque é melhor) e então só ficamos com o nome. O tal nome que referi em cima... e como já referi, o nome só, não vende. Então ficamos com o nome e pouco mais que um simbolo (logotipo).
É uma embalagem sem conteúdo. Nome não é marca.

Publicado por Nuno Teixeira em 06:01 PM | Comentários (13)

De volta

Aqui estamos de novo.
Nossos olhos cruzam-se por entre um punhado de palavras.
Dom Quixote antecipa o seu regresso em um dia para voltar ao convívio dos amigos que se cruzam aqui nestas folhas digitais de paixão.
Conto também com o vosso regresso. Juntos vamos erguer de novo o acampamento, trocar estratégias de amor e promover a luta diária por esses campos de guerra injusta.
Estamos de volta.
Somos lindos e soltos gritamos.

Publicado por Nuno Teixeira em 01:25 PM | Comentários (1)