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fevereiro 28, 2007

Mais uma do nosso querido governo...

Premeie-se quem faz pouco... quem faz muito e correcto deve-se mandar dar uma volta:
"Quando a então ministra das Finanças, Manuela Ferreira Leite, escolheu Paulo Macedo para director-geral dos Impostos, a sua nomeação foi muito contestada pela oposição. Mas três anos depois tem provas dadas e o seu desempenho reúne consenso. As receitas fiscais e a cobrança coerciva têm registado níveis máximos, a eficiência fiscal, que compara o aumento da receita fiscal com o crescimento económico, tem-se mantido em níveis positivos desde 2004. No ano passado, a eficiência fiscal atingiu os quatro pontos percentuais. Verificou-se mesmo um aumento significativo face a 2003, ano em que a eficiência foi negativa. Quanto às receitas fiscais, estas atingiram no ano passado os 35,6 mil milhões de euros, um montante nunca antes atingido. Por outro lado, e tendo o ano passado sido eleito como o ano da inspecção tributária, as cobranças coercivas atingiram os 1,54 mil milhões de euros."

Agora:

"A saída de Paulo Macedo da Direcção-Geral dos Impostos (DGCI) estará praticamente garantida e deverá ser formalizada ainda esta semana pelo ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, que na mesma altura anunciará o nome do substituto.

O ministro, que ontem estava em Bruxelas para a reunião com os ministros das Finanças da União Europeia, não confirmou a informação divulgada pelo site do ‘Expresso’ e disse que a situação se mantém como estava. Em causa está a lei que impede que qualquer pessoa que ocupe um cargo no funcionalismo público possa ganhar mais do que o primeiro-ministro – cerca de 5360 euros.

Por isso, Paulo Macedo teria de reduzir o seu ordenado de mais de 23 mil euros brutos para aquele valor. Teixeira dos Santos tentou encontrar outras formas de remuneração que permitissem a Macedo continuar sem infringir aquela lei, uma medida que não foi aceite pelo director-geral dos Impostos, que tenciona regressar ao seu lugar de origem no Millennium bcp, banco de que é quadro."

Publicado por José Carlos Campos às 03:50 PM | Comentários (0)

Governo quer poupar milhões com fecho de esquadras da polícia

Já agora porque não fechar todas as esquadras!? E criar um centro de polícias em Lisboa! Mesmo ao lado da Assembleia da Republica... Concerteza poupavam mais que 42 milhões de euros por ano!
Falta fazer as contas ao que cada um dos utentes vai perder por ser assaltado mais vezes!! Especialmente nas zonas em que a polícia, graças à sua excelente mobilidade, demora horas (para não dizer dias) a chegar quando é solicitado!

Leiam a Notícia:
Depois do encerramento de unidades de saúde, o Governo de José Sócrates prepara uma reforma idêntica na área da segurança, com o fecho de 145 esquadras. O Ministério da Administração Interna quer poupar 42 milhões por ano e aumentar a capacidade da acção policial, com a colocação no terreno de agentes que ocupam funções administrativas.

28 de Fevereiro: Um estudo encomendado pelo Ministério da Administração Interna recomenda o encerramento de 145 postos de polícia. Todos eles têm em comum o facto de disporem de um corpo operacional reduzido, com menos de 20 elementos.

A confirmar-se o encerramento destas unidades de segurança, o Estado irá poupar 42 milhões de euros por ano. Dos 145 postos em risco, 108 pertencem à GNR (com menos de 12 elementos) e 37 são esquadras da PSP (com menos de 20 polícias).

Ainda segundo este estudo, da autoria de uma consultora, realizado ainda em 2006, os recursos humanos destas estruturas devem ser integrados em postos e esquadras de maiores dimensões. Apesar da centralização de estruturas, a acção das forças policiais seria mais móvel, com a libertação dos guardas que exercem apenas funções administrativas.

A avaliação é dada a conhecer no dia em que o primeiro-ministro, José Sócrates, debate na Assembleia da República a reforma da segurança interna e das forças de segurança.

Publicado por José Carlos Campos às 03:12 PM | Comentários (1)

Gaffes futbloguisticas (1)

Esta é uma notícia do Jornal Record do dia 28-02-2007. Atenção às palavras sublinhadas:

Ases pelos ares
33 POR CENTO DOS GOLOS ENCARNADOS CHEGARAM POR JOGO AÉREO

O jogo de segunda-feira com o Paços de Ferreira estava longe de definido quando Simão, após jogada espectacular de Fabrizio Miccoli, descansou os mais de 30 mil adeptos que assistiam ao jogo na Luz. Um golo... de cabeça. Lance atípico num jogador em que a menor dimensão é mesmo a altura (1,70 m), mas que assinou dois golos através de jogo aéreo em outros tantos encontros quase consecutivos, com o Varzim para a Taça e, ontem, com o Paços de Ferreira.

