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<title>Caro Tempus</title>
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<tagline>Neste espaço virtual, caro é o Tempus. </tagline>
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<copyright>Copyright (c) 2006, Filipe Caro</copyright>
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<title>tempus de acção/reflexão/acção</title>
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<summary type="text/plain">Temos registos da história, cruzamentos de opinião, temos tudo o que os nossos antepassados não tiveram. E com tanto de tudo, conseguimos criticar tudo e todos e continuar a não fazer nada. É tempo de deixar os economistas políticos à...</summary>
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<![CDATA[<p>Temos registos da história, cruzamentos de opinião, temos tudo o que os nossos antepassados não tiveram. E com tanto de tudo, conseguimos criticar tudo e todos e continuar a não fazer nada.<br />
É tempo de deixar os economistas políticos à solta, sem escrúpulos, sem senhor e sem deus, de forma a ficarem sem dados para jogar. Isso! proponho que seja feita uma mudança de jogo. Sim - não estou a propôr mudança das regras. proponho mudança de jogo. É que ludicamente, as regras são os obstáculos ao jogo eficaz e divertido. No jogo político, as regras viram-se para os que têm menos recursos, de forma a formatá-los com alucinações labirinticas. E porquê esta minha proposta? porque o jogo é com PESSOAS. E com pessoas que não têm TEMPUS para joguinhos. <br />
Ora, já agimos mal; já reflectimos no assunto e chegámos à conclusão que já todos estiveram a ganhar o jogo mas logo alteram as regras e o jogo deixa de ter piada..e andamos nisto há anos! Há que reinventar valores associativos coerentes, eficazes, e que sejam simples, para que, de facto, o que vulgarmente apelidam de oportunidades, não sejam cada vez mais só para alguns (os que alteram as regras do jogo).<br />
</p>]]>

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<title>Tempus novus</title>
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<summary type="text/plain">O ano está a terminar. Mais um! E outros virão para nos testar enquanto seres vivos. Como ambicionar um ano melhor? só com uma atitude diferente poderemos ter um ano diferente. Será sempre a gestão do tempo que permitirá alcançar...</summary>
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<![CDATA[<p>O ano está a terminar. Mais um! E outros virão para nos testar enquanto seres vivos. Como ambicionar um ano melhor? só com uma atitude diferente poderemos ter um ano diferente. Será sempre a gestão do tempo que permitirá alcançar objectivos e fatias de felicidade.</p>]]>

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<title>tempus de outono</title>
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<summary type="text/plain">Chegado o Outono, vestem-se os humanos e despem-se as árvores. Não ficam com cor de morte. A cor é de transformação. Concentram as energias para, mais tarde, oferecerem flores ao mundo. Também na vida, nos momentos de frio da alma,...</summary>
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<![CDATA[<p>Chegado o Outono, vestem-se os humanos e despem-se as árvores. Não ficam com cor de morte. A cor é de transformação. Concentram as energias para, mais tarde, oferecerem flores ao mundo.<br />
Também na vida, nos momentos de frio da alma, temos que nos abrigar das más energias e guardarmos o nosso melhor para quem amamos.</p>]]>

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<title>tempus de lobos</title>
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<summary type="text/plain">A natureza humana, embora ainda em estudo, permite, pela previsibilidade constatada, que tirar ilações processuais, ié., antes de chegarmos a conclusões irrefutáveis, podemos antecipar comportamentos e fazer pre-juízos! Ora, quanto mais pobre e ignorante é uma sociedade, mais esta revela...</summary>
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<![CDATA[<p>A natureza humana, embora ainda em estudo, permite, pela previsibilidade constatada, que tirar ilações processuais, ié., antes de chegarmos a conclusões irrefutáveis, podemos antecipar comportamentos e fazer pre-juízos! Ora, quanto mais pobre e ignorante é uma sociedade, mais esta revela de forma instintivamente impiedosa, a sua real natureza. Em geral, além de impiedosa, a natureza humana revela-se no imediato. Ao invés, a sabedoria, arma que interpreta a emoção com razoabilidade, é um fenómeno que não se pode confundir com intelectualidade. A sabedoria não é só revelada pelo conhecimento e pelo poder. É revelada pela capacidade de pensarmos além de nós próprios, cruzando a informação com os valores humanos e sociais e realçando as virtudes da persistência na visão, da humanidade no trato, da justiça no perdão. <br />
</p>]]>

