<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?>
<feed version="0.3" xmlns="http://purl.org/atom/ns#" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xml:lang="en">
<title>Caí da Linha</title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://caidalinha.weblog.com.pt/" />
<modified>2006-11-07T12:21:23Z</modified>
<tagline></tagline>
<id>tag:caidalinha.weblog.com.pt,2011://3481</id>
<generator url="http://www.movabletype.org/" version="3.11">Movable Type</generator>
<copyright>Copyright (c) 2006, NEC</copyright>
<entry>
<title>Voltei!</title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://caidalinha.weblog.com.pt/arquivo/2006/11/voltei.html" />
<modified>2006-11-07T12:21:23Z</modified>
<issued>2006-11-07T11:17:57Z</issued>
<id>tag:caidalinha.weblog.com.pt,2006://3481.376080</id>
<created>2006-11-07T11:17:57Z</created>
<summary type="text/plain">Voltei! Mas não sei por quanto tempo... Ao contrário de outros, que também &quot;blogam&quot;, tenho mais que fazer. Não tenho nenhum tacho, mas tenho de rapar muito na panela para poder sobreviver. Continuo no mesmo registo, considero ter algo para...</summary>
<author>
<name>NEC</name>

<email>ncampilho@gmail.com</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://caidalinha.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p>Voltei! Mas não sei por quanto tempo... Ao contrário de outros, que também "blogam", tenho mais que fazer. Não tenho nenhum tacho, mas tenho de rapar muito na panela para poder sobreviver. Continuo no mesmo registo, considero ter algo para partilhar e como sou altruísta, gosto de partilhar. Mas não partilho da infâmia, do escárnio, da ordinarice, do ódio, da porcalhice que por aí andam a enxamear alguns posts em outros blogs, sobretudo dedicadas à terra onde vivo (e não a terra que me viu nascer, mas que eu aprendi a amar). Tenho, para mim, que todos são livres de expressar a sua opinião, mas não de insultar ou difamar! Isso é criminoso, logo não pode ser livre! A probabilidade de eu ser lido e de entenderem as minhas palavras, pode ser ínfima, mas não posso calar a minha indignação. O que tenho lido põe em causa, não só a liberdade de quem é atingido, assim como a sua honorabilidade e dignidade enquanto seres humanos. Estou desolado, não sabia possível ser tão baixo ao ponto de, ANONIMAMENTE, se enxovalharem pessoas que, até prova em contrário, devem ser RESPEITADAS, não só pelo que são, mas também por aquilo que fazem. Eu acho que isto não vai acabar bem e como devo ser um dos últimos românticos, acho mal! Quem tem tomado estas atitudes insolentes terá o que merece, não que eu fique satisfeito com isso. Todos esses energúmenos, devem ser manetas, pois se não o fossem, teriam mãos para pôr na consciência, a menos que sejam desprovidas dela, o que também me parece ser uma boa hipótese.<br />
Afinal, não é só a vida que me desilude, também são as pessoas, sobretudo as pessoas... Para perceberem o que estou a dizer, custa-me, mas tenho de vos citar algumas das pérolas que por aí andam, e são as mais fresquinhas, pois tem havido (e certamente irá haver pelo baixíssimo e rastejante nível dos intervenientes) bem piores:<br />
</p>]]>
<![CDATA[<p><em>“E eu prometo que quero ir no tejadilho desse carro, com uma mão esticada, <strong>a fazer um símbolo "fálico"</strong>, cada vez que passarmos à porta da cmo!! <strong>E se o cabrão lá estiver... nesse caso estico as duas mãos!!!</strong> Tá prometido!!”</p>

<p>“Eu quero uma tshirt dessas! negocio feito! E vamos juntos para a porta da Câmara, <br />
uma das duas situações:<br />
ou, <strong>quando o cabrão perder o mandato...</strong><br />
ou, quando a judiciária o for prender...<br />
nesse dia... eu estarei lá para o ver cair!!!!!! e espero que com tshirt vestida....” </p>

<p>“<strong>Também quero que o Isaltino se foda</strong> (Literalmente)! <strong>se não se for foder</strong>, pelos menos a PJ que o leve dentro, e por uns bons tempos....”</p>

<p>“Já só os dependentes do Tino é que ainda não perceberam que ninguém quer saber do Tino! Quem conhece alguém nos meios decentes que sinta orgulho em dizer que se relaciona com o Tino de Oeiras? E os desgraçados que não arranjam emprego em nenhum concurso sério, acham que escrevem no seu currículo que são assessores do Tino? <strong>Só se forem candidatos a grupos do crime organizado!</strong>”</p>

