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abril 28, 2005

OS CONDIMENTOS - A SUA UTILIDADE

HORTELÃS – Na mitologia grega, Minthe era uma ninfa amada por Plutão, que a transformou nesta «erva» aromática depois de a sua ciumenta mulher tomar medidas drásticas. Desde então, as hortelãs têm sido sempre muito apreciadas, e pode avaliar-se bem o seu alto valor a partir das referências bíblicas segundo as quais os Fariseus recebiam os impostos em hortelã, aneto e cominhos. Os Hebreus espalhavam-na no chão das sinagogas, e esta ideia foi repetida, séculos mais tarde, nas igrejas italianas.
A hortelã, enquanto símbolo da hospitalidade, foi mencionada pelo poeta romano Ovídio, ao contar a história de dois camponeses, Baucis e Philemon, que limpavam a mesa com ela antes de servirem os convidados. Em 1597, Gerard foi mais longe: «Costumam espalhá-la nos sítios de recreio, prazer e lazer, onde se fazem as festas e os banquetes.» Os Romanos também usavam hortelã para aromatizar vinhos e molhos. E como as mulheres que bebiam vinho podiam ser condenadas à morte, as que o faziam em segredo disfarçavam o hálito mastigando uma pasta de hortelã e mel.
Durante o século IX, foram introduzidas na Europa muitas variedades, tantas que houve um monge que, nessa altura, escreveu que antes preferia contar as centelhas da fornalha de Vulcano.

Utilização na culinária: FOLHA INTEIRA - (Hortelã e hortelã-pimenta) Semear perto das rosas para afastar os pulgões. FOLHA - Espalhar folhas frescas ou secas à volta da comida, para afastar os ratos. (Poejo) Espalhar nos armários e nas camas, para afastar as formigas e as pulgas


Publicado por Pedro Nuno às abril 28, 2005 09:30 AM