dezembro 12, 2004

A METEDOLOGIA VS IMPULSIVIDADE

Para haver uma discussão é necessário um motivo e duas, ou mais, pessoas.
Qualquer destes dois factores é altamente circunstancial e subjectivo.
No que diz respeito ao motivo, normalmente a base de um conflito, nasce por uma oposição de interpretação do mesmo. Uma pessoa vê um problema e outra, nem por isso ( como já viram estou a falar de mim...). Uma pode considerar determinada atitude como algo de grande relevância e a outra pessoa ao mesmo tempo, e perante o mesmo estímulo, não lhe atribuir qualquer tipo de importância. (Pode parecer estranho mas acontece...)
As pessoas, fundamentais para discutir, também são um produto das circunstancias que a sua mundivalência lhes cria. São influenciados por tudo o que os rodeia, criando-lhes estados de espírito melhores ou piores. A propensão pra a discussão cresce de uma forma inversamente proporcional ao estado de espírito.
Perante o mesmo estímulo, dependendo do seu estado de espírito, a mesma pessoa reage de formas muitos diferentes.
Qualquer das umas das variáveis da discussão é volátil, e assim sendo, nada me leva a crer que as mesmas pessoas perante o mesmo estímulo reajam sempre da mesma forma.
As discussões tem habitualmente três fases e dois resultados.
A discussão propriamente dita onde, se diz o que se pensa, tentado fazer a outra pessoa reconhecer o seu erro, quase sempre em vão, até porque quando isso acontece as coisas acabam logo ali.
A segunda fase que é a fase da barbárie. Onde se diz tudo e se faz tudo, o que se sente e o que não se sente, só para fazer prevalecer o nosso ponto de vista.( Atenção, as vezes dizem-se e fazem-se coisas mesmo contra o nosso coração) .
Finalmente a fase final onde se vão definir os resultados, ou as pessoas chegam ao não a um consenso que resulta em ultrapassar ou não o problema.
Tudo isto é a forma metódica de analisar o problema. Boa para pessoas altamente racionais, onde tudo está descrito de acordo com uma metodologia. Felizmente eu não pertenço a esse grupo. Eu sou do grupos dos impulsivos, dos que fazem o que sentem, apenas digo que te Amo.

Publicado por mario miguel em 04:07 PM | Comentários (1) | TrackBack

dezembro 07, 2004

A PRINCESITA SEGUNDO JENNY BENITEZ

PRINCESITA

Princesita de los cuentos blancos,
hermosa pequeñita, pintas tus sueños,
con los pinceles de tus muñecas,
y los lienzos de tus cuentos.
Danzas con la luna, duermes en su velo.
La cometa azul, cómplice de tus juegos,
te lleva lejos a un mundo de terciopelo,
traviesa, juguetona niñita de amor y besos,
saltas por los caminos de caramelo.

Tus manitos hábiles, juegan con el sol,
es su padre que la alumbra con su corazón,
oigo tu voz, muñeca dorada,
llenas de alegría mi oscura mirada.

Dicen que las nubes son misteriosas,
que buscan a las princesas para cantar,
se suben en tus largos cabellos,
te acompañan en tu largo caminar.

Publicado por mario miguel em 10:32 AM | Comentários (0) | TrackBack