Quase consecutivos porque de permeio houve Taça UEFA, com Anderson e Katsouranis a chamarem a si os tentos que arrumaram definitivamente o Dínamo de Bucareste para fora da competição.

O jogo aéreo tem tido importância acrescida na facturação goleadora do Benfica, cifrando-se em 33 por cento (17 de 51). O exemplo mais conclusivo é o de Katsouranis, um dos melhores marcadores da equipa na Liga (5 golos, a par de Miccoli e Nuno Gomes). Destes, apenas um foi obtido com os pés.
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Estão a brincar comigo... "menor dimensão"!?

Publicado por José Carlos Campos às 12:42 PM | Comentários (0)

Julgamento - Fátima Felgueiras rejeita todas as acusações

Fátima Felgueiras à saída do tribunal onde está a ser julgada
Fátima Felgueiras afirmou ontem no julgamento do ‘saco azul’ de Felgueiras que era prática corrente e “normal” os partidos terem contas paralelas e recusou ter cometido qualquer irregularidade. A arguida assegurou ao colectivo de juízes que sempre ficou à margem da recolha de donativos para as campanhas.

“Como nas listas pa-ra as campanhas há militantes do partido e independentes, é prática normal e habitual que os partidos tenham contas paralelas ”, disse a presidente da Câmara de Felgueiras na segunda sessão do julgamento e em que a principal arguida – acusada de 23 crimes – depôs perante o juiz no pavilhão dos bombeiros, o tribunal improvisado.

Fátima Felgueiras acrescentou ainda que “quem defender que a angariação de verbas para as campanhas corresponde a um desvio de fundos desconhece completamente o funcionamento dos partidos políticos em geral e sem excepção”.

Opinião contrária tem Horácio Costa, ex-colaborador da edil e um dos denunciantes do caso, dizendo que era o secretariado do PS a tratar da contabilidade das campanhas. “Não podemos chegar ao tribunal e ouvi-la dizer que não sabe de nada. Ela era militante socialista desde 1993 e foi presidente da Comissão Política concelhia. Teve assento na direcção de campanha e era ela quem dava as ordens”, esclarece.

Fátima esteve durante toda a sessão bastante descontraída e chegou mesmo a dizer ao juiz que lhe fizesse todas as perguntas que quisesse que ela “queria que ficasse sem dúvidas”.

No interrogatório conduzido pelo presidente do colectivo, José Castro, a arguida disse “não concordar com os pressupostos da acusação”. O juiz retirou-lhe a palavra e disse que não estava “a fazer um discurso político e que não eram importantes as suas considerações sobre a acusação”.

Outro dos temas quentes foi o contrato entre a Câmara e a Resin – empresa de tratamento de resíduos domiciliários e industriais. Fátima disse que a diferença de mil contos entre o valor do contrato e a quantia paga à empresa resultou da necessidade de acelerar o processo. O contrato foi celebrado em 1993, era Fátima ainda vereadora, por 24 754 contos, na moeda antiga, mas o valor real era de 25 754 contos. Em valores superiores a 25 mil contos é necessária a aprovação em reunião camarária. Mas o contrato era com Osório Menezes, dono do terreno onde a Câmara depositava o lixo e a Resin os tratava. A Câmara devia pagar a Menezes e este à Resin, mas a Câmara não tinha dinheiro e acabou por não pagar nada. Fátima diz que no contrato com a Resin teve o apoio de José Sócrates, à altura secretário de Estado do Ambiente. “Quem ficou a perder foi a Resin que nunca recebeu dinheiro. Era a única que tinha o know how de tratamento de lixo no Norte e queria ganhar mercado”, relatou.

O julgamento prossegue na segunda-feira.

"FOI S. PEDRO QUE LHE ABRIU A CONTA..."

À saída da sessão de julgamento, o ex-colaborador de Fátima Felgueiras e denunciante do ‘saco azul’ de Felgueiras, Horácio Costa, mostrou-se descontente com a forma como a sessão decorreu. “Estamos a tratar tudo muito pela rama. Estou convicto de que não vamos ficar apenas por isto que é muito pouco”, disse Horácio Costa, entretanto constituído arguido no processo. Quanto aos argumentos de Felgueiras de desconhecimento em relação à angariação de verbas para as campanhas partidárias, o ex-colaborador foi irónico. “Se os candidatos autárquicos não sabem, o partido também não, então foi o S. Pedro que abriu uma conta e lhe pôs aqui um carro”, afirmou Horácio Costa. Diz não temer a Justiça e afirma que a opinião pública sabe muito bem o que se passou em Felgueiras. “Temo é que haja forças quase sobrenaturais que possam influenciar as decisões. Há processos disciplinares – disciplinares, não crime – a juízes e ninguém sabe de nada. Repare como as declarações são feitas sem alusões às estruturas partidárias, mas apenas a quem era secretário de Estado e hoje primeiro-ministro”, afirmou.

