setembro 28, 2008

sobrinho n.2

O meu sobrinho Guilherme nasceu hoje, 28 de setembro de 2008. Estas foram as suas primeiras palavras, via sms: "Ola a todos, ja me pirei ca pra fora, às 16:30 com 3,460Kg. Se quiserem saber mais alguma coisa, perguntem ao meu pai, que a minha mae ta muito cansada. Guilherme" Bem vindo, Guilherme :-)

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setembro 27, 2008

editorial

o editorial da le cool desta semana é engraçado: "Prozac é para bebés. O nosso medicamento é 24 vezes mais eficaz no tratamento da depressão, tristeza, neura, aborrecimento e bocejos extremamente longos. Instruções: Começa a tomar na quinta-feira, o primeiro evento e vai por ai fora, sem falhar um. A toma deve ser continuada até ao fim, mesmo que já te sintas completamente feliz. Efeitos Secundários: Felicidade, alegria, novos conhecimentos, novas amizades e fruição sensorial maximizada. Contra Indicações: Não observadas. Podes repetir todas as semanas, provoca dependência mas da boa! Avisam René, Miguel & Mami. Medicamento não sujeito a receita médica, podes pedir mais aqui" e a le cool é sempre interessante. obrigado lecool.com/cities/lisboa

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setembro 24, 2008

A ilusão

Há alturas em que parecemos crianças. Deixamo-nos iludir pelos sentimentos, pelo desejo de sentir… E acabamos por transformar empatia, simpatia, atracção intelectual em algo mais físico, paixão, envolvimento. Dá merda, claro. Deu merda. Bem, nada de grave. Ilusão, choque, esclarecimento, recuperação. As voltas da vida. O normal. Amigos como dantes… pois sim. Nem havia antes, se nos conhecemos há apenas umas semanas. Devo ter mais cuidado, ser mais moderado. Como era. Como sempre fui. Não ao nível emocional, que sempre fui um chorão. Cá dentro. Mas ao nível prático, relacional - não deixar envolver, e não deixar as coisas acontecer àquele ritmo. Uma parvoíce. Mas a verdade é que ando nesta fase, neste período da minha vida, em que estou a disfrutar das coisas de uma forma nova para mim, algo mais solto, mais experimentador - as minhas relações estão a acabar menos no primeiro beijo, estendem-se até à cama, ao sabor, à pele, ao toque. Eu gosto disso. Claro que há toques, peles, cheiros, bocas… superiores a todos os outros, mas não sou capaz de não querer experimentar. Dizia há uns dias que ainda não me cansei desta vida de bordel, mas que estava quase. Vamos ver…

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agosto 19, 2008

a magia do grupo

Este ano, o SW foi especialmente interessante.
Não porque tenha tido musicos excepcionais (que efectivamente teve) ou por outros motivos semelhantes, mas antes pelo grupo, o pessoal, os amigos.

Já estive em muitas edições do festival (e de outros) com vários amigos, conhecidos, grupos maiores ou menores… mas este foi um pequeno grupo que, reunido sem critério aparente (o elo de ligação era eu e a São), se revelou uma maravilha.
Nem todos, nem sempre, mas no geral.
E essencialmente o "pequeno núcleo" Rosário, Teresa, Hugo, Filipe, tendo a São como satélite :-)
De resto, meu querido Frade mais afastado, e o Zé e a Lisete andavam na sua…
E a Bárbara, que chegou depois do festival para passar 2 dias com os resistentes (São, Rosário e eu), também foi uma óptima companhia.

Belas noites, belos momentos, belas manhãs na praia (e bela noite que lá passámos, na praia, artilhados com os nossos sacos-cama e boa disposição) e bons fins de noite no Esperamentrando (consoante a música e o grau de alcoolémia).
Não me canso de repetir: foi o grupo.

Dos amigos de sempre, dos outros amigos com quem nunca vivemos certas experiências, dos amigos mais recentes com quem partilhamos automaticamente as empatias próprias de quem sempre as partilhou, das pessoas novas que conhecemos, dessas pessoas que entram na nossa vida com um fulgor mágico arrasador, que deixam tudo a brilhar, nos quebram a concentração e nos deixam com aqueles humores que julgavamos ter esquecido numa qualquer vida passada - aqueles bons, bonitos.

Quanto à musica, o festival fez-se com o Camané (enorme, apesar do palco com fraca acústica e imenso ruído de fundo proveniente dos espaços em volta), o Jorge Palma (em alegre decadência no seu sempre merecido palco principal), os Xutos, os Franz Ferdinand, o Nitin Sawhney (bonito, num concerto próprio para o Coliseu), a Yael Naim (magnifica e super feliz), a Brandi Carlile (linda), os Deolinda, a Goldfrapp, a Rita RedShoes, os Tindersticks (cada vez menos interessantes ao vivo), os Junior Boys ou os Cut Copy… e no carro ouvia-se Devendra Banhart (e em casa, e onde mais se pudesse ouvir).

