<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?>
<rss version="2.0">
<channel>
<title>bibliotecasescolares</title>
<link>http://bibliotecasescolares.weblog.com.pt/</link>
<description>


Free CounterThe following text will not be seen after you upload your website, please keep it in order to retain your counter functionality  neteller online casino</description>
<copyright>Copyright 2011</copyright>
<lastBuildDate>Thu, 22 Jul 2010 17:36:21 +0000</lastBuildDate>
<generator>http://www.movabletype.org/?v=3.11</generator>
<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs> 

<item>
<title>Professores bibliotecários: a precária identidade no desencanto da realidade</title>
<description>O título que encima este texto fui propositadamente recuperá-lo a um trabalho que realizei em 2002 e 2003 e concluí em 2004. Nele pude concluir que aos professores bibliotecários é reconhecido um papel determinante em todos os aspectos relativos ao desempenho e à dinâmica das bibliotecas escolares: a sua afirmação no seio de cada estabelecimento de ensino; o seu contributo para a criação de hábitos de leitura e para a promoção da literacia; a sua importância na aplicação de metodologias educativas mais activas e centradas no aluno em articulação com os docentes da sala de aula; resumindo, a sua qualidade como centro educativo e documental dentro da escola....</description>
<link>http://bibliotecasescolares.weblog.com.pt/arquivo/#451190</link>
<guid>http://bibliotecasescolares.weblog.com.pt/arquivo/#451190</guid>
<category></category>
<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 17:36:21 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Os perigos da leitura I</title>
<description>Leitura = - memória...</description>
<link>http://bibliotecasescolares.weblog.com.pt/arquivo/#449213</link>
<guid>http://bibliotecasescolares.weblog.com.pt/arquivo/#449213</guid>
<category></category>
<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 00:05:50 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Os perigos da leitura II</title>
<description>Leitura = + divórcios...</description>
<link>http://bibliotecasescolares.weblog.com.pt/arquivo/#449212</link>
<guid>http://bibliotecasescolares.weblog.com.pt/arquivo/#449212</guid>
<category></category>
<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 00:04:28 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Os perigos da leitura IV</title>
<description>se os portugueses tivessem tomado a atitude de serem razoáveis e começado a ler, o que seria deste país, o que seria do seu sistema de saúde, o que seria do seu sistema educativo, o que seria das inter-relações pessoais, o que seria da sua identidade cultural e, finalmente e acima de tudo, o que seria da “Liga dos Últimos”? E este é o quarto perigo da leitura: contribuir para a descaracterização da identidade cultural e o bom relacionamento entre os portugueses. Voltaremos a este assunto!...</description>
<link>http://bibliotecasescolares.weblog.com.pt/arquivo/#449211</link>
<guid>http://bibliotecasescolares.weblog.com.pt/arquivo/#449211</guid>
<category></category>
<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 00:00:44 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Os perigos da leitura III</title>
<description>Leitura = - respeito pelos livros Já em 1986 Miguel Esteves Cardoso procurava debalde alertar os portugueses para a o perigo que a leitura em Portugal representava para a dignidade dos livros. Disse ele, então, que &quot;os analfabetos ainda são os que mais se interessam pela leitura propriamente dita. Como não sabem ler, os livros têm para eles um mistério e uma dignidade que só os bons leitores ainda lhes atribuem&quot;....</description>
<link>http://bibliotecasescolares.weblog.com.pt/arquivo/#448958</link>
<guid>http://bibliotecasescolares.weblog.com.pt/arquivo/#448958</guid>
<category></category>
<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 00:20:40 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Learning experiences involving school librarians, teachers, public libraries and parents</title>
<description>1. Background In a global economy, where knowledge plays a crucial role in the economic and social development, the traditional way reading and learning were considered are no longer valid as curricula were conceived as merely instrumental, which means they were based upon theory and abstract knowledge rather than effective use of skills....</description>
<link>http://bibliotecasescolares.weblog.com.pt/arquivo/#448563</link>
