junho 06, 2009

EXPOSIÇÃO AMÁLIA RODRIGUES – 10º ANIVERSÁRIO

Dias: 5 a 15 de Junho
Horas: 15.00-22.00.
Local: Fanfarra Operária GAGO Coutinho e Sacadura Cabral
Angra do Heroísmo Ilha Terceira

Conferência “PERCURSOS DO FADO” –
Prof. Dr. Rui Vieira Nery
Dia: 5
Hora: 19.00
Local: Fanfarra Operária Gago Coutinho e Sacadura Cabral
Angra do Heroísmo Ilha Terceira

Concerto com Joana Amendoeira (Fadista)
Dia: 5
Hora: 21.00
Local: Fanfarra Operária Gago Coutinho e Sacadura Cabral
Angra do Heroísmo, Terceira

Dias: 19 a 29 de Junho
Horas: 2ª a 6ª - 10.00-12.30/ 14.00-17.30 _ Sáb./Dom. 10.00-12.30
Local: Museu do Vinho
Ilha do Pico

Concerto com Joana Amendoeira (Fadista)
Dia: 19
Hora: 21.00
Local: Museu do Vinho
Ilha do Pico

No site do Governo dos Açores pode ler-se a seguinte descrição:

A directora regional da Cultura, Gabriela Canavilhas, assina segunda-feira, em Lisboa, um protocolo de cooperação entre o Governo Regional e a Fundação Amália Rodrigues que permitirá a organização de uma exposição itinerante dedicada à fadista que vai percorrer cinco das ilhas dos Açores, de 8 de Maio e 6 de Julho.

A mostra, realizada no âmbito da temporada MusicAtlântico para assinalar a passagem do 10º aniversário da morte de Amália Rodrigues, vai integrar peças do acervo pessoal de Amália (trajes de palco, fotografias, quadros, prémios e, até, o rascunho manuscrito de uma carta dirigida a Vitorino Nemésio) que poderão ser apreciados pelo povo açoriano.

Em complemento à exposição vão realizar-se vários concertos e palestras que contarão com a participação do musicólogo Rui Vieira Nery, do músico António Eustáquio e da fadista Joana Amendoeira, (Prémio Revelação 2009).

Na ilha de Santa Maria, a exposição estará patente ao público na Igreja das Vitórias, em Vila do Porto, com inauguração, pelas 18 horas, do dia 8 de Maio e poderá ser apreciada todos os dias, das 10 às 12:30 horas e das 14 às 17:30 horas, até ao dia 15 de Maio. No dia da inauguração, pelas 21 horas, terá lugar um concerto-palestra subordinado ao título “A guitarra e o guitolão”, por António Eustáquio.

Em São Miguel, a iniciativa terá como entidade acolhedora a Academia das Artes, em Ponta Delgada, com inauguração marcada para 18 de Maio, pelas 18:30 horas. Nesse mesmo dia terá lugar a conferência “Percursos do Fado” proferida por Rui Vieira Nery, seguida de concerto pela fadista Joana Amendoeira. A exposição poderá ser apreciada até 30 de Maio, nos dias úteis, das 14 às 19 horas, e aos sábados, das 9:30 às 13 horas.

Na ilha Terceira, a exposição estará patente no edifício sede da Fanfarra Operária Gago Coutinho e Sacadura Cabral, entre 5 e 15 de Junho, num horário diário das 15 às 22 horas. À inauguração, que ocorrerá pelas 18 horas, associa-se a conferência “Percursos do Fado” proferida por Rui Vieira Nery, a que se seguirá um concerto pela fadista Joana Amendoeira.

A ilha do Pico recebe “Amália” no espaço do Museu do Vinho, na Madalena. A exposição estará patente ao público entre 19 e 28 de Junho, nos dias úteis, das 10 às 12:30 horas e das 14 às 17:30 horas. Ao fim de semana, o horário de visita será das 10 às 12:30 horas. A inauguração, marcada para as 18 horas, do dia 19, contará com a presença, em concerto, da fadista Joana Amendoeira.

A ilha do Corvo acolherá a iniciativa no espaço do Centro Cultural e Ambiental, de 3 a 6 de Julho. Após a inauguração, prevista para as 18 horas, seguir-se-á a conferência-palestra de António Eustáquio, intitulada “A guitarra e o guitolão”.

Visitem....

Carla Soares

EDITADO:

Ao que parece o site do Governo Regional, imaginem só, tem a informação errada. Parece que a exposição está no Museu de angra do Heroísmo. Peço desculpa pela troca de informação, mas não adivinho que os órgãos da mais alta importância, fossem tão desorganizados.