Claro que senti saudades (moderadamente) de acampar no nosso pinhal no Carvalhal (ao lado do qual, nos últimos anos, existe um parque de campismo), e até do Marco (em alegre passeata pela Colômbia), mas enfim… valeu a pena.
A Zambujeira, linda, acrescentou a sua beleza natural a todos estes momentos.
A capela, sempre a capela…
O Fresco, as tostas de frango…
O Oceano…
A praia do sr. Zé…
Os almoços no Tranquitanas e no Sacas…

Bem, daqui a 2 semanas há mais…
venham os anos da Vera :-)

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agosto 18, 2008

regresso ao mundo

hoje regressei ao mundo.
depois de umas pequeníssimas férias, Zambujeira, Sudoeste, amigos, novas tentações e um churrasco de despedida, eis-me de volta.
ao contrário de outrora, já não sinto a mesma excitação por voltar.
amo o meu trabalho, é certo, mas as férias, os fins de semana, as noites - os momentos de paz - têm vindo a ganhar na minha vida uma dimensão que me agrada bastante.
se continuar assim, qualquer dia até tenho vida pessoal :-)
e tinha saudades da Rita, claro.

por ora, não tenho tempo para mais.
mas este post marca o regresso (?) do Brutus Erectus.

Publicado por flyp às 02:19 PM | Comentários (0)

junho 20, 2007

Pobre Che

Curiosamente, a propósito de Che Guevara, vi o ensaio geral de outra peça, chamada Querido Che, que, comparativamente, é paupérrima.

Continue a ler "Pobre Che"

Publicado por flyp às 03:37 PM | Comentários (0)

abril 29, 2007

a filha rebelde

A FILHA REBELDE é uma peça magnífica, em cena no Teatro Nacional D. Maria II em Lisboa até 20 Maio.
É perfeita, do princípio ao fim.
Começa bem, acaba bem, não tem um único momento morto, um único movimento falhado.

É raro ver uma encenação assim, com uma produção tão cuidada, tão sincronizados, sem falhas, uma coisa deliciosa.
Fiquei maravilhado com as passagens, os flashbacks, os pormenores, a fluidez com que a história chega até nós de forma tão clara.
As interpretações são óptimas, começando na Ana Brandão, mas acabando em grande com pérolas incontornáveis como Vitor Norte e Lídia Franco, sem os os quais as respectivas personagens não seriam certamente os mesmos.

Venham mais destas.
Quero saber mais desta encenadora (Helena Pimenta).

Publicado por flyp às 04:02 PM | Comentários (1)

setembro 06, 2006

ingenuidade

a rita diz que eles não me queriam desrespeitar…
e ontem, quando tudo ainda parecia possível, chegou a dizer que eles me respeitam.
que ingénua.
eles não querem saber.
eles são uma vergonha, uma desgraça, uns merceeiros.
é isso que são.
é isso que sinto.
vergonha de trabalhar com gente assim, sem escrúpulos, sem principios…
angústia por não poder fazer nada.
desespero por ter as mãos atadas e não poder simplesmente bater com a porta.

f,

Publicado por flyp às 11:57 PM | Comentários (0)

que merda

não sei como lidar com isto
esta incompetência constante, este absoluto desrespeito…
a falta de profissionalismo, a maneira de tratar os assuntos como se de uma mercearia se tratasse.
é só encher chouriços, que se lixe o valor do trabalho, que se lixem os princípios, a ética, que se lixe tudo, desde que o momento presente traga algum dinheirito, uma factura que se encerra, mais um projecto de merda que o é descaradamente, mas que ao menos deixou mais um cliente medíocre satisfeito.
as implicações que este tipo de episódio poderá trazer a médio prazo não são contabilizadas… o desrespeito pelos princípios básicos não é contabilizado. só interessa mesmo FAZER mais qualquer coisa, fingir que aquilo é algo muito bom, quando na verdade é apenas mais uma grande merda.
não sei como lidar com isto.
não sei como vou reagir.
mas o pior de tudo é não saber se vou reagir…
que merda!

Publicado por flyp às 11:00 PM | Comentários (0)

junho 20, 2006

estar

É bom estar contigo, é verdade.
Esse facto não está em causa (poderia dizer que é libertador, refrescante, delicioso…?)
A questão é que só é bom enquanto estou realmente contigo, e não depois ou antes.
Nessas alturas deixa de ser essa a variável: deixa de existir o "estar contigo" pois, se não estou…
Esta é a condição essencial, o princípio de tudo - e a sua ausência é o fim.

Gosto de estar contigo quando estou efectivamente contigo, e é ainda melhor por fazê-lo quando o desejo ou tu o desejas.
Então reúne-se o cenário ideal: desejo, concretização e satisfação - por ser tão bom e, consequentemente, sendo melhor por essa reunião.

Publicado por flyp às 12:58 AM | Comentários (0)

maio 04, 2006

pretensão

Não gosto de gente pretensiosa.
Irrita-me.
Mas talvez… esta minha presunção de considerar alguém pretensioso, seja também uma forma de ser eu pretencioso.
Talvez.

Publicado por flyp às 08:22 PM | Comentários (0)

maio 02, 2006

o fim

Hoje não acordei com vontade de criar um blogue.

Não, foi depois. Há pouco.
Deu-me essa vontade e fi-lo. Na verdade queria saber se era rápido e fácil.
E foi.
E é para mim uma coisa nova.
E é para mim.
Bem-vindo eu ao meu blogue, o Brutus Erectus.

Publicado por flyp às 02:17 PM | Comentários (0)