<guid>http://bibliotecasescolares.weblog.com.pt/arquivo/#448563</guid>
<category></category>
<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 22:35:06 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Professor bibliotecário: um percurso de mérito ou apenas o mérito de um percurso?</title>
<description>Palavras-chave: professor bibliotecário; bibliotecas escolares...</description>
<link>http://bibliotecasescolares.weblog.com.pt/arquivo/#439447</link>
<guid>http://bibliotecasescolares.weblog.com.pt/arquivo/#439447</guid>
<category></category>
<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 00:48:19 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Da candidatura de mérito ao percurso de mérito</title>
<description>PALAVRAS-CHAVE: BIBLIOTECAS ESCOLARES, RBE, CANDIDATURA DE MÉRITO, PROFESSORES-BIBLIOTECÁRIOS...</description>
<link>http://bibliotecasescolares.weblog.com.pt/arquivo/#435836</link>
<guid>http://bibliotecasescolares.weblog.com.pt/arquivo/#435836</guid>
<category></category>
<pubDate>Fri, 15 May 2009 01:10:29 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>COLABORAÇÃO E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS: UM EQUÍVOCO PARA ALÉM DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES</title>
<description>Palavras-chave: professor-bibliotecário, colaboração, trabalho colaborativo, currículo, bibliotecas escolares...</description>
<link>http://bibliotecasescolares.weblog.com.pt/arquivo/#434924</link>
<guid>http://bibliotecasescolares.weblog.com.pt/arquivo/#434924</guid>
<category></category>
<pubDate>Sat, 25 Apr 2009 23:22:22 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Avaliar a qualidade das bibliotecas escolares: do paradigma da performance ao autoconhecimento</title>
<description>Palavras-chave: bibliotecas escolares; avaliação; qualidade; indicadores de qualidade; reflexão; autoconhecimento; rede de bibliotecas escolares...</description>
<link>http://bibliotecasescolares.weblog.com.pt/arquivo/#433434</link>
<guid>http://bibliotecasescolares.weblog.com.pt/arquivo/#433434</guid>
<category></category>
<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 02:25:50 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Avaliar a qualidade da biblioteca escolar</title>
<description>Palavras-chave: bibliotecas escolares; avaliação; auto-avaliação; qualidade; colaboração; rede de bibliotecas escolares...</description>
<link>http://bibliotecasescolares.weblog.com.pt/arquivo/#432733</link>
<guid>http://bibliotecasescolares.weblog.com.pt/arquivo/#432733</guid>
<category></category>
<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 00:09:18 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Collaborative teaching, reading and literacy</title>
<description>Key-words: school library; school librarian; reading; literacy Collaborative teaching, reading and literacy Promoting reading and literacy: one’s too short, two is good, three is even better In Portugal, students read very little and a significant part of them has great difficulties in dealing with written information. The national and international student assessments regularly situate Portugal at the lowest levels of students’ performances. This means that in Portugal everything is still to be done in what concerns reading and literacy. The problem doesn’t have an easy answer but two of the main reasons are in the poor investment in school libraries and the absence of collaborative teaching. In fighting illiteracy and promoting reading habits, school libraries should take the lead and try to evolve three distinct groups: teachers, students and families. Organising regular reading sessions with students and parents, making books and reading a constant presence in the classroom and at home, using e-technologies to promote reading and writing or publishing a school newspaper are only some examples of what school libraries, teachers, students and families can do together in order to develop literacy and reading in Portugal....</description>
<link>http://bibliotecasescolares.weblog.com.pt/arquivo/#432731</link>
<guid>http://bibliotecasescolares.weblog.com.pt/arquivo/#432731</guid>
<category></category>
<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 00:01:58 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>THE SAD STORY OF ZERO POET</title>
<description>Key-words: school library; school librarian; reading; ITC As a school librarian for the last 15 years, reading has always been at the top of my concerns. But I must admit that I have failed all the way through as far as promoting reading is concerned. In Portugal, the whole population in general and students in particular have never read so little as now....</description>