<p>“O que seria de Relvas, Coelhos, Correias, Mouras, Arnaults, Raposos, Searas, Rosinhas se a transparência fosse total??????”</p>

<p>“O gajo estava fo... durante o dia na CMO, muita gente comentou.<br />
<strong>Nem as amantes põem o gajo bem disposto</strong>, chiça!<br />
Talvez o Malvado lhe tenha de arranjar <strong>umas “meninas” diferentes</strong>.”</p>

<p>“<strong>O livro é uma bela merda</strong>... Não vale os 5€ que custa, aliás a avaliar pela quantidade de páginas que tem, melhor seria se Isaltino tivesse antes dito que iria apresentar o "panfleto"...”</p>

<p>“<strong>Discursos da treta (sempre a mesma merda da mesma conversa)</strong>, sempre os mesmos, valeu os comes e bebes... Nisso, o <strong>Isaltino tem mais que obrigação que me pagar uns croquetezinhos</strong>, não faz mais do que a sua obrigação!”</em></p>

<p>FILHOS DE UMA GRANDESSÍSSIMA P... T... A... PORTUGUESA! Só que errou a profissão e, muito provavelmente, não tem nada a ver com o péssimo exemplo que os seus filhos estão a deixar na vidinha miserável que levam.<br />
</p>]]>
</content>
</entry>
<entry>
<title>Afectos</title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://caidalinha.weblog.com.pt/arquivo/2006/09/afectos.html" />
<modified>2006-09-25T17:08:18Z</modified>
<issued>2006-09-25T17:04:52Z</issued>
<id>tag:caidalinha.weblog.com.pt,2006://3481.370007</id>
<created>2006-09-25T17:04:52Z</created>
<summary type="text/plain">O amor é… Tantas e tantas pessoas, das mais diversas origens, credos e confissões, têm debatido o preenchimento do vazio. Nem é tanto o preenchimento do vazio de não ter amor, de não amar, ou de não ser amado. O...</summary>
<author>
<name>NEC</name>

<email>ncampilho@gmail.com</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://caidalinha.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p>O amor é… Tantas e tantas pessoas, das mais diversas origens, credos e confissões, têm debatido o preenchimento do vazio. Nem é tanto o preenchimento do vazio de não ter amor, de não amar, ou de não ser amado. O vazio é o que vem a seguir ao é… Milhentas considerações, outras tantas conjecturas, toda a gente tem opinião e são raros os que se calam após esta afirmação conjectural e interrogativa, o amor é… Faz lembrar um grupo de humoristas muito afamados da nossa praça e o seu badalado sketch, “sabes onde há gajas boas, sabes?”. Acho que até em Ermesinde alguém completaria a frase, o amor é…”uma coisa muito boa, ou talvez não?! Sabes, é que eu confundo um bocado estas coisas”. E quando o amor não é…? Alguém me saberá dizer quando o amor não é? Ou, melhor, alguém saberá descrever o que o amor é…quando não pode ser? O que eu acho (e por isso é que escrevo, porque se não achasse nada estava num banco do jardim a ser interrogado sobre onde há gajas boas) é que o amor é…sempre!<br />
Tenho uma amiga que me costuma dizer que não é o amor que magoa, são as pessoas! Nem sempre concordo, porque também são as pessoas que amam e amar não magoa, cura; amar não dói, sara; amar não chora, ri; amar não foge, fica; amar não morre, sobrevive; amar não desiste, resiste; amar não definha, brota, amar não escurece, ilumina. Então, em que ficamos? Elimina-se o amor, ou eliminam-se as pessoas? Eu continuo com a minha…elimina-se a dor, venha ela do amor, ou das pessoas! Então, mas e se a dor não poder ser eliminada? Helás, descobri o que o amor é quando não pode ser…dor!<br />
Então, mas se é dor, é masoquismo! Se é dor, acabe-se com o amor! Se é dor, não deixemos que as pessoas se amem!<br />
Não! Ainda que doa, o amor, mesmo quando não pode ser é…amor!<br />
Sugestão para hoje…AMEM! Não vem em nenhum livro, nem de nenhuma música…vem de dentro de nós!</p>]]>

</content>
</entry>
<entry>
<title>Pensar em GRANDE</title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://caidalinha.weblog.com.pt/arquivo/2006/09/pensar_em_grand.html" />
<modified>2006-09-21T16:50:53Z</modified>
<issued>2006-09-21T15:52:44Z</issued>
<id>tag:caidalinha.weblog.com.pt,2006://3481.369625</id>
<created>2006-09-21T15:52:44Z</created>
<summary type="text/plain">Ontem escrevi sobre “estatura” e, bem a propósito, o meu amigo Mota teve a amabilidade de me enviar uma notícia da qual transcrevo um excerto e que me serve de mote para hoje: &quot;O ganda nóia sou eu&quot; O presidente...</summary>
<author>
<name>NEC</name>