João Carlos Malta

Publicado por José Carlos Campos às 09:24 AM | Comentários (2)

Felgueiras, Fátima

Não! Não se tratam de 2 cidades portuguesas! Trata-se sim da maior descarada que temos na nossa política! Eleva todos os protugueses ao maior nível de estupidez possível. E começa pelos habitantes de Felgueiras. Veja-se o último disparate dela. Pelos vistos ser ladrão é normal e como alguns não são presos, então nenhum de ser preso! Esta senhora é a maior! Devemos continuar a votar nestas aberrações de pessoas! Devemos continuar a achar que estes são os nossos verdadeiros representantes...

Publicado por José Carlos Campos às 09:08 AM | Comentários (0)

Exemplo da falta de cordialidade:

Autarca de Vila do Conde admite aproximação à tutela mas não abdica das urgências
26.02.2007 - 15h57 Lusa

O presidente da Câmara de Vila do Conde admitiu hoje uma "aproximação" de posições com a Administração Regional de Saúde do Norte sobre o futuro das urgências locais, mas advertiu que recusa qualquer acordo que passe pelo fecho daquele serviço.

"O ponto fulcral é que Vila do Conde não pode ficar sem urgências próprias", disse o autarca Mário de Almeida, após uma reunião com representantes da Administração Regional de Saúde do Norte (ARS-N).

Mário de Almeida prevê encontrar-se com o ministro da Saúde na tarde da próxima quinta-feira, depois de desmarcada a reunião que agendara com Correia de Campos para a semana passada. Até lá, o autarca socialista está "a limar algumas arestas" com a ARS-N, numa "aproximação" que saúda mas que admite estar ainda distante do que a autarquia pretende. Neste contexto, "a palavra do ministro pode ser decisiva", considerou o autarca.

O autarca acrescentou que está disponível para debater outras soluções para o problema, desde que não seja questionado "o direito" de Vila do Conde a ter um atendimento de urgência próprio.

Segundo o autarca, uma das soluções "poderá passar por um melhor esquema de funcionamento, com uma gestão integrada que envolva os profissionais de saúde do hospital e do centro de saúde". Com isso, Mário de Almeida defende que os médicos e enfermeiros das duas unidades poderiam "responder adequadamente" às necessidades de pessoal de um serviço de urgência "efectivo e permanente".

Caso se confirme a proposta da Comissão Técnica de Apoio ao Processo de Requalificação das Urgências, as 150 pessoas que acorrem diariamente às urgências de Vila do Conde vão ter que dirigir-se ao Hospital da Póvoa de Varzim.

A autarquia de Vila do Conde contestou, por escrito, a proposta da comissão, sustentando que a sinistralidade rodoviária no concelho provoca 4,1 vítimas mortais por cada cem acidentes, quase o dobro da média em toda a Área Metropolitana do Porto (2,1 vítimas).

O texto da autarquia assinala ainda que, em Vila do Conde, existe "o maior núcleo piscatório português" e sublinha que a construção civil, outro sector "com elevado potencial de sinistralidade", emprega 5100 pessoas no concelho.

Ainda segundo o texto da autarquia, a Póvoa de Varzim "já tem dificuldade em responder às necessidades de hoje, pelo que seria complicadíssimo e nefasto juntar-lhe as 150 urgências que acorrem diariamente à urgência hospitalar de Vila do Conde".

Publicado por José Carlos Campos às 09:04 AM | Comentários (0)

fevereiro 27, 2007

Urgência(s)... para o(s) Ministro(s)

Aproveito esta fase de debate relativo ao possivel fecho/despromoção de algumas das urgências locais para dar a minha opinião.
Acho que é necessário criar um novo sistema de saúde vocacionado para os Ministros dos nossos governos.Penso essencialmente que deverão abrir algumas urgências para socorrerem os Ministros que estejam embaraçados e que tentam atalhar caminho sem qualquer explicação.
Esquecem que o povo vota nas eleições para ser governado, não para ser enganado... para isso bastava que não houvesse sistema de justiça... ups! Esqueci que não há...
Será que alguém acha possível que independentemente da cor política dos autarcas, estes tomam sempre posições aberrantes com as tomadas de decisão do poder central?
Será que alguém repara que não existe qualquer tipo de contacto cordial entre os diversos autarcas e os governos?
São sempre discordias atrás de discórdias...
Vou tentar passar para esta página algumas dessas situações.
Depois vemos,

Publicado por José Carlos Campos às 06:09 PM | Comentários (0)

Olá Pessoal

Olá pessoal de todos os sexos e idades... digam tudo o que quiserem!

Publicado por José Carlos Campos às 06:07 PM | Comentários (0)