Publicado por Ofeliazinha em 02:23 AM | Comentários (43)

maio 22, 2009

Exposição de Gravura de José Pedro Croft

Dando continuidade ao seu projecto no domínio das artes visuais, o IAC-Instituto Açoriano de Cultura inaugura na próxima sexta-feira, dia 22 de Maio, pelas 18h00, uma exposição de gravura de José Pedro Croft, na Galeria dos Arcos do Palácio dos Capitães Generais.

Segundo o Presidente da Direcção do IAC, Paulo Vilela Raimundo, parafraseando Jorge Molder diria que “se o mundo fosse completamente perfeito ou completamente imperfeito talvez não sentíssemos grande falta de obras como as de José Pedro Croft.” Assim, o desafio proposto pela sua obra, resulta do conflito provocado entre diversas disciplinas (pintura, escultura, arquitectura…), na interpretação do nosso imaginário civilizacional, onde o artista se liberta de tudo o que considera acessório, na interpretação do mundo que o rodeia.

Este exercício de reflexão colectiva, enquadra-se perfeitamente no projecto cultural que o Instituto Açoriano de Cultura se propõe desenvolver. Onde, a par da divulgação da obra de um conceituado artista contemporâneo, se força a discussão de temas que nos são tão caros, como arte e contemporaneidade.

José Croft, um dos mais conceituados artistas contemporâneos, nasceu no Porto em 1957, sendo que actualmente vive e trabalha na cidade de Lisboa. Efectuou os estudos na Escola Superior de Belas Artes da mesma cidade, tendo também trabalhado com o escultor José Cutileiro.

Os seus trabalhos compreendem sobretudo o desenho, a gravura e a escultura e constam de algumas das mais importantes colecções públicas e privadas internacionais. Expõe regularmente desde 1981. Está representado nas colecções do Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, Fundação de Serralves, Ministério da Cultura (Portugal), Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía (Espanha), Fundação Berardo (Portugal), Fundação Ellipse (Portugal), Banco de España, Banco Central Europeu, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (Brasil), Sammlung Albertina (Áustria).

Esta exposição, que contará com a presença do artista no dia da inauguração, estará patente ao público até ao próximo dia 28 de Junho e poderá ser visitada de 2ª feira a sábado das 10h00 às 18h00 e ao Domingo 14h00 às 18h00 e estará encerrada à 3ª feira.

Para mais informações vá a www.iac-azores.org

Carla Soares

Publicado por Ofeliazinha em 02:48 AM | Comentários (6)

novembro 10, 2007

Historial dos Da Weasel

Da WeaselSurgem em meados de 1993 com um projecto inglês e em formato experimental. O grupo era compostos por Pac, Armando, Jay Jay Neige e Yen Sung.
Um ano depois lançam o EP “More Than 30 Mothers F***s”.

Em menos de um ano editam o seu primeiro álbum intitulado “Dou-lhe com a Alma” que vem a ser a primeira gravação de hip-hop de uma banda portuguesa. Onde é feita a transição para o português como língua predominante. Aqui juntam-se à restante equipa, Pedro Quaresma e Guilherme Silva. No entretanto Yen Sung deixa a formação e surge Virgul.

O álbum “3º Capitulo” chega em 1997, transformando um dos temas que o compõem, “Todagente” num dos hinos do grupo.
Depois de se fazerem à estrada, surge em 1998 a reedição deste álbum, com algumas novidades como um CD extra de remixes com quatro os temas, “Dúia”, “Pregos”, “Casos de Polícia” e “Para a Nóia”.
Neste mesmo ano, participam nos projectos “Teio Beat” uma colectânea produzida por Mário Caldato com o tema “Produto Habitual”, e “XX Anos, XX Bandas” – Disco de Tributo aos Xutos e Pontapés -, com o tema “Esquadrão da Morte”.

Em Setembro de 1999 surge novo álbum, desta feita “Iniciação a uma vida banal – o Manual”. Disco aclamado e que marca alguns dos “clássicos” do grupo, como “Outro Nível” ou “Lest´s Go” como muitos o conhecem. Com este álbum os Da Weasel dão início a uma digressão que conhece o seu ponto mais alto, no Pavilhão Atlântico, onde abram a primeira parte do concerto dos Red Hot Chili Peppers (Novembro de 1999).