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<title>tempus de cruzadas, 2</title>
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<modified>2005-09-25T18:38:24Z</modified>
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<summary type="text/plain">Urge constante cruzada! burocracia A necessidade de fiscalizar o fiscal do fiscal, que por sua vez nada faz, é a uma caricatura da burocracia. A burocracia custa dinheiro a quem presta o serviço e a quem vê os negócios tornarem-se...</summary>
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<![CDATA[<p>Urge constante cruzada! <br />
burocracia</p>

<p>A necessidade de fiscalizar o fiscal do fiscal, que por sua vez nada faz, é a uma caricatura da burocracia. <br />
A burocracia custa dinheiro a quem presta o serviço e a quem vê os negócios tornarem-se desinteressantes com tantos obstáculos. Consequentemente vem a pobreza relativa e, mais tarde, absoluta.<br />
E ainda mais se aguça o abuso de direito (estado) e a injustiça social, quando o povo anda sem dinheiro - mal dá para viver.</p>]]>

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<title>tempus dos diabos</title>
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<modified>2005-09-25T18:36:21Z</modified>
<issued>2005-06-25T14:53:41Z</issued>
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<summary type="text/plain">Deus e o diabo, santos e pecadores, espíritos bons e maus, etc...são o fundamento da ética. São os modelos (estereotipos comportamentais) que ditam os códigos de ética. A idade média apresenta o horror com o diabo da fogueira; antes tivemos...</summary>
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<![CDATA[<p>Deus e o diabo, santos e pecadores, espíritos bons e maus, etc...são o fundamento da ética. <br />
São os modelos (estereotipos comportamentais) que ditam os códigos de ética. A idade média apresenta o horror com o diabo da fogueira; antes tivemos a maçã do Adão e Eva; hoje temos cogumelos atómicos, aviões a entrarem pelos "arranha-Céus" adentro, xenofobias, depressões...<br />
e outras tantas diabruras que só o homem sabe inventar...para não estar em paz<br />
porque a paz não dá poder.</p>]]>

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<title>tempus de cor e forma</title>
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<modified>2005-09-25T18:35:54Z</modified>
<issued>2005-06-21T19:21:29Z</issued>
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<summary type="text/plain">O fascínio da pintura e da escultura; o cérebro extravasa-se a si mesmo e, confundido com a confusão pensar/ sentir, grava na história os pormenores mais meticulosos - é como um código eruditíssimo, não tão acessível como o escrever e,...</summary>
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<![CDATA[<p>O fascínio da pintura e da escultura; o cérebro extravasa-se a si mesmo e, confundido com a confusão pensar/ sentir, grava na história os pormenores mais meticulosos - é como um código eruditíssimo, não tão acessível como o escrever e, por força maior, do falar. A escultura é! molda os materiais, as dimensões, os equilíbrios. É, tal como a pintura, arte da visão.<br />
A cor é a substância natural mais insignificante e conotada intelectualmente por sentimento, determinante da vontade e do estar, a ênfase que transmite ao relevo, a sua presença nas duas dimensões do espaço ( o pensar e o sentir!).<br />
</p>]]>

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<title>tempus de escrita</title>
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<modified>2005-09-25T18:35:54Z</modified>
<issued>2005-06-21T19:18:59Z</issued>
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<summary type="text/plain">A arte de escrever é tão simplesmente a arte mais nobre. É perpetuar vulcanicamente o poder de pensar. Vejam a distinção entre o pensar e o sentir. A arte de escrever transmite, por sinais codificados pela mente humana, gravações físicas...</summary>
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<![CDATA[<p>A arte de escrever é tão simplesmente a arte mais nobre. <br />
É perpetuar vulcanicamente  o poder de pensar. Vejam a distinção entre o pensar e o sentir.<br />
A arte de escrever transmite, por sinais codificados pela mente humana, gravações físicas no papel e noutros materiais - marcações estas que se destinam ao sem destino, e permitem a realização de um fenómeno que, projectado no tempo, se torna básico, que é a interiorização, nas suas expressões mais diversas como a introspecção e a reflexão. São , sem dúvida as variantes determinativas do comportamento. Consegue ser apropriada e personalizada pelo receptor. No tempo em que ainda é feitura, isto é, na sua metamorfose embrionária, a escrita está  gravar uma diabólica e desesperada luta de confusões, onde pugnam o pensar e o sentir. Na mente do escritor correm raciocínios que são milionesimamente reduzidos a ideias simplificadas, a ideias menos confusas e, portanto, menos confundíveis com a confusão natural dos leitores. A mente do escritor é um universo de ideias que, toscamente se compara a uma palavra num texto de página cheia.<br />
Imaginem estar a perceber, naquelas letras, a mente de alguém que maquina um enredo, que maquina o sentir, no fundo...que sonha! O sonho é, na verdade, o esgotar -se na perfeição de uma arte, enquanto "sentir".<br />
</p>]]>