<email>ncampilho@gmail.com</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://caidalinha.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p>Ontem escrevi sobre “estatura” e, bem a propósito, o meu amigo Mota teve a amabilidade de me enviar uma notícia da qual transcrevo um excerto e que me serve de mote para hoje:</p>

<p><strong>"O ganda nóia sou eu"</strong><br />
<em>O presidente do PSD, Luís Marques Mendes, iniciou ontem em Coimbra uma semana dedicada à abertura do novo ano escolar.</p>

<p>A Escola Básica do 1.º ciclo da Solum (antigas anexas) foi o local escolhido pelo líder social-democrata. Luís Marques Mendes visitou demoradamente as instalações, tendo entrado em quase todas as salas de aulas do estabelecimento de ensino e conversado com a grande maioria dos alunos. <br />
Logo na primeira sala, o presidente do PSD decidiu perguntar aos estudantes se sabiam quem ele era. Em uníssono, todos disseram que "não!". Marques Mendes questionou posteriormente se nunca tinham visto o programa "Contra-Informação" na televisão. Aqui, as opiniões dividiram-se, já que muitos deles afirmaram que nunca tinham visto o programa. "Já ouviram falar do ganda nóia. O ganda nóia sou eu", disse, com os estudantes a deixarem escapar um largo sorriso (...).</em></p>

<p>Não vou recalcar o tema da “estatura”, vou sim, falar de estratégia. Uma boa estratégia dá sempre bons resultados. Nem todos podem apreciá-los – e apreciá-la – mas para quem segue a sua estratégia até ao fim, sem desvios, com objectivos traçados inicialmente e não “ao sabor do vento”, consegue sempre alcançar os seus propósitos. É claro que há estratégias boas e há estratégias más. Eu disse, e repito, uma boa estratégia dá sempre bons resultados, assim como uma má estratégia dá sempre maus resultados. É que uma má estratégia, também procura almejar bons resultados, mas uma má estratégia, não é uma estratégia, é uma “ganda nóia!. Uma má estratégia é uma falácia, é uma aberração que, de estratégia só leva o nome, por falta de sinónimo condizente e perceptível junto dos seus apaniguados. Pior do que uma má estratégia, é não haver estratégia nenhuma e, portanto, até o burro do <em>Shrek</em> tinha uma estratégia “pick me, pick me” (para quem se lembra do filme).<br />
Em estratégia há os estrategas e os que vão atrás. Mas, claro, falo novamente numa boa estratégia. Numa má estratégia, só há estrategas, não vai ninguém atrás, pois toda a gente quer ir à frente. Numa boa estratégia joga-se em equipa, numa má estratégia joga-se nos bastidores. Podia continuar, mas tornar-me-ia repetitivo e entediante. Acho que já deu para perceber a ideia.<br />
Portanto, quando fizerem as vossas escolhas, optem por aquilo que conhecem, que nunca vos deixou ficar mal, que nunca inverteu o seu rumo, que nunca misturou PRETO com desígnios MORAIS, nem deu à COSTA com o diabo na CRUZ, no fundo, escolham em função de uma estratégia, de uma boa estratégia! Porque, como tudo na vida, as escolhas têm um rosto e é bom que ele vos seja familiar.<br />
Sugestão para hoje: ainda não saiu em Portugal, mas a sua compra é imprescindível, <em>The Architect – Karl Rove and the master plan for absolute power</em> (Crown Publishers, New York). Quem, sobre o mesmo assunto, quiser algo mais light, aconselho, <em>Rove Exposed – How Bush’s Brain fooled América</em> (John Wiley&Sons Inc., New Jersey), ambos dos mesmos autores, James Moore e Wayne Slater, respectivamente, repórter televisivo vencedor de um Emmy e jornalista do “The Dallas Morning News”.</p>

<p><br />
</p>]]>

</content>
</entry>
<entry>
<title>O</title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://caidalinha.weblog.com.pt/arquivo/2006/09/o.html" />
<modified>2006-09-20T19:57:34Z</modified>
<issued>2006-09-20T19:45:24Z</issued>
<id>tag:caidalinha.weblog.com.pt,2006://3481.369521</id>
<created>2006-09-20T19:45:24Z</created>
<summary type="text/plain">Hoje escrevo tarde! Mas, espero, não tarde de mais. Respondendo ao apelo de várias famílias (pelo menos do crocodilo!), cá vai mais uma preciosidade (assim espero!). Hoje apetece-me teorizar (como já toda a gente deve ter escrito sobre o novo...</summary>
<author>
<name>NEC</name>