Os dois primeiros galardões de prata (hoje Dupla Platina) surgem em Agosto de 2000 e são atribuídos aos dois últimos álbuns do grupo, “3º Capítulo” e “Iniciação a uma vida banal – o Manual”. De destacar ainda neste mesmo ano a participação no álbum de tributo ao “ar de Rock” de Rui Veloso – “20 anos depois – Ar de Rock” – com o tema “Miúda (fora de mim)”
Da Weasel Grupo

Em 2004 o grupo trabalha na pé-produção do disco que se viria a chamar “Re-Definições”. Álbum que passa por reuniões em casa do guitarrista Quaresma, por um estúdio no Algarve, pelso estúdios da Valentim de Carvalho em Paços de Arcos e finalmente por Londres onde em Abril o álbum é masterizado.

Já em 2005 o “Re-Definições” é dupla platina, o grupo vence o Prémio Best Portuguese Act da MTV, assim como 2 Globos de Ouro (Melhor Grupo e Melhor Canção do Ano), entre muitos outros prémios.

Em 2006 os Da Weasel seguem na estrada com dezenas de concertos por todo o país, nomeadamente no Rock in Rio Lisboa e na Torre de Belém com a orquestra (“Da Weasel goes Symphonic”).
Neste ano iniciam também os trabalhos do novo álbum de originais.

Carla Soares

Publicado por Ofeliazinha em 02:59 AM | Comentários (0)

março 31, 2007

Concerto de Orquestra em Ponta Delgada

(clique na imagem para ampliar)
Publicado por Ofeliazinha em 02:29 AM | Comentários (0)

março 25, 2007

Dia Mundial do Teatro no TMA

O Teatro Municipal de Almada assinala o Dia Mundial do Teatro do Teatro, no próximo dia 27 de Março (Terça-feira), com a oferta de bilhetes para os espectáculos actualmente em cena, ambos produções da Companhia de Teatro de Almada: O Carteiro de Neruda, de Antonio Skármeta, com encenação de Joaquim Benite (na Sala Principal), e Quarto Minguante, de Rodrigo Francisco, também com encenação de Joaquim Benite (na Sala Experimental).
Esta oferta encontra-se limitada à lotação das salas (Sala Principal: 382 lugares e Sala Experimental: 60 lugares) e os bilhetes poderão ser levantados na bilheteira do Teatro Municipal de Almada, no próprio dia dos espectáculos, a partir das 14h30.

O Carteiro de Neruda

Estreado há dez anos pela Companhia de Teatro de Almada, O Carteiro de Neruda mantém-se disponível para digressão desde essa altura, tendo já realizado mais de uma centena de espectáculos em Portugal Continental, Açores e Espanha. Pela sua longevidade, e pela forma como tem sido recebido pela crítica e, principalmente, pelo público, este espectáculo faz já parte da herança afectiva da Companhia, e esta é uma boa oportunidade para regressar, dez anos depois, à praia da Ilha Negra, e aos anos conturbados do início da década de 70 chilena.

O Carteiro de Neruda aborda a problemática da aprendizagem através da poesia. O poeta Pablo Neruda chega a uma ilha de pescadores onde conhece Mário, o carteiro que é a sua ligação com o Mundo e em quem fará despertar a necessidade da vivência poética. De praticamente analfabeto a poeta esforçado, Mário fará a descoberta do mundo das metáforas, e aprenderá, tragicamente, que não há espaço para a poesia num país sem liberdade.

Quarto Minguante

Um quarto de hospital. Um pai e um filho. Uma janela que dá para uma auto-estrada. Em Quarto Minguante, Paulo visita o pai, que teve um acidente vascular cerebral. A circunstância das visitas, e o facto de tentar atenuar a dor do pai acamado, fá-lo perceber que já não sabe o que há-de dizer àquele que não há muito tempo atrás fora o seu herói. Embaraçado, acaba por levar-lhe um livro, não se dando conta do ridículo da situação. Os livros foram, precisamente, a causa do seu afastamento. Tal como aquelas cabeças de cavalo em mármore que colocamos nas estantes a suster os livros, existem agora milhares de páginas entre Paulo e o pai: são essas páginas que lhes retiraram a capacidade de falarem um com o outro.
Quarto Minguante é também um texto com claras referências à cidade de Almada, que neste espectáculo representa as várias cidades-satélite do País que, nos últimos anos, têm vindo a tornar-se elas próprias importantes centros urbanos. A evocação que Paulo e o seu pai fazem do tempo em que iam juntos à pesca, em que passeavam de mãos dadas e o pai lhe explicava o Mundo — essa evocação é simultaneamente lírica e dolorosa. Tal como a Cidade, Paulo também cresceu. O subúrbio dourado da sua infância já não existe, assim como já não existem o pai e o filho que agora se encontram num quarto de hospital para conversar enquanto o jantar não chega.

