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<title>caisdegaia</title>
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<title>Tarde Demais</title>
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<summary type="text/plain">Por JOSÉ MANUEL LOPES CORDEIRO Domingo, 9 de Abril de 2000 Há cinquenta anos, completados na passada quarta-feira, a lancha a motor &quot;Foz do Sousa&quot;, que efectuava regularmente a ligação entre o Cais das Padeiras, próximo da Ponte Luís I,...</summary>
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<![CDATA[<p>Por JOSÉ MANUEL LOPES CORDEIRO<br />
Domingo, 9 de Abril de 2000</p>

<p>Há cinquenta anos, completados na passada quarta-feira, a lancha a motor "Foz do Sousa", que efectuava regularmente a ligação entre o Cais das Padeiras, próximo da Ponte Luís I, e as povoações de Avintes, Atães e Foz do Sousa, dos arredores do Porto, afundou-se repleta de trabalhadores de regresso a casa, tendo perdido a vida cerca de trinta pessoas. O sinistro ocorreu por volta das 18h30, quando a lancha navegava em frente a Oliveira do Douro, muito próximo da margem daquela freguesia de Vila Nova de Gaia.<br />
Apesar do bom tempo que se fazia sentir naquele fim de tarde, permitindo uma excelente visibilidade, e da experiência do mestre da embarcação - que contava 28 anos de vida fluvial -, por motivos inexplicáveis, este não viu uma lingueta de pedra da Quinta da Vinha, então propriedade do conhecido industrial têxtil portuense Sebastião Ferreira Mendes, tendo a lancha, que navegava demasiadamente encostada a terra, embatido violentamente, a meia nau, com a referida lingueta, o que lhe provocou um rombo junto à proa numa extensão de três metros. O mestre da lancha, que não se terá apercebido da proximidade do obstáculo por este se apresentar parcialmente submerso, quando se deu conta da iminência do embate ainda o tentou evitar, mas após a colisão com a lingueta o motor foi abaixo e em pouco tempo a embarcação - construída apenas dois anos antes - começou a meter água, ficando incontrolável e deslizando ao sabor da corrente, dado que a maré estava a vazar, ao mesmo tempo que começava a afundar-se.<br />
Com o pânico instalado a bordo e a lancha a afundar-se rapidamente, estabeleceu-se uma situação de grande confusão e descontrolo, que impossibilitou o salvamento de uma parte dos passageiros, muitos dos quais não sabiam nadar, não obstante a margem do rio se encontrar muito próxima. O facto de a lancha transportar um número de passageiros muito superior ao da sua lotação agravou ainda mais o trágico desastre, pois os socorros prestados por algumas pessoas que se encontravam na margem do rio eram insuficientes para responder a tão elevado número de sinistrados. Apesar da lotação da lancha ter sido definida pela Capitania em oitenta lugares, era prática corrente a mesma transportar um número de passageiros em muito superior. Foi o que aconteceu naquela tarde, pois, após o desastre, nem o proprietário nem os tripulantes da lancha sabiam ao certo quantas pessoas transportavam. Aliás, nem sequer havia venda de bilhetes. O passageiro entrava, pagava, e tentava acomodar-se da melhor maneira possível.<br />
Ao presenciarem o acidente, alguns transeuntes e pescadores que se encontravam na margem do Douro acorreram a salvar os náufragos, enquanto o feitor da Quinta das Carvalheiras, contígua à Quinta da Vinha, correu para o telefone, a fim de chamar os Bombeiros Voluntários de Avintes, assim como os Municipais, tendo-se estes encarregado de convocar outras corporações do concelho. Até à sua chegada, os circunstantes e as tripulações de outras embarcações que passavam nas proximidades empenharam-se em tentar salvar os náufragos - entre os quais se encontravam inúmeras mulheres e crianças -, tendo ainda conseguido evitar o afogamento de algumas pessoas. Mas, quando começaram a chegar as corporações de bombeiros, aptas a prestar os indispensáveis socorros, era tarde de mais. Estas limitaram-se, então, a montar as macas para transporte dos cadáveres, e a iniciar as operações para trazer a malograda lancha à superfície, ao mesmo tempo que, num esforço que se prolongou durante a noite, mergulhadores tentavam encontrar os corpos dos passageiros que tinham perecido no acidente e que ainda não tinham sido encontrados. De facto, no rescaldo do naufrágio, confirmaram-se dezasseis óbitos e mais de uma dezena de desaparecidos, que nunca chegaram a ser encontrados, apesar de todos os esforços empreendidos nesse sentido.<br />
O terrível sinistro causou uma profunda comoção junto dos familiares e amigos das vítimas, e uma imensa consternação nos habitantes das povoações ribeirinhas de que as mesmas eram originárias. A comunicação social noticiou com grande destaque, durante dias, a tragédia da barca "Foz do Sousa", a qual emocionou profundamente o País, tendo o Presidente da República, Óscar Carmona, e o presidente do Conselho de Ministros, Oliveira Salazar, apresentado as condolências aos familiares das vítimas e às populações das freguesias em que as mesmas residiam.<br />
</p>]]>