<email>ncampilho@gmail.com</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://caidalinha.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p>Hoje escrevo tarde! Mas, espero, não tarde de mais. Respondendo ao apelo de várias famílias (pelo menos do crocodilo!), cá vai mais uma preciosidade (assim espero!).<br />
Hoje apetece-me teorizar (como já toda a gente deve ter escrito sobre o novo Procurador). E para tal, basta pensar na vida e na forma como cada um de nós a vive. Eu acho que levo uma vida porreira, sem grandes agitações, com respeito pelo próximo e, sobretudo, por mim mesmo. Detesto conflitos, aliás, passo o tempo a tentar apaziguá-los. E, nesta coisa das relações pessoais, tal revela-se francamente difícil. A chave do sucesso está na tolerância e em saber ouvir. Saber ouvir tem uma ciência, que, infelizmente, não é apanágio de todos.<br />
Depois, por diferença de opiniões e de vivências, desata tudo à “paulada”, sobretudo verbal, mas, até nessas alturas mais tensas é preciso saber ouvir, sobretudo nessas alturas. A nossa “estatura” define-se quando chega a vez de serem os outros a ouvirem-nos a nós. Nessa altura crescemos. Crescemos como pessoas, como homens, como mulheres. É isso que define a nossa “estatura”. Temo que o nosso país, a nossa política, as nossas instituições, as nossas empresas, no fundo, a nossa sociedade, esteja inundada de pessoas de muito baixa “estatura” que berram para se ouvir, mas calam-se quando é preciso falar. Essas pessoas refugiam-se no ruído. No ruído suez e ordinário, intolerante e despropositado que vai grassando na nossa sociedade.<br />
Portanto, oiçam e nunca julguem antes de ouvir. Ouvir é como o juiz da nossa consciência. Portanto, quando lhe puserem a mão, façam-no com cuidado, que é para não a ensurdecerem.<br />
Sugestão para hoje, OIÇAM Damien Rice, em “The blower’s daughter”. O álbum chama-se O…muito apropriado!</p>]]>
<![CDATA[<p>Fica a letra:<br />
And so it is<br />
Just like you said it would be<br />
Life goes easy on me<br />
Most of the time<br />
And so it is<br />
The shorter story<br />
No love, no glory<br />
No hero in her sky</p>

<p>I can't take my eyes off of you<br />
I can't take my eyes off you<br />
I can't take my eyes off of you<br />
I can't take my eyes off you<br />
I can't take my eyes off you<br />
I can't take my eyes...</p>

<p>And so it is<br />
Just like you said it should be<br />
We'll both forget the breeze<br />
Most of the time<br />
And so it is<br />
The colder water<br />
The blower's daughter<br />
The pupil in denial</p>

<p>I can't take my eyes off of you<br />
I can't take my eyes off you<br />
I can't take my eyes off of you<br />
I can't take my eyes off you<br />
I can't take my eyes off you<br />
I can't take my eyes...</p>

<p>Did I say that I loathe you?<br />
Did I say that I want to<br />
Leave it all behind?</p>

<p>I can't take my mind off of you<br />
I can't take my mind off you<br />
I can't take my mind off of you<br />
I can't take my mind off you<br />
I can't take my mind off you<br />
I can't take my mind...<br />
My mind...my mind...<br />
'Til I find somebody new<br />
</p>]]>
</content>
</entry>
<entry>
<title>Na linha do horizonte</title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://caidalinha.weblog.com.pt/arquivo/2006/09/na_linha_do_hor.html" />
<modified>2006-09-19T10:26:02Z</modified>
<issued>2006-09-19T09:41:22Z</issued>
<id>tag:caidalinha.weblog.com.pt,2006://3481.369318</id>
<created>2006-09-19T09:41:22Z</created>
<summary type="text/plain">Tenho de me disciplinar para escrever todos os dias, mas, como hoje é o primeiro &apos;post&apos; a sério e eu fiquei de dar o mote, vou tentar não deixar ninguém confundido com aquilo que se pretende com este blogue. Há...</summary>
<author>
<name>NEC</name>