Publicado por Ofeliazinha em 10:30 PM | Comentários (0)

março 23, 2007

Submersão do Meu Ser

O Cinema-Teatro Joaquim d’Almeida e a Artemrede – Teatros Associados apresentam, no Dia Nacional do Estudante, 24 de Março, pelas 21h30, o espectáculo "Submersão do Meu Ser".
A Companhia de Dança de Almada traz-nos, desta vez, uma lição de dança contemporânea.
Uma coreografia de Rita Galo e Rita Torrão, inspirada nas formas imaginárias e figurações demoníacas criadas por Hieronymus Bosch (1450-1516). Passados 500 anos continuamos a viver medos e receios que não se podem prever ou controlar: as catástrofes naturais e o terrorismo são dois factores de pressão…
Interpretada por Alexandrina Nogueira, Carla Jordão, David Silva, Jack Jones, Rita Galo, Theresa da Silva e Tiago Careto, “Submersão do Meu Ser” tem figurinos de Ana Saraiva; desenho de luz de Pedro Machado; e som, edição e mistura de José Manuel Pacheco.
Venha comemorar o Dia Nacional do Estudante de uma forma diferente…

* Para ESTUDANTES, o CTJA terá um desconto especial para este espectáculo de 50% sobre o valor do bilhete.

Carla Soares

Publicado por Ofeliazinha em 09:21 PM | Comentários (3)

março 16, 2007

O IN-TER-VA-LO



No dia de estreia da nova peça "IN-TER-VA-LO", o grupo de teatro "Teatro Livre" lança também o seu site.

em: Teatro Livre

Carla Soares

Publicado por Ofeliazinha em 04:36 PM | Comentários (18)

março 02, 2007

Dia Internacional da Mulher

(clique na imagem para ampliar)

Venha divertir-se e comemorar o Dia Internacional da Mulher de uma forma diferente.

No dia 9 de Março, pelas 21h30, o Cinema-Teatro Joaquim d'Almeida apresenta a peça Super-Mulher.
Com interpretação de Ana Brito e Cunha, vamos RIR falando de assuntos muito sérios.
Duras realidades do dia a dia, de uma mulher igual a tantas outras, nos seus papéis de colegas, amigas, filhas, mães… enfim, de SUPER MULHER!
Monólogos enérgicos mas recheados de ternura conseguem traduzir de forma brilhante as pequenas misérias e também as grandes lutas das mulheres.

Plateia - 10€
Balcão - 8€

Mais informações e reservas através do telefone 21 232 78 80/ 82 ou na morada: Cinema Teatro Joaquim D' Almeida, Rua Joaquim de Almeida 2870-340 Montijo.

Carla Soares

Publicado por Ofeliazinha em 02:42 PM | Comentários (0)

O Brilho das Imagens

Pintura e Escultura Medieval do Museu Nacional de Varsóvia (séculos XII-XVI)

(clique na imagem para ampliar)

Os retábulos de altar e as imagens devocionais (pinturas, esculturas e relevos) que esta exposição apresenta foram seleccionados da colecção de arte medieval do Museu Nacional de Varsóvia.

A selecção de peças é bem demonstrativa da evolução das principais expressões criativas e das declinações formais da arte gótica num vasto espaço territorial centro-europeu, surpreendendo não só pela escala e magnificência visual de muitas das imagens, como também pela complexidade dos seus referentes plásticos face a modelos e centros polarizadores (Itália e Flandres) da arte ocidental europeia durante a Baixa Idade Média.

Ora evidenciando um franco acolhimento de influências externas, ora privilegiando linguagens de cariz mais local e vernacular, as obras expostas propõem uma franca percepção das relações entre centros e periferias artísticas num largo período histórico (séculos XII-XVI), estimulando também nesse contexto um diálogo fundamental com a diversidade do próprio acervo do MNAA em pintura e escultura.

A cronologia, a iconografia, o uso ou a função das imagens, ainda que referenciais, não estruturam matricialmente a narrativa da exposição. A optimização das condições de visibilidade de duas disciplinas artísticas distintas, da pintura e da escultura, foi também considerada na organização de dois percursos que pontualmente se entrecruzam.