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<title>tempus de música</title>
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<modified>2005-09-25T18:35:54Z</modified>
<issued>2005-06-21T19:15:19Z</issued>
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<summary type="text/plain">O romance persiste em tornar o homem a dois, hemisférios cruzam informações demais ortodoxas que nos colocam a conhecer o que se denomina academicamente por carinho, ou mais globalmente por sentimento. A informação, racional ou não, pode ser transmitida por...</summary>
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<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://caro.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p>O romance persiste em tornar o homem a dois, hemisférios cruzam informações demais ortodoxas que nos colocam a conhecer o que se denomina academicamente por carinho, ou mais globalmente por sentimento. A informação, racional ou não,  pode ser transmitida por diversos canais e registos. As artes são disso exemplos nobres. </p>

<p>A música é interessante pelo facto de permitir o pensar e o sentir transmitirem-se pelos dedos e vozes O conceito de pureza é o menos sofisticado, mas depende redundantemente da capacidade de pensar do emissor e, simultaneamente poder ser escutada na sua harmonia, pelo receptor. <br />
Mas é, na verdade, menos fácil de perceber. É a primeira a distanciar-se do pensar para o sentir. <br />
A música como forma de comunicar é fantástica, sublime e transcendente... é para mim a arte das artes <br />
- os sons conseguem atingir um estado de profunda expressão sentimental. Situa-se então, enquanto arte, no mesmo espaço do falar ( mas é a este ascendente - numa árvore genealógica colocar-se-ía num primeiro grau de ascendência relativamente ao falar ). O sentir musical comunica, por via das " confusões ", com o corpo humano e este, por sua vez, transfere sensações físicas para os seus membros, tendões, músculos... e, como glória suprema da arte de comunicar, esse desenvolvimento motor e sensitivo encontra o milagroso momento em que é produzido o som, a harmonia, o êxtase! <br />
A pintura, como arte fascinante que é, peca em relação à música, pelo seu carácter estático. A música essa é apreciada no seu tempo, pela sua expressão corpórea e intrínseca, pelo seu equilíbrio no tempo - ( o tempo musical é de uma hipersensibilidade abismal - surge do fraccionamento deste no seu valor relativo de sons - ou mesmo, e poder-se-á dizer, no seu espaço ), e escatologicamente sentido no corpo, transmitindo sensações físicas a membros, que executam em gestos e toques, uma simples melodia... - Santo Deus! Quando penso neste menosprezo, neste tratamento que estou a dar a estas artes, como se fossem artes menores... cresceu em mim, de repente, um sentimento de ignorância e carente de sensibilidade. Valha-me a pobre pauta que me vai dando, gratuita e generosamente, pequenos momentos de prazer e de inteligência e que, por " falha humana " o confundimos muitas vezes com o sentimento de arte superior .<br />
</p>]]>

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<title>tempus de cruzadas, 1</title>
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<modified>2005-09-25T18:35:50Z</modified>
<issued>2005-06-21T16:35:11Z</issued>
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<summary type="text/plain">A &quot;rota$destino&quot; que nos impõe a tendência democrática actual, é muito mais que mediocre! o que aconteceu à Europa nos últimos dias é disso exemplo. Foram os franceses que gritaram que não querem uma europa à moda dos políticos (distante,...</summary>
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<![CDATA[<p>A "rota$destino" que nos impõe a tendência democrática actual, é muito mais que mediocre! o que aconteceu à Europa nos últimos dias é disso exemplo. Foram os franceses que gritaram que não querem uma europa à moda dos políticos (distante, ineficaz vs injusta), mas preferem reflectir antes de todos estaramos conscientes dos tratados que assinamos. <br />
A Europa ficou mais consciente depois do não. Os jornalistas sugaram os chefes de estado e estes deixaram um vazio de ideias; <br />
A comunidade intelectual soube estar viva, com uma cruel vontade de não entrar num projecto que se desconhece.<br />
Às vezes é preciso saber dizer não!</p>]]>

