dezembro 23, 2004

Bom ano

Não devo voltar a escrever mais nada até ao final deste ano, por isso mesmo antes que o tráfego excessivo se apodere de todas as redes, quero desejar as boas festas do costume.
Palavras e poemas felizes, sorrisos com forte odor a mundo vivo e feliz.
Que a vossa passagem de ano seja tão louca como a minha, passada na companhia habitual dos amigos.
Ainda havemos de encontrar-nos por aí. Numa qualquer esquina da cidade, envoltos em palavras renovadas.
A todos os amigos do Dom Quixote. Bom ano.
Somos Lindos. Soltos Voamos.

Publicado por Nuno Teixeira em 03:12 PM | Comentários (3)

Allegory of an American Christmas


DALI | Allegory of an American Christmas, 1943

Publicado por Nuno Teixeira em 03:06 PM | Comentários (0)

dezembro 22, 2004

Return


Magritte | The return

Não houve!? Já não há.

Publicado por Nuno Teixeira em 02:40 AM | Comentários (0)

...apetecia deitar tudo para o lixo ou queimar tudo logo ali num acesso de raiva que dura a eternidade de 5 segundos. Uma fracção onde se escolhe a lembrança das horas amargas ou a esperança dos bons momentos. Sacudido pela última lágrima que agora não consegue sequer brilhar, voltei a guardar na gaveta os textos e a magia de um olhar.
Aparentemente mais calmo levitei breves minutos sobre a cama. Contrariado pelos pensamentos da razão, voltei a levantar-me, dirigi-me aos velhos manuscritos de amor e deitei-lhes fogo.
O teu sorriso ardeu junto com as palavras contrariadas e apelidadas de obsessivas. Ficou ainda o raio de qualquer coisa que chove sempre sem hora marcada...
Um amor que não se apaga. Arde mas não se apaga. Não se desfaz em cinzas.

Publicado por Nuno Teixeira em 02:09 AM | Comentários (0)

dezembro 21, 2004

...

Há pessoas que jamais chegam lá. São os espertos do planeta
Ficam-se apenas pela mediocridade dos dias. A segredar nos bastidores, a manipular o outro sexo... porque é fácil manipular-se. Vivemos disto. Da inutilidade dos dias.
Serei eu um simples alucinado!?
A estação das vacas gordas acabou (e tanto que dava que falar essas vacas gordas)
Mas dentro dessa mediocridade, resta a boa consciência.

Publicado por Nuno Teixeira em 02:14 AM | Comentários (0)

dezembro 20, 2004

Madrugadas

Hoje. Aqui.
Um madrugada íntima com a música. Um olhar para o passado. Uma viagem ao som de guitarras e violinos. Os traços acentuados de um velho vinyl. Uma chuva envolvente no cair da madrugada.
Gostava de chorar mas não consigo arrecadar uma lágrima que seja no punho da camisa.
Conto às paredes que me rodeiam as estórias de enganos e desenganos.
Entre um punhado de cigarros, um teclado e duas mãos de melodias...
eis mais uma madrugada.
Bom dia mundo. Estamos cá.

Publicado por Nuno Teixeira em 03:05 AM | Comentários (0)

dezembro 19, 2004

Return to inocence II

Quem não se lembra!?

Vês passar o barco
rumando p’ró o sul
Brincando na proa
gostavas de estar


Voa lá no alto
por cima de ti
um grande falcão
és o rei és feliz

E quando tu
vês o Mississipi
tu saltas pela ponte
e voas com a mente


Corre agora corre
e te esconderás
entre aquelas plantas
ou te molharás

E sonharás
que és um pirata
tu sobre uma fragata
e sempre à frente de um bom grupo
de raparigas e rapazes

Tu andas sempre descalço, Tom Sawyer
junto ao rio a passear, Tom Sawyer
mil amigos deixarás, aqui, além
descobrir o mundo, viver aventuras

Publicado por Nuno Teixeira em 03:20 PM | Comentários (0)

dezembro 17, 2004

As folhas do meu caderno


(Foto: António Nunes | As folhas do meu caderno)

As folhas do meu caderno,
Rasgadas na raiva do meu outono,
Caíram mansas no chão,
Pousaram no teu sereno sono,
Na tua pele branca,
No teu fabuloso paraíso verde.
No teu mundo caíram as minhas folhas.
Entreguei com amor os meus poemas,
Morreu de raiva a árvore da minha infância.