Se tivermos em conta que num âmbito nacional e internacional a cedência temporária de pinturas e esculturas de idêntica cronologia e de idêntica fragilidade material deixou de ser uma prática recorrente para se transformar num facto singular, a possibilidade de ver um tão relevante conjunto de obras medievais temporariamente retiradas, pela primeira vez, da exposição permanente do principal museu da Polónia, constitui por si só um acontecimento.

A inclusão desta exposição na programação do Museu Nacional de Arte Antiga em 2007 deve-se uma vez mais ao apoio concedido pelo Millennium bcp, seu mecenas exclusivo.

Carla Soares

Publicado por Ofeliazinha em 02:07 PM | Comentários (1)

fevereiro 27, 2007

Programa do IX Festival de Teatro de Angra do Heroísmo

5,6, 7 e 8 Março
“Animais de Palco”
Grupo de teatro “Teatro Mundial”
Local: Teatro Angrense
Hora: (2 espectáculos diários: 10h00 e 14h00)

9 e 10 de Março
“Felizmente não é Natal” (com Lurdes Norberto e Manuela Maria)
Grupo de teatro “Celso Cleto”
Local: Teatro Angrense
Hora: 21h30

17 de Março
“O Intervalo”
Grupo de teatro “Teatro Livre”
Local: Teatro Angrense
Hora: 21h30

23 e 24 de Março
“Senhor das Flores” – com os actores brasileiros – JONAS BLOCH e BETO COVILLE
Local: Teatro Angrense
Hora: 21h30

25 Março
“A Solidão da Casa do Regalo”
Grupo de teatro “Alpendre”
Local: Sede do Alpendre
Hora: 21h30

27 e 28 de Março
“Crise dos 40” (com Almeno Gonçalves, António Melo, Joaquim Nicolau e Fernando Ferrão)
Grupo “Teatro Mundial”
Local: Teatro Angrense
Hora: 21h30

30 de Março
“Daqui fala o Morto”
Grupo de teatro “Pedra-Mó”
Local: Teatro Angrense
Hora: 21h30

1 de Abril
“Português Sur-Real”
CIA (Companhia Independente Animação)
Local: Teatro Angrense
Hora: 21h30

4 de Abril
“Demónios saíram à Rua”
Grupo de teatro ORPHEU
Local: Teatro Angrrense
Hora: 21h30

Mais sobre o festival aqui.

Carla Soares

Publicado por Ofeliazinha em 11:09 PM | Comentários (0)

fevereiro 16, 2007

Hamlet no Cinema-Teatro Joaquim d'Almeida

(clique nas imagens para ampliar)

No dia 23 e 24 de Fevereiro de 2007 pelas 21h00, terá lugar no Cinema-Teatro Joaquim d'Almeida em Montijo o espectáculo "Hamlet", com tradução e encenação de André Gago.

Um conjunto de actores, uma caixa, talvez um caixão, e uma peça chamada "Hamlet".
André Gago - tradutor e encenador - aborda de uma forma original aquela que é a peça de teatro mais emblemática de toda a literatura ocidental. Involuntariamente didáctico, o espectáculo acaba por familiarizar o público, de uma forma extremamente eficaz, com a trama e a essência da obra.
Não são muitos, porém, aqueles que se aventuraram, em Portugal, na tradução do texto que apresenta as várias faces do talento literário de Shakespeare , em que drama histórico, tragédia, sátira e romance se misturam ao longo da apaixonante trajectória de Hamlet.
André Gago proporciona-nos, agora, a oportunidade de saborear uma nova tradução e adaptação para Português deste clássico de Shakespeare.

Plateia - 15€
1.º Balcão - 10€
2.º e 3.º Balcão - 8€

Mais informações e reservas através do telefone 21 232 78 80/ 82 ou na morada: Cinema Teatro Joaquim D' Almeida, Rua Joaquim de Almeida 2870-340 Montijo.

Carla Soares

Publicado por Ofeliazinha em 10:19 PM | Comentários (1)

dezembro 19, 2006

Espectáculo "Pele".

(clique na imagem para ampliar)

Hoje venho falar de um espectáculo que tomei conhecimento via e-mail de mais uma pessoa que desde já agradeço, que escolheu o meu blog para publicitar o seu trabalho.

Falo-vos de Pele, de Maria João e José Peixoto, um espectáculo a que poderá assistir no dia 20 de Janeiro (Sábado), pelas 21:30 no Cinema-Teatro Joaquim d'Almeida, em Montijo.