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<title>tempus de medo</title>
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<modified>2005-09-25T18:06:02Z</modified>
<issued>2005-04-27T23:07:04Z</issued>
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<created>2005-04-27T23:07:04Z</created>
<summary type="text/plain">Medo de Existir (autor: José Gil, considerado um dos 25 maiores pensadores da actualidade e, actualmente, cronista da &quot;Visão&quot;). Dediquei poucas horas de fim-de-semana a ler o &quot;livrito&quot;. Para quem não pensa no que fomos,somos, e seremos, não é a...</summary>
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<![CDATA[<p>Medo de Existir <br />
(autor: José Gil, considerado um dos 25 maiores pensadores da actualidade e, actualmente, cronista da "Visão").</p>

<p>Dediquei poucas horas de fim-de-semana a ler o "livrito". Para quem não pensa no que fomos,somos, e seremos, não é a melhor opção de leitura. A obra é uma fotografia da mancha portuguesa; dos recursos humanos e sua influência no ambiente, na educação e na república.</p>

<p>Do que retive, em súmula, é de que andamos mutilados por um conjunto social de regras sociais e institucionais em que, pessoas e instituições, todos têm medo de todos.</p>

<p>A burocracia institucional é um excesso de garantismo, muito dele sem nexo e utilidade.<br />
A desconfiança social é uma praga, que obriga os indivíduos a sancionarem em excesso de formas os seus destinos(leis e regulamentos...), por não existir o factor confiança. <br />
Isto leva ao que o autor denomina a teoria da não-inscrição.</p>

<p>vou transcrever um parágrafo:<br />
"....Com tanta magia assim ganha, o homem político mediático corre o risco de julgar que tudo pode, que as maiores asneiras, erros, desgovernações (...)lhe serão imediatamente perdoados ou melhor, que eles serão afectados de uma espécie de «impunidade», de «ligeireza», de «irrelevância» que não contarão no balanço final eleitoral - porque, afinal, não se inscreverão na memória popular. A isto chama-se também populismo, demagogia imanente (que se enraiza endemicamente no nosso país « no nacional porreirismo»...."</p>]]>

</content>
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<title>tempus do além</title>
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<modified>2005-09-25T18:05:47Z</modified>
<issued>2005-04-26T12:51:24Z</issued>
<id>tag:caro.weblog.com.pt,2005://121.102357</id>
<created>2005-04-26T12:51:24Z</created>
<summary type="text/plain">Ajoelhou-se o mundo! repararam na forma solene como o mundo inteiro, crentes e não crentes, se curvaram perante um homem de paz? repararam que estavamos, de facto e joelhos, a rezar pelo além...não terá sido? A minha interpretação é esta....</summary>
<author>
<name>Filipe Caro</name>
<url>www.luiscacador@no.sapo.pt</url>
<email>lfrc@sapo.pt</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://caro.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p>Ajoelhou-se o mundo! repararam na forma solene como o mundo inteiro, crentes e não crentes, se curvaram perante um homem de paz? repararam que estavamos, de facto e joelhos, a rezar pelo além...não terá sido?<br />
A minha interpretação é esta. <br />
Senti que, perante os momentos conturbados das nossas micro-sociedades ocidentais, também existe uma massa humana, que está a mendigar com as suas orações, que Jão paulo II seja considerado Santo.</p>

<p>Bento XVI - que faça a derradeira concórdia, aquela que só o TEMPO sara, que magoa vivamente, que foram as Guerras entre as duas grandes potências europeias - França e Alemanha.</p>

<p>Ajoelhou-se no colo da praça de S. pedro, arquitectonicamente projectada para simbolizar os braços da Igreja Católica representada pelo seu primeiro,a  quem jesus confiou as chaves do reino, espiritual e temporal, S. Pedro.</p>

<p>Ajoelhou-se porque só ele tem nas mãos os nossos desígnios. Porque temos fé que a inspiração divina tem efectiva presença nas pessoas que praticam o bem.</p>

<p>Ajoelhou-se para que consigamos ter um mundo mais tranquilo, para que possamos ter mais santos a conviver com as top model, com o objectivo de evengelizar os shop, estupe, e outros "facientes" que, em nada, respondem à verdadeira necessidade de paz.</p>