Publicado por Nuno Teixeira em 02:31 AM | Comentários (0)

Gostaria de escrever...

sobre política mas quem é que ainda tem pachorra!?
Os Portugueses simplesmente habituaram-se a ignorar um pouco o quadrante das ideologias.
E com razão. Não existem. Existe o poder pelo poder. A política deixou de ser considerada pelos políticos como uma actividade nobre para servir as pessoas.
Basta ouvir os fóruns da Tsf e da Antena 1. Apesar de haver ali muito propagandista misturado na vox pop portuguesa, acho que podemos afirmar que as pessoas querem paz. Paz. Sabem o que é isso? Paz mental. Procura-se.

Publicado por Nuno Teixeira em 01:10 AM | Comentários (0)

dezembro 16, 2004

Até sempre

Devia sabe-lo desde o ínicio de todos os diálogos.
Mas como em todos os filmes da vida, lá tem de vir a parvoice do costume. A estupidez em acreditar nos estremecimentos, nas horas felizes e nas coincidências parvas.
Diálogos de ontem. Uma esperança que foi permanecendo. Uma porta que não se abriu, um sorriso que não regressou.
Foram só diálogos. Diálogos banais, lamentavelmente.

Então vamos acreditar que isto seja um até já ou como diria Fernando Alves:
"...até amanhã amada rádio (.......)."
Um até amanhã feito de pequenas pequenas grandes coisas..

Ou até não.

Publicado por Nuno Teixeira em 02:54 AM | Comentários (0)

dezembro 15, 2004

O menino que cresceu ontem

Dedicado a todos os ladrões de sonhos. De amores e outros

Dias cinzentos ou dias apáticos,
Já nem sei bem.
Não sei por onde me escondo,
Quando o sino começa a abalar.

Será medo?
Medo que a gente sente,
Receio de o mostrar?

Dizia a velhota da velha casa,
"Está triste o menino? É de não cá ficar!"

Está triste o menino,
Que cresceu e quer abalar.
Abalar ao sul do mundo,
À terra prometida dos sonhos.
Vão os meninos e voltam homens,
Fica a fome por matar.
Na volta restam escombros,
E a pálida e risonha senhora,
Já não clama do patamar.

Onde me perdi entretanto,
Como ficou o que prometi?
Os sonhos do velho menino,
Clamado à passagem na populaça,
"Voltou da cidade o senhor,
É o menino que brincava na praça,
Abalou da gente o traquina
para se tornar doutor com graça."

A graça de morrer por um amor,
O desejo de não cair em desgraça.
Eu não queria ser doutor,
Só queria a felicidade,
Num fim de tarde sedutor...
Duas mãos cheias de música,
E a telefonia na terraça.

Da terra dos sonhos voltou,
O menino triste de canudo,
Chora o amor que o deixou,
Repete-se em noites de entrudo.
Na passagem da velha casa,
Ainda ecoa a voz da senhora,
Está triste o menino no andar,
E calca a velha calçada,
Relembra o microfone parado,
Ao canto de um quarto atirado,
Que não viu éter, nem amor...
Não viu nada.

Publicado por Nuno Teixeira em 05:27 AM | Comentários (0)

dezembro 14, 2004

...


DALI | The Broken Bridge and the Dream, 1945

Publicado por Nuno Teixeira em 03:36 AM | Comentários (0)

Penedo

Havia tanto para escrever no teu corpo, sob o olhar terno de uma noite de chuva de estrelas.
Invariavelmente, rompo os protocolos e visito o jardim dos encontros e desencontros. Sempre sem hora marcada. Sempre com a esperança de sentir os teus cabelos na brisa embalada pela folhagem daquelas árvores. Eram elas que me abraçavam.
De garrafa na mão, beijava uma lágrima e sentia a vertigem de um penedo sózinho e triste.