Mais poderei adiantar que se desejar receber informações sobre como reservar o seu lugar neste espectáculo, deverá ligar para o número de telefone 212 327 982.
Para horários de bilheteira e restantes informações, veja o cartaz deste espectáculo que está adjacente com este texto.

Carla Soares

Publicado por Ofeliazinha em 10:42 AM | Comentários (1)

dezembro 05, 2006

Equipamento cultural vai ter nome do poeta

O presidente da Câmara de Lisboa, Carmona Rodrigues manifestou este domingo pesar pela morte do poeta e pintor Mário Cesariny e declarou que a autarquia vai dar o seu nome a um equipamento cultural "relevante".

Numa nota enviada à Agência Lusa, Carmona Rodrigues afirmou que "Lisboa perdeu um dos seus grandes cultores", marcado pela "inquietude criativa", e que a cidade "deve muito" a "um dos mais inspirados artistas do surrealismo português".
Carmona Rodrigues comprometeu-se ainda a atribuir o nome de Mário Cesariny de Vasconcelos a "um relevante equipamento cultural da cidade de Lisboa".

Tal como aos surrealistas, "[a Mário Cesariny] e à sua polémica obra de vemos parte da contemporaneidade e cosmopolitismo de que Lisboa hoje se orgulha", afirmou o autarca.

A autarquia "partilha a tristeza" de amigos e familiares do poeta, que morreu hoje de madrugada aos 83, após doença prolongada, declarou.


Mário Cesariny de Vasconcelos, o precursor do surrealismo português, morreu no dia 26 de Novembro, em sua casa, em Lisboa. Nascido em 1923, destacou-se também como poeta, tendo publicado aos 21 anos a sua primeira obra de poesia. Os encontros em Paris, nomeadamente com André Breton e a leitura do manifesto surrealista Rupture Inaugurale influenciam-no a fundar o Grupo Surrealista de Lisboa, em 1947, mas a polémica do ano seguinte leva-o a afastar-se e fundar outro grupo, Os Surrealistas. Durante as últimas duas décadas, o pintor expôs as suas obras na Galeria Neupergama, em Torres Novas, tendo em 2002 inaugurado pessoalmente uma das suas exposições.

Mário Cesariny é caracterizado pela singularidade da sua obra, atingida pelo seu alto nível de abstracção, que também o levou a assumir muitas vezes atitudes polémicas, como pintor e escritor, quase sempre em ruptura com as ortodoxias ideológicas portuguesas. Além de traduções de poetas como Rimbaud e Artaud, publicou as seguintes obras:

Corpo Visível (1950), Discurso sobre a Reabilitação do Real Quotidiano (1952), Louvor e Simplificação de Álvaro de Campo (1953), Manual de Prestidigitação (1956), Pena Capital (1957), Alguns Mitos Maiores e Alguns Mitos Menores Postos à Circulação pelo Autor (1958), Nobilíssima Visão (1959), Poesia (1944-1955) (s./d.); Antologia Surrealista do Cadáver Esquisito, 1961; Planisfério e Outros Poemas (1961), Surreal/Abjeccionismo, 1963; Um Auto para Jerusalém (1964); Titânia e A Cidade Queimada (1965); A Intervenção Surrealista, 1966; 19 Projectos de Prémio Aldonso Ortigão Seguidos de Poemas de Londres (1971): As Mãos na Água e na Cabeça (1972); Burlescas, Teóricas e Sentimentais (1972); 50º Aniversário do Primeiro Manifesto Surrealista, 1974; Primavera Autónoma das Estradas (1980); Horta de Literatura de Cordel, antologia, 1983; Vieira da Silva, Arpad Szenes ou O Castelo Surrealista (1984), O Virgem Negra (1989) e Titânia (1994).

Carla Soares

Publicado por Ofeliazinha em 11:37 PM | Comentários (11)

novembro 22, 2006

André Sardet em primeiro no Top Nacional

"Acústico", de André Sardet, mantém-se no topo da tabela nacional de álbuns mais vendidos, sucesso que se reflecte também no êxito da digressão pelo país, com várias lotações esgotadas. O músico comanda um pódio em que figuram apenas artistas portugueses.

No segundo lugar está Mariza, com o disco ao vivo "Concerto Em Lisboa". A fadista que actua hoje na mais prestigiada sala de espectáculos de Londres, o Royal Albert Hall, no âmbito do festival Atlantic Waves sobe duas posições em relação à semana anterior, fazendo descer para terceiro "Uma Vida de Canções", de Paco Bandeira.