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<title>Boletins de voto ...uma revolução</title>
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<issued>2005-01-28T16:14:15Z</issued>
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<summary type="text/plain">Recebi uma sugestão para os boletins de voto. Hoje temos a possibilidade de escolher a nossa cruz !! É suficiente indicar um partido politico. Um amigo sugeriu-me que para além dos simbolos partidários devia existir o local onde se podia...</summary>
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<![CDATA[<p>Recebi uma sugestão para os boletins de voto.<br />
Hoje temos a possibilidade  de escolher a nossa cruz !! É suficiente indicar um partido politico.<br />
Um amigo sugeriu-me que para além dos simbolos partidários devia existir o local onde se podia escrever por extenso NENHUNS.<br />
Era a possibilidade que o eleitor tinha de não querer ser governado por ninguém. <br />
É que agora também só temos a ilusão ( a de que somos governados por alguém !! ).<br />
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<title>Campanha “Portugal campeão mundial em 2025”</title>
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<summary type="text/plain">Uma das prioridades para o desenvolvimento desportivo de Vila Nova de Gaia é, para a GaiAnima, a formação de futebolistas na fase da idade escolar primária. Entendemos contudo, que a proposta é politicamente pouco ambiciosa. E porque não na fase...</summary>
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<![CDATA[<p>Uma das prioridades para o desenvolvimento desportivo de Vila Nova de Gaia é,  para a GaiAnima,  a formação de futebolistas na fase da idade escolar primária. <br />
Entendemos contudo, que a proposta é politicamente pouco ambiciosa.</p>

<p>E porque não na fase embrionária, numa primeira abordagem ? <br />
Propomos por isso que, de imediato e à luz dos conhecimentos cientificos actuais a formação dos futebolistas deve ser feita  ainda no útero da mãe. Sem chuteiras, claro !!</p>

<p>Numa segunda fase, é ao nivel do espermatozóide que devemos actuar !!<br />
Devemos ter coragem para antecipar o futuro. Entendemos que aquela estrutura municipal deve proceder à assinatura de protocolos com a Universidade para o desenvolvimento de novos conhecimentos cientificos que permitam tornar realidade a ideia e porque esta deve ser de amplo consenso nacional deve ser solicitado o apoio de Paulo Portas (CDS-PP) para a consecução de um designio que mais do que concelhio, deve ser nacional.<br />
Somos claramente favoráveis ao aborto logo nesta fase, se for verificada a sua inaptidão (do espermatozóide, claro) para jogador de futebol !! </p>

<p>HAJA CORAGEM e vontade politica para tornar Portugal campeão mundial de futebol em 2025. <br />
GAIA SEMPRE NA FRENTE é o nosso lema.<br />
</p>]]>

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<title>Prémio “cuidado se não CAISDEGAIA&quot;</title>
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<summary type="text/plain">O nosso blog decidiu atribuir o prémio “cuidado se não CAISDEGAIA” ao vereador socialista Barbosa Ribeiro. Este prémio é atribuido após votação favorável e maciça que os nossos leitores fizeram à proposta daquele politico para demolir a Casa do Presidente,...</summary>
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<![CDATA[<p>O nosso blog decidiu atribuir o prémio “cuidado se não CAISDEGAIA” ao vereador socialista Barbosa Ribeiro. Este prémio é atribuido após votação favorável e maciça que os nossos leitores fizeram à  proposta daquele politico para demolir a Casa do Presidente, sita na Avenida da República.<br />
</p>]]>

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<title>Coisas... no CAISDEGAIA</title>
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<issued>2005-01-25T12:29:11Z</issued>
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<summary type="text/plain">Estranho JhonnyMoreira - jhonnymoreira@iol.pt Hoje (19-06-03), no jornal PÚBLICO, Álvaro Domingues, descreve uma experiência que parece impossível nos tempos de hoje. Então, a crónica conta, que o próprio autor, andava de câmara fotográfica em punho, a exercer um hobbie tão...</summary>
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<![CDATA[<p>Estranho<br />
JhonnyMoreira - jhonnymoreira@iol.pt </p>

<p>Hoje (19-06-03), no jornal PÚBLICO, Álvaro Domingues, descreve uma experiência que parece impossível nos tempos de hoje. <br />
Então, a crónica conta, que o próprio autor, andava de câmara fotográfica em punho, a exercer um hobbie tão normal como é a fotografia, nesse recente local atractivo de V. N. de Gaia, o Cais de Gaia, quando foi surpreendido por um segurança que colocou problemas àquela actividade artística.<br />
Explicações?, pelos visto não houve, e o cronista termina colocando uma série de questões, esperando que alguém o esclareça.<br />
Pois é, já não bastava a senhora dona Fátima Felgueiras dizer-se exilada política, evocando outros tempos de opressão e ofendendo os verdadeiros exilados políticos portugueses de outrora, como agora nos vêm informar que é proibido fotografar no Cais de Gaia. Será isto permitido pelo Direito do nosso país? Será que o cidadão gaiense e o turista curioso não podem mais fotografar, tanto a linda margem sul do Douro como a paisagem que se apresenta do outro lado desse mesmo rio?<br />
E se alguém levasse consigo a Constituição da República Portuguesa e invocasse o artigo 42º, que lhe concede o direito à criação artística, será que como resposta lhe mostrariam um dos códigos de Direito português, ou será que a resposta seria, no ambiente da força: ”Se eu disse que não pode, é porque não pode!”<br />
Digo-vos que me preparo para ir, assim que possível, de câmara em riste para o Cais de Gaia, testemunhar este estranho fenómeno. <br />
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