Publicado por Nuno Teixeira em 03:09 AM | Comentários (0)

dezembro 13, 2004

Moment of transition


DALI | Moment of transition, 1934

De passagem.

Publicado por Nuno Teixeira em 03:58 AM | Comentários (0)

dezembro 12, 2004

Sometimes you can`t make it on your own

Mainstream?
Chamem-lhe o que quiserem. Continuo a sonhar com U2.
Adivinhei a aposta do disco...
Sometimes you can`t make it on your own
, já se ouve nas rádios.

Publicado por Nuno Teixeira em 10:41 PM | Comentários (0)

Hola


(Foto: António Nunes | Serra do meu país)

É bom voltar a sentir um outro eco nas montanhas.
Mesmo não estando junto à serra do meu país. Sinto outro eco, a mesma força que um dia deixei junto ao céu.
Onde estamos? Quem somos? Que importa isso?
Somos alguém, vivemos apaixonados, sentimos o chamamento. Gritamos lágrimas de contentamento.
Hola mundo! Voltei.

Publicado por Nuno Teixeira em 07:47 PM | Comentários (0)

dezembro 09, 2004

Preferências musicais 2004

Como prometido ficam aqui as minhas escolhas musicais para este ano de 2004.
São as minhas escolhas e como os gostos não se discutem... mas partilham-se, espero também pelas vossas preferências.
Os meus discos têm todos uma coisa em comum. São muito intimistas e caracterizados por sonoridades intensas e envolventes.
São todos eles bons albúns de amor.
Espero que gostem.


Foto: Rodrigo Leão | Cinema)

A minha primeira escolha vai para Rodrigo Leão. O seu"Cinema" levou magia a muitas das salas portuguesas e conta com participações de peso. Sónia Tavares dos The Gift, da brasileira Rosa Passos no tema "Rosa", a inglesa Beth Gibbons e a belga Helena Noguerra e ainda a participação de Ryuichi Sakamoto.
Este disco foi para mim a grande supresa do ano. Por várias vezes me fez companhia em várias noites em que adormecia com a envolvência de Cinema.
Uma sonoridade clássica e electrónica.
Um albúm que é uma autêntica perola tendo ainda por cima em conta a fraca qualidade que na minha opinião reinou este ano na música portuguesa.
Este cinema é apaixonante e intimista


Foto: Luna | Rendezvouz)

A banda liderada por Dean Wareham, os Luna fazem outra delícia. «Rendezvous» marca o regresso dos Luna. É um disco com sonoridade parecida com Loureed ou Velvet Underground (mais os segundos mas com uma sonoridade que eu caracterizo de mais urbana).
Às vezes perco-me um bocado e fico sem saber se estou a ouvir Loureed em pessoa.
Gosto de «Malibu Love Nest», o cartão de visita de «Rendezvous».
É um disco bastante sedutor. Uma excelência pop. A minha preferência vai para o tema bastante sensual «Broken Chair».
É lindo. Lindo albúm de amor para fazer amor.


Foto: Leslie Feist | Let it die)

Para quem não conhece, será concerteza algo surpreendente se dissermos que Feist começou o seu percurso musical no Punk, através de uma banda chamada Placebo que até fez a primeira parte de concerto dos velhinhos Ramones.
Foi positiva esta mudança do Punk para o Jazz, o pop e o indie-rock ou então podiamos não ter o prazer de ouvir «Let it Die» onde a voz quente e sensual de Feist é simplesmente espectacular. É também um disco envolvente, sensual e apaixonado.
Belas melodias num disco onde destaco «Secret heart». É um tema daqueles para dançar com uma boa companhia feminina num bar prestes a fechar rodeados pela música e com olhares cumplices e felizes



Foto: Gotan Project | Inspiración Espiración )

Uma amiga minha mostrou-me um dia o som de La Revancha Del Tango e eu corri a comprar o disco. Desta feita Gotan Project apresentam uma outra proposta com «Inspiracion Espiración», em CD duplo com remisturas de vários temas.
A sonoridade tango-electrónica dos Gotan Project está de volta mas há uns cheirinhos de rock, Hip-Hop e Jazz. Podemos encontrar no disco Chet Baker e de Astor Piazzola.
É uma outra forma de sentir o tango, sem dúvida alguma.