O grupo dos "dez mais" segue sem grandes alteração, com duas excepções: a entrada directa para o nono posto de George Michael, com "Twenty Five"; e a subida de Nelly Furtado da 14ª para a décima posição, com "Loose".

De acordo com os dados da Associação Fonográfica Portuguesa, foram os seguintes os dez álbuns mais vendidos na semana passada:

1. "Acústico", André Sardet
2. "Concerto Em Lisboa", Mariza
3. "Uma Vida de Canções", Paco Bandeira
4. "Fácil de Entender", The Gift
5. "Docemania", Docemania
6. "Floribella", Flor
7. "Paulo Gonzo", Paulo Gonzo
8. "Este É o Meu Mundo", Bebé Lilly
9. "Twenty Five", George Michael
10. "Loose", Nelly Furtado

Carla Soares

Publicado por Ofeliazinha em 10:33 PM | Comentários (9)

março 13, 2006

VIII Festival de Teatro de Angra do Heroísmo

Espectáculos em Angra do Heroísmo

10/11 Março - O Quarto Rei
por: Gr. Teatro Infantil Colégio Santa Clara
Texto e Encenação: Carmo Amaral
Local: Teatro Angrense
Dia 10 - 10:00 (escolas)
Dia 11 - 21:30

17 Março - Marlene
por: Casa das Artes
Texto: Pam Gems
Encenação e Adaptação: Carlos Quintas
Local: Teatro Angrense
Hora: 21:30
Festival
24 Março - Apareceu Margarida
por: A teia
Texto: Roberto Athayde
Encenação: António Terra
Local: Teatro Angrense
Hora: 21:30

27 Março - Mesa para Três
por: Teatrinho
Encenação: Valter Peres
Local: Átrio do CCCAH
Hora: 21:30

1 Abril - Palhaço de Mim Mesmo
por: Manpolan
Texto: Paulo Mira Coelho
Encenação: Joaquim Nicolau
Local: Teatro Angrense
Hora: 21:30

7 Abril - Nória e Prometeu - Palavras de fogo
por: Pedra Mó
Texto: Armando Nascimento Rosa
Encenação: Moisés Mendes
Local: Teatro Angrense
Hora: 21:30

9 Abril - Fim de Partida
por: Teatro Livre
Texto: Samuel Beckett
Encenação: Eduarda Borba
Local: Teatro Angrense
Hora: 21:30

15 Abril - Se o Meu Ponto G Falasse
por: Alpendre
Texto: Júlio Conde, Heloisa Migliavacca, Patsy Cecato
Encenação: Paulo Freitas
Local: Sede do Alpendre
Hora: 21:30

Horário da Bilheteira:
14:00 às 16:00 / 19:00 às 21:30

Espectáculos Locais - Próprio Dia

Espectáculos Grupos Nacionais - Dia Anterior e Próprio Dia

-/-

Espectáculos na Praia da Vitória

18 Março - Marlene
por: Casa das Artes
Texto: Pam Gems
Encenação e Adaptação: Carlos Quintas
Local: Auditório do Ramo Grande
Hora: 21:30

31 Março - Palhaço de Mim Mesmo
por: Manpolan
Texto: Paulo Mira Coelho
Encenação: Joaquim Nicolau
Local: Auditório do Ramo Grande
Hora: 21:30

Horário da Bilheteira:
Todos os dias 19:00 às 21:00

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Ruy de Carvalho fará 2 Palestras Sobre Teatro
Dia 3 de Abril
10:00 Escola Secundária Pe. Jerónimo Emiliano de Andrade
14:00 Escola Secundária da Praia da Vitória

Publicado por Ofeliazinha em 03:10 PM | Comentários (1842)

março 02, 2006

Espectáculo comemorativo do 25 de Abril.

Chegou-me esta informação por e-mail pareceu-me interessante partilhar:

A Lei é a Lei

Texto: Luís Francisco Rebello
Encenação: João Carneiro
Interpretação: José Lopes
Cartaz: Daniel Vieira

Um PIDE.
Um Homem.
Serio, honesto, cumpridor do seu dever. Nunca fez mal a ninguém.
Recebia ordens e tinha que as cumprir...
Só daquela vez. O cão..

- Espectáculo estreado em 5 de Março de 2004, no Centro Cultural Casapiano, em Lisboa.

- Comemorações da C. M. Lisboa do 30º aniversario do 25 de Abril, com espectáculos no Museu Republica e Resistência.