<p>Foi uma genoflexão planetária a Deus!</p>]]>

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<title>sermão aos seixos,1</title>
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<modified>2005-09-25T18:05:26Z</modified>
<issued>2005-04-23T00:07:10Z</issued>
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<created>2005-04-23T00:07:10Z</created>
<summary type="text/plain">-Lucas, vê se posso ir para aquele buraco! Vê se não andam tubarões nas redondezas! -Aqui não há problemas, Lilás! Enquanto a maré estiver alta temos as companhia dos seixos. Sabes, os tubarões raramente dão à costa, preferem águas mais...</summary>
<author>
<name>Filipe Caro</name>
<url>www.luiscacador@no.sapo.pt</url>
<email>lfrc@sapo.pt</email>
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<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://caro.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p>-Lucas, vê se posso ir para aquele buraco! Vê se não andam tubarões nas redondezas!  </p>

<p>-Aqui não há problemas, Lilás! Enquanto a maré estiver alta temos as companhia dos seixos. <br />
Sabes, os tubarões raramente dão à costa, preferem águas mais profundas, e só quando a fome aperta é que se aproximam para águas costeiras. <br />
Ainda não tinhas pensado no porquê da nossa vinda para estas bandas?</p>

<p>-Não, ainda não tinha pensado em tal. Realmente aqui não nos chateiam muito e não nos falta nada! Isto aqui é o máximo!</p>

<p>-Lilás, se andares sempre ao pé de mim nada te faltará; eu já sou experiente e já topo as manhas dos que nos querem comer...</p>

<p>-Então vou andar sempre ao pé de ti!</p>

<p>-Anda...mas de olhos bem abertos! É que eu morro um dia destes e, nesse momento, terás que te cuidar. Mas não te assustes! Vou ensinar-te as regras sábias. </p>

<p>-As regras sábias? (pergunta o Lilás)</p>

<p>-Sim, são regras que nos ajudam a estarmos bem com o nosso cardume. Em determinadas ocasiões, só nos conseguimos proteger com uma estratégia de cardume, uma espécie de task-force para situações de emergência.</p>

<p>-Mas como é isso? Eu não conheço ninguém a não ser de vista.</p>

<p>-Não te preocupes; Lilazinho. Esses estão mais perto dos tubarões, para o mar alto. Normalmente vão ensinando aos filhos os truques do mar alto e são os filhos que substituem os pais nessa função.</p>

<p>-Lucas, ouvi dizer que esses vivem nos buracos mais bonitos do oceano, onde não se vê lixo e tudo é tão lindo!</p>

<p>-Quase tudo... porque também há muitas chatices; Como o buraco deles é muito bonito, nada lhes falta, vão para lá imensos e todos querem mandar. Eu fui lá uma vez e não consegui ficar porque o meu padrinho morreu com fome e eu fiquei sozinho. Consegui fugir...</p>

<p>-Então e as regras sábias?<br />
</p>]]>

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<title>tempus de cerimónia</title>
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<![CDATA[<p>A passagem pela vida presenteia-nos consoante a cerimonia que com ela praticamos. A capacidade interior do homem provou, na história, a capacidade de este, homem, se ultrapassar a si próprio. Se cuidarmos dos outros, cuidamos de nós próprios; Numa perspectiva de investimento humano, de solidariedade e companheirismo. Só as mentes abertas entendem o mundo de forma menos preconceituosa, ié, com mais moral. façamos da nossa vida uma cerimónia e a nossa auto-estima deixa a hibernação....</p>]]>

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<title>líder espiritual</title>
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<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://caro.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p>Com a morte do santo padre João Paulo II, o mundo viu-se confrontado com uma reflexão sobre o papel que o líder espiritual dos católicos desempenhou no úçltimo quartel do séc. XX. Homem de Paz, de ecumenismo, de reconciliação. A cada tentativa de usar "guerras santas" pelos políticos e fundamentalistas, ele antecipava-se e, implacável, pregava a rasteira da paz. O seu passado de guerra, primeiro com os nazis e, depois com os russos, deram-lhe a consciência viva do que o homem é capaz de fazer aos seus iguais.<br />
Quão mais carismático se apresenta um líder, mais dificil se torna a escolha do sucessor. mas a Igreja sempre se ultrapassou a si mesma perante os obstáculos da civilização humana.<br />
Tenha um sereno descanso junto de Deus, Joanus Paulus II.<br />
Obrigado</p>]]>

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