Foto: Morrissey | You are the quarry)

Que posso dizer sobre este velho companheiro de noites e noites do éter, quer a solo quer na companhia dos Smiths.
Há uma sonoridade variada, com diversas instrumentalizações. Este disco de facto não tem muito a ver com os antecessores tanto do cantor como da banda que liderou.
Mas é um disco com onde se sente a marca genial de Morrissey.

Para o final deixo ainda as sugestões do amigo Francisco Amaral

Alpha - Stargazing
Lambchop - Aw C'Mon / No You C'Mon
TBA - Tba
Nouvelle Vague - Nouvelle Vague
Destroyer - Your blues
Opto - 2nd

Obrigado pelas sugestões.
Já o amigo António Menino resolveu afinal deixar-nos as suas sugestões. Mais um amigo do éter.

António Menino:
Tugas:
RODRIGO LEÃO - Cinema
HIPNÓTICA - Reconciliation
MÃO MORTA - Nús
EXPENSIVE SOUL - B. I.
PLUTO - Bom Dia
AMÁLIA REVISITADA

Não tugas:
NICOLA CONTE - Other Directions
FRANZ FERDINAND - Franz Ferdinand

Publicado por Nuno Teixeira em 01:02 AM | Comentários (3)

dezembro 06, 2004

Sun comes up

Esta faria concerteza parte do meu alinhamento de um programa de rádio.
Sun comes up, its Tuesday morning (Cowboy Junkies), é um dos temas que faz recordar os bons velhos tempos das noites no éter.
Excelente tema para acompanhar um nascer de sol numa boa companhia.
Um tema que faz parte do albúm The Caution Horses editado em 1990.
A propósito, o Dom Quixote apresenta esta Quinta-Feira as suas sugestões musicais deste ano de 2004.
Mas depois não me batam na cabeça. São as minhas sugestões, num ano em que pessoalmente acho que houve pouca qualidade.

Publicado por Nuno Teixeira em 01:21 AM | Comentários (0)

dezembro 05, 2004

D. Quixote foi-se embora

Estava eu a ouvir o novo disco do Palma (Norte), quando para minha grande surpresa deparei com o tema D. Quixote foi-se embora .
Acho que enquanto ouvi a música (3 vezes), senti um arrepio constante.
Há coincidências incriveis neste mundo. Há coisas que não se conseguem explicar.
Não sei se é uma feliz ou infeliz coincidência mas é qualquer coisa que me fez tremer um pouco.
Há músicas que parecem que nascem de encomendas... fica a letra.


D. Quixote foi-se embora (Jorge Palma)

Acende mais um cigarro, irmão
Inventa alguma paz interior
Esconde essas sombras no teu olhar
Tenta mexer-te com mais vigor
Abre o teu saco de recordações
E guarda só o essencial
O mundo nunca deixou de mudar
Mas lá no fundo é sempre igual

E agora, que a lua escureceu
E a guitarra se partiu
D. Quixote foi-se embora
Com o amigo que a tudo assistiu
As cores do teu arco-íris
Estão todas a desbotar
E o que te parecia uma bela sinfonia
É mais uma banda a passar

A chuva encharcou-te os sapatos
E não sabes pr`a onde vais
Tu desprezavas uma simples fatia
E o bolo inteiro era grande de mais
Agarras-te a mais uma cerveja
Vazia como um fim de verão
Perdeste a direcção de casa
Com a tua sede de perfeição

Tens um peso enorme nos ombros
Os braços que pareciam voar
Tu continuas a falar de amor
Mas qualquer coisa deixou de vibrar
Os teus sonhos de infância já foram
Velas brancas ao longo do rio
Hoje não passam de farrapos
Feitos de medo, solidão e frio.