- Comemorações da C. M. de Castro Marim do 30º aniversario do 25 de Abril, em Altura.

- Comemorações da C. M. de Figueiró dos Vinhos do 30º aniversario do 25 de Abril.

- Comemorações da C. M. de Figueira da Foz do 30º aniversario do 25 de Abril.

- Festival Outonos do Teatro - 8ª Edição - Portimão/Outubro 2005.

- Inúmeras apresentações para publico escolar (tema curricular).

Rua dos Jerónimos 7 - A
1400-210 Lisboa
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Publicado por Ofeliazinha em 05:22 PM | Comentários (47)

fevereiro 13, 2006

Grafite

A grafite foi descoberta na Baviera por volta de 1400, não lhe tendo sido dado na época o devido valor.
A história do lápis remonta a 1564, quando se descobriu em Inglaterra um filão de grafite pura. A coroa inglesa mandou então abrir minas para se obter grafite como material de desenho. donna_africana_carboncino - grafite
Estas minas forneceram grafite a toda a europa, até se esgotarem as suas reservas no séc. XIX.
O mineral era misturado com gomas, resinas e colas. Esta mistura era então colocada numa ranhura de um pedaço de madeira geralmente de cedro e atado com um cordel. À medida que se ia gastando a grafite, o cordel era desenrolado e repunha-se a mina no extremo.
Em 1761, na Alemanha, Faber criou uma pequena oficina de fabrico de lápis. Misturava duas partes de grafite com uma de enxofre. Napoleão, no séc. XVIII, encomendou a Conté a exploração de processos de fabricar lápis para substituir os importados. Apareceu então uma nova espécie de lápis que consistia na mistura de terra (argilas), grafite e água, que eram solidificados por cozedura e colocados em ranhuras de madeira.
Este foi o antecessor do lápis que conhecemos. No passado usaram-se certos materiais na confecção das minas como ceras, goma-laca, resinas, negro de fumo, etc. Actualmente algumas das melhores minas fazem-se misturando grafites de grande qualidade com polímeros especiais.
Encontramos no mercado uma enorme variedade de qualidades de grafite. Envolvida em madeira (lápis), em minas simples de várias espessuras para porta minas, desde as mais vulgares 0,5mm, 0,7 mm, 1,2 mm, até às mais grossas apenas envolvidas em plástico para desenhos que exigem um grande depósito de grafite.
Existem também em muitas durezas, desde extra-duras a extra-macias. As mais duras permitem traços finos cinzento pálido, as mais macias produzem traços mais grossos e mais negros, pois depositam mais grafite no papel.

Por "H" entende-se "Hard" - uma mina dura.
Por "B" entende-se "Brand" ou "Black" - uma mina macia ou preta.
Por "HB" entende-se "Hard/Brand"- uma mina de dureza média
bimbo_carboncino
Associados ao uso da grafite estão sempre os afiadores ou canivetes para afiar, as borrachas mais ou menos macias e os porta-minas.

A grafite pode ser usada praticamente em todas as superfícies, excepto nas plastificadas, onde adere mal. Quase todos os tipos de papel - lisos, texturados, rugosos - são também um suporte adequado. Papéis como o "Ingres" ou "Canson" são óptimos suportes para trabalhos em valores de cinzento e "degradés". O tipo de papel que se usa é importantíssimo pois determina a forma como a grafite se vai comportar. Papéis coloridos são também frequentemente usados para trabalhos de desenho a grafite.

Carla Soares

Publicado por Ofeliazinha em 02:04 PM | Comentários (954)

outubro 03, 2005

Cantinho das Artes:

A arte ou seja todas as formas de expressarmos, está patenteada neste blog com o nome de "Cantinho das Artes". Neste campo ou categoria, irei dar-vos a conhecer um pouco de todo o tipo de espectáculos, desde o cinema, peças de teatro, dança, assim como, falar de livros, cd's, revistas, estilos de pintura, obras de arte, termos técnicos e muito mais.
Pode ainda contar com as ultimas novidades nestas várias áreas. Como o ultimo filme em rodagem, a ultima peça de teatro de alguma companhia, o ultimo ballet, por aí fora.
É no fundo um espaço dedicado ao entretenimento onde, quem sabe, poderá encontrar alguma sugestão para se distrair e superar o stress do dia-a-dia ou ainda descobrir a variedade de arte que poderá encontrar à sua disposição.

Carla Soares

Publicado por Ofeliazinha em 02:51 PM | Comentários (0)