<email>ncampilho@gmail.com</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://caidalinha.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p>Tenho de me disciplinar para escrever todos os dias, mas, como hoje é o primeiro 'post' a sério e eu fiquei de dar o mote, vou tentar não deixar ninguém confundido com aquilo que se pretende com este blogue.<br />
Há quem escreva por motivações políticas, há quem escreva por motivações pessoais, há quem escreva para exorcizar fantasmas, há quem escreva para se sentir bem, há quem escreva para ser lido, há quem escreva porque se sente ofendido, há quem escreva para ofender e há quem escreva porque não tem mais nada para fazer. Eu escrevo porque me apetece e julgo que é um argumento tão ou mais válido do que os outros!<br />
Parece que há por aí, na linha do horizonte, muitos sóis, mas eu, pessoalmente, só conheço um. Aquele que quando nasce é para todos. Agora apareceu por aí mais um, esse de papel, mas que, pelos vistos, quando nasce é só para alguns. O feliz contemplado desta semana é o Presidente da Câmara Municipal de Oeiras. Coincidência? Coincidência, o tanas! Se bem me lembro, durante a última campanha eleitoral autárquica, os mesmos jornaleiros que agora se banham ao Sol, eram os mesmos que conduziam o Expresso. Se bem me lembro, também, por essa altura o Isaltino era cliente habitual dessa locomotiva trituradora de políticos e afins. Havia por lá um fulano que “gostava” particularmente dele, um tal de J.A.L. (não me condenem, eles gostam de ser tratados assim, é a única forma de serem sempre “grandes”!) e até o M.R., que até parece ser munícipe oeirense, cumpridor e respeitador, ganhou o seu lugar ao Sol. O J.A.S., também munícipe (se não gostam do homem, é um raio de um contra-senso escolherem o Concelho de Oeiras para viver, mas, se até o Marques Mendes lá vive…), decidiu deixar de nos brindar com telegráficos mas apreciáveis editoriais escritos no melhor semanário de Paço de Arcos e passou a dirigir a ‘Revolta da Bounty’ (não é do chocolate, esse é o Buondi), com produção de Paulo Teixeira Pinto e realização de Paula Teixeira da Cruz. O MM (mais uma vez, não é o chocolate, esse é o M&M) passa pelos intervalos do Sol, pois a sua estatura “arranjadinha” permite-lhe estar – vejam esta pérola – ACIMA de qualquer suspeita. A menos que queiram fazer a ligação entre ele e a Paula Teixeira da Cruz, sua antiga e predilecta vice-presidente e actual presidente da Distrital de Lisboa do PSD, mas são vocês que fazem, não sou eu! Para teorias da conspiração o meu lugar ao Sol já se encontra sobejamente ocupado.<br />
E pronto, para já fico por aqui, espero continuar auto-motivado durante algum tempo – pois calculo que só daqui a 6 meses é que alguém se dignará a comentar no meu blogue – mas a vossa ajuda seria bem-vinda e preciosa, pois poderia apelar à minha criatividade e contribuir para que me apetecesse escrever mais um bocadinho.<br />
Por fim, uma sugestão. Anda por aí muita gente frustrada, ressabiada e com falta de ‘afecto’. Não condeno esses sentimentos, para além de normais, podem afectar qualquer um. Portanto, façam como eu, digam não aos químicos, não apanhem muito Sol e escrevam, nem que seja só um desabafo, todas as manhãs. Vão ver que vos fará muito bem.<br />
E.T.: Não caiam para a Linha…isto já está muito cheio!<br />
</p>]]>

</content>
</entry>
<entry>
<title>Cheguei!</title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://caidalinha.weblog.com.pt/arquivo/2006/09/cheguei.html" />
<modified>2006-09-18T17:51:52Z</modified>
<issued>2006-09-18T17:47:04Z</issued>
<id>tag:caidalinha.weblog.com.pt,2006://3481.369235</id>
<created>2006-09-18T17:47:04Z</created>
<summary type="text/plain">Cheguei! Mas não venho com a intenção de atormentar ninguém, podem ficar descansados. Todos são livres de aqui vir, mas atenção à linguagem e às acusações sem fundamento. Para isso, vão a outros blogues, que eu, aqui, não vos quero!...</summary>
<author>
<name>NEC</name>

<email>ncampilho@gmail.com</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://caidalinha.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p>Cheguei! Mas não venho com a intenção de atormentar ninguém, podem ficar descansados.<br />
Todos são livres de aqui vir, mas atenção à linguagem e às acusações sem fundamento. Para isso, vão a outros blogues, que eu, aqui, não vos quero!<br />
Ah...a ideia é falar de tudo, ou de quase tudo! Mas o mote só o vou dar amanhã. De todo o modo e para já, podem mandar-me beijinhos e abraços.<br />
</p>]]>

</content>
</entry>

</feed>