<link>http://bibliotecasescolares.weblog.com.pt/arquivo/#432729</link>
<guid>http://bibliotecasescolares.weblog.com.pt/arquivo/#432729</guid>
<category></category>
<pubDate>Sun, 08 Mar 2009 23:58:19 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Bibliotecas escolares: (auto)avaliação, efeito de túnel e a morte do génio</title>
<description>Palavras-chave: bibliotecas escolares; centro de recursos educativos; coordenador; professsor bibliotecário; avaliação Ao sistema de auto(avaliação) das Bibliotecas Escolares podem naturalmente ser apontadas algumas virtudes pelas alterações positivas que nelas podem introduzir. Há, no entanto, alguns efeitos potencialmente perversos a que importa estar atento....</description>
<link>http://bibliotecasescolares.weblog.com.pt/arquivo/#425548</link>
<guid>http://bibliotecasescolares.weblog.com.pt/arquivo/#425548</guid>
<category></category>
<pubDate>Sun, 26 Oct 2008 01:05:11 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>O ser e o parecer das BE</title>
<description>Palavras-chave: bibliotecas escolares; centro de recursos educativos; coordenador; professsor bibliotecário Nas minha reflexões sobre as BE procurei sempre evitar considerá-las isoladamente, mas integradas no sistema de ensino, em particular, e na sociedade em geral. Lembro-me, a este propósito, de alguém que disse que o barroco não é, na sua essência, um período da arte em concreto, mas uma característica de todos os finais de cada período artístico. Ou seja, todos os finais dos períodos artísticos são barrocos. São barrocos porque caem no exagero, na hipérbole, no descontrolo. No caso das BE, antecipo o seu barroco. Decorridos estes 12 anos, o essencial parece estar feito. A instalação física das BE está em fase de conclusão e, sendo esse assumidamente o objectivo primeiro que presidiu à criação da RBE, as ideias parecem começar a escassear. E normalmente isso é perigoso pois a probabilidade de o número de disparates aumentar sobe exponencialmente. Este é o princípio por detrás da burocracia: inventa-se o modelo 32-B para justificar o emprego do director que perdeu o seu chefe de serviços porque despediu o chefe de secção que teve de colocar na lista de disponíveis o chefe de núcleo que ficou sem trabalho para o assistente administrativo especialista que coordenava. Não pretendo com isto criticar o meritório trabalho feito sobretudo pelos colaboradores da RBE. O que fizeram foi bem feito, mais não seja porque fizeram aquilo que lhes era pedido. Os docs estruturantes que estimularam as BE a produzir (regulamentos internos, planos de acção, manuais de procedimentos, normas de conservação e restauro, políticas de desenvolvimento da colecção...) são indubitavelmente fundamentais. Mas a questão que se coloca é se esses docs resultaram de uma necessidade sentida, de uma reflexão feita e cumpriram os seus objectivos ou se foram o resultado da cada vez mais comum prática do copy-paste. Também eu conheço muitos Projectos Educativos, cuja metodologia de concepção foi o prolixo copy-paste. E estamos só a falar do documento teoricamente mais significativo na autonomia das escolas! Também a(auto)avaliação das BE corre o sério risco de ser dominada por esta profícua estratégia que transforma péssimos conceptores em extraordinários executores. Se algum coordenador me questionar sobre sites onde possam encontrar definidos objectivos individuais, a melhor sugestão que posso dar é o site da RBE. O problema de fundo está, pois, no evidente paradoxo entre o que se diz e o que se faz: diz-se que as BE são essenciais no seio de cada estabelecimento de ensino mas no progressista Decreto-Lei da gestão das escolas as BE não merecem mais do que uma envergonhada referência como estrutura técnico-pedagógica com que as escolas podem (ou não) contar. À semelhança do que aconteceu há 10 anos atrás no 115-A! Contra factos não há argumentos. Logo que o gabinete da rede seja extinto, vai ser o regabofe e, mais uma vez, o festim será das aves de rapina que, de resto, já podemos ver a rondar. Talvez o que eu digo não seja verdade, oxalá não seja profético....</description>
<link>http://bibliotecasescolares.weblog.com.pt/arquivo/#424569</link>
<guid>http://bibliotecasescolares.weblog.com.pt/arquivo/#424569</guid>
<category></category>
<pubDate>Fri, 03 Oct 2008 00:16:37 +0000</pubDate>
</item>


</channel>
</rss>