Publicado por Nuno Teixeira em 07:40 PM | Comentários (0)

dezembro 03, 2004

Ainda o primeiro aniversário Dom Quixote


Foto: Nuno Teixeira | Pilares do mundo

No dia 4 de Dezembro de 2003 publiquei um texto baseado em três pilares.
Todos me traíram. Todos ruíram.
Hoje fica esta minha foto (pode não estar grande coisa mas eu não sou o meu grande companheiro António), para retratar esses pilares do meu primeiro texto aqui publicado e esperança que se ergam no futuro outras construções e outros sonhos.
Renovar é preciso.
Mais uma vez obrigado a todos e bom fim-de-semana.
Façam o favor de ser felizes.

Publicado por Nuno Teixeira em 08:00 PM | Comentários (1)

1 ANO

Amanhã não posso estar ligado à net o que é pena.
Para mim é um dia especial.
O Dom Quixote faz o seu primeiro aniversário.
Nasceu no dia 4 de Dezembro de 2003. Uma tarde cinzenta e chuvosa. Nasceu de várias expectativas.
Um ano. Um ano a dar palavras, se calhar por vezes, sem sentido (pensarão alguns), mas sempre palavras verdadeiras.
Aprendi muito neste ano de blogosfera.
Quero enviar um abraço a todos os amigos em geral e só quero particularizar três grandes companheiros.
António Nunes. Obrigado por pintares o meu coração com as tuas imagens.
Claudio Ferreira. Obrigado pela paciência e pelo espaço.
Obrigado Claudia Dias (anjo da guarda), pelas palavras meigas em noites tempestuosas. Obrigado por me mostrares o caminho da razão porque nem sempre o coração nos leva a bom porto. Com luta conseguirei! Tenho a certeza!
Este blogue, este meu diario de cavaleiro da triste figura também vos pertence.
Obrigado a todos que durante um ano me brindaram com a vossa visita.
Somos lindos e soltos voamos.
Uma palavra especial a quem me inspirou nos meus textos. É a única coisa que posso agradecer-te e orgulhar, porque não me deixaste mais nada que seja digno de recordação.
Um abraço a toda a blogosfera. Obrigado. Ainda hoje descubro novos e fantásticos blogues.

Publicado por Nuno Teixeira em 12:23 PM | Comentários (9)

dezembro 02, 2004

Expectante II


(Foto: António Nunes | Grito (a)mar)

Acordei cedo com vontade de escrever linhas e linhas de críticas a algumas personagens que encomendam alguns artigos em pasquins especializados em publireportagens de má qualidade.
Tinha em mente escrever aqui algumas linhas críticas para provar que estamos vivos e não somos parvos. Mas de facto não vale a pena. Vamos deixar que nos continuem a tomar por parvos
Resolvi conformar-me e tomar o caminho do mar, visto que a vida em terra continua assim. Assim desta forma como a vemos e não queriamos ver.
Pior que ver é sentir a hipocrisia. Não fossem os tempos que correm e punha em prática a revolução do meu livro privado.
Há quem comece a ler livros em tenra idade. Há quem seja orgulhosamente modesto. Há depois quem seja orgulhosamente narcisista e acima de tudo faminto de protagonismo.
Estive prestes a escrever linhas e linhas de verdades e descodificação mas mais uma vez consegui a bem conter os meus dedos no teclado.
É melhor ir até á praia e descarregar gritos e respiração contra a revolta das ondas e do céu.
Pobre quintal este de habitado por criaturazinhas fabricadas por famílias reais e aparelhos partidários. É este o nosso pequeno país de intrigas, jogos de bastidores e (des)ensino vip.
Ficam palavras codificadas em mais um minuto de escrita a jacto num diário sempre verdadeiro.
Fica a promessa da descodificação.

Publicado por Nuno Teixeira em 02:32 AM